Ferramentas essenciais para seu e-commerce

Se formos pensar no trabalho como um todo, ter uma loja online é menos complicado do que ter um comércio físico, principalmente porque não é preciso ter um local exclusivo para montar a empresa. No entanto, empreender no mundo digital exige habilidades e conhecimentos tecnológicos específicos que, de forma geral, podemos reunir em uma lista de ferramentas essenciais para o e-commerce funcionar.

Para facilitar a compreensão, vamos dividir essa lista em duas partes. A primeira será mais técnica e apresentará as soluções necessárias para a construção de um site de comércio eletrônico, como o serviço de hospedagem, a plataforma, a solução de pagamento, entre outras. Sem essas ferramentas, não existe e-commerce.

Em um segundo momento, vamos listar recursos cujo objetivo é melhorar os resultados da loja online. Ou seja, são dispositivos que você pode usar no seu comércio eletrônico para atrair compradores, vender mais e fidelizar clientes, como blog, e-mail marketing e até um sistema de gerenciamento de clientes (CRM). Siga com a gente e confira!

Ferramentas essenciais para o e-commerce: as obrigatórias

Como dissemos, sem essas ferramentas não é possível colocar um site de comércio eletrônico no ar. São elas que dão a base para a sua loja online atender aos clientes de forma satisfatória e mantém o seu e-commerce funcionando. Então, tenha muita atenção na hora de escolher cada uma delas e não se guie pelo valor mais baixo, mas sim pelo serviço que atenda às necessidades do seu negócio.

Veja quais são as ferramentas essenciais e obrigatórias para o e-commerce:

1 – Serviço de hospedagem

Tudo começa com o serviço de hospedagem, pois é ele que permite que o seu site fique no ar e também que tenha um domínio. Só para você ter uma ideia, é essa ferramenta que faz o seu site sem manter no ar quando tem um elevado número de acessos durante datas comemorativas ou nos dias de promoções.

Por isso, na hora de escolher, é importante prestar atenção em alguns detalhes. O primeiro, claro, é saber se o serviço está preparado para hospedar um e-commerce, que traz junto com ele toda uma bagagem, como as soluções de pagamento, o carrinho de compras, um vitrine de produtos, entre outros pontos.

Depois, vem a questão da segurança. Um comércio eletrônico vai lidar com informações financeiras dos clientes e, necessariamente, precisa oferecer um lugar confiável para as pessoas comprarem. Então, confira quais são os níveis de segurança oferecidos pelo serviços de hospedagem e se eles são satisfatórios para o seu negócio.

Outra questão importante é entender quais programas e linguagens de programação são compatíveis com o serviço de hospedagem, para que tudo funcione corretamente. E por último, mas não menos importante, qual o volume de tráfego que o serviço atende sem apresentar problemas, como lentidão ou travamento.

2 – Plataforma de e-commerce

Se o serviço de hospedagem é o que vai manter o seu site no ar, a plataforma de e-commerce é o sistema que vai permitir tanto a visualização da sua loja online quanto o seu gerenciamento. É por meio dela que você vai criar o layout do seu comércio eletrônico, montar a vitrine com os produtos, fazer a gestão do estoque e dos preços, além de outras funções que fazem parte do dia a dia. 

Aqui também é importante ficar atento a alguns detalhes na hora de buscar por uma plataforma, para garantir que ela atenda todas as necessidades do comércio virtual. Entre os tópicos mais importantes, podemos destacar:

  • Atendimento ao nicho de mercado: verifique se a plataforma oferece as ferramentas que você precisa para montar uma vitrine de produtos adequada ao seu tipo de negócio.
  • Segurança: hoje é praticamente um padrão o uso do certificado de segurança SSL (Secure Sockets Layer), pois é um dos mais confiáveis do mercado. Se a plataforma não oferecê-lo, é melhor procurar outra ferramenta.
  • Suporte: procure um fornecedor que tenha infraestrutura confiável, intuitiva, completa e que possua experiência de mercado, atendendo outros e-commerces de portes e segmentos diferentes. Também fique atento aos canais de atendimento, como e-mail, telefone e chat online.
  • Personalização: quanto mais personalizável for a plataforma, melhor, pois isso lhe dará total autonomia no processo criativo, o que é muito importante para o crescimento da sua loja virtual.
  • Integrações: uma boa plataforma precisa dar opções para integrações importantes tanto para as vendas, como soluções de pagamentos e carrinho de compras, quanto para a análise de resultados, como o Google Analytics.

3 – Solução de pagamentos

E-commerce no ar, loja montada com visual atraente e sistema de gestão pronto para operar. Chegou a hora de encontrar a solução de pagamento ideal para garantir a sustentabilidade do negócio. Há diversos tipos de meios de pagamentos disponíveis para o comércio digital hoje em dia, por isso, no momento de escolher, é preciso saber exatamente como eles funcionam, a diferença entre eles e as vantagens e desvantagens que podem trazer para o seu negócio.

Para ajudar você a entender quais são esses meios de pagamentos para e-commerce, quais são suas particularidades e o que pode ser melhor para o seu negócio, separamos alguns artigos que vão esclarecer o assunto:

A nossa dica principal é escolher uma solução que possa ser integrada diretamente à sua plataforma de e-commerce. Dessa forma, o cliente não vai precisar sair do seu site para finalizar a compra, o que gera mais confiança e melhora a experiência final, aumentando o número de vendas.

4 – Carrinho de compras

Geralmente, o carrinho de compras já está dentro da plataforma de e-commerce, mas isso não significa que você não pode personalizar o seu para deixá-lo mais ágil e fácil de usar, melhorando as chances de fechar uma venda e evitando o abandono delas. A prioridade é escolher um sistema que permita ao visitante do seu site passar pelo processo de compra sem nenhum problema. 

Diante disso, os principais itens a serem levados em conta na análise de um software de carrinho de compras são estabilidade, agilidade e facilidade de uso. Se o consumidor, ao clicar em comprar, for levado para um carrinho complicado, cheio de regras e que o impeça de chegar à finalização com rapidez, as chances de ele desistir e abandonar a sua loja são grandes.

Ferramentas essenciais para o e-commerce: as estratégicas

Agora que vimos quais são as ferramentas obrigatórias para iniciar e manter uma loja online aberta, vamos conhecer aqueles instrumentos que irão ajudar o seu e-commerce a prosperar. No geral, o objetivo deles é fazer com que o seu comércio eletrônico seja mais conhecido na internet, aumente as vendas, fidelize os clientes e, consequentemente, amplie a rentabilidade.

Uma característica bem interessante de alguns desses recursos é que eles são gratuitos. Isso é muito bom para quem está iniciando um negócio online e ainda não pode investir muito dinheiro em ferramentas pagas. Porém, nem sempre é possível depender somente disso. Em alguns momentos será necessário fazer investimentos. Vamos às ferramentas estratégicas:

1 – Blog

Atualmente, o blog é um tipo de site bastante conhecido e, quando bem feito, só traz vantagens para o e-commerce. Ele pode ser usado como porta de entrada nos buscadores, como o Google, quando o SEO é trabalhado da maneira correta. Usando estratégias de marketing de conteúdo, os textos do blog podem converter os visitantes em clientes, além de trazer mais confiabilidade à sua marca.

Digamos, por exemplo, que você tem uma loja de materiais para jardinagem, desde adubo e plantas até móveis e decorações. No blog, você pode dar orientações técnicas sobre como montar um jardim e cuidar das plantas e também dicas de como organizá-lo com estantes e floreiras. Ao longo dos textos, para mostrar a experiência do seu e-commerce, pode indicar que vende esses produtos e colocar um link direto para a página de checkout.

2 – E-mail marketing

O e-mail marketing é uma das principais ferramentas de comunicação com o público e funciona como mecanismo estratégico de conversão de clientes no e-commerce. Ele possibilita a realização de campanhas de marketing digital, auxiliando tanto na divulgação da marca e dos produtos quanto na na captação de novos leads e no aumento das vendas.

Você pode fazer uma campanha de e-mail marketing, por exemplo, para avisar os cliente mais fiéis sobre a chegada de uma nova coleção com exclusividade. Ou escolher determinados consumidores, que você sabe que gostam de um produto específico, pois estudou sua clientela, e oferecer a eles um desconto especial para queima de estoque.

3 – Chat online

Hoje em dia, um bom e-commerce que se preze tem um chat online para atendimento digital. Podemos dizer que esse serviço é o equivalente ao vendedor no atendimento presencial e, quanto mais tempo for possível deixá-lo em operação, melhor ― dificilmente haverá alguém online 24 horas por dia, 7 dias por semana, mas ter horário ampliado já é uma vantagem.

Uma alternativa que já vem sendo bastante usada são os chatbots, programas de computador que usam inteligência artificial para imitar conversas com os usuários. Esses robôs não terão todas as respostas, claro, mas conseguirão interagir com os consumidores em qualquer período e, por meio de mensagens de texto automatizadas, poderão orientá-los sobre o que fazer e o quanto aguardar, se for o caso.

Dessa forma, o seu e-commerce garante que o cliente ou o potencial cliente tenha um bom atendimento, independentemente do horário, o que é o mais importante, porque ninguém gosta de ficar esperando. Quem deixa isso acontecer corre o risco de perder o negócio, o cliente e até mesmo a reputação, algo que é bastante difícil recuperar.

4 – CRM

O Customer Relationship Management (CRM) pode ser traduzido como um sistema de gestão do relacionamento com o cliente. Sua função é coletar, armazenar e processar os dados dos consumidores para que o dono do negócio posso conhecê-los cada vez mais e melhor. Para um e-commerce, que não tem contato pessoal com o cliente, esse tipo de ferramenta é essencial para tentar entender quem são as pessoas que compram seus produtos.

Mas não é só isso. Com a evolução dos sistemas, os CRM já oferecem inúmeras funcionalidades que podem ajudar no dia a dia, como funções automatizadas de marketing, que facilitam o contato com a base de clientes e, por consequência, melhoram o atendimento. Também já existem aqueles que fazem integração direta com os chats online e, inclusive, com as plataformas de e-commerce, facilitando toda a operação. 

5 – Google Analytics

O Google Analytics não está diretamente ligado ao atendimento ou à fidelização do cliente. Ele funciona como uma ferramenta de análise e avaliação de todas as atividades que ocorrem dentro do seu e-commerce. Com ele você vai saber, por exemplo, quais produtos são mais visualizados, quais informações são mais buscadas no blog e quantos visitantes abandonam o carrinho sem finalizar a compra.

Podemos dizer que o Analytics é o vigia do seu comércio eletrônico, pois nada acontece sem que ele registre para que depois você possa verificar. Afinal, é impossível para uma pessoa controlar o que ocorre em um site 24 horas por dia, 7 dias por semana, certo? Por isso, como falamos, é importante procurar plataformas, soluções e softwares que façam a integração com ele, assim é possível ter total controle de tudo o que acontece no e-commerce.

Conte com a Wirecard

Bom, chegamos ao fim da nossa lista de ferramentas essenciais para o e-commerce funcionar de forma eficiente e esperamos que ela seja bastante útil para você que está pensando em abrir a sua loja virtual ou até mesmo buscando melhores resultados para o seu negócio. Aqui tem dicas que podem ser revisitadas sempre que tiver necessidade.

E se precisar de uma solução de pagamentos completa, que suporta todas as etapas de uma venda online, estamos aqui para ajudar. Nós descomplicamos os pagamentos e entregamos tudo em um só serviço. Com a solução da Wirecard Brasil, você vende e recebe com a segurança de nossa gestão de risco , além de gerenciar suas transações com tranquilidade, sem precisar de um banco ou intermediário.

Se quiser saber mais sobre a nossa solução de pagamentos, entre em contato ou acesse nosso site. Reforçamos nosso compromisso com os clientes e deixamos nosso time à disposição para ajudar você nesse momento. Confira a campanha “Conte com a Wirecard” e, como ela bem indica, conte com a gente!

Google Ads para e-commerce: o caminho para fazer uma campanha de sucesso

Com resultados positivos nos últimos anos ― só em 2019, segundo a 41ª edição do WebShoppers, cresceu 16% em relação a 2018 ―, a previsão é que o comércio eletrônico se consolide de vez com a pandemia do coronavírus. Por isso, os negócios online precisam estar preparados para investir e se destacar. Uma forma de fazer isso é por meio de campanhas de Google Ads para e-commerce.

Para ajudar você nesse desafio, criamos um tutorial de como fazer esse tipo de campanha, com todas as informações e detalhes necessários para a criação de um anúncio de sucesso. Siga com a gente e confira!

Como fazer uma campanha de Google Ads para e-commerce

Acompanhe o nosso passo a passo para começar uma campanha de Google Ads agora mesmo:

1º passo: Crie uma conta no Google Ads

Para começar a anunciar, você pode utilizar uma conta que já tem no Google ou cadastrar uma nova somente para gerenciar a publicidade do seu e-commerce. É importante definir a forma de pagamento que você pretende utilizar, sendo possível trocá-la sempre que necessário. Hoje, o Google Ads disponibiliza o pagamento em boleto, cartão de crédito e pelo Mercado Pago.

2º Passo: Defina os objetivos

Para montar uma campanha de Google Ads para e-commerce, listar os objetivos é o princípio mais básico de todos. Então, escolha os produtos que deseja anunciar, qual público quer atingir, quais são as metas de venda, quanto tempo vai durar a ação e qual será o investimento disponível.

Ao definir os produtos que farão parte da campanha, você já pode criar alguns instrumentos que serão usados nas campanhas. Veja alguns deles:

  • Landing pages (LPs): se a proposta da campanha é promover determinados tipos de produtos, crie LPs específicas para eles. Dessa forma, os usuários serão direcionados exatamente para o anúncio sem precisar pesquisar, evitando assim que se distraiam com o restante do site. Garanta, no entanto, que a LP tenha um forte apelo à ação.
  • CTAs: para assegurar que esse chamado à ação funcione, devem entrar em cena os CTAs, que são os botões que levam o usuário para mais perto do fechamento do negócios, como os de Compre, Experimente e Assine.

3º passo: Impacte seu cliente

Com os objetivos e as landing pages definidas, está na hora de focar no público que será impactado pela sua campanha. Para isso, você precisa saber para quem está segmentando, usando palavras-chaves relevantes, e como afetar essas pessoas com uma mensagem forte.

As palavras-chaves do Google Ads para e-commerce precisam abordar cada fase da jornada do comprador, serem específicas sobre o seu produto e fazerem referência à sua LP. O ideal, sempre que possível, é ter uma lista entre 10 e 20 palavras-chave para cada produto que você vai anunciar. Dessa forma, os resultados da sua campanha serão muito melhores.

Para quem ainda não está muito acostumado com esse processo, o próprio Google tem uma ferramenta de planejamento de palavras-chave: o Keyword Planner (gratuita para quem tem conta no Google Ads). Com ela, você consegue achar novos termos para serem usados nos anúncios e também avaliar buscas mensais feitas por uma palavra, além da concorrência por ela. Quanto mais alta a concorrência, mais caro será o anúncio ― falaremos sobre valores daqui a pouco.

Em relação às mensagens, não espere o momento de cadastrar a campanha para pensar nelas. Do mesmo modo que parou para construir as landing pages e os CTAs e para listar as melhores palavras-chaves, tire um tempo para escrevê-las. Foque em destacar sua proposta de valor, aquilo que o diferencia da concorrência e que mais vai chamar atenção do seu público.

4º passo: Estabeleça o orçamento e as formas de anunciar

Podemos dizer que chegamos ao último passo referente à parte mais estratégica de uma campanha de Google Ads para e-commerce: a definição do orçamento. Também é uma parte que está diretamente ligada aos objetivos da ação, pois o investimento depende da quantidade de pessoas que se pretende alcançar ou do volume de produtos que quer vender.

É importante ter claro que você pode começar com um valor baixo e ir aumentando conforme o desempenho dos resultados. Dessa maneira, é possível investir o seu dinheiro de forma cautelosa, buscando a otimização do ROI.

Para definir o valor do orçamento, também é preciso determinar qual será o lance escolhido para cada anúncio, ou seja, de que modo pretende pagar pela sua campanha. O Google Ads usa quatro formas para calcular esses custos:

  • CPC (custo por clique): é a opção em que você paga por cada clique que ocorre em seu anúncio. Normalmente é usado para campanhas que têm o objetivo de levar um grande números de usuários para a página de destino (landing page do produto, por exemplo). É um dos lances mais usados, pois costuma trazer mais retorno.
  • CPM (custo por mil impressões): é utilizado, geralmente, quando o objetivo é a mensagem ser vista por um grande número de pessoas. Neste caso, o anunciante só paga quando o anúncio recebe mil impressões (visualizações), independentemente do número de cliques.
  • CPA (custo por aquisição ou custo por ação): é usado para aumentar a execução dos objetivos da campanha, podendo ser uma compra, um download, uma inscrição, entre outros. O anunciante somente vai pagar quando o usuário fizer a ação determinada na landing page, por exemplo.
  • CPV (custo por visualização): este é um lance usado para campanhas que utilizam vídeo. A cobrança ocorre somente quando o vídeo é assistido.  

5º passo: Configure a campanha do Google Ads para e-commerce

Agora que já estamos com as questões estratégicas resolvidas, está na hora de irmos para a ferramenta e colocarmos mãos à obra. Se você nunca trabalhou com o Google Ads, fique tranquilo, pois ele é bem intuitivo. Caso preciso, há menus com ajuda e textos bem explicativos. Mas com esse nosso artigo, você vai tirar de letra, temos certeza.

Então, acesse a sua conta, vá até a guia Campanhas e clique no botão com o sinal de mais (+) para criar uma nova. Existem vários tipos de anúncios disponíveis na plataforma. Você deve escolher aquele que melhor se encaixa com a proposta da sua campanha, com os seus recursos e a realidade do seu negócio. Esses são alguns deles:

  • Rede de pesquisa: é o mais comum. É aquele resultado que aparece nas primeiras posições com o aviso de “anúncio” destacado. Acontece quando o anunciante, no lugar de depender do ranqueamento orgânico para um termo, patrocina palavras-chaves específicas no Google para que o seu e-commerce apareça em uma posição de destaque e consiga mais visitas.
  • Google Shopping:  é um serviço que permite a oferta de produtos de sites de compras online, sendo que os consumidores podem ver e comparar os preços mesmo antes de clicar no anúncio e ser direcionado para a página do e-commerce.
  • Rede de display: são os anúncios que podem ser exibidos em outros produtos do Google, como o Youtube, Google Maps, e em sites afiliados à empresa. Uma das grandes vantagens aqui é a possibilidade de fazer esse patrocínio usando elementos gráficos e audiovisuais.
  • Remarketing: é o anúncio que resgata o cliente para o seu e-commerce após a visita inicial. A partir da instalação de um código especial nas páginas dos produtos vendidos na sua loja online, é possível segmentar campanhas de anúncios específicos para as pessoas que saíram da página sem concluir a compra. Dessa forma, o usuário receberá por um tempo um reforço da sua campanha.
  • Anúncios em aplicativos: essa é outra oportunidade de Google Ads para e-commerce. Se a sua loja virtual tem um app, essa pode ser uma ótima alternativa para estimular as pessoas a baixarem e usarem o recurso. Caso ainda não tenha um aplicativo, você divulgar seus produtos em apps de terceiros, relacionados com o seu segmento de atuação.

Com isso entendido, vamos ver as etapas para configurar uma campanha do tipo rede de pesquisa, já é uma das mais comuns e que traz bons resultados.

Etapa 1 – Selecione seu objetivo

Lembrando do objetivo que falamos lá em cima, chegou a hora de pontuarmos ele dentro da plataforma. Antes de selecionar o tipo de campanha, faça a opção do objetivo do seu anúncio com base nos resultados que você deseja alcançar. Se você escolheu um produto e quer ter mais vendas, então deve escolher esse objetivo. Caso seja atrair mais visitantes para seu site, deixe isso claro.

Ao longo do processo, o próprio Google fará recomendações. Analise se elas fazem sentido com tudo o que você planejou. Se a resposta for positiva, você pode acatar. Um bom exemplo são os campos das configurações gerais, que podem ser preenchidos quando você tem informações relevantes para colocar ali.

Etapa 2 – Escolha os locais de destino

Na sequência, é necessário escolher os locais de destino do seu anúncio. É possível incluir e excluir pessoas com base no país, estado, cidade e região. Para segmentar pessoas de determinados países, basta escolher quais deseja e adicioná-los. Isso significa que os usuários das localidades escolhidas verão seus anúncios.

Já se você quer que algumas regiões não tenham acesso a sua campanha, basta digitar o nome do país, estado ou cidade e clicar em excluir.

Etapa 3 – Defina a estratégia de lances

Você já conhece os tipos de lances que podem ser dados, então, é só escolher o que melhor se encaixa com os seus objetivos. Lembre-se, no entanto, que não é necessário começar com o valor máximo do seu investimento. É possível iniciar com uma cota mais baixa, avaliar um período e ir aumentar conforme os resultados.

Etapa 4 – Produza extensões para os anúncio

Antes de criar o anúncio em si, você ainda precisa escrever as extensões de anúncio para a campanha, como sitelinks, frases de destaque e análises de produtos. Essas extensões agregam mais profundidade aos anúncios do que o título padrão e as duas linhas de texto. Segundo o próprio Google, exibir esse tipo de informação adicional aumenta a taxa de cliques em até 15%.

Etapa 5 – Escreva seus anúncios

Quanto mais claros e diretos forem seus anúncios, melhor. No Google Ads para e-commerce, você tem três títulos com 30 caracteres e duas linhas com 90 caracteres cada uma para convencer o público que o seu produto tem mais valor que o do concorrente. Então, aproveite o espaço com inteligência e estratégia. E não esqueça de providenciar uma URL amigável para a sua página, com o nome da sua empresa ou do seu produto bem exposto e legível.

Para que não haja erros, crie sempre de 3 a 5 cinco anúncios para cada um dos grupos de palavras-chaves e faça testes com eles para descobrir qual têm uma performance mais compatível com os resultados esperados. Avaliar é essencial para o sucesso das suas campanhas e nos obriga a ficar de olho no que está dando certo ou não.

6º passo: Acompanhe os resultados

Depois de publicar o anúncio é hora de aguardar os resultados. Monitore o desempenho e busque maneiras de otimizá-lo sempre que possível. Somente desse modo é possível garantir que a estratégia de Google Ads para e-commerce está sendo realmente eficiente e causando o impacto desejado no seu negócio virtual.

Esperamos que este conteúdo seja bastante útil para o seu dia a dia e você possa voltar a ele sempre que tiver dúvidas sobre como fazer uma campanha no Google Ads para seu e-commerce. E, como você já sabe, conte sempre com a Wirecard e nossas soluções de pagamento para seu e-commerce.

Você sabe usar as taxas de conversão a seu favor?

As taxas de conversão são extremamente importantes, especialmente para os e-commerces, pois exibem a eficiência da loja no processo que efetivamente leva receitas a seu caixa: as vendas. E por mais que muitos gestores trabalhem diariamente para aumentar as taxas de conversão de suas lojas virtuais, a verdade é que ainda são poucos os que realmente conseguem ser eficientes no monitoramento e na mensuração dessas taxas, sabendo o que fazer para melhorar seus demonstrativos de desempenho. (mais…)