O que esperar para o e-commerce em 2021? Confira as 5 principais tendências

Que 2020 foi um ano totalmente atípico, isso está claro. A pandemia do novo coronavírus mudou a forma como enxergamos o mundo, desde as relações pessoais até o modelo de compras. Tudo precisou ser adaptado e foi aí que o comércio eletrônico se sobressaiu, pois conseguiu suprir necessidades que nem sabíamos que tínhamos. Com isso, fica a pergunta entre os empresários do ramo: o que esperar para o e-commerce em 2021?

Em retrospectiva, 2020 marcou a consolidação das compras online, um pouco pelo que já vinha acontecendo nos últimos anos, muito pela emergência sanitária. Para ter uma ideia, segundo a 42ª edição do Webshoppers, o e-commerce cresceu 47%, o maior índice dos últimos 20 anos. Um dos motivos foi a entrada de 7,3 milhões de novos consumidores na rota das compras online. É isso mesmo: toda essa gente comprou pela primeira vez em lojas virtuais durante o ano.

Diante de um ano tão favorável, as previsões só podem ser as melhores para o e-commerce em 2021. No seu último relatório, o Fundo Monetário Internacional apontou que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro voltará a crescer no ano que vem, podendo avançar 2,8%. Apesar de baixo, esse número significa que a economia está dando sinais de melhora, o que impacta positivamente no comércio eletrônico.

Como houve uma mudança de hábitos e o consumidor passou a confiar e comprar mais pela internet, melhorando a economia e tendo mais dinheiro para gastar, a tendência é que ele continue usando essas facilidades e vantagens. Por isso é fundamental ficar de olho nas novidades do e-commerce para 2021 e preparar o seu negócio para atender os clientes da melhor forma possível.

As principais tendências do e-commerce para 2021

Como dissemos, as perspectivas do e-commerce para 2021 são as melhores. Porém, para que tudo dê realmente certo, é preciso que os comerciantes se preparem para atender e surpreender os clientes com as novidades que estão surgindo. Para ajudá-lo nesse processo de pesquisa e adequação, separamos aqui as principais tendências das vendas online para o ano que vem. Confira!

1 – Mobilidade

É imprescindível que donos de negócios online façam as adaptações necessárias para garantir que suas lojas estejam na palma das mãos de seus clientes. É isso mesmo. Para acompanhar o crescimento do mercado de e-commerce será preciso investir nas tecnologias mobile. Segundo o relatório Webshoppers, as compras por dispositivos móveis ultrapassaram as via desktop em novembro de 2019. 

Em 2019, o faturamento total via mobile foi de R$ 25,9 bilhões, aumento de 55% sobre o ano anterior, o que representou 41,8% do faturamento total (ganho de importância de 10.5 pontos percentuais em relação a 2018). Essa expansão foi promovida pelo aumento do volume de pedidos por celulares, que chegou a 68,5 milhões, 60% a mais do que em 2018.

E esses números só tendem a aumentar com a melhora tanto da tecnologia dos celulares quanto das redes de internet, especialmente com a chegada do 5G. Então, antecipe-se e deixe tudo pronto para receber os consumidores. Oferecer uma experiência realmente mobile ― e não apenas uma adaptação do desktop ― pode fazer toda a diferença para quem está comprando.

2 – Customização

Quando um tipo de negócio começa a dar certo é natural que haja uma migração para ele, o que faz a concorrência aumentar. No comércio eletrônico está acontecendo exatamente isso, por isso, uma das tendências para 2021 é apostar na customização, ou seja, oferecer ao consumidor a possibilidade de personalizar o produto que ele deseja adquirir.

Essa alternativa costuma trazer bons resultados às lojas online. Porém, é preciso ficar atento a alguns detalhes operacionais para que o tiro não saia pelo culatra e acabe comprometendo o sucesso do negócio. Um bom exemplo está no site da norte-americana Nike, que permite ao cliente personalizar praticamente todos os aspectos dos seus tênis Nike Airs.

É claro que, para e-commerces que apenas revendem produtos de outras marcas, oferecer algum tipo de customização fica mais complicado. No entanto, se você fabrica as mercadorias que vende na sua loja online, personalizar pode ser uma ótima alternativa de conquistar e fidelizar novos clientes.

3 – Pagamentos instantâneos

Com a entrada do Pix em funcionamento, em 16 de novembro de 2020, o Brasil se tornou o 55º país no mundo a aceitar pagamentos instantâneos (PI). Esse tipo de transação tem forte adesão na China, Índia e nos países da comunidade europeia. Por ser um método simples, acredita-se que o novo meio de pagamento tenha um grande impacto nas vendas do e-commerce.

Isso porque, como essa forma de pagamento não usa informações bancárias, pode diminuir a resistência das pessoas que ainda têm receio em fazer compras online por medo de fraudes. Isso significa que novos usuários, incluindo aqueles que não têm acesso a cartão de crédito, poderão começar a comprar no comércio eletrônico.

Para isso, consumidores e empresas devem se cadastrar nos bancos e criar as suas chaves, que podem ser o número de celular, o endereço de e-mail e/ou o CPF e o CNPJ. Seus dois grandes benefícios são que as transações ocorrem de maneira instantânea, 24 horas por dia, 7 dias por semana e não geram nenhuma cobrança de taxa.

4 – Prazos de entrega

O prazo de entrega é, hoje, um fator determinante na hora do fechamento das compras online. Então, quanto mais rápido o seu e-commerce puder entregar uma encomenda, maiores são as chances dele alcançar sucesso em uma venda. Nem todo mundo está disposto a esperar meses por um produto, nem que ele seja baratinho, não é mesmo?

O que vimos em 2020, com a migração de muitos negócios locais para o meio online como forma de sobreviver à pandemia, foi a disseminação do que podemos chamar de entregas expressas, que ocorrem no mesmo dia da compra ou, no máximo, em 24 horas. Essa prática foi muito bem vista pelos consumidores, porém, é um desafio que precisará ser bastante estudado pelos empresários do e-commerce em 2021.

Para negócios locais e regionais, a logística da entrega rápida é até benéfica, pois faz o estoque girar, agiliza o trabalho interno e abre espaço para novos pedidos todo dia. No entanto, para redes que vendem para o país inteiro, por exemplo, fica um pouco difícil estabelecer parâmetros para cumprir prazos tão estreitos.

Uma ideia é começar localmente: oferecer a opção de entrega expressa para regiões próximas do estoque da empresa. Quando a estratégia chamar a atenção e atrair novos clientes, o fluxo extra de dinheiro vai permitir que você expanda o benefício para novos mercados. Mas lembre-se que tudo isso exige planejamento e investimento, assim, sua marca pode sair mais fortalecida do processo.

5 – Re-commerce

De olho na sustentabilidade e na contenção do consumo, questões cada vez mais importantes para os consumidores, uma tendência que pode surgir com bastante força no e-commerce em 2021 é o re-commerce, que significa a revenda ou comércio de produtos de segunda mão online. Na prática, é algo que o Mercado Livre e a OLX já fazem.

Porém, a tendência é que outras plataformas de comércio eletrônico também comecem a investir na venda de itens usados para ganhar mais popularidade e aumentar as vendas. Não quer dizer que você precise desistir da sua loja de mercadorias novas somente para comercializar usados, não é isso. É possível trabalhar com os dois tipos de produtos.

Um site de câmeras fotográficas, por exemplo, pode estabelecer políticas de descontos para consumidores que derem seu equipamento antigo na compra de um novo. Esse item usado será revisado (e arrumado, caso necessário) e colocado para venda em uma sessão para produtos de segunda mão.

Conte com a Wirecard para ter um 2021 ainda melhor

Esperamos que a nossa lista de tendências para o e-commerce em 2021 possa ajudar você e seu e-commerce a terem ainda mais sucesso no próximo ano. E, claro, conte sempre com a Wirecard na hora de escolher a sua solução de pagamento. Aqui, você tem uma parceria estratégica que oferece todas as ferramentas que o seu negócio precisa para se destacar e fidelizar a clientela!

Além disso, nossa solução conta com sistema antifraude com análise automática e manual e com ferramentas de checkout transparente que vão fazer a diferença no seu faturamento. Acesse nosso site, conheça melhor os produtos da Wirecard e descubra como podemos transformar o seu e-commerce! Ah, e se você tiver alguma dúvida, entre em contato com a gente! Nossa equipe está pronta para atendê-lo e responder todos os seus questionamentos.

Marketplace para pequenos negócios: Como juntar esforços e criar um

Como criar um marketplace para pequenos negócios juntando essas empresas em um projeto comum? Pode ser que você já tenha feito essa pergunta e, considerando o momento atual, em que a criatividade para continuar vendendo é uma característica valiosa, a resposta a ela pode significar uma grande oportunidade!

Só para você ter uma ideia: no primeiro semestre de 2019, os marketplaces somaram um crescimento de 13%, enquanto a média dos e-commerces brasileiros ficou em 12%, segundo dados de uma pesquisa Ebit/Nielsen. Segundo o levantamento, esse canal é visto com bons olhos pelos consumidores, que consideram os marketplaces locais adequados para comparar preços, conseguir boas promoções e acessar outros benefícios fundamentais para quem consome pela internet.

É vantajoso vender em um marketplace?

Sem dúvidas que sim! Principalmente se seu e-commerce não tem um tráfego muito relevante e o seu negócio nem mesmo tem volume de recursos suficiente para melhorar esses resultados na velocidade que você espera. E para quem ainda não tem um e-commerce, essa é uma oportunidade de marcar presença no mundo das vendas digitais.

Entretanto, é claro que isso precisa ser feito com planejamento e critério. Em geral, há exigências de volumes específicos de vendas, bem como a lucratividade pode ser menor. Tem ainda o custo de vender nessa plataforma, além da perda de identidade, já que a marca no alto da página não é da sua loja.

No caso de empreendimentos que precisam aumentar a margem de lucro, especialmente em um momento de crise como o que vivemos, vale aproveitar a boa recepção que o público tem em relação aos marketplaces para colocar em prática uma ideia mais lucrativa e ousada. Essa ideia pode ser juntar os empreendedores da sua região e criar um marketplace para pequenos negócios.

Por que unir forças para criar um marketplace para pequenos negócios

A proposta de juntar pequenos negócios para criar um marketplace não é nenhuma invenção da roda. Você já viu aquelas redes de supermercados que se juntam só para negociar com os fornecedores? Elas costumam estocar as compras em um centro de distribuição comum e dividir as mercadorias conforme o valor investido. Assim, conseguem fazer frente a grandes varejistas.

Este é só um exemplo para você entender como a ideia dá certo. A diferença é que, em vez de uma união em prol do estoque, o marketplace para pequenos negócios é focado na venda. Unidos, podem custear todos os investimentos para colocar na rede essa estrutura e dividir o orçamento de desenvolvimento, publicidade e assistência técnica.

Mas nem tudo são gastos, porque a união para tornar real um marketplace para pequenos negócios gera uma economia no desenvolvimento de um e-commerce próprio. Desse modo, todos dividem custos em benefício de um objetivo comum. Inicialmente, esse marketplace pode servir exclusivamente ao grupo de empresas que tomou a iniciativa, por exemplo.

Porém, com o tempo, é possível atrair outros vendedores e expandir as fontes de receita. Dessa maneira, muitas oportunidades podem ser criadas: ampliam-se os canais de venda para aumento do faturamento, encontra-se uma oportunidade de vendas com custos compartilhados e, adiante, cria-se um novo negócio em benefício de todos os pioneiros da ideia.

Como juntar pequenos negócios para criar um marketplace

O primeiro cuidado é conhecer o mercado para identificar os pontos centrais de oportunidades. Essa avaliação vai permitir que a iniciativa atenda às demandas dos clientes. Nesse esforço, talvez seja necessário que as partes envolvidas ajustem algumas práticas dos seus negócios de modo a se tornarem mais atrativas para o público.

É preciso verificar tendências, oportunidades e fazer esses ajustes com base no resultado dessas pesquisas, para ter a certeza de que o projeto vai atingir os consumidores esperados. Aqui é relevante estabelecer a persona que se quer alcançar, o que é benéfico para o desenvolvimento de toda a estratégia.

Em seguida, é necessário fazer a organização interna. Como será a divisão de custos para gerar receita a esse marketplace para pequenos negócios? Lembre-se que ele precisa ser uma empresa independente e, como tal, tem de ser saudável financeiramente, ainda que esteja a serviço de todos os que se uniram para tornar a ideia possível.

Duas opções para essa divisão de custos são o comissionamento da transação, em que uma porcentagem das vendas vai para o marketplace, e outra é a mensalidade, em que cada loja paga um valor preestabelecido para custear as operações. Esse ganho deve ser revertido em investimento em infraestrutura e publicidade. O lucro de cada loja vem da porcentagem que pertence a elas.

Depois, chega a hora de definir a plataforma. É possível desenvolver uma do zero. Mas, já há várias existentes no mercado. Por exemplo, o Ideia no Ar, que permite lançar de forma simples, rápida e sem depender de programadores. Por último, mas tão importante quanto todas as etapas anteriores, vem a definição da tecnologia para processamento dos pagamentos.

E é aqui que a Wirecard pode ajudar! Nossa solução é altamente adaptável às características de cada plataforma, incluindo, claro, um marketplace para pequenos negócios. A ele, certamente nós podemos oferecer o que for preciso para atender a todas as demandas para que a venda online seja um sucesso!

Além das alternativas comuns para quem vende em uma estrutura como essa, ainda temos o link de pagamento e a ferramenta de pagamento online, capazes de permitir que — como uma forma de fazer um esforço adicional de vendas — os vendedores das lojas físicas (se você tiver uma) façam abordagens virtuais aos clientes e indiquem essas formas de pagamento para quitar a operação.

Para que tudo isso dê certo, nós oferecemos conciliação financeira facilitada (o que é muito importante para um negócio que conta com vários envolvidos), cadastro facilitado dos lojistas e uma solução em conformidade com a regulamentação vigente. 

Entre em contato conosco e descubra como podemos ser parceiros ativos e estratégicos nessa iniciativa. Se preferir, fique à vontade para deixar seu comentário no espaço abaixo.