Como montar uma loja online: 8 passos para empreender na Internet

As empresas online estão crescendo muito mais rápido do que as lojas tradicionais. Se você deseja aprender como montar uma loja online, listamos algumas dicas que vão ajudá-lo a construir seu negócio. Se já tem uma empresa e comercializa seus produtos de forma física, você também pode dar alguns passos ampliando as suas vendas com um comércio eletrônico.

Saiba que para criar um e-commerce não precisa de nenhuma licença especial, mas você deverá ter um plano de negócios e formalizar a sua empresa. Assim como uma loja física, você terá obrigações legais e fiscais. Para montar uma loja online, você vai precisar criar o seu website, adquirir um domínio (o endereço) e uma hospedagem.

Além disso, é importante ter algum conhecimento sobre medidas de segurança para proteger o seu site e as informações dos seus clientes, fluxo de mercadorias e a gestão do pagamento online. E não se esqueça, como proprietário do seu próprio site, dependendo da natureza do seu negócio, você precisará o responsável pela compra e gestão de estoque e comercialização.

Para tirar as duas ideias do papel, vamos mostrar em 8 passos como montar uma loja online. Olha só:

#1 Formalize a sua empresa:

Antes de entender como montar uma loja online, você precisa escolher uma estrutura jurídica para o seu negócio, como uma empresa de responsabilidade individual ou de responsabilidade limitada. Você poderá optar por uma EIRELI, uma Sociedade Limitada (se tiver sócios) ou ser um Empresário individual. Também há a opção de ser um MEI, se o rendimento bruto mensal não ultrapassar R$ 81 mil anuais.  

Todas as modalidades empresariais permitem o enquadramento como Microempresa (ME) ou Empresa de Pequeno Porte (EPP), desde que se encaixem nos requisitos exigidos pela lei 9.317/1996. Para obtenção do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica –CNPJ, você deverá efetuar o registro na Junta Comercial (ou cartório de títulos), na Receita Federal, além de fazer a inscrição estadual e municipal.

#2 Realize pesquisas de mercado:

Você tem uma ótima ideia para um produto que comercializará na sua loja online, mas ainda não realizou uma pesquisa de mercado? Não negligencie essa importante etapa do seu negócio. Considere uma pesquisa de mercado como um investimento no futuro da sua empresa. Se você tiver que fazer os ajustes necessários para o seu produto ou serviço logo no início, você economizará dinheiro em longo prazo.

Mas o que é exatamente uma pesquisa de mercado? Em síntese, é uma maneira de obter informações para o seu plano de marketing. Uma boa pesquisa de mercado identificará o seu nicho de atuação dentro de um mercado no qual você pretende atuar e ajudará a criar uma identidade para o seu produto ou serviço. A sua pesquisa de mercado deve fornecer informações sobre as últimas tendências do seu setor, as características do consumidor ou público alvo em potencial.

#3 Determine um preço de venda para o seu produto ou serviço:

Na execução de um novo negócio, definir um preço para seu produto pode ser uma das partes mais desafiadoras. Se o preço for muito baixo, o tempo e o esforço que você coloca em sua loja online podem não trazer o retorno almejado. Já se for muito alto, seu negócio poderá ser pouco competitivo.

Para chegar a um preço ideal, você precisa descobrir o quanto os clientes pagam ou quanto que seus concorrentes cobram produtos ou serviços similares. Você poderá equipará-los ou superá-los, mas precisa ter certeza de que todos os seus custos – diretos e indiretos – estarão cobertos.

Para calcular quais são seus custos inclua todas as despesas diretas (gastos  custeados no desenvolvimento do produto ou serviço. Some também seus custos variáveis (para materiais, embalagens e assim por diante); Descubra qual a porcentagem de seus custos fixos (despesas gerais, como aluguel, taxas e salários) que o produto precisa cobrir. Adicione todos esses custos e divida por volume.

Caso você compre produtos prontos para comercializar, seu custo por produto será o valor gasto para adquirir os mesmos. Se você tem algum gasto com transporte, esta despesa também deverá fazer parte do cálculo. Fazer cálculos não é algo muito interessante e nem a parte mais atraente do negócio, mas essa etapa é muito importante para a sustentabilidade da sua empresa.

#4 Planeje a logística do seu e-commerce:

Quando você comercializa produtos, você deverá estudar a logística de entrega para os seus clientes.  Configurar o sistema de varejo online, cadeia de suprimentos, logística e pagamentos, eletrônicos e de dinheiro não é uma tarefa das mais fáceis, pois tudo isso deve ser feito pela própria empresa de comércio eletrônico.

Mas com o aumento do comércio eletrônico, muitas empresas começaram a oferecer serviços como cobrança de pagamentos e logística para revendedores online. Em síntese, você também pode usar mercados online para vender seus produtos sem ter que criar um site de loja online.

Essas empresas intermediárias podem, inclusive, ajudá-lo a começar a vender produtos (ou serviços) enquanto se concentra em seu produto principal. Se você estiver disposto a montar sua loja eletrônica de forma independente, existem serviços online que você pode usar para criar sua própria loja, a partir do pagamento de taxas e outros custos.

Também existem mercados online que permitem as empresas venderem seus produtos utilizando suas plataformas e lojas digitais para a venda de e-books, vídeos e músicas. Mas se você deseja construir seu website e sua marca de forma independente siga os próximos passos.

#5 Escolha e registre um nome de domínio:

Ao criar a sua loja online, você precisará obter um nome de domínio para o seu site para que as pessoas possam encontrá-lo. Todo domínio tem como função principal  indicar o endereço da sua loja e identificar qual o segmento de atuação da sua empresa.

O domínio será nada mais e nada menos que o seu nome de endereço e a sua identidade na web. Por isso, ao escolhê-lo use palavras-chave que descrevam sua empresa e os serviços oferecidos de forma clara. Assegure-se de que o nome selecionado não seja uma marca registrada e não esteja sendo usado por outra empresa.

#6 Crie seu website:

A primeira coisa que você precisa fazer é escolher a plataforma do site para construir seu site. Existem muitas plataformas diferentes, com sistemas de gerenciamento de conteúdo para escolher. Algumas plataformas de e-commerce exigem que você conheça um pouco de HTML ou outros idiomas de codificação, então você precisa estar ciente da sua capacidade de construção de sites.

Construir o seu próprio site de forma funcional e bem estruturado não é um bicho de sete cabeças. Mas se você julga que não tem habilidades e conhecimentos para isso e tiver orçamento para investir, contrate um desenvolvedor de web ou uma empresa com expertise para construir um website profissional.

#7 Não esqueça os Termos e Condições de Venda, Termos de Uso e Privacidade:

Os Termos e Condições de Venda permitem especificar as informações relacionadas aos pedidos, entregas e devolução dos produtos comercializados em sua loja virtual.  É a forma mais segura de garantir confiança na relação estabelecida com o cliente.

Os Termos de Uso permitem organizar a gestão dos dados pessoais dos usuários, além de limitar sua responsabilidade em casos de uso indevido do site.  Já a Política de Privacidade informa aos usuários como suas informações pessoais serão coletadas, armazenadas e compartilhadas.

#8 Configure os meios de pagamento:

Quando você cria uma loja virtual, a escolha do sistema de pagamento é uma peça-chave para o sucesso  do seu empreendimento. As principais formas de pagamento oferecidas pelos e-commerces são: cartão de crédito, cartão de débito, boleto bancário e transferência bancária. No que tange ao cartão de crédito, é importante ficar atento às taxas cobradas pelas operadoras e aos prazos para receber os valores nas compras efetuadas.

Nas transações por cartão de débito recomenda-se prestar atenção às taxas cobradas com os bancos conveniados. Os boletos bancários são considerados práticos e as taxas para emissão são baixas.

E, por fim, e não menos importante, lembre-se que assim que você iniciar as atividades da sua loja online, você precisa lançar suas estratégias para atrair clientes e usar de forma efetiva. Utilize as redes sociais, produza  conteúdo de qualidade e crie a identidade da sua marca, comunicando-se diretamente com seu público.

Funil de vendas: como aumentar a conversão do seu e-commerce

Logo no primeiro contato com o conceito de funil de vendas, é natural que o lojista fique com a impressão de que tudo começa já na sua loja virtual. Mas a verdade é que um funil de vendas pode começar antes mesmo do consumidor ter conhecimento sobre a marca, em alguma fonte longínqua de tráfego na internet.

Acabou de jogar por terra tudo o que achava que sabia sobre o funil de vendas? Pois para acabar de vez com suas dúvidas é que resolvemos mostrar no post de hoje todos os detalhes desse sistema, essencial para você, que deseja aumentar as vendas de seu e-commerce! Pronto para se tornar um praticamente expert no assunto a fim de desenvolver uma estratégia eficaz para sua loja virtual? Então, acompanhe:

O funil de vendas

O funil de vendas é um modelo teórico que representa o caminho pelo qual seus clientes vão passar desde o primeiro contato com sua marca até a realização de uma compra na sua loja virtual. Seu objetivo é mapear as etapas e definir quais serão as estratégias utilizadas em cada fase, a fim de facilitar o avanço dos possíveis consumidores em direção à meta final.

E como o funil de vendas é dividido em três partes — topo, meio e fundo —, é preciso criar uma estrutura que conecte cada uma dessas partes, fazendo o cliente prosseguir na sua jornada da maneira mais natural possível. E como estão interligadas, a eficiência de suas ações acaba sendo muito maior. Quando as três etapas do funil são devidamente planejadas e o projeto é bem elaborado, o processo de conversão de leads em consumidores efetivos é muito mais curto!

A nutrição de leads

Na explicação anterior sobre o funil de vendas você talvez tenha percebido que um de seus objetivos — provavelmente o principal — é transformar leads em compradores de sua loja virtual. E esse trabalho que envolve a coleta de informações de clientes em potencial para transformá-los em fregueses é conhecido como nutrição de leads. Para que você possa entender o que exatamente significa nutrir leads, vamos por etapas, dividindo os contatos do seu e-commerce em três tipos:

Suspects

Esses são aqueles clientes que acabaram de se cadastrar em sua loja virtual. Nessa fase, normalmente as únicas informações que você tem são seus e-mails e nomes. Dessa forma, não é possível determinar qualquer tipo de intenção de compra.

Prospects

Esses são contatos que já apresentaram interesse em algum de seus produtos, nem que seja tendo feito, por exemplo, o download de um guia produzido por você, direta ou indiretamente relacionado ao que vende. Isso mostra que ele tem, sim, interesse na marca, no assunto ou no produto, mas ainda não demonstrou intenção real de compra.

Leads

Depois de passar pelos estágios anteriores, pode-se dizer que o cliente apresenta um perfil compatível com a persona da sua loja virtual, já interagiu com a marca, consumiu seu conteúdo e percebeu, a partir daí, que o que você oferece é a solução para seus problemas. Isso tudo significa que ele finalmente está pronto para comprar do seu e-commerce!

Quando o fluxo do seu funil funciona corretamente, atrai (suspect), captura (prospect) e prepara seus clientes para comprarem no seu e-commerce (lead qualificado). Esse trabalho é chamado de nutrição de leads, responsável por transformar clientes em potencial em fregueses efetivos da sua loja virtual.

funil-de-vendas

A estratégia de funil

Vamos passar agora para um exemplo simplificado do funcionamento de um funil de vendas para que você possa fixar melhor a ideia e entender como sua loja virtual pode melhorar seu desempenho por meio desse modelo. Para aplicá-lo é preciso que você tenha feito um planejamento de marketing digital com: análise de mercado, público-alvo e personas, pesquisa de palavras-chave, valor de investimento da campanha, ferramentas e canais disponíveis para publicação. Se seu planejamento está desatualizado, é mais que válido revisar. Imaginemos, então, que sua loja virtual venda produtos para emagrecer. Aí se desdobra:

Topo do funil

Como essa é a fase de atração e aprendizado, dentre as principais estratégias que podem ser usadas para atrair clientes podemos citar: postagens em blog — X dicas para perder peso —, além de campanhas de anúncios no Google AdWords ou no Facebook Ads, que também são interessantes para atrair clientes em potencial.

Meio do funil

Nessa etapa se deve começar a eliminar objeções e conhecer seus clientes, coletando mais informações. Criar guias — Aprenda X técnicas para emagrecer —, mostrar casos de sucesso — pessoas que perderam bastante peso e mudaram de vida para melhor — e todo tipo de material que faça seu cliente se imaginar naquele cenário de satisfação. E por mais que você possa produzir posts e disponibilizá-los no seu blog, recomenda-se criar outros formatos, mais completos e ricos, que peça em troca de seu download algum dado, como pelo menos o endereço de e-mail do interessado. Assim o processo se configura como uma troca benéfica para ambas as partes!

Fundo do funil

Esse é o momento de arrematar a estratégia, quando você deve estar pronto para ofertar. Continuando com o exemplo, agora você pode preparar uma newsletter especial com indicações de produtos e até mesmo programas de emagrecimento. E vale lembrar que suas páginas de produtos devem estar devidamente otimizadas, preparadas para atrair ao máximo!

Percebeu como é possível visualizar todas as etapas do funil e os estágios de seus clientes? Com esses detalhes em mente, suas equipes de marketing e vendas conseguem ser muito mais precisas, produzindo o conteúdo certo para o momento certo. Dessa forma os clientes ficam encantados e passam a ficar mais propensos a comprar em sua loja virtual.

A mensuração dos resultados

Além de todas as vantagens sobre as quais já falamos, usar o funil de vendas ainda permite que você mensure e avalie cada resultado, etapa por etapa. E guarde o seguinte: aproveitar o poder de mensuração proporcionado pelo marketing digital é outro segredo para aumentar suas vendas! Como assim todas as suas estratégias podem ser medidas, é possível fazer ajustes sempre que o desempenho estiver abaixo do desejado.

Vamos supor que sua campanha de anúncios esteja com um desempenho interessante, mas não vem sendo suficientemente eficiente na captura de e-mails. Nesse caso, você pode aplicar ajustes nas suas páginas, otimizando-as para esse propósito. O mesmo acontece se você estiver conseguindo gerar uma boa quantidade de leads, mas convertendo pouco. A moral da história é: qualquer etapa do funil ou estratégia utilizada pode ser avaliada com a finalidade de se implantar melhorias.

funil-de-vendas

Régua de relacionamento

Além de contribuir com a geração de novos leads qualificados, a régua de nutrição também deve ser usada para manter relacionamento com clientes, sendo uma ferramenta importante no aumento do LifeTime Value.

Uma das formas mais assertivas para aproximar clientes da sua marca é por meio da geração e entrega de conteúdo relevante. Consideramos que o e-mail marketing, quando bem utilizado, uma excelente forma de promover  produtos e serviços, mas quando falamos em nutrição precisamos pensar em formas de ajudar o lead a resolver os próprios problemas.

No que a sua empresa é especialista? Dê dicas para facilitar a vida do seu cliente, se colocando como um consultor. Outra dica é deixar a comunicação o mais pessoal possível. Mande e-mails em nome pessoas e estimule a interação. Uma boa forma de automatizar estes e-mails é usando um software de marketing digital como o RD Station e o HubSpot.

E então, preparado para melhorar suas operações internas, fortalecer sua marca perante o público-alvo e aumentar a taxa de conversão do seu e-commerce? Aposte no poder do funil de vendas e não deixe de voltar aqui para compartilhar suas impressões conosco!

como vender mais

Sua loja virtual precisa ter um blog o quanto antes, o que está esperando?

A pergunta que não quer calar: por que minha loja virtual precisa estar presente na internet? Simples! Porque todo mundo está nela, inclusive seus clientes, potenciais clientes e, até mesmo, quem não curte a sua marca (sempre é possível reverter uma impressão errada).

Pense na internet como um lugar comum, onde podemos encontrar respostas para qualquer pergunta, ferramentas capazes de alcançar diferentes objetivos, e interagir com pessoas dos quatro cantos do mundo em poucos cliques.

Pois bem, não por acaso, a internet é também um ambiente que favorece a criatividade e possibilita a conexão entre marcas e clientes. Entretanto para que essa conexão seja bem-sucedida, vale a pena as empresas estarem preparadas para comunicar-se. Ter um perfil em redes sociais e compartilhar o conteúdo de terceiros — como portais de notícia e páginas de humor — já não é mais suficiente.

Os consumidores digitais esperam que as marcas tenham voz, personalidade e, principalmente, que estejam preparadas para resolver problemas e atuar com agilidade no ambiente digital. E a criação de um blog é parte fundamental dessa estratégia, afinal ele funciona como uma espécie de “central de conteúdo” que reúne respostas para as possíveis dúvidas de clientes e também futuros consumidores.

Por que meu e-commerce deve investir tempo e dinheiro em um blog

Está claro a importância de uma loja virtual investir tempo e dinheiro em um blog, certo? Para não restar dúvidas vamos elencar alguns motivos que justificam esse investimento.

Fonte de informação

O principal objetivo de um blog é informar. Assim, uma loja virtual pode aproveitar essa ferramenta para atrair clientes e se tornar um canal de conteúdo para eles. Um bom exemplo disso é publicar dicas sobre os produtos vendidos ou novidades sobre o segmento em que atua.

Esta estratégia é interessante, já que seu blog pode ser listado quando alguém procura por informações relacionadas ao seu negócio. Desta forma, o seu blog pode se tornar uma referência no assunto.

Geração de leads

Além de possibilitar a produção de diversos tipos de conteúdo, um blog também permite a distribuição destes materiais. Por meio dele, é possível criar um e-book e disponibilizá-lo para download, por exemplo.

E, mesmo indiretamente, seu blog pode ajudar na geração de leads. Atrair visitantes que podem se tornar contatos ou clientes após lerem algum post do seu blog deve ser um dos seus objetivos.

Conteúdo para e-mail marketing

Enviar mensagens de e-mail marketing é uma tarefa típica de lojas virtuais. No entanto, para quebrar a rotina de enviar somente mensagens de ofertas, uma boa prática é enviar as novidades e as publicações de seu blog. Assim, você gera tráfego, melhora o relacionamento com seus clientes e faz dessa prática uma ferramenta para nutrição de leads.

Impulsionamento das vendas

Por ser uma boa fonte de informação, seu blog pode indicar os produtos vendidos na sua loja virtual como parte do conteúdo de suas postagens. Ou seja, é uma maneira de apresentar seu negócio como a solução que seu público procura.

E, como já vimos, um blog é útil na geração de leads e no aprimoramento do relacionamento com seus clientes. Isto acaba refletindo nas suas vendas, já que um cliente possivelmente lembra da sua marca ao precisar de algum produto que você oferece. Estes fatores influenciam diretamente na taxa de conversão do seu e-commerce.

Aumento da sua autoridade

Provavelmente, você já ouviu falar de SEO e como estas práticas são importantes para um site ficar bem posicionado entre os resultados de busca, correto? E o que determina a colocação de seu site é a sua autoridade. Para aumentar esse indicador, a melhor ferramenta é a criação e a manutenção de um blog.

Escrevendo para a pessoa certa no momento certo

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Tenha em mente: não basta apenas sua loja virtual ter um blog. É estritamente necessário que ela adote o content marketing como estratégia na produção de conteúdo. O que sua empresa ganha com esse investimento? Economia de tempo na hora de vender, mais argumentação no momento da venda e suporte aos clientes, além de outros efeitos colaterais vantajosos — e o que é melhor: tudo isso por um baixo custo de implementação.

Para entender melhor como o Marketing de Conteúdo funciona na prática, compreenda a jornada do cliente pelo funil de vendas. Esse funil representa os estágios de compra, desde o momento em que ele busca uma solução nos motores de busca até o fechamento do negócio.

Existem três etapas principais: topo de funil, meio de funil e fundo de funil. Cada um deles demanda um conteúdo específico, com temas focados em objetivos distintos.

Topo de funil

Nessa etapa, os consumidores sabem que têm um problema e buscam por uma solução em páginas de pesquisa como o Google. Eles utilizam palavras-chave para encontrar possíveis respostas e ainda não estão prontos para comprar. Eis aqui, uma excelente oportunidade para sua empresa explicar o que pode estar acontecendo e apontar possíveis respostas que solucionem seus problemas. Invista em blog posts, vídeos baseados nos termos e palavras-chave mais buscados.

Meio de funil

O meio de funil é a etapa da conversão, da consideração dos problemas e da necessidade de respostas. Aqui a pessoa já sabe que tem um problema, pretende resolvê-lo e acredita que os conteúdos do seu blog podem ajudá-lo de alguma maneira. É hora de oferecer materiais de conversão como e-books, whitepapers, infográficos e planilhas, sempre lembrando, é claro, de solicitar informações básicas para liberar o link do download gratuito. Preenchendo formulário, essa nova lead entra para a sua lista de possíveis clientes. O que nos leva à próxima etapa.

Fundo de funil

Se o visitante do seu site chegou até essa etapa é porque está preparado para realizar uma compra com você ou ser abordado pelo seu time de vendas. Afinal, ele já conhece seus problemas e as possíveis soluções que você mencionou. E acredite, ele considera você como um possível solucionador. Invista em cases de sucesso e trial do seu produto ou serviço, materiais altamente indicados para eliminar quaisquer dúvidas que possam ter restado.

Num mercado competitivo, o blog é um tipo de estratégia fundamental para que sua loja virtual tenha sucesso. Caso ainda não tenha um blog, comece a planejar o seu imediatamente. Isso pode ajudar você a conquistar clientes e aumentar suas vendas.

Quer saber mais detalhes sobre o por que sua empresa precisa ter um blog o quanto antes? Então, baixe seu e-book agora mesmo e, se possível, nos conte como foi essa experiência e se conseguimos ajudá-lo.

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Design Thinking para e-commerce: a importância das inovações

É comum ao pensarmos no inventor Thomas Edison, lembrarmos de apenas uma de suas grandes invenções: a lâmpada elétrica. No entanto, pouca gente se recorda (ou sequer sabe) que Edison, a fim de levar essa inovação para os lares dos americanos, também inventou o sistema de distribuição de eletricidade que conhecemos hoje. E isso só foi possível graças ao design thinking. Esse pensamento, quando aplicado aos e-commerces, pode torná-los cada vez mais inovadores e relevantes, assim como foi a lâmpada de Edison.

Mas o que é esse tal de design thinking? Como é possível aplicar esse pensamento em uma loja virtual? Qual é a relação disso em relação à inovação? Se quer respostas para essas perguntas continue acompanhando nosso post de hoje!

Afinal, o que é design thinking?

Conhecido como o responsável por popularizar a ideia do design thinking no mundo, Tim Brown (diretor de design e inovação da IDEO) já abordou esse pensamento em diversas entrevistas e principalmente em seu livro “Design thinking: uma metodologia poderosa para decretar o fim das velhas ideias”. Para ele, o design thinking é um tipo de pensamento que proporciona criar processos a fim de solucionar problemas. As empresas, por exemplo, podem desenvolver soluções especialmente voltadas para solucionar dificuldades com seus produtos e serviços. Interessante, não acha? Mas como levar essa ideia para o universo das lojas virtuais?

Como aplicar a metodologia em lojas virtuais?

A maioria dos e-commerces de hoje tem uma preocupação básica: vender seus produtos para os clientes. Tudo bem que a preocupação é justa (e óbvia), mas é possível ter melhores resultados ao se aplicar o olhar do design thinking.

Não entendeu ainda como aplicar o design thinking na sua loja? Então pense bem: se você tem uma loja virtual que vende computadores, não deveria se preocupar apenas em vender os aparelhos. Deveria entender por que seus clientes estariam interessados neles. Se você vende carros, a ideia é a mesma: por que um comprador teria vontade de comprar um automóvel novo? Lembre-se daquele exemplo que demos lá no começo do texto, sobre Thomas Edison: se ele não tivesse pensado nas necessidades dos clientes, seu grande invento não teria muita utilidade, afinal, eram pouquíssimas as casas que contavam com eletricidade naquela época.

Só vale dizer que, para encontrar as necessidades dos clientes e buscar maneiras para seu e-commerce atender essas necessidades, é preciso pesquisar e testar soluções que, muitas vezes, ainda sequer estão no mercado. E é exatamente nesse cenário que surgem as inovações.

Qual a real importância das inovações?

Importantes não apenas por trazer novidades, as boas inovações revelam algo que ainda não foi visto no mercado. E esse detalhe pode fazer com que sejam extremamente lucrativas. Por isso, quem tem uma loja virtual não deve apenas se preocupar com a usabilidade das suas páginas ou com a saúde financeira do negócio. É preciso cuidar para que o e-commerce esteja sempre a um passo (ou mais) na frente da concorrência. E isso só é possível de uma forma: inovando com foco nas necessidades dos clientes.

Como você pôde ver, o design thinking é uma excelente ferramenta para entender quais são os problemas dos seus clientes e mostrar como sua empresa pode resolver tais problemas. Quer continuar inovando? Então é melhor começar a aplicar essa ideia junto com suas equipes!

Que tal já entrar no clima de inovação não guardando esse conhecimento só para si? Compartilhe nosso post em suas redes sociais!

guia de UX para aumentar a conversão do seu e-commerce

 

Design responsivo: o que é e por que você precisa saber

Em 2014, 9,4% de todas as compras online foram realizadas em dispositivos móveis, segundo o relatório WebShoppers divulgado pela E-bit no começo deste ano. O crescimento do m-commerce (o e-commerce mobile) entre 2013 e 2014 chegou a 84%, e a tendência é de que esses indicadores continuem aumentando nos próximos anos.

Por isso é que vender na internet, hoje, inclui necessariamente uma preocupação com os usuários de tablets e smartphones. Afinal, em países como os EUA, já são feitas mais buscas online nesse tipo de dispositivos do que em computadores desktops, criando um novo conceito de desenvolvimento: mobile first!

Esse conceito inverte a metodologia clássica de desenvolvimento web, considerando que quando vamos começar a desenvolver e planejar projetos virtuais, desde um pequeno site até um grande sistema, primeiramente devemos pensar no comportamento em dispositivos móveis e somente depois em desktops ou notebooks.

Mas como vender de maneira eficiente para todos os públicos? Como estar presente com boa usabilidade e comunicabilidade, independentemente do formato e do tamanho da tela? As respostas estão ambas no design responsivo para e-commerce! Mas não se assuste, pois vamos detalhar aqui o que exatamente é o design responsivo e por que você precisa entendê-lo para garantir o sucesso do seu e-commerce diante das tendências atuais na web. Acompanhe:

O que é design responsivo

Há algum tempo, a maioria dos computadores utilizava um monitor de resolução 800×600 ou 1024×768 pixels. Para os sites, a dimensão das telas não representava muito no que se referia à usabilidade e à navegação de suas interfaces. Mas hoje em dia temos não só uma infinidade de resoluções e proporções de telas de computadores, mas também dispositivos móveis, como Smart TVs, tablets e smartphones com tamanhos e resoluções diversas. E essa variedade gera um grande impacto na qualidade da experiência do usuário.

Nesse contexto, um site é considerado responsivo quando possui a capacidade de ajustar a disposição de seus componentes visuais, adaptando-se à resolução de tela na qual é exibido — alterando posição, altura, largura e até mesmo a formatação dos elementos gráficos —, a fim de garantir a melhor experiência do usuário ao navegar por suas páginas.

A adaptação de sites para smartphones e tablets é pensada principalmente em relação à ergonomia. Sendo assim, os textos e botões, por exemplo, ajustam-se de maneira a ficarem um abaixo do outro, permitindo uma navegação confortável e intuitiva por meio de toques. Esses ajustes têm como base o princípio de que, para manusear esses dispositivos, é mais fácil usar a rolagem de maneira vertical do que de horizontal. Os menus também sofrem alterações, geralmente se transformando em botões posicionados no canto superior (direito ou esquerdo) da tela, para que fiquem próximos à posição natural do dedão, facilitando a interação entre o menu e o usuário.

Design responsivo e mecanismos de buscas

Uma das principais vantagens de se optar por sites responsivos está ligada ao impacto nos mecanismos de buscas, principalmente depois do recente anúncio de mudanças no algoritmo de buscas da Google, que privilegiarão aqueles realmente preparados para a navegação em dispositivos móveis. E para auxiliar desenvolvedores e designers de sites, a Google disponibilizou uma ferramenta para testar a compatibilidade de qualquer página com dispositivos móveis, além de um conjunto de documentos com várias dicas e conceitos sobre sites responsivos.

O novo algoritmo da Google, chamado de PageLayout, tem a função de avaliar, por meio de critérios matemáticos, a navegabilidade dentro de um site — como os conteúdos estão dispostos e o quão fácil é encontrar determinadas informações dentro de uma página ou do site como um todo. Essa mudança reforça a preocupação da empresa com a experiência do usuário ao interagir com sites.

Para os e-commerces, o tráfego orgânico — aqueles usuários que vêm de resultados não pagos de buscas — representa a maior fatia dos visitantes na maioria dos casos. Perder representatividade nos mecanismos de buscas é, portanto, sinônimo de perda de vendas. E além de trazer um melhor posicionamento no ranking de pesquisas da Google por conta dessa alteração no algoritmo, possuir um e-commerce responsivo ainda ajuda a diminuir da taxa de rejeição do site, aumentando ainda mais as chances de posicionamento no topo das pesquisas.

Tudo isso se explica porque, como a experiência de navegação do usuário será amigável, sem a necessidade de dar zoom na página ou contando com botões pequenos demais para serem clicados com a ponta dos dedos, os visitantes provavelmente permanecerão mais tempo no site. E, de fato, quanto mais tempo os visitantes passam em seu e-commerce, maior é a chance de comprarem um de seus produtos!

Pagamentos e segurança mobile

E-commerces responsivos devem ter muito bem resolvida a questão dos pagamentos e da segurança para o usuário. Assim, contar com uma solução que contemple designs responsivos para múltiplas formas de pagamento é vital para vender bem em dispositivos móveis.

Nesse cenário, um site que se adapta a cada situação (ou seja, um site responsivo) representa a melhor solução para vender bem para usuários em qualquer plataforma. Para uma loja virtual, isso significa, por exemplo, que os consumidores poderão fazer suas compras independentemente de estarem usando o celular ou o computador. Assim, toda hora é hora de comprar!

Pense bem: em um momento de convergências de mídias, com a TV pautando o assunto das redes sociais e vice-versa, é indispensável estar acessível para pesquisas de oportunidade, que acontecem majoritariamente em dispositivos móveis.

A experiência do usuário e o m-commerce

Cada dispositivo tem características próprias que determinam, em grande parte, a maneira como as pessoas fazem uso delas. Dessa forma, para se adaptar aos dispositivos móveis, é preciso, na verdade, adaptar-se à maneira como as pessoas navegam por eles.

Smartphones são usados com as pontas dos dedos em vez de mouses e teclados físicos. Por isso, toda informação em cada tela deve ter sua posição bem calculada para ser facilmente consumida, levando em consideração as mais diversas variáveis. Já nos tablets, com telas um pouco maiores que os smartphones, é possível trabalhar de forma eficiente e agradável com um número maior de informações, mas ainda assim tomando o cuidado de adequar o tamanho de botões e textos aos dispositivos.

Agora que você já sabe o que é o design responsivo, veja também 5 motivos para ser mobile e entenda melhor como funciona o comportamento dos consumidores na web móvel. Até a próxima!

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Vendas pela internet: veja como turbiná-las

Trabalho com vendas pela internet desde 2005. Já tive a minha própria loja virtual e já ajudei milhares de pequenos empreendedores a conseguir vender online e, ao longo desse tempo todo, identifiquei os principais males que afligem grande parte dos projetos de vendas pela internet.

Segundo estatísticas da Abcomm, é muito claro, existe uma elite no comercio eletrônico brasileiro que consegue fazer vendas pela internet diariamente e de forma constante, porém, grande parte (em torno de 90%) das lojas virtuais fazem 30 pedidos por mês ou menos.

Se você faz parte dessa terrível estatística provavelmente você está cometendo alguns dos erros abaixo. Veja se você se identifica com algum deles:

  • Estratégia Errada

Não é à toa que esse item é o primeiro da lista, pois esse é o erro mais comum e mais grave. Para ser mais assertivo, talvez, nem devesse chamar esse item de estratégia errada e sim de “não ter nenhuma estratégia”. Se você quer ter um negócio de sucesso você precisa ter uma estratégia sólida e diferenciada. Planeje cada passo do seu negócio, saiba quanto irá gastar e quanto pretende faturar em um determinado período de tempo. Você irá perceber que investir em vendas pela internet exige uma estratégia pautada em dados e planejamento constante.

  • Não focar em um nicho especifico

A forma mais poderosa que conheço quando se é pequeno e não conseguimos concorrer com os grandes nas vendas pela internet é ser “nichado”. Ser “nichado” é ser focado em um público alvo específico. O Problema é que muita gente que começa uma loja virtual quer vender tudo para todo mundo. A minha dica é: foque em um público específico; conheça os hábitos de compra desse público e saiba como agradá-lo oferecendo os produtos que ele precisa.

  • Falta de informações para contato

Sim, isso é básico e muita gente não consegue sucesso em vender pela internet porque não faz o básico. Quando digo ter informações de contato é ter, pelo menos, um telefone fixo bem no topo do site e/ou um sistema de chat que fique grande parte do dia online. Se você tem um celular como telefone de contato, melhor tirar AGORA. Garanta um número de telefone próprio para realizar um bom relacionamento com o cliente.

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  • Você não utiliza vídeos

Os vídeos em lojas virtuais são recursos extremamente poderosos para ajudar a loja virtual a melhorar a taxa de conversão e a melhorar o tempo que as pessoas permanecem na sua loja virtual. Sem falar, que se você colocar os vídeos da sua loja no YouTube você ainda pode conseguir algumas visitas extras vindas de lá. A estratégia de vídeos tem sido muito utilizada por fornecer um conteúdo relevante para os clientes que buscam fazer vendas pela internet, pois tem mostrado diversos resultados e benefícios para as lojas virtuais como interação com o público e reconhecimento de marca.

  • Descrições ruins e incompletas

Isso é algo que acontece muito, pois as pessoas querem ter muitos produtos (falo mais sobre isso no item 7) e dessa forma não tem “tempo” para fazer boas descrições e os dois maiores problemas disso são:

○ Quando todas as lojas são iguais o cliente vai escolher o menor preço; então você deve garantir um diferencial da sua loja, oferecendo boas descrições de produtos que mostrem os detalhes daquilo que será comprado.

Se tudo na sua loja é igual as dos seus concorrentes o que você acha que os clientes vão levar em consideração na hora de escolher de quem comprar? De quem oferecer o menor preço, é claro.

○ Não ajuda no SEO;

Descrições de produtos copiadas de fabricantes ou muito curtas não ajudam em nada na possibilidade da sua loja virtual ser encontrada e ser bem qualificada pelo Google.

  • Plataforma não é fácil para o cliente comprar

Muitas lojas virtuais são confusas e lentas. Lembre-se, quanto mais tempo e mais cliques o seu cliente precisar dar menor será a sua taxa de conversão. Quer fazer algo para aumentar as vendas? Facilite a vida dos clientes quando eles quiserem comprar de você. Invista em um design responsivo. Se você não sabe o que é isso eu te explico: um site com um design responsivo é aquele que oferece uma experiência completa para o usuário quando acessado por meio de um dispositivo mobile. Ter um design responsivo não significa ter um aplicativo da sua loja virtual, mas sim um site que se adapte aos navegadores mobile, como o Google Chrome para celular, por exemplo.

  • Mix errado de produtos

Aqui é onde vejo muita gente começando a cavar a cova da sua loja virtual. Na ânsia de não parecer uma loja virtual nova e/ou pequena as pessoas que querem vender pela internet optam por ter um mix de produtos com grande variedade e pouca quantidade de cada produto.

Quando fazem isso, os empreendedores acabam matando todo o seu capital em estoque e não tem recursos para compra de tráfego para atrair visitantes/compradores para sua loja.

 

Para entrar mais afundo nisso deixo duas dicas:

1) Vídeo que fiz falando sobre os problemas de quem quer vender pela internet. Assista!

2) O link deste guia completo para vender na internet.  Nele fiz um resumão de tudo que aprendi nesses mais de 10 anos trabalhando com lojas virtuais.

Marcio EugênioD Loja Virtual

Saiba como a opção “retirar na loja” pode aumentar suas vendas

Um dos grandes motivos de desistências do carrinho de compras nas lojas virtuais está ligado ao acréscimo do valor da entrega, calculado no fechamento da compra. E isso só mostra que, por mais que os e-commerces possam contar com bons parceiros de transporte, esse valor ainda é um ponto fraco. Exatamente por isso pensamos em criar o artigo de hoje, explicando como a opção “retirar na loja” pode ajudá-lo a reduzir pelo menos uma parcela desses índices de desistências. Confira:

Por que o valor do frete gera desistências?

Infelizmente, grande parte das lojas virtuais não consegue oferecer a gratuidade do frete para todas as regiões do país ou mesmo para todas as categorias de produtos que comercializa. E como o valor relativo à entrega normalmente só é acrescido ao final do processo de compra, quando o cliente já adicionou todos os produtos que pretende adquirir ao carrinho e clicou no ícone para fazer o cálculo e finalizar a compra, é impossível prever quanto essa conta daria até tal ponto. E é esse acréscimo do valor, em muitos casos, que faz com que os consumidores acabem abandonando o carrinho e desistindo da compra como um todo.

Como a opção “retirar na loja” pode ajudar?

Oferecer a opção “retirar na loja” juntamente com a opção de cálculo de frete pode fazer com que os clientes de uma região próxima optem por não pagar pela entrega e fazer a retirada por si mesmos, garantindo assim a conclusão da compra. Ou seja, ao implementar a retirada como alternativa à entrega, pelo menos uma parte das desistências — referente aos clientes situados em localidades próximas ou que possam passar por ali sem maiores transtornos — poderá ser convertida em venda, consequentemente aumentando seu faturamento. Ainda que não seja uma solução definitiva para o problema da desistência do carrinho de compras, essa medida pode ajudar a reduzir os índices e aumentar as receitas.

Como oferecer essa alternativa no site?

Primeiramente, é preciso que exista uma loja ou um espaço físico disponível para que a opção “retirar na loja” possa ser implementada no seu e-commerce. Feito isso, uma excelente forma de acionar essa opção durante o processo de compras é antes mesmo de o cliente informar os dados de entrega. Dessa forma, sem nem mesmo ter sido direcionado para a finalização da compra e passado pelo processo de selecionar a forma de frete e o respectivo endereço para a entrega, o cliente já deixa marcada a opção “retirar na loja”. Ao reduzir o tempo total da transação, a experiência de compra também passa a ser melhor.

Caso você possua lojas físicas espalhadas em diversas regiões, é possível oferecer a opção “encontre uma loja”, baseada na proximidade com o número do CEP do cliente, juntamente com a opção de retirada. Nesse caso, o alcance de clientes é ainda maior!

Viu como, além de aumentar as vendas por meio da redução dos índices de desistências, ainda é possível alavancá-las também por meio do aumento da satisfação dos consumidores com o site? E já imaginou como isso trará mais indicações de novos clientes? Então comente aqui e nos conte se já sabia da importância de oferecer a opção “retirar na loja”. Compartilhe suas opiniões conosco e participe da conversa!

13 dicas para otimizar a busca de sua operação de e-commerce

Dentro da estratégia de marketing de uma loja virtual devemos abordar diversas estratégias de marketing digital e de busca. Pensar em uma loja virtual de sucesso, sem um bom posicionamento nas páginas de respostas dos grandes buscadores, como o Google, é simplesmente algo que não existe, afinal o Google é muitas vezes o primeiro porto de escala para qualquer consumidor online.

Para o lojista online o que interessa é a conversão do visitante em cliente comprador. Nunca foi tão importante garantir que sua loja virtual apresente todas as necessidades daquele que busca um produto ou serviço pela internet.

A otimização de resultados da busca, é daqueles tópicos muito mais fáceis na teoria do que na prática, e para que uma loja virtual seja bem classificada pelo Google, viabilizando a procura orgânica de seus produtos e/ou serviços, as seguintes técnicas de SEO (Search Engine Optimization) são condições básicas para bom desempenho:

1 – Carregamento da Página / Page Load Times

Quando alguém compra pela internet, sempre leva em conta a velocidade em que a loja virtual carrega. Obviamente, se sua página demora muito para funcionar, você perderá um cliente. Quanto mais veloz seu site trabalhar, melhor será para suas vendas.

Assim, é essencial que seu e-commerce tenha um Capacity Planning (Plano de Capacidade), que garanta o acesso de acordo com o volume de dados demandado, com um plano de manutenção e hospedagem que garanta o crescimento e picos de visitação, beneficiando o posicionamento da loja virtual nos buscadores e garantindo que não ocorra perdas de vendas.

2 – Nome da página

Da mesma forma que um documento no Word ou uma planilha Excel devem ser salvos com um nome fácil de achar e identificar, uma página de um site, em especial de venda pela internet, também deve se preocupar em definir um nome lógico para a página em questão.

Os títulos que você pode designar para as páginas do seu site são chaves para o search. Auxiliam na busca do Google e também proporcionam a oportunidade de conquistar a atenção dos consumidores online, levando-os a clicar e se relacionar com o site de forma mais eficiente.

3 – Descrição da página

A descrição é o conteúdo obrigatório do SEO de cada página de um site, pois é responsável pela apresentação do seu produto, portanto é de extrema importância à objetividade do seu texto, resumido entre 100 e 150 palavras, para que facilite a vida daquele que busca pelo produto. Quanto mais explicado estiver, melhor será para os seus negócios.

Fique ligado: conteúdos mais extensos do que o recomendado, podem ser ignorados pelas ferramentas de indexação dos motores de buscas mais utilizados.

4 – Conteúdo da Página (Page Content)

Já o page content se refere a todo conteúdo interno de uma página de venda online, levando em consideração a descrição do seu produto, incluindo todo texto, links e imagens que são visíveis e estão estruturadas em sua página web.

5 – Descrição de Produtos

Para que o seu site seja encontrado no buscador é preciso investir numa descrição clara e objetiva. Assim, não é aconselhável copiar descrições de outras lojas virtuais já que o cliente encontrará informações iguais, o que tornará sua busca inútil. É preciso mostrar o diferencial do seu produto, porquê o cliente deve escolhê-lo. Use a criatividade para induzir à compra pelo produto. Essa é a oportunidade para explicar o que é o produto que você está vendendo e quais são suas funcionalidades, características e diferenciais.

6 – Palavras e Expressões-chave 

É de extrema importância que você utilize palavras ou expressões chaves, para que seu site seja facilmente encontrado. Porém, deve-se pensar nas palavras certas, pesquisar concorrentes e se colocar no lugar do internauta, imaginando quais seriam os termos e expressões mais usados.

Sites como o Google Trends, podem ser úteis na busca de ideias e na compreensão do comportamento dos internautas.

Vale ressaltar que essa preocupação deve levar em conta cada um dos produtos ou serviços comercializados, viabilizando as palavras adequadas para cada página, sendo essencial que, além das Tags (palavras-chave), os termos escolhidos façam parte do conteúdo do produto, seja no seu nome ou na sua descrição.

7 – Definição de Imagens

Todo bom site de e-commerce ilustra seu conteúdo com foto e imagens de produtos ou serviços. O segredo do uso das imagens para o SEO está, não só na escolha de imagens representativas, mas também em seu processo de “Taggeamento”. Portanto, se sua página apresentar imagens com nomes e descrições relacionadas aos seus produtos, você estará na frente da concorrência. É importante não se esquecer de nomear a imagem com a tag h1 que você escolheu isso é realmente o mais importante.

8 – Tags de cabeçalho

São códigos utilizados na HTML de uma página web para criar títulos, e definir a hierarquia de um conteúdo. Apresentam-se de acordo com a seguinte sintaxe: <h1>Título do seu produto</h1>.

Assim, as tags são importantes indicadores para os motores de busca do conteúdo da sua página, sendo essencial que cada página tenha uma tag h1 definida.

9 – Links internos ou de saída

Todo site que oferece links de saída em suas páginas internas é considerado mais relevante pelos buscadores, do que sites sem links de referência externas, assim recomendamos que não restrinja o acesso à informação por parte de seus visitantes. Forneça você mesmo acesso às informações adicionais, sem obrigar o internauta a fazer uma busca adicional fora de sua loja virtual.

Outra peculiaridade que o Google avalia, é se o seu site possui links internos, que são presentes em qualquer página do seu site e que apontam para outra página do mesmo, ajudando na mobilidade de quem pesquisa.

10 – URL das páginas do Site (Uniform Resource Locator)

Também conhecido como “URL”, é um dos itens mais relevantes para o algorítimo dos sites de busca, pois, sendo a definição de nome de cada página do seu site, ajudam os motores de busca na ordenação do conteúdo de cada página e decidem onde classificá-lo em resultados de pesquisas.

Portanto, é importante visualizar se suas URLs são estruturadas de uma forma que se torne amigável para os motores de busca.

Uma página que tenha um nome genérico como /produtos/itemID=256, tem um significado totalmente diferente para um buscador, do que uma página como /produtos/celular/iphone6. Assim, as chances dessa segunda opção ser mostrada numa busca relacionada ao Smartphone em questão, acaba sendo muito maior.

Uma boa definição de URL cria a chance de que mais pessoas cheguem à página de seu produto através dos buscadores, valorizando cada uma das páginas de seu e-cmmerce, atraindo e conquistando clientes com um menor número de cliques.

11 – Erros do site

Outro fato que incomoda um comprador online e que os buscadores não perdoam, são os erros apresentados no site, como links quebrados ou inativos.

Existem ferramentas que verificam automaticamente a existência de erros no site, e podem ser usadas para localizar e corrigir essas falhas recomendamos o Google Web Master Tools para se assegurar da qualidade dos links de sua loja virtual.

12 – Design responsivo

Quando dizemos “responsivo”, nos referimos aos sites que aderem à dimensão de qualquer aparelho eletrônico.

Se sua loja virtual tiver esse tipo de design, seu futuro cliente ficará satisfeito pelo simples fato de não ter que ficar diminuindo a tela para navegar pelo seu site.

Ter o design responsivo, é a garantia de atender o crescente público de Smartphones e Tablets, sem a necessidade de construir um ambiente web para cada tipo de aparelho, garantindo uma experiência completa do processo de compra independente da interface de navegação escolhida pelo cliente.

Recentemente, o Google informou publicamente que sites não responsivos teriam seu posicionamento modificado no algorítmo de busca e passaria a privilegiar sites que tenham boa apresentação em todos navegadores e equipamentos usados pelos internautas.

13 – Integração com Mídias Sociais

Hoje em dia, sua empresa deve estar onde o seu cliente está, e com a miríade de ferramentas de mídias sociais, esse processo ficou um pouco mais complexo, com necessidade de interagir com clientes e prospects fora de sua loja on-line, identificando e entrando na conversação em ferramentas como o Facebook, Twitter, Instagram, Blogs e etc.

Os buscadores identificam se seu site está conectado com as principais mídias sociais, agregando valor nos resultados de busca de acordo com sua participação e assertividade na comunicação gerada nesses canais.

E se você está procurando pelo sucesso da sua loja virtual e pelo melhor trabalho com SEO, a eCShop tem o que você precisa! Entre em contato e faça o teste grátis durante 15 dias, com os melhores planos para e-commerce.

Fonte/ crédito: Letícia Galvão – eCShop

14 termos de e-commerce que você precisa entender

Já notou que ramos de atividades diferentes possuem jargões bem específicos, que podem acabar deixando quem não é da área extremamente confuso? Em muitos casos, esses termos acabam sendo importados do inglês e sendo mais usados na língua estrangeira do que sua respectiva referência em português, o que pode complicar ainda mais o entendimento, dessa vez até mesmo para quem é da área, mas não domina o idioma. Pois com o universo do e-commerce isso não seria diferente! Pensando exatamente nessas dificuldades, decidimos criar aqui uma listinha com alguns termos de e-commerce mais usados, explicando brevemente suas definições. Quer aprender mais sobre o assunto? Então continue acompanhando:

Back Office

É um módulo de gestão que não só identifica como permite o gerenciamento dos processos da loja virtual, envolvendo desde o cadastro dos clientes até o controle das entregas.

Business to Business (B2B)

Pode ser traduzido literalmente como de empresa para empresa, referindo-se a negociações que são realizadas apenas entre empresas.

Business to Consumer (B2C)

Já esse dá até para adivinhar agora, certo? Traduzido como de empresa para consumidores, refere-se a negociações que são realizadas entre empresas e consumidores finais.

Chargeback

Esse termo representa o cancelamento de determinada compra efetuada por meio de cartão, o que acontece quando o titular não reconhece a compra — por motivo de fraude, por exemplo. Nesse caso, a empresa entrega o produto, mas não recebe o valor referente àquela venda.banner-face-chargeback

Cross-selling

É o termo usado para se referir a uma estratégia de marketing que consiste em oferecer aos clientes um produto complementar ao que foi ou está sendo adquirido.

Enterprise Resource Planning (ERP)

É um sistema de gestão empresarial que integra todos os dados e processos de uma empresa em apenas um software — que vão desde a negociação da compra até a baixa do comprovante de entrega, passando por rotinas financeiras e de vendas, além de incluir também processos da área de RH. Esse sistema contribui enormemente para uma gestão mais assertiva da empresa.

Gateway de pagamento

É o sistema responsável por realizar a comunicação entre o e-commerce e as operadoras de pagamento, responsáveis pelas plataformas de recebimentos referentes aos valores das vendas efetuadas.

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Google AdWords

Refere-se à ferramenta disponibilizada pela Google que tem como objetivo gerar mais tráfego para a loja virtual por meio de palavras-chave estratégicas, que ajudarão a identificar seu negócio, e links patrocinados, também conhecidos como anúncios.

Google Analytics

Outra ferramenta disponibilizada pela Google, mas que oferece análise de dados para o acompanhamento de visitantes, conversões e tantas outras métricas relativas às lojas virtuais.

Design Responsivo

Características do site que fazem com que ele se adapte automaticamente ao tamanho das telas dos dispositivos usados para acesso — o que inclui smartphones, tablets ou notebooks, por exemplo.

M-commerce

Esse termo denomina a loja virtual que é acessada por algum dispositivo mobile, seja ele qual for.

Search Engine Optimization (SEO)

A otimização para buscadores se refere a estratégias que buscam aprimorar a imagem de um site no ranking dos principais motores de busca, fazendo com que ele seja fácil e organicamente encontrado.

Secure Sockets Layer (SSL)

Camada de conexão segura, o SSL consiste em protocolos criptografados que oferecem segurança na transferência de dados pela internet.

Up-selling

Outro termo que se refere à estratégia de marketing. O up-selling consiste na oferta de um produto ou serviço de qualidade superior ou em maior quantidade do que o que já está sendo adquirido pelo cliente.

Como neste post abordamos apenas alguns dos termos de e-commerce mais frequentemente usados, que tal deixar aqui seu comentário para nos sugerir outras palavras ou termos que acha que também deveriam entrar nessa lista? Compartilhe suas opiniões e seus conhecimentos conosco e participe da conversa!

Os principais motivos de um e-commerce NÃO faturar

Se o seu e-commerce não está vendendo bem ou não está alcançando de forma alguma os objetivos que você almeja, é bem provável que esteja cometendo alguns erros básicos que possivelmente nem sequer notou. Veja os principais motivos de um e-commerce não faturar e formas para converter essa situação.

Estratégias erradas

Estratégias imprecisas ou erradas formam o erro mais comum e mais grave da maioria das lojas virtuais. Na verdade, em alguns casos, o problema é “não ter uma estratégia”. Se você quer ter um negócio de sucesso, precisa ter uma estratégia sólida e diferenciada.

Você cuida diretamente do marketing digital da sua loja? Existe algum tipo de estratégia sendo colocada em prática? Se não, você precisa tomar uma atitude. Nosso conselho é que você procure uma empresa ou profissional que possa lhe ajudar a definir uma estratégia válida e funcional. Procure também, ferramentas de marketing para sua loja virtual.

Foque em um nicho específico

Diferente dos meios tradicionais, o marketing de massa, aquele que alcança muitas pessoas ao mesmo tempo, não funciona bem na internet. Para ter sucesso, independente da área de atuação, sua loja virtual deve focar em subcategorias de mercados. O que isso significa? Que você deve focar em um nicho específico.

Que tal identificar o público que as grandes marcas não atendem e focar em táticas para vender para ele? Muita gente começa uma loja virtual querendo vender tudo para todo mundo, mas isso pode ser determinante para os baixos resultados. Por isso, identifique um “grupo menor” e tente alcançá-lo.

Falta de informações para contato

Mesmo isso sendo um aspecto básico, muita gente deixa a desejar. Quando nos referimos a informações básicas de contato, estamos falando de telefone visível, sistema de chat, área de cadastro, entre outros canais que permitam uma melhor experiência do usuário.

Nossa dica é que essas opções estejam todas disponíveis, de forma que seu cliente possa avistar e interagir facilmente. Um FAQ com as dúvidas mais frequentes e atendimento automatizado também funcionam bem, desde que o atendimento humano não seja deixado de lado.

Falta de conteúdo

Já ouviu dizer que conteúdo hoje em dia é essencial? Então, se seu e-commerce não investe em marketing de conteúdo, você pode estar perdendo vendas. Investir em um blog corporativo para expor posts informativos é uma tática quase obrigatória atualmente. Também existem outros formatos de conteúdo, como vídeos, mídias sociais, infográficos, E-books, entre outros!

Descrições ruins e incompletas

Esse é outro problema recorrente no setor. Descrições obscuras, com excesso de erros gramaticais, definitivamente afastam os consumidores. Muitos donos de lojas virtuais estão preocupados em ter muitos produtos, mas acabam não dando aquela atenção as descrições de produtos.

Informações copiadas de fabricantes, ou muito curtas, não ajudam em nada, inclusive no que diz respeito ao ranqueamento nos sites de busca como o Google. Mais uma vez ressaltamos que é bom contratar profissionais qualificados para lhe auxiliarem. Um bom redator freelancer ou outro profissional de conteúdo institucional pode resolver isso para você.

Dificuldades na navegação

Lembre-se que quanto mais tempo e cliques seu cliente precisar dar, menores serão suas taxas de conversão. Quer fazer algo para aumentar as vendas? Facilite a vida dos consumidores quando eles quiserem comprar.

A usabilidade é um quesito imprescindível para sua atuação no comércio eletrônico. Disponibilize as funções de forma clara e acessível. Se coloque no lugar de seu cliente e analise friamente se sua plataforma está proporcionando uma boa (até mesmo ótima!) experiência para o usuário. Não faça isso uma vez apenas, mas sempre.

Mix errado de produtos

Infelizmente o que muitos encaram como vantagem é, na verdade, um decreto para baixar as vendas. Na intenção de não parecer uma loja virtual nova ou pequena, as pessoas que querem vender pela internet optam por ter um mix grande de produtos, geralmente com alta variedade e pouca quantidade de cada produto.

Lembre-se que os varejos virtuais não são como os físicos. É necessário ter um estoque, mas não se pode matar todo o capital em estoque e não ter recursos para investir em meios de tráfego e atrair compradores para a loja. Para vender, não basta dar ênfase a apenas o estoque, mas também a táticas para gerar audiência. Afinal, não adianta ter produtos e não ter clientes.

Se alguns desses erros estão sendo cometidos, procure corrigi-los para você vender bem na internet. Se quiser expor alguma consideração ou dúvida, fique à vontade. Abaixo tem um espaço especialmente para você.

Fonte: S3 Commerce