Dicas e erros a evitar para configurar o split de pagamentos em sua empresa

Com o aumento considerável no número de marketplaces, aplicativos de serviços e demais plataformas que envolvem diferentes fornecedores, a escolha de um bom produto de split de pagamentos é cada vez mais necessária. Afinal, trata-se de uma ferramenta que facilita o processo tanto para os gestores dos sistemas quanto para quem os utiliza como vendedor ou cliente, e precisa ser sólida e confiável para todos.

Apesar de saber da importância do produto, é comum que os empreendedores deixem de aproveitá-lo completamente , em função de alguns problemas de configuração e implantação.

 Este artigo,  pode te ajudar com dicas e o que fazer para evitar erros  ao utilizar o split de pagamentos em seu negócio. Assim, você vai aproveitar ainda mais benefícios da ferramenta.  Confira!

Como utilizar o split de pagamento da melhor maneira

De modo geral, o split de pagamento permite que o pagamento que os consumidores fizeram para um ou mais vendedores, com ou sem comissão para o marketplace, seja dividido no ato da transação da maneira combinada entre as partes envolvidas.

A partir da autorização pelas instituições bancárias, o recurso faz a divisão dos valores de forma automatizada, conforme as regras determinadas pelos gestores. Veja algumas dicas de como garantir que o split de pagamento funcione corretamente para seu e-commerce:

– Mantenha atualizados todos os dados de fornecedores, vendedores, franquias e demais envolvidos, de forma com que ambos possam receber corretamente;

– Utilize o split de pagamento para seguir em conformidade com a regulamentação do Banco Central (BACEN) para os marketplaces, pois com o uso da ferramenta se elimina o fluxo financeiro da gestão do negócio;

– Saiba que a tecnologia de split de pagamento é indicada para qualquer tipo de empresa cuja gestão financeira envolve mais de um recebedor, independentemente de formato, segmento ou nicho. O que vale, neste caso, é o modelo de negócio.

Trata-se de um recurso simples de ser implantado, na mesma medida em que traz automatização e otimização dos processos de pagamento, gerando organização, agilidade e satisfação para todos os envolvidos na compra e venda.

Erros a serem evitados com o split de pagamento

Por si só, o split de pagamento segue a premissa de gerar menos erros possíveis. Porém, como citamos, a má configuração pode atrapalhar o seu funcionamento. Os principais erros a evitar são:

Configurar além da porcentagem indicada

As regras de divisão são configuradas por pedido. A divisão pode ser feita: 

1) por meio de um valor percentual de 0 a 100% (exemplo: 20%);

2) por meio de um valor fixo (exemplo: R$5,00).

Não incluir corretamente os dados de fornecedores e vendedores

A inserção de informações corretas sobre os vendedores e fornecedores é um fator básico para o bom funcionamento do split de pagamento. Do contrário, por mais que o sistema realize os processos automaticamente, torna-se impossível finalizá-los. Na prática, os procedimentos de repasse podem ser interrompidos.

No entanto, ao contar com uma solução eficiente como a do Moip, caso ocorram falhas é possível acionar o time de integração, o qual prontamente presta suporte ao cliente. Apoiamos as empresas na otimização de seus processos de pagamento, estando dentro das diretrizes do Banco Central. 

Para saber mais sobre os nossos serviços, entre em contato com um de nossos especialistas.

5 tendências do e-commerce para ficar de olho

Produtos com fotos gigantes, sites responsivos e aumento da demanda por vídeos: já faz algum tempo que as tendências mais vistas para o mercado de e-commerce parecem serem as mesmas, não é verdade? Pois foi pensando nisso que resolvemos peneirar a web atrás de ações e novidades realmente transformadoras para o universo das lojas virtuais, mas que não estão sendo tão divulgadas por aí. Quer saber quais são elas? Então confira a lista que montamos e se prepare para atualizar suas páginas em breve. Vamos lá:

Leveza

Em abril deste ano, o jornalista Klint Finley produziu um artigo para a Wired mostrando que, hoje, a maioria dos sites costuma ter o mesmo tamanho (em megas) que DOOM, aquele clássico joguinho de tiros lá de 1993! Para ser mais exato, são 2,39MB. Tal descoberta aponta para um problema de obesidade digital atualmente enfrentado pela web. Pense bem: aquele game precisava renderizar mapas em 3D, personagens e sons, tudo em tempo real, enquanto as páginas de hoje são basicamente só textos e imagens!

De olho nisso e no fato de que boa parte dos acessos da internet hoje em dia vem de aparelhos móveis, com conexões bem menos potentes que as do escritório ou de casa, a tendência está em designers e programadores unirem forças para criar páginas cada vez mais leves (como aquelas presentes no topo da lista do Alexa). E esse detalhe, no caso dos e-commerces, pode ser facilmente convertido em um lucro ainda maior.

Aliás, por falar em páginas mais leves, não deixe de conferir também nosso post com 5 erros de usabilidade que não podem existir no seu e-commerce para saber o que já mostramos sobre esse tema por lá!

Infográfico

Com o aperfeiçoamento dos códigos de programação para a web, ficou ainda mais fácil criar infográficos com animações e dados interessantes para os visitantes de um site (como esse da Bloomberg). Por isso, uma das tendências para o mercado e-commerce que podemos observar na web é a de empresas apostando nesse tipo de apresentação para fazer comparativos de produtos.

Mobile

De acordo com uma pesquisa do grupo Nielsen, hoje no país já são mais de 68 milhões de pessoas navegando na web por meio de dispositivos móveis. E como esse número tende a crescer ainda mais nos próximos anos, também crescerá a necessidade de se ter um e-commerce responsivo. Mas atenção: apesar de tanta gente estar conectada, é bom lembrar que quase metade da população brasileira ainda não tem acesso à rede. Por isso, mais pessoas têm tido seu primeiro contato com a internet e com as compras on-line recentemente, o que deve ser levado em consideração ao se pensar na experiência dos usuários.

Microconteúdo

De acordo com os dados do Twitter, 60% dos usuários já fizeram alguma compra depois de ler um tweet de alguma marca na timeline. E olha que todo esse poder se dá com apenas 140 caracteres! Por isso, tem sido cada vez mais comum encontrar marcas pra lá de consolidadas de olho na criação de microconteúdos para as redes sociais a fim de alavancar suas vendas (como é o caso do Ponto Frio).

CPA

Já mostramos por aqui o que é e como calcular o ROI de suas campanhas on-line. Mas segundo este artigo publicado pela Google, algumas empresas têm percebido que pode ser mais interessante não focar apenas nessa métrica em busca de resultados. Afinal, em alguns casos, é possível observar um baixo índice de Return On Investment (ROI) e, ao mesmo tempo, um salto gigante nos lucros via Custo Por Aquisição (CPA).

De páginas mais leves até a divisão da atenção entre o ROI e o CPA: o que não faltam são tendências ainda pouco divulgadas para o futuro do e-commerce. Mas agora que você já as conhece, que tal começar a colocar logo em prática? Só não se esqueça de aproveitar para assinar a nossa newsletter e conferir muito mais diretamente em sua caixa de entrada!

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