API de pagamento: conheça os desafios para criar uma solução financeira

Não é mais segredo que, a cada dia que passa, as pessoas ficam mais e mais dependentes das plataformas digitais. Desde o simples consumidor doméstico até as grandes corporações que dependem 100% de softwares, fato é que todos esses usuários ativos representam uma demanda crescente por ferramentas mais complexas, mais seguras e mais completas — é por isso que a criação de um bom API de pagamento vem se tornando uma tarefa cada vez mais desafiadora!

Isso porque muitas pequenas e médias empresas, na busca por soluções de pagamento eficientes por um preço acessível, acabam integrando suas operações com interfaces de terceiros. O problema é que esse formato não oferece, digamos, a melhor das experiências para o consumidor, o que, por consequência, gera menores taxas de conversão.

É justamente para resolver esses desafios que os APIs de pagamento já estão nascendo com a missão de otimizar processos e tendo de se reinventar em um mercado extremamente dinâmico e exigente. Pensando nisso, preparamos um artigo com os principais obstáculos envolvidos na criação de soluções financeiras e com boas práticas que podem contribuir para esse tipo de desenvolvimento de software. Acompanhe com a gente!

Quatro desafios na criação de soluções financeiras

O trabalho de desenvolvimento de softwares é um dos que possuem uma das demandas de produção mais elevadas do mercado. Todos os dias, empresas e gestores pedem por soluções mais funcionais e sofisticadas em diversas áreas — um reflexo bastante compreensível de um rápido movimento de digitalização que já toma conta de operações, projetos e fluxos de trabalho no mundo todo.

Os usuários exigem cada vez mais dos desenvolvedores, solicitando softwares mais estratégicos e com níveis de complexidade maiores. Sobretudo, eles priorizam o imediatismo nas respostas, o atendimento integral a todos as suas necessidades e a segurança que evite falhas e vulnerabilidades de qualquer espécie. Nesse contexto, é sempre bom ter na ponta da língua os principais requisitos que devem ser atendidos no desenvolvimento de soluções financeiras e, por isso, separamos alguns deles aqui:

1 – Ambiente tecnológico em constante mudança

Novas tecnologias estão surgindo e as antigas estão se atualizando o tempo todo. É o tipo de evolução que é notada por qualquer pessoa. Basta imaginar o ambiente tecnológico de 5 anos atrás, por exemplo, para que se perceba grandes diferenças na usabilidade, na interface e, claro, na segurança envolvida nas soluções financeiras. Aqui, o grande desafio é garantir que essas novas interfaces consigam manter o passo com as atualizações, protocolos e diretrizes de segurança sem expor os usuários a riscos desnecessários ou vazamentos de informações pessoais!

2 – Complexidade e eficiência em pauta

Hoje em dia, a verdade é que os usuários de aplicativos, de sistemas ou de soluções financeiras não querem saber quantos protocolos diferentes de segurança você desenvolveu, e sim o quão rápido a plataforma pode ser acessada! Ou seja, eles querem que o software, independentemente da sua complexidade, tenha um tempo de resposta mínimo e uma performance sem falhas que atenda a todas as suas necessidades. Na prática, isso representa um fluxo bastante frenético de suporte e de manutenção para assegurar que essa solução não deixe ninguém na mão.

3 – Cenário de desenvolvimento dinâmico

Na criação de soluções financeiras, quem trabalha no desenvolvimento também sabe que deve estar sempre sujeito a ter de modificar ou remodelar todo ou grande parte do sistema ainda durante a fase de desenvolvimento. Isso porque os clientes nem sempre possuem uma jornada previsível e muitas dificuldades só aparecem quando o caminho começa a ser percorrido. Tenha em mente que nem mesmo o mais criterioso dos planejamentos é capaz de cobrir todas as possibilidades e, por isso, é preciso estar preparado!

4 – Usabilidade e compatibilidade

Independentemente da quantidade de funcionalidades, módulos e abordagens que uma solução financeira oferece, quem desenvolve esse tipo de solução precisa sempre se preocupar com a usabilidade (facilidade do usuário para interagir com o sistema) e com a compatibilidade (resposta e comunicação com as demais soluções financeiras necessárias). Aqui, é importante tentar prever, ao máximo, todas as possíveis reações e desdobramentos, além de trabalhar com um olho no futuro, deixando espaço na plataforma para a adoção rápida e assertiva de novas alternativas financeiras quanto elas ficarem disponíveis.

E como tudo isso afeta a criação de uma API de pagamento?

Antes de mais nada, vale dar um passo atrás para compreendermos um pouco melhor o conceito de API. A expressão vem de Application Programing Interface, que define uma série de instruções e padrões de programação que formam uma interface de acesso a um app online. Em outras palavras, uma API permite que dois sistemas distintos “dialoguem”, permutando dados para determinado objetivo.

Metaforicamente, podemos pensar no serviço da API da mesma forma que pensamos no trabalho de um garçom. Em um restaurante, buscamos o que desejamos no menu e solicitamos ao garçom, que encaminha o pedido para cozinha e, no fim, entrega o prato pronto na mesa. Em uma plataforma digital, a ideia da API é a mesma: ela vai receber seu pedido, levar até o sistema responsável pelo tratamento e lhe devolver o que foi solicitado.

Já deu para começar a perceber o ponto de convergência entre os desafios na criação de soluções financeiras e as APIs de pagamento, não é mesmo? Ora, com a vasta quantidade de aplicativos e softwares entrando no ar com as mais variadas finalidades ― e com a monetização de canais mais em alta do que nunca ―, em tempo nenhum foi tão importante viabilizar a comunicação e a permuta de dados, garantindo assim a compatibilidade das interfaces e a navegabilidade do usuário de forma sutil e progressiva.

Sem contar que, especialmente quando pensamos na atual realidade rápida e conectada do mundo e das pessoas, fica claro que uma boa API de pagamento também é essencial na hora de entregar produtos e soluções ainda mais valiosas para os usuários, sem prejudicar a experiência de compra com redirecionamentos, longos formulários e validações infinitas.

Além disso, o desenvolvimento de uma API de pagamento ainda permite que outros aplicativos e softwares possam se integrar ao seu sistema. Isso não significa que você irá criar uma API apenas para expor seu sistema a terceiros, é claro, mas pode indicar propósitos específicos, como uso particular na sua corporação ou mesmo como de uma interface sua exclusiva para os clientes do seu negócio, já pensou?

Benefícios de uma API de pagamento

Você já deve ter percebido que usar uma API de pagamento também é uma forma eficiente de tornar processos corporativos mais simples e ágeis, trazendo muitos benefícios para o negócio. É só ter em mente que oferecer múltiplos meios de pagamento integrados ao cliente é sempre uma forma de agregar valor aos seus produtos, pois ele se sentirá mais confortável para escolher como quer fazer a compra.

E não para por aí: já que falamos no desenvolvimento de softwares e soluções financeiras, vale ressaltar que desenvolver toda uma plataforma de pagamentos é um processo complicado e que exige muitos recursos financeiros e humanos, além de tempo, é claro.

Por outro lado, usar uma API de pagamento é uma forma de usufruir de modalidades diferentes de pagamentos automatizados sem precisar realizar todos esses investimentos e sem abrir mão da funcionalidade. Basta fazer a integração e mãos à obra! Prático, não é mesmo?

Ah, lembrando que a API de pagamento também é o tipo de solução capaz de fazer cobranças de forma automatizada, utilizando essa tarefa. Assim, seus colaboradores que eram dedicados às tarefas de cobrança terão mais tempo para outras atividades da empresa, melhorando a produtividade e diminuindo a incidência de erros!

Conte com a API de pagamentos do Moip

Bom, provavelmente ficou claro que contar com o suporte de um bom API de pagamentos é o caminho perfeito para garantir a satisfação dos seus clientes e assegurar a usabilidade de qualquer plataforma. E fique sabendo que, aqui no Moip, você conta com um API totalmente integrado à solução de pagamentos que oferecemos!

Ou seja: você oferece o meio de pagamento que encanta seus clientes, aumenta a conversão, melhorar suas vendas e o Moip se encarrega de processar todas as suas transações com toda a agilidade e segurança que só uma empresa que já tem tradição em simplificar pagamentos pode oferecer, tudo em compliance com as regulamentações do Banco Central e planejado para oferecer a melhor experiência possível no seu negócio.

Interessante, né? Então, entre em contato agora mesmo com a nossa equipe e comece a usar a API de pagamentos do Moip. Estamos à disposição para tirar dúvidas e orientá-lo na implantação.

Veja como e onde usar o split de pagamentos fora dos marketplaces

Dentro do mercado de vendas online, convencionou-se que o split de pagamentos é uma tecnologia feita para os marketplaces. No entanto, o uso dessa solução é indicado para qualquer empresa que faça uma transação financeira envolvendo mais de um recebedor. Quer dizer, utilizar essa ferramenta não tem relação com tamanho, segmento ou faturamento, mas sim com o modelo de negócio.

É isso mesmo. Se o seu modelo de negócio precisa, de alguma forma, fazer uma divisão de valores, usar o split de pagamentos é a melhor alternativa. Pode ser entre empresa, fornecedor e entregador ou entre empresa, aplicativo e entregador ou até entre franqueador e franquia. Siga com a gente e entenda melhor como tudo isso funciona.

Quem pode usar o split de pagamentos?

Bom, já vimos que o uso do split de pagamentos não está restrito aos marketplaces, certo? Com a evolução dos modelos de negócios e as mudanças nas relações entre empresas e colaboradores, surgiram diferentes possibilidades de uso para essa ferramenta. Conheça algumas dessas opções:

1 – Integrada ao ERP

O sistema de gestão integrado (ERP), como o próprio nome diz, é uma plataforma que reúne diversas funcionalidades capazes de fazer a gestão de uma empresa de forma unificada, ou seja, ele acaba com a necessidade de ter um software para cada área do negócio. Para as desenvolvedoras de sistemas, o split de pagamentos surge como mais uma função que pode ser integrada ao ERP.

Como o split permite a parametrização de regras próprias, ele consegue atender a qualquer necessidade do usuário, independentemente do tipo de negócio, assim como o ERP. Com isso, as desenvolvedoras criam uma nova fonte de receita ao disponibilizar mais uma função integrada. É claro que este não é um uso prático da ferramenta, mas mostra sua versatilidade em atuar de maneira conjunta.

2 – Em aplicativos

Assim como é usado em marketplaces, o split de pagamentos também pode ser usado em aplicativos de vendas online, especialmente aqueles que envolvem o pagamento de mais de uma pessoa, como os populares apps de comida. Nestes casos, também é necessário fazer a divisão do pagamento entre o dono do restaurante e o entregador, além de retirar a porcentagem do aplicativo.

Com o split, o gerenciamento de pagamentos passa a ser realizado de maneira automatizada. Isso é possível porque a solução já disponibiliza os valores de cada participante do processo considerando valores de taxas, tarifas e comissões acordadas. Como resultado, contribui para melhorar a experiência dos usuários, aumentando a credibilidade do serviço.

3 – Em franquias

Até agora vimos o uso do split de pagamentos em operações online, mas quando chegamos nas franquias abrimos espaço para sua utilização também nas vendas offline. É isso mesmo. Ao ser integrado ao sistema que faz a gestão de vendas, o split permite que a franqueadora consiga ter um controle maior da movimentação financeira  dos franqueados, o que não era possível antes.

Com isso, a franqueadora garante que as receitas da holding permaneçam estáveis e ainda contribui para minimizar problemas de inadimplência, pois pode interferir caso verifique algo fora do normal. Além disso, permitindo a criação de regras próprias pelo franqueador master, a solução abre a possibilidade de um controle maior sobre o faturamento e o lucro das franquias, ampliando a visão sobre a performance de cada cliente.

Essas são apenas algumas alternativas que separamos para você entender a versatilidade do split de pagamentos. Porém, como suas regras de valores podem ser alteradas e calibradas conforme a necessidade do usuário, como e onde usá-lo tem infinitas possibilidades. O importante é escolher o fornecedor que pode entregar a melhor ferramenta ao seu negócio.

O que todo split de pagamentos deve ter

Não é porque uma solução parece milagrosa, que você vai sair comprando qualquer uma, certo? É fundamental analisar as opções disponíveis no mercado para saber qual é aquela que vai realmente suprir o que o seu negócio precisa. No caso do split de pagamentos, separamos a seguir alguns critérios que devem ser considerados na hora de escolher a melhor ferramenta para sua empresa:

  • Segurança nas transações: como é preciso transmitir segurança para todos os envolvidos no processo comercial, o split deve garantir que as regras criadas para a divisão de valores sejam aplicadas corretamente. Oferecer um ambiente seguro contribui para o crescimento da base de vendedores, passando credibilidade e atraindo mais lojistas para o seu negócio.
  • Parametrização de regras: a solução precisa incorporar de maneira fácil qualquer regra de recebimento, ou seja, split de pagamentos para boletos, pagamento presencial ou digital devem funcionar da mesma maneira. O mesmo vale para a alteração das regras sobre a liquidação das transações e a política de cobrança de comissionamento.
  • Dashboard de fácil operação: como um dos objetivos do split é facilitar a gestão financeira, ele deve contar com um painel de controle intuitivo e prático de operar. De preferência, que permita a visualização e a gestão de todos os processos de venda, que identifique os valores corretos de cada parte envolvida e que dê acesso a informações que ajudem na tomada de decisão para o desenvolvimento da empresa. Tudo isso deve estar disponível para os parceiros também, ressaltando a importância da transparência para o negócio.
  • Registro das transações em tempo real: esse tipo de função aumenta a confiança dos vendedores na empresa, colabora para um melhor controle das movimentações e auxilia a ter uma percepção mais clara sobre os valores que cada envolvido irá receber, facilitando ações futuras.
  • Integração com outras soluções: um split de pagamentos completo deve permitir a integração com outras soluções de maneira simples e prática, pois, dessa forma, permite que todas as suas funcionalidades sejam usadas na íntegra, o que otimiza a gestão da sua empresa.

Para facilitar o seu trabalho de procurar, analisar e escolher um split de pagamentos, nosso próximo passo nesse artigo é apresentar uma ferramenta que vai ajudar o seu negócio a melhorar ainda mais os rendimentos. Confira!

Conte com o split de pagamentos da Wirecard

Independentemente se a sua empresa vende online ou offline, se é um marketplace ou uma loja convencional, nós temos o split de pagamentos que se encaixa perfeitamente às suas necessidades. Com a ferramenta da Wirecard, é possível realizar transações entre compradores e vendedores de forma muito mais fácil, cobrar por isso e ter todo o controle, de maneira simples e prática para você e para os usuários do seu serviço.

Com o nosso split de pagamentos, que está totalmente integrado à solução de pagamentos Wirecard, você divide o comissionamento em quantas partes desejar e faz o repasse para filiais, fornecedores, vendedores e consultores sem dor de cabeça. Para que não haja nenhuma dúvida, veja algumas vantagens da nossa solução:

  • Controle do repasse de pagamentos para parceiros, vendedores e revendedores e eliminação das bitributações;
  • Redução dos riscos do seu negócio devido ao uso da ferramenta de custódia;
  • Possibilidade de definição de taxas distintas de comissão por vendedor, produto ou pedido;
  • Realização de vendas de diversos vendedores com apenas um pagamento;
  • Compliance com as regulamentações do Banco Central.

Interessante, não é mesmo? Então, entre em contato agora mesmo com a nossa equipe e comece a usar o split de pagamento da Wirecard no seu negócio. Estamos à disposição para tirar dúvidas e orientá-lo na implantação.

Gestão de risco: as vantagens de fazer uma análise rápida e confiável

Dentro do universo do comércio eletrônico, no qual fraudes e chargebacks ocorrem com frequência, buscar por proteção é tão fundamental que podemos dizer que se trata de uma necessidade básica. E é por isso que serviços conhecidos como gestão de risco ou análise antifraude são tão importantes para a saúde das operações de um e-commerce.

Aqui no blog, já falamos algumas vezes sobre gestão de risco, como no artigo sobre análise de risco manual e também no texto sobre gestão de risco eficiente. Hoje, nosso objetivo é mostrar as vantagens que esse processo de segurança traz para um e-commerce, especialmente se ele for rápido e confiável. Siga com a gente e confira!

A importância da gestão de risco

Os últimos anos foram bastante promissores para o comércio eletrônico, certo? Fechando um ciclo positivo, 2020 foi o ano que consolidou o e-commerce como uma opção de comércio viável e confiável. Segundo a 42ª edição do Webshoppers, as vendas online cresceram 47%, o maior índice dos últimos 20 anos. Um dos motivos foi a entrada de 7,3 milhões de novos consumidores na rota das compras virtuais.

E as expectativas para 2021 seguem o mesmo bom ritmo. Um levantamento da consultoria Ebit Nielsen prevê que as vendas online devem crescer 26%, atingindo um faturamento de R$ 110 bilhões, mantendo a força do setor e indicando que a consolidação é concreta e que não foi apenas um voo de galinha.

Porém, nem tudo são flores no ambiente virtual. Assim como os números positivos aumentam, também ganham espaço alguns dados negativos ― felizmente, não na mesma proporção. Em março de 2020, o comércio eletrônico registrou uma taxa de tentativas de fraude de 3,99%, ou seja, de cada 100 compras, quatro tiveram origem fraudulenta. Em janeiro, esse índice era de 2,78%.

Não é somente a quantidade que se torna relevante neste caso, mas também o ticket médio dos pedidos fraudulentos, que é muito acima das compras legítimas. No primeiro semestre, as vendas legais tiveram valor médio de R$ 302,22, contra R$ 641,38 das vendas fraudadas. Os criminosos sempre apostam no maior lucro possível.

É nesse contexto, ao juntar essas duas perspectivas, que a gestão de risco se torna uma necessidade básica para manter a segurança do e-commerce tanto para o vendedor quanto para o comprador. Para o dono da loja online, que geralmente é o único responsável pelo resultado das transações financeiras, fazer a análise de risco significa diminuir drasticamente os prejuízos com as compras fraudulentas, que não são ressarcidas pelas operadoras de cartão.

Já para os compradores, dá a segurança de que eles estão comprando de um e-commerce idôneo, que se preocupa com seus clientes. Lembre-se que, caso uma análise de risco aponte algo estranho em alguma transação, é possível que a compra seja verificada junto ao comprador. Se uma pessoa está usando o cartão de crédito, por exemplo, o analista pode entrar em contato para confirmar dados caso desconfie que o cartão tenha sido roubado ou clonado. Isso evita muita dor de cabeça para o consumidor.

As vantagens de investir na gestão de risco

Depois de relembrarmos a importância da gestão de risco, tão essencial em um momento de estabelecimento das raízes do e-commerce no país, é possível entender as vantagens que o processo oferece e por que fazer esse tipo de controle se torna um verdadeiro investimento para o negócio. Só não se esqueça que a gestão de risco não está limitada à transação de compra e venda. Para melhores resultados, ela deve ser implementada nos mais variados processos.

Vamos às vantagens de investir em uma gestão de risco rápida e confiável:

1 – Mais segurança para os dados de seus clientes

Os ataques a empresas com o objetivo de roubar informações pessoais dos clientes e sobre  a experiência de compra deles são cada vez mais comuns, infelizmente. Esse tipo de ataque pode acabar com a credibilidade de um e-commerce, inclusive. Ao optar por uma gestão de riscos ágil e eficiente, é possível investir em parcerias e ferramentas que monitorem e impeçam esse tipo de ataque. Essa atitude torna a sua loja um ambiente reconhecidamente confiável em relação aos concorrentes, garantindo segurança nos pagamentos online.

2 – Melhora em indicadores importantes de performance

Alguns indicadores de performance são essenciais para o e-commerce e têm relação direta com a gestão de risco. Entre os principais, podemos citar as fraudes e o chargeback, eventos que, apesar de fazerem parte da rotina de uma loja online, atrapalham muito a saúde financeira, uma vez que criam instabilidade no fluxo de caixa. O que seria lucro não se confirma e pode acabar virando prejuízo, caso o produto tenha saído do estoque sem nenhum custo.

Quando há o investimento em controlar as possíveis causas e consequência desses riscos, é possível prever com mais facilidade quando, como e por que essas situações acontecem e, então, preparar-se para enfrentá-las. Dessa forma, a gestão passa a ser uma ferramenta a mais para melhorar os indicadores, afinal, conhecer o problema é o primeiro para entendê-lo.

3 – Otimização da operação do e-commerce

Se a gestão de risco no e-commerce ajuda a reconhecer melhor os perigos que rondam a loja virtual e a se preparar para minimizá-los, ela também pode ser a oportunidade que faltava para tornar o negócio mais eficiente, ágil e atraente para o público. Com a inclusão de ferramentas de segurança e serviços intermediários especializados, o seu sistema fica mais eficiente e permite que os processos de venda se tornem mais rápidos e baratos por meio da otimização da gestão do estoque, da preparação dos pedidos e dos envios.

4 – Gestão de e-commerce sem custos

Tudo que dá mais tranquilidade para os gestores trabalharem pode ser transformado em produtividade. A ideia principal por trás de uma boa gestão de riscos de um e-commerce é criar uma rede de segurança. Uma estrutura que proteja a empresa sem que o dono e diretores precisem se preocupar ativamente com isso 24 horas. Investindo na eficiência da sua direção, você investe em previsibilidade.

Sem sustos ou surpresas, é bem mais fácil planejar e começar a buscar os objetivos que você sempre sonhou para o e-commerce. Parece muita coisa, certo? Porém, no geral, é mais simples do que você imagina. Basta começar pelo planejamento, buscar as parcerias certas e colocar seu plano em prática.

Como o Moip ajuda a defender o seu negócio

Como não poderia deixar de ser, o Moip está pronto para ajudar você a defender o seu e-commerce da melhor maneira possível. Oferecemos uma cobertura completa contra fraudes durante todo o processo de pagamento de um pedido, pois contamos com uma equipe de gestão de risco especializada em detectar e prevenir fraudes em transações online. Nossos especialistas operam diretamente na redução do falso positivo e na detecção de fraudes de cartões de crédito. Também possuímos uma área focada em prevenir a entrada no comércio eletrônico de sites ilegais. Para saber mais sobre a gestão de risco oferecido pelo Moip, entre em contato ou acesse nosso site. Se preferir, deixe um comentário no espaço abaixo que nossa equipe entrará em contato para entender melhor quais são as suas necessidades. E, claro, se precisar de uma solução de pagamentos robusta para o seu e-commerce, estamos prontos para atendê-lo também.

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Ferramentas essenciais para seu e-commerce

Se formos pensar no trabalho como um todo, ter uma loja online é menos complicado do que ter um comércio físico, principalmente porque não é preciso ter um local exclusivo para montar a empresa. No entanto, empreender no mundo digital exige habilidades e conhecimentos tecnológicos específicos que, de forma geral, podemos reunir em uma lista de ferramentas essenciais para o e-commerce funcionar.

Para facilitar a compreensão, vamos dividir essa lista em duas partes. A primeira será mais técnica e apresentará as soluções necessárias para a construção de um site de comércio eletrônico, como o serviço de hospedagem, a plataforma, a solução de pagamento, entre outras. Sem essas ferramentas, não existe e-commerce.

Em um segundo momento, vamos listar recursos cujo objetivo é melhorar os resultados da loja online. Ou seja, são dispositivos que você pode usar no seu comércio eletrônico para atrair compradores, vender mais e fidelizar clientes, como blog, e-mail marketing e até um sistema de gerenciamento de clientes (CRM). Siga com a gente e confira!

Ferramentas essenciais para o e-commerce: as obrigatórias

Como dissemos, sem essas ferramentas não é possível colocar um site de comércio eletrônico no ar. São elas que dão a base para a sua loja online atender aos clientes de forma satisfatória e mantém o seu e-commerce funcionando. Então, tenha muita atenção na hora de escolher cada uma delas e não se guie pelo valor mais baixo, mas sim pelo serviço que atenda às necessidades do seu negócio.

Veja quais são as ferramentas essenciais e obrigatórias para o e-commerce:

1 – Serviço de hospedagem

Tudo começa com o serviço de hospedagem, pois é ele que permite que o seu site fique no ar e também que tenha um domínio. Só para você ter uma ideia, é essa ferramenta que faz o seu site sem manter no ar quando tem um elevado número de acessos durante datas comemorativas ou nos dias de promoções.

Por isso, na hora de escolher, é importante prestar atenção em alguns detalhes. O primeiro, claro, é saber se o serviço está preparado para hospedar um e-commerce, que traz junto com ele toda uma bagagem, como as soluções de pagamento, o carrinho de compras, um vitrine de produtos, entre outros pontos.

Depois, vem a questão da segurança. Um comércio eletrônico vai lidar com informações financeiras dos clientes e, necessariamente, precisa oferecer um lugar confiável para as pessoas comprarem. Então, confira quais são os níveis de segurança oferecidos pelo serviços de hospedagem e se eles são satisfatórios para o seu negócio.

Outra questão importante é entender quais programas e linguagens de programação são compatíveis com o serviço de hospedagem, para que tudo funcione corretamente. E por último, mas não menos importante, qual o volume de tráfego que o serviço atende sem apresentar problemas, como lentidão ou travamento.

2 – Plataforma de e-commerce

Se o serviço de hospedagem é o que vai manter o seu site no ar, a plataforma de e-commerce é o sistema que vai permitir tanto a visualização da sua loja online quanto o seu gerenciamento. É por meio dela que você vai criar o layout do seu comércio eletrônico, montar a vitrine com os produtos, fazer a gestão do estoque e dos preços, além de outras funções que fazem parte do dia a dia. 

Aqui também é importante ficar atento a alguns detalhes na hora de buscar por uma plataforma, para garantir que ela atenda todas as necessidades do comércio virtual. Entre os tópicos mais importantes, podemos destacar:

  • Atendimento ao nicho de mercado: verifique se a plataforma oferece as ferramentas que você precisa para montar uma vitrine de produtos adequada ao seu tipo de negócio.
  • Segurança: hoje é praticamente um padrão o uso do certificado de segurança SSL (Secure Sockets Layer), pois é um dos mais confiáveis do mercado. Se a plataforma não oferecê-lo, é melhor procurar outra ferramenta.
  • Suporte: procure um fornecedor que tenha infraestrutura confiável, intuitiva, completa e que possua experiência de mercado, atendendo outros e-commerces de portes e segmentos diferentes. Também fique atento aos canais de atendimento, como e-mail, telefone e chat online.
  • Personalização: quanto mais personalizável for a plataforma, melhor, pois isso lhe dará total autonomia no processo criativo, o que é muito importante para o crescimento da sua loja virtual.
  • Integrações: uma boa plataforma precisa dar opções para integrações importantes tanto para as vendas, como soluções de pagamentos e carrinho de compras, quanto para a análise de resultados, como o Google Analytics.

3 – Solução de pagamentos

E-commerce no ar, loja montada com visual atraente e sistema de gestão pronto para operar. Chegou a hora de encontrar a solução de pagamento ideal para garantir a sustentabilidade do negócio. Há diversos tipos de meios de pagamentos disponíveis para o comércio digital hoje em dia, por isso, no momento de escolher, é preciso saber exatamente como eles funcionam, a diferença entre eles e as vantagens e desvantagens que podem trazer para o seu negócio.

Para ajudar você a entender quais são esses meios de pagamentos para e-commerce, quais são suas particularidades e o que pode ser melhor para o seu negócio, separamos alguns artigos que vão esclarecer o assunto:

A nossa dica principal é escolher uma solução que possa ser integrada diretamente à sua plataforma de e-commerce. Dessa forma, o cliente não vai precisar sair do seu site para finalizar a compra, o que gera mais confiança e melhora a experiência final, aumentando o número de vendas.

4 – Carrinho de compras

Geralmente, o carrinho de compras já está dentro da plataforma de e-commerce, mas isso não significa que você não pode personalizar o seu para deixá-lo mais ágil e fácil de usar, melhorando as chances de fechar uma venda e evitando o abandono delas. A prioridade é escolher um sistema que permita ao visitante do seu site passar pelo processo de compra sem nenhum problema. 

Diante disso, os principais itens a serem levados em conta na análise de um software de carrinho de compras são estabilidade, agilidade e facilidade de uso. Se o consumidor, ao clicar em comprar, for levado para um carrinho complicado, cheio de regras e que o impeça de chegar à finalização com rapidez, as chances de ele desistir e abandonar a sua loja são grandes.

Ferramentas essenciais para o e-commerce: as estratégicas

Agora que vimos quais são as ferramentas obrigatórias para iniciar e manter uma loja online aberta, vamos conhecer aqueles instrumentos que irão ajudar o seu e-commerce a prosperar. No geral, o objetivo deles é fazer com que o seu comércio eletrônico seja mais conhecido na internet, aumente as vendas, fidelize os clientes e, consequentemente, amplie a rentabilidade.

Uma característica bem interessante de alguns desses recursos é que eles são gratuitos. Isso é muito bom para quem está iniciando um negócio online e ainda não pode investir muito dinheiro em ferramentas pagas. Porém, nem sempre é possível depender somente disso. Em alguns momentos será necessário fazer investimentos. Vamos às ferramentas estratégicas:

1 – Blog

Atualmente, o blog é um tipo de site bastante conhecido e, quando bem feito, só traz vantagens para o e-commerce. Ele pode ser usado como porta de entrada nos buscadores, como o Google, quando o SEO é trabalhado da maneira correta. Usando estratégias de marketing de conteúdo, os textos do blog podem converter os visitantes em clientes, além de trazer mais confiabilidade à sua marca.

Digamos, por exemplo, que você tem uma loja de materiais para jardinagem, desde adubo e plantas até móveis e decorações. No blog, você pode dar orientações técnicas sobre como montar um jardim e cuidar das plantas e também dicas de como organizá-lo com estantes e floreiras. Ao longo dos textos, para mostrar a experiência do seu e-commerce, pode indicar que vende esses produtos e colocar um link direto para a página de checkout.

2 – E-mail marketing

O e-mail marketing é uma das principais ferramentas de comunicação com o público e funciona como mecanismo estratégico de conversão de clientes no e-commerce. Ele possibilita a realização de campanhas de marketing digital, auxiliando tanto na divulgação da marca e dos produtos quanto na na captação de novos leads e no aumento das vendas.

Você pode fazer uma campanha de e-mail marketing, por exemplo, para avisar os cliente mais fiéis sobre a chegada de uma nova coleção com exclusividade. Ou escolher determinados consumidores, que você sabe que gostam de um produto específico, pois estudou sua clientela, e oferecer a eles um desconto especial para queima de estoque.

3 – Chat online

Hoje em dia, um bom e-commerce que se preze tem um chat online para atendimento digital. Podemos dizer que esse serviço é o equivalente ao vendedor no atendimento presencial e, quanto mais tempo for possível deixá-lo em operação, melhor ― dificilmente haverá alguém online 24 horas por dia, 7 dias por semana, mas ter horário ampliado já é uma vantagem.

Uma alternativa que já vem sendo bastante usada são os chatbots, programas de computador que usam inteligência artificial para imitar conversas com os usuários. Esses robôs não terão todas as respostas, claro, mas conseguirão interagir com os consumidores em qualquer período e, por meio de mensagens de texto automatizadas, poderão orientá-los sobre o que fazer e o quanto aguardar, se for o caso.

Dessa forma, o seu e-commerce garante que o cliente ou o potencial cliente tenha um bom atendimento, independentemente do horário, o que é o mais importante, porque ninguém gosta de ficar esperando. Quem deixa isso acontecer corre o risco de perder o negócio, o cliente e até mesmo a reputação, algo que é bastante difícil recuperar.

4 – CRM

O Customer Relationship Management (CRM) pode ser traduzido como um sistema de gestão do relacionamento com o cliente. Sua função é coletar, armazenar e processar os dados dos consumidores para que o dono do negócio posso conhecê-los cada vez mais e melhor. Para um e-commerce, que não tem contato pessoal com o cliente, esse tipo de ferramenta é essencial para tentar entender quem são as pessoas que compram seus produtos.

Mas não é só isso. Com a evolução dos sistemas, os CRM já oferecem inúmeras funcionalidades que podem ajudar no dia a dia, como funções automatizadas de marketing, que facilitam o contato com a base de clientes e, por consequência, melhoram o atendimento. Também já existem aqueles que fazem integração direta com os chats online e, inclusive, com as plataformas de e-commerce, facilitando toda a operação. 

5 – Google Analytics

O Google Analytics não está diretamente ligado ao atendimento ou à fidelização do cliente. Ele funciona como uma ferramenta de análise e avaliação de todas as atividades que ocorrem dentro do seu e-commerce. Com ele você vai saber, por exemplo, quais produtos são mais visualizados, quais informações são mais buscadas no blog e quantos visitantes abandonam o carrinho sem finalizar a compra.

Podemos dizer que o Analytics é o vigia do seu comércio eletrônico, pois nada acontece sem que ele registre para que depois você possa verificar. Afinal, é impossível para uma pessoa controlar o que ocorre em um site 24 horas por dia, 7 dias por semana, certo? Por isso, como falamos, é importante procurar plataformas, soluções e softwares que façam a integração com ele, assim é possível ter total controle de tudo o que acontece no e-commerce.

Conte com a Wirecard

Bom, chegamos ao fim da nossa lista de ferramentas essenciais para o e-commerce funcionar de forma eficiente e esperamos que ela seja bastante útil para você que está pensando em abrir a sua loja virtual ou até mesmo buscando melhores resultados para o seu negócio. Aqui tem dicas que podem ser revisitadas sempre que tiver necessidade.

E se precisar de uma solução de pagamentos completa, que suporta todas as etapas de uma venda online, estamos aqui para ajudar. Nós descomplicamos os pagamentos e entregamos tudo em um só serviço. Com a solução da Wirecard Brasil, você vende e recebe com a segurança de nossa gestão de risco , além de gerenciar suas transações com tranquilidade, sem precisar de um banco ou intermediário.

Se quiser saber mais sobre a nossa solução de pagamentos, entre em contato ou acesse nosso site. Reforçamos nosso compromisso com os clientes e deixamos nosso time à disposição para ajudar você nesse momento. Confira a campanha “Conte com a Wirecard” e, como ela bem indica, conte com a gente!

Atendimento digital: como fazer essa atividade no seu e-commerce com eficiência

Oferecer produtos e serviços de qualidade deixou de ser um grande diferencial competitivo para os e-commerces. Afinal, é possível encontrar opções boas e muito semelhantes em vários sites. Diante disso, como fazer com que o consumidor realmente se encante pela sua marca? Proporcionar um atendimento digital eficiente é uma excelente possibilidade.

Com toda a tecnologia disponível hoje em dia, o cliente espera uma assistência imediata e acessível em diversos canais de comunicação. Dessa forma, ele pode escolher a alternativa mais cômoda e rápida para tirar dúvidas, solucionar problemas e pedir informações. E é justamente sobre como atender nesses diferentes canais que vamos tratar aqui. Siga com a gente e confira!

Garanta um atendimento digital pré e pós-venda

Antes de mostrarmos como você deve agir nos diferentes canais, como redes sociais, chats e e-mail, é importante lembrar que o atendimento se divide em dois estágios: pré-venda e pós-venda. Se eles forem feitos corretamente, as chances de conquistar e fidelizar o cliente aumentam muito!

A pré-venda é a fase do atendimento que se caracteriza pela etapa de decisão da compra. É quando o consumidor vai acionar o seu e-commerce para tirar dúvidas sobre o produto ou serviço pelo qual está interessado. Nesse momento, a sua empresa deve ser capaz de responder qualquer pergunta e mostrar que ali ele vai encontrar o que deseja.

Por isso, é fundamental disponibilizar os recursos necessários para esse contato prévio, mostrando-se solícito para resolver todas as questões. A maneira mais simples e objetiva de fazer isso é abrir canais de comunicação direta, como chats online e WhatsApp. Assim, antes mesmo de se cadastrar, o consumidor já consegue solucionar suas dúvidas.

Já o pós-venda é a etapa que vem depois do fechamento do negócio e a entrega do produto ou a prestação do serviço, o que não significa que a experiência do cliente com a sua marca acabou. É preciso acompanhá-lo após esse período, pois podem surgir questionamento ou, até mesmo, algum problema.

E é aí que entram os canais de atendimento, que podem ser os diretos, como citamos, mas também incluir outros que envolvem um retorno posterior, como e-mail, comentários em sites e mensagens em redes sociais.

Os e-commerces ainda podem aproveitar essa oportunidade de comunicação para demonstrar seu interesse pela experiência de compra do cliente. Então, no pós-venda, peça avaliações e feedbacks de tudo o que aconteceu. Isso vai ajudar a melhorar o processo de venda, além de demonstrar que você se importa com o consumidor, o que acaba gerando a fidelização.

Como fazer um atendimento digital eficiente nos diferentes canais de comunicação

Bom, agora que já entendemos a importância de fazer a pré e a pós-venda, podemos partir para descobrir como trabalhar o atendimento digital nos diferentes canais de comunicação disponíveis no ambiente online. Como vimos, alguns exigem uma resposta mais direta, como chats e o Whatsapp, enquanto outros podem aguardar retorno posterior, como e-mails e mensagens nas redes sociais.

O importante é estabelecer quantos e quais canais são essenciais para o seu e-commerce, de acordo com as características do seu público. Não adianta querer abraçar o mundo se você não vai conseguir atender a todos de maneira satisfatória. É melhor ter dois ou três e trabalhar com excelência do que oferecer 10 locais diferentes para mensagem e deixar o cliente esperando.

Entenda o comportamento do seu consumidor e escolha aqueles que darão mais segurança para a sua comunicação. Para facilitar o seu trabalho, destacamos aqui os canais de atendimento mais usados e que, por consequência, podem trazer os melhores resultados para o seu e-commerce. Olha só:

1 – Chat online

O chat online no atendimento digital equivale à conversa do vendedor com o comprador no atendimento presencial. Todo bom e-commerce precisa disponibilizar essa alternativa para o consumidor durante seu período de atendimento. É claro que dificilmente ele estará online 24 horas por dia, 7 dias por semana, mas quanto mais tempo em operação, melhor.

O segredo do bom atendimento aqui é não deixar o cliente esperando. A empresa que deixa isso acontecer, além de gerar uma péssima experiência para o consumidor, ainda corre o risco de perder o negócio. Como falamos, a internet está cheia de opções semelhantes, então, se o cliente é mal atendido em um lugar, automaticamente ele procura um concorrente com mais tempo para ele.

Outro ponto importante para o atendimento via chat online é ter uma base de conhecimento consolidada sobre os produtos ou serviços oferecidos pelo e-commerce. Dessa forma, todos os operadores terão a mesma fonte de consulta e conseguirão encontrar de forma rápida o que precisam transmitir ao consumidor.

E, claro, assim como você faria presencialmente, tenha todo o cuidado com a linguagem usada no chat. Utilize corretamente o português, que não precisa ser necessariamente formal, mas deve ser escrito sem erros. Também demonstre sempre educação, usando termos como obrigado, por favor e por gentileza.

2 – Chatbot

O chatbot é um programa de computador que usa a inteligência artificial para imitar conversas com usuários de várias plataformas e aplicativos. De uma maneira mais simples, podemos dizer que é uma espécie de assistente que se comunica e interage com as pessoas por meio de mensagens de texto automatizadas.

E ao contrário do chat online, ele pode ficar disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, pois não depende de um funcionário para interagir com os clientes.

O mais interessante ao usar o chatbot é tomar a iniciativa na comunicação, especialmente por estarmos falando de algo ainda novo para muitos compradores de e-commerce. Quando o chatbot questiona o cliente, ele já pode indicar as dúvidas que consegue resolver e mostrar, se for o caso, uma alternativa para problemas mais complexos, que exijam interação humana.

3 – WhatsApp

É muito difícil encontrar uma pessoa que não use o WhatsApp para se comunicar hoje em dia. E com o lançamento do WhatsApp Business, ficou ainda mais fácil para as empresas atenderem ao cliente por meio desse aplicativo, pois é possível ter um perfil comercial, com informações de contato, horário de atendimento e um sistema de respostas automatizadas.

Depois de criar o perfil do negócio, é importante ter um planejamento de como se dará o atendimento pelo aplicativo, para que tudo corra bem. Basicamente, o essencial é garantir agilidade (dentro do horário estipulado) e transparência nas respostas e usar a linguagem do seu público-alvo, respeitando as regras gramaticais e da boa educação.

Mas não se apegue somente a isso. É imprescindível manter as informações dos clientes registradas e organizadas para que você possa oferecer um atendimento mais personalizado. Além, claro, de tornar a comunicação mais fácil, já que ele não precisará repetir dados desnecessariamente. Com isso, você mostra que se importa com o seu cliente, dando mais impulso à fidelização.

4 – Redes sociais

Segundo um estudo da J.D. Power, 67% dos consumidores já usaram alguma rede social para solicitar suporte. Isso significa que ter uma estratégia de atendimento em redes sociais é praticamente uma obrigação de todos os negócios. No entanto, a ideia não é sair fazendo páginas e perfis em todas as redes. Escolha aquela ou aquelas em que seus clientes estão para desenvolver seu trabalho.

Depois de criar as páginas, é fundamental sempre ficar de olho e cumprir as indicações de tempo de resposta. Lembre-se que a mídia social é um canal que está sempre aberto, por isso é importante deixar claro nas descrições dos perfis do seu e-commerce o horário de atendimento e o tempo para retorno.

Hoje, existem ferramentas que permitem a programação de respostas automáticas para mensagens privadas em algumas redes, indicando que a dúvida foi recebida e será respondida em breve. Mas fique atento, pois diferentemente dos chatbots, aqui são apenas retornos mais simples, sem outro tipo de interação.

De qualquer modo, o ideal é responder todos os questionamentos o mais rápido possível. Nunca ignore uma reação do seu cliente ou possível cliente. Cada postagem, revisão ou check-in precisa ser respondido. Essa é uma das práticas de serviço ao cliente mais essenciais nesses espaços. E não se assuste com as críticas! Valorize a opinião negativa e demonstre empatia na resposta, sempre buscando o melhor caminho para resolver a questão.

5 – E-mail

Com a expansão das redes sociais e dos aplicativos móveis, a impressão é que o atendimento digital via e-mail tenha ficado de lado na preferência dos consumidores. Mas isso é só uma impressão mesmo, pois ele continua sendo bastante usado, principalmente por três características: é discreto, pode ser enviado e lido em qualquer horário e funciona como um documento, dando segurança à troca de mensagens.

Para o cliente, tudo isso é ótimo, entretanto para o e-commerce deve acender várias luzes de alerta. Assim como outros canais, o e-mail também não é de atendimento contínuo, por isso é preciso deixar sempre em evidência os horários em que será respondido. Porém, você pode programar uma resposta de confirmação de recebimento, para o consumidor ficar tranquilo e ter ciência que será respondido.

Nessa resposta automática, é interessante deixar claro um prazo bem definido para resposta. Caso não consiga cumprir o tempo estabelecido para o retorno, entre em contato e explique que estão em busca da solução, mas nunca deixe o prazo passar sem entrar em contato com o consumidor!

Assim como no atendimento via WhatsApp, também mantenha uma base de clientes organizada, com o histórico de atendimentos e, se possível, o nível de satisfação de cada um. Quanto mais informações sobre aquele comprador, mais fácil será conduzir o atendimento e contornar qualquer tipo de problema.

E, por fim, tenha uma base de conhecimento consistente e aproveite as vantagens da comunicação escrita. Procure pelas demandas que mais aparecem e crie respostas padronizadas para otimizar o atendimento. Depois, é só documentar tudo e disponibilizar para os atendentes, que podem usá-las como apoio para fazer contato com o cliente.

Um bom atendimento digital deve fazer parte da rotina do e-commerce

Seguir essas dicas é fundamental para manter um bom relacionamento com o cliente, mas é preciso sempre lembrar que prestar um atendimento eficiente não diz respeito apenas a esse contato direto. Afinal, se os preços, a qualidade, o pagamento e a entrega não forem bons o suficiente, as pessoas não se sentirão atraídas e, nesse caso, não há equipe atenciosa e prestativa que resolva.

Dessa forma, além de investir em uma comunicação que satisfaça o cliente, conte também com uma estratégia de precificação adequada, parceiros de logística competentes, uma plataforma responsiva e uma solução de pagamentos, como a Wirecard, que ofereça diversas opções ao consumidor, como cartão de crédito, débito e boleto bancário. Assim, você dá mais um passo para conquistar e fidelizar os compradores!

Esperamos que você tenha gostado do texto e que aproveite bastante as dicas. Se quiser saber mais sobre a nossa solução de pagamentos, entre em contato ou acesse nosso site. Reforçamos nosso compromisso com os clientes e deixamos nosso time à disposição para ajudar você nesse momento. Confira a campanha “Conte com a Wirecard” e, como ela bem indica, conte com a gente!

O que é um intermediador de pagamento?

Primeiramente, vamos combinar uma coisa: é impossível imaginar um e-commerce, um marketplace ou site de assinatura sem um meio de pagamento que viabilize o escalonamento sustentável do negócio e disso ninguém duvida.

Se considerarmos que um dos maiores desafios do comércio virtual está em ganhar a confiança dos consumidores habituados à maneira tradicional de adquirir produtos e serviços (face to face), driblar as desconfianças com relação ao pagamento de produtos é fundamental.

A transação financeira, neste cenário, precisa ser de máxima segurança e performance e, sobretudo, gerar economia financeira ao business. O que é preciso para resolver isso? Anote aí: se você tem uma loja virtual vai precisar contratar um gateway de pagamento, além de todos os serviços que devem estar agregados a ele, ou uma solução integrada, chamada de subadquirente ou intermediador de pagamento (como preferir!).

A solução escolhida deve se integrar ao processo diário do seu negócio de maneira natural, passando para o consumidor a ideia de unidade, eficiência e profissionalismo durante toda a experiência de compra. Nesse texto, eu vou te mostrar o que é um intermediador de pagamento, então fique de olho.

5 meios de pagamento que os clientes preferem quando compram online

Sabia que comprar online já é praticamente uma rotina para quase 40 milhões de brasileiros? E dentre os principais fatores que fazem com que os consumidores prefiram essa modalidade de compra está a diversidade de meios de pagamentos, que facilita bastante não só o planejamento financeiro como a própria aquisição do produto desejado.

A lógica é bem simples: quanto mais opções você oferece aos consumidores, mais chances de eles comprarem e voltarem mais vezes a seu e-commerce! Mas, afinal, quais são os meios de pagamento que simplesmente não podem faltar na sua loja virtual? Pois é o que você vai aprender agora!

Cartão de crédito

Não tem como negar: o cartão de crédito é preferência nacional quando se trata de comprar no e-commerce. Aproximadamente 81,3% dos consumidores preferem essa modalidade de pagamento principalmente pela facilidade de parcelamento das compras. Desse total, 87% parcelam suas compras em até 3 vezes, 9% parcelam entre 4 e 6 vezes e 2,75% parcelam entre 10 e 12 vezes. Esses dados por si só já mostram o quanto o cartão de crédito é fundamental para que o e-commerce aumente suas vendas.

Boleto bancário

O segundo meio de pagamento preferido dos consumidores brasileiros é o boleto bancário, que permite realizar o pagamento à vista e não pede dados pessoais do comprador. O boleto também possibilita que o consumidor pague pelo produto diretamente na rede bancária de sua preferência, nas casas lotéricas e até em alguns supermercados.

Nesse caso, é importante que seu e-commerce tenha uma boa relação com uma ou mais instituições bancárias para simplificar a emissão. Além do mais, vale a pena pesquisar as taxas administrativas cobradas para tornar seu e-commerce mais competitivo.

Cartão de débito

Um meio de pagamento que vem crescendo bastante no universo e-commerce é o cartão de débito, já extremamente usado no comércio físico. Com ele, assim como no boleto bancário, o consumidor pode pagar as compras à vista sem informar seus dados. Para melhorar a experiência dos clientes, você precisa, juntamente com o cartão de débito, assegurar a segurança do e-commerce, uma vez que a senha do cartão deve ser informada para confirmar a transação.

Transferência bancária

Apesar de ainda serem pouco utilizadas, as transferências bancárias também já são possíveis no e-commerce. No momento da compra, o consumidor transfere o valor para a conta bancária da empresa e, após confirmação da entrada do valor, o processo de separação e envio das mercadorias começa.

No caso, é fundamental contar com uma boa plataforma de pagamentos, que confirme a transação o mais rapidamente possível, para não deixar o consumidor esperando. Pense bem: quanto mais tempo ele tem para reavaliar a compra, maior as chances de cancelá-la.

Carteira virtual

Existem algumas novidades em relação aos meios de pagamento no e-commerce que devem ser conhecidas e exploradas por quem realmente quer se diferenciar no mercado. Esse é o caso da carteira virtual, uma espécie de cartão de crédito usado em smartphones e tablets que concentra os dados bancários dos usuários e serve como meio de pagamento, sem que o consumidor precise informar qualquer dado ao e-commerce.

meios de pagamento mais usados em 2016

As preferências dos consumidores em relação aos meios de pagamento você já conhece. Mas sabe também por que deve adotar cada uma dessas soluções? Vem conferir nesse outro post!

Gestão de pagamentos

O mercado de sistemas de pagamentos no Brasil cresceu vigorosamente, hoje já são muitas as empresas de pagamentos online atuantes em território nacional. E tanta diversidade pode gerar dúvidas sobre qual solução é a mais adequada ao seu negócio.

Resultado:

Empreendedores extremamente insatisfeitos por não terem contratado a solução certa, uma vez que isso reflete diretamente na conversão de vendas do negócio. Eis as principais dúvidas que pairam na cabeça do empresário: “Por que os clientes abandonam tanto o carrinho de compra na hora do pagamento? Por que tantas vendas negadas? Por que as comissões de vendas estão tão altas? O valor da venda ainda não entrou na conta da minha empresa”.

principais motivos para o abandono de carrinho

Justamente, o sistema de pagamentos que deveria ser invisível para o dono da empresa é o fator que mais causa dor de cabeça. Por esta razão, antes de optar por um intermediador de pagamento ou gateway de pagamento, é vital compreender muito bem as diferenças entre as duas soluções. Hoje, nesse post, vamos explicar o que é um intermediador de pagamento e como funciona.

Intermediador de pagamento ou subadquirente: desvendando o subadquirente

Certamente, você já deve ter ouvido falar em Pagseguro, Paypal, Mercado Pago e Wirecard, certo? Pois bem! Todos eles são subadquirentes, ou se preferir, simplesmente intermediadores ou facilitadores de pagamento. Mas afinal, o que é intermediador de pagamento e qual é o seu papel no fluxo de compra de uma loja virtual? Resumidamente, encapsular o gateway, as adquirentes, a análise de risco e a conciliação financeira em uma única solução.

Vamos simplificar e ainda ser mais específicos. Amplamente utilizado por pequenas e médias empresas, devido ao seu custo benefício, os intermediadores de pagamento são plataformas independentes que funcionam como um meio de campo entre clientes, adquirentes e lojistas.

diferença entre gateway e intermediador de pagamento

Oferecem uma ampla variedade de opções de pagamento, contudo cobram além da tarifa do cartão de crédito, boleto e débito online, uma taxa por transação aprovada. Nesse modelo de pagamento, você não faz nenhum contrato com instituições financeiras, apenas se cadastra na plataforma como vendedor, informando os dados de uma conta bancária e um número de cartão de crédito.

Bom, até aqui você viu o que é um intermediador de pagamento. Que tal conhecer um pouco mais sobre as vantagens que ele proporciona para um negócio?

Vantagem do intermediador de pagamento

Sabendo o que é um intermediador de pagamento, vale mostrar que a grande vantagem desse tipo de solução está na baixa complexidade de integração nas lojas virtuais e na implementação menos onerosa.

Embora a cobrança de taxas sobre as vendas sejam ligeiramente maiores que nos gateways de pagamento – que giram em torno de 4% a 7% + tarifa por transação aprovada. Merece destaque também, o fato de em apenas um contrato e única integração, seu negócio ganhar todos os meios de pagamento, gestão de risco contra fraude e o repasse dos valores.

Considerando a maioria dos intermediadores de pagamento, você não precisa se preocupar com a análise de crédito no momento da venda. É a própria solução que dispõe de um sistema antifraude e equipe capacitada, responsável pela análise de dados, reduzindo o número de fraudes contra o seu negócio.

Mas vale ressaltar que ainda assim existem algumas possibilidades de fraude que podem gerar custo somente ao lojista ou um custo dividido entre o intermediador de pagamento e o dono do e-commerce (mas esse é um assunto para outro post)

Entretanto, tanta facilidade apresenta muitas vezes, o redirecionamento do site da loja para o portal do intermediador — o que pode gerar um certo desconforto para o usuário. O bom é que existem diversas soluções do gênero que já oferecem o checkout transparente, onde não há esse redirecionamento de página.

Resultado:

Menos dor de cabeça, assim o pequeno e médio empreendedor pode se dedicar ao core do seu negócio, ao invés de se envolver com questões burocráticas, afinal pode contar com facilidade, flexibilidade, conversão, transparência, segurança, atendimento personalizado e mais controle.

Dependendo do seu faturamento, apesar da taxa mostrada pelo adquirente ser menor, os encargos e as dificuldades geradas por ele não são opções inteligentes e sustentáveis para clientes de baixo ou médio faturamento.

Antes de optar por uma solução de pagamento para o seu negócio, avalie todas as opções. Teste, teste novamente e teste mais uma vez, até estar certo de que a solução escolhida é a melhor para o momento do seu negócio.

Você pode começar com um intermediador de pagamento e à medida que a empresa escalar, pode conseguir, através de uma negociação com a solução selecionada, uma redução no valor das taxas por transação, por exemplo. A longo prazo, inclusive, pode ser que o gateway faça total sentido e, aí sim, valerá a pena investir nessa ideia.