Gestão de riscos e antifraude para marketplaces: por que é importante adotar

Riscos sempre fizeram parte do mundo dos negócios. No entanto, com a constante digitalização e grande procura por compras online, novos tipos de brechas podem afetar os lucros e, principalmente, a segurança. E isso interfere na empresa e também nos consumidores. Para evitar essas vulnerabilidades, como é a sua gestão de riscos atualmente?

Como o material criado pelo PagSeguro destaca: “a insegurança ainda é presença constante na vida de quem escolhe vender pela internet, afinal, as fraudes, invasões de conta e roubos de dados continuam sendo um risco muito grande, representando prejuízos consideráveis para o e-commerce.”

Por isso, vamos ajudar você a entender como a gestão de riscos e antifraude em espaços online é necessária. Acompanhe!

Por que uma gestão de riscos é necessária no comércio online 

Com a necessidade de contar com processos seguros nos marketplaces, a gestão de riscos é uma abordagem que deve ser considerada pelas empresas o quanto antes. Quem escolhe vender pela internet, acaba se arriscando a ser vítima de fraudes, invasões e até mesmo roubo de dados, o que pode acarretar em grandes prejuízos.

Diferente do ambiente físico, o varejo online (ainda mais agora do que anos atrás) possui diversos players e intermediários, como marketplace, site, redes sociais, etc. Em muitos casos, o que acontece é que as empresas não possuem times dedicados de análise de riscos e prevenção a fraudes, contando com os serviços que as plataformas oferecem.

Isso provoca a necessidade de pensar sobre a importância da gestão de riscos que é adotada, já que se trata de uma estratégia que pode criar caminhos a serem seguidos em diversas situações. Dessa forma, é preciso saber sobre os impactos que o e-commerce pode sofrer para que as estratégias de prevenção e detecção de fraudes sejam adotadas.

É válido considerar que as ameaças no ambiente virtual não são visíveis quando comparadas com uma loja física. Enquanto na loja física o cliente e o cartão estão presentes em sua frente, na virtual eles estão atrás da tela do computador, aumentando a exposição e a necessidade de conhecer melhor o cliente e as características da transação.

Principais riscos em marketplaces para ficar atento

Embora seja impossível a redução das ameaças a nível zero, é possível identificá-las, avaliá-las e traçar estratégias para que causem menos impactos. Nesse sentido, é preciso focar em, sobretudo, minimizar os prejuízos que essas situações podem causar, garantindo mais segurança para quem compra e para o crescimento da empresa.

Em relação a isso, algumas das condições em que um negócio pode ser submetido, ao se ver vulnerável a ataques virtuais, são: indisponibilidade da loja, perda da confiança dos clientes, problemas na transação em operações de venda, queda significativa de taxa de conversão e na reputação da marca.

Por isso, é importante se manter atento aos principais riscos em um marketplace, como:

  • Invasão e comprometimento de dados;
  • Chargebacks;
  • Abusos;
  • Inadimplência;
  • Golpes, fraudes e extorsões.

Vale lembrar que não são apenas lojas online que vendem produtos caros ou de marca renomada que estão sujeitas aos riscos. Lojistas que possuem faturamento de baixo a médio também não estão livres de ameaças, podendo, inclusive, serem usados, sem saber, para teste de cartões (para saber se estão válidos e ativos).

Fraudes mais comuns em produtos do e-commerce

É de se esperar que alguns produtos sejam mais cotados por fraudadores e ameaças virtuais. Provavelmente, o motivo para que estejam na lista dos mais comuns de sofrerem fraude seja a revenda relativamente fácil no que diz respeito ao mercado. Por exemplo, um celular possibilita mais facilidade de ser revendido do que um móvel.

Para ilustrar alguns dos tipos de produtos mais visados por fraudadores, temos: eletrônicos, celulares, jóias, bebidas, games, vestuários, entre outros no qual tenham uma revenda mais rápida.

Por que você deve investir na gestão de riscos e antifraude 

A importância para que marketplaces garantam um ambiente seguro e operante está justamente em evitar as chances reais de perda de negócios e de ter sua imagem comprometida.

Segundo o Mapa da Fraude 2020, publicado pela Clearsale, no Brasil houve incidência de R$3,6 bi em tentativas de fraude. Além disso, em 2020, setores de e-commerce, mercado financeiro, vendas e telecomunicações foram vítimas de 403 tentativas de fraude por hora ou 7 tentativas por minuto.

Além disso, ao realizar uma boa gestão de riscos, que é essencial para negócios de todos os segmentos, é possível:

Oferecer mais segurança quanto aos dados dos clientes

Os ativos mais importantes em uma loja virtual são os consumidores. E cada vez mais os ataques virtuais têm predominado em capturar informações sobre os clientes. Isso afeta diretamente a credibilidade do e-commerce, influenciando ainda mais na insegurança de compradores em relação a realizar compras online.

Impactar os indicadores de performance da empresa

Chargebacks de fraude impactam diretamente a saúde financeira da empresa, criando instabilidade no fluxo de caixa e resultando em prejuízos. No entando, ao identificar e conhecer as ameaças, é possível prever os meios de ataques. Isso possibilita um melhor preparo para o enfrentamento, por meio da gestão de riscos.

Gerenciar melhor as operações e otimizá-las

Ao investir em uma eficiente gestão de riscos e antifraude, torna-se possível otimizar as operações da loja. Isso porque, ao controlar melhor as ameaças e ter noção dos perigos ao redor, os sustos que podem ocorrer durante a atuação do negócio são minimizados, o que confere aos gestores maior tranquilidade, produtividade e eficiência.

Defesa contra inadimplência dos sellers

Contar com processos seguros nos marketplaces exige também uma boa gestão de risco contra a inadimplência de sellers. Um exemplo disso são aqueles que não possuem capital de giro para atender a demanda de venda e solicitaram a antecipação do pagamento das vendas realizadas. Então, ele usa esse dinheiro para comprar, posteriormente, os produtos que vendeu.

No entanto, nada garante que ele vai enviar o produto para o consumidor. Caso isso não ocorra, o comprador vai abrir um processo de chargeback para pedir o dinheiro de volta, já que não recebeu o que comprou.

Assim, acaba comprometendo não só o faturamento do marketplace em si, como também a organização do negócio, já que ele precisa devolver o valor de um produto que não foi entregue, porém, o saldo já foi adiantado para o seller.

Uma forma de tratar este risco é investindo em uma gestão que crie gatilhos de venda no início da vida do seller, determinando um volume X para as vendas. Isso permite testar o comportamento do lojista quanto à inadimplência desse tipo.

Concluindo…

Por fim, entender como o marketplace está sujeito a fraudes e precisa de uma boa gestão de riscos é o primeiro passo rumo à garantia de mais segurança. O segundo, portanto, é sobre o quanto você está disposto a investir e ter seu negócio protegido.

O Moip tem o objetivo de ajudar você a reduzir não só as transações fraudulentas como também as complexidades na hora de realizar a gestão de riscos.

Com experiência no mercado, além de expertise em promover processos de qualidade para grandes clientes do país, o Moip oferece a você gestão de riscos para seller e compradores,  além da possibilidade de resolver tudo em um só contrato. Conheça agora mesmo a solução de pagamentos mais completa para a sua empresa!

Gestão de risco: as vantagens de fazer uma análise rápida e confiável

Dentro do universo do comércio eletrônico, no qual fraudes e chargebacks ocorrem com frequência, buscar por proteção é tão fundamental que podemos dizer que se trata de uma necessidade básica. E é por isso que serviços conhecidos como gestão de risco ou análise antifraude são tão importantes para a saúde das operações de um e-commerce.

Aqui no blog, já falamos algumas vezes sobre gestão de risco, como no artigo sobre análise de risco manual e também no texto sobre gestão de risco eficiente. Hoje, nosso objetivo é mostrar as vantagens que esse processo de segurança traz para um e-commerce, especialmente se ele for rápido e confiável. Siga com a gente e confira!

A importância da gestão de risco

Os últimos anos foram bastante promissores para o comércio eletrônico, certo? Fechando um ciclo positivo, 2020 foi o ano que consolidou o e-commerce como uma opção de comércio viável e confiável. Segundo a 42ª edição do Webshoppers, as vendas online cresceram 47%, o maior índice dos últimos 20 anos. Um dos motivos foi a entrada de 7,3 milhões de novos consumidores na rota das compras virtuais.

E as expectativas para 2021 seguem o mesmo bom ritmo. Um levantamento da consultoria Ebit Nielsen prevê que as vendas online devem crescer 26%, atingindo um faturamento de R$ 110 bilhões, mantendo a força do setor e indicando que a consolidação é concreta e que não foi apenas um voo de galinha.

Porém, nem tudo são flores no ambiente virtual. Assim como os números positivos aumentam, também ganham espaço alguns dados negativos ― felizmente, não na mesma proporção. Em março de 2020, o comércio eletrônico registrou uma taxa de tentativas de fraude de 3,99%, ou seja, de cada 100 compras, quatro tiveram origem fraudulenta. Em janeiro, esse índice era de 2,78%.

Não é somente a quantidade que se torna relevante neste caso, mas também o ticket médio dos pedidos fraudulentos, que é muito acima das compras legítimas. No primeiro semestre, as vendas legais tiveram valor médio de R$ 302,22, contra R$ 641,38 das vendas fraudadas. Os criminosos sempre apostam no maior lucro possível.

É nesse contexto, ao juntar essas duas perspectivas, que a gestão de risco se torna uma necessidade básica para manter a segurança do e-commerce tanto para o vendedor quanto para o comprador. Para o dono da loja online, que geralmente é o único responsável pelo resultado das transações financeiras, fazer a análise de risco significa diminuir drasticamente os prejuízos com as compras fraudulentas, que não são ressarcidas pelas operadoras de cartão.

Já para os compradores, dá a segurança de que eles estão comprando de um e-commerce idôneo, que se preocupa com seus clientes. Lembre-se que, caso uma análise de risco aponte algo estranho em alguma transação, é possível que a compra seja verificada junto ao comprador. Se uma pessoa está usando o cartão de crédito, por exemplo, o analista pode entrar em contato para confirmar dados caso desconfie que o cartão tenha sido roubado ou clonado. Isso evita muita dor de cabeça para o consumidor.

As vantagens de investir na gestão de risco

Depois de relembrarmos a importância da gestão de risco, tão essencial em um momento de estabelecimento das raízes do e-commerce no país, é possível entender as vantagens que o processo oferece e por que fazer esse tipo de controle se torna um verdadeiro investimento para o negócio. Só não se esqueça que a gestão de risco não está limitada à transação de compra e venda. Para melhores resultados, ela deve ser implementada nos mais variados processos.

Vamos às vantagens de investir em uma gestão de risco rápida e confiável:

1 – Mais segurança para os dados de seus clientes

Os ataques a empresas com o objetivo de roubar informações pessoais dos clientes e sobre  a experiência de compra deles são cada vez mais comuns, infelizmente. Esse tipo de ataque pode acabar com a credibilidade de um e-commerce, inclusive. Ao optar por uma gestão de riscos ágil e eficiente, é possível investir em parcerias e ferramentas que monitorem e impeçam esse tipo de ataque. Essa atitude torna a sua loja um ambiente reconhecidamente confiável em relação aos concorrentes, garantindo segurança nos pagamentos online.

2 – Melhora em indicadores importantes de performance

Alguns indicadores de performance são essenciais para o e-commerce e têm relação direta com a gestão de risco. Entre os principais, podemos citar as fraudes e o chargeback, eventos que, apesar de fazerem parte da rotina de uma loja online, atrapalham muito a saúde financeira, uma vez que criam instabilidade no fluxo de caixa. O que seria lucro não se confirma e pode acabar virando prejuízo, caso o produto tenha saído do estoque sem nenhum custo.

Quando há o investimento em controlar as possíveis causas e consequência desses riscos, é possível prever com mais facilidade quando, como e por que essas situações acontecem e, então, preparar-se para enfrentá-las. Dessa forma, a gestão passa a ser uma ferramenta a mais para melhorar os indicadores, afinal, conhecer o problema é o primeiro para entendê-lo.

3 – Otimização da operação do e-commerce

Se a gestão de risco no e-commerce ajuda a reconhecer melhor os perigos que rondam a loja virtual e a se preparar para minimizá-los, ela também pode ser a oportunidade que faltava para tornar o negócio mais eficiente, ágil e atraente para o público. Com a inclusão de ferramentas de segurança e serviços intermediários especializados, o seu sistema fica mais eficiente e permite que os processos de venda se tornem mais rápidos e baratos por meio da otimização da gestão do estoque, da preparação dos pedidos e dos envios.

4 – Gestão de e-commerce sem custos

Tudo que dá mais tranquilidade para os gestores trabalharem pode ser transformado em produtividade. A ideia principal por trás de uma boa gestão de riscos de um e-commerce é criar uma rede de segurança. Uma estrutura que proteja a empresa sem que o dono e diretores precisem se preocupar ativamente com isso 24 horas. Investindo na eficiência da sua direção, você investe em previsibilidade.

Sem sustos ou surpresas, é bem mais fácil planejar e começar a buscar os objetivos que você sempre sonhou para o e-commerce. Parece muita coisa, certo? Porém, no geral, é mais simples do que você imagina. Basta começar pelo planejamento, buscar as parcerias certas e colocar seu plano em prática.

Como o Moip ajuda a defender o seu negócio

Como não poderia deixar de ser, o Moip está pronto para ajudar você a defender o seu e-commerce da melhor maneira possível. Oferecemos uma cobertura completa contra fraudes durante todo o processo de pagamento de um pedido, pois contamos com uma equipe de gestão de risco especializada em detectar e prevenir fraudes em transações online. Nossos especialistas operam diretamente na redução do falso positivo e na detecção de fraudes de cartões de crédito. Também possuímos uma área focada em prevenir a entrada no comércio eletrônico de sites ilegais. Para saber mais sobre a gestão de risco oferecido pelo Moip, entre em contato ou acesse nosso site. Se preferir, deixe um comentário no espaço abaixo que nossa equipe entrará em contato para entender melhor quais são as suas necessidades. E, claro, se precisar de uma solução de pagamentos robusta para o seu e-commerce, estamos prontos para atendê-lo também.

Nova call to action

Meios de pagamento: qual é a melhor opção para o seu negócio?

De acordo com as estimativas divulgadas em 2016 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), após diversos anos de crescimento, o varejo tradicional brasileiro, acumulou queda de quase 4% nas vendas, enquanto o comércio eletrônico apresentou crescimento exponencial, já que se tornou um dos principais aliados dos brasileiros para a aquisição de produtos, especialmente aqueles com alto valor agregado, como eletrônicos, eletrodomésticos, smartphones e informática.

categorias mais vendidas em volume de pedidos em 2015

Esse resultado animador tem gerado uma entrada de novos empreendedores no ambiente digital. E pudera, afinal é nele que milhares de aspirantes encontram uma oportunidade de ser dono do próprio negócio.

Contudo, é impossível imaginar um e-commerce ou marketplace ou sites de assinaturas sem um meio de pagamento que viabilize o escalonamento sustentável do negócio. Se considerarmos que um dos maiores desafios do comércio virtual está em ganhar a confiança dos consumidores habituados à maneira tradicional de adquirir produtos e serviços (face to face), driblar as desconfianças com relação ao pagamento é fundamental.

Em 2015, o aumento da preferência por pagamento à vista, na verdade, é reflexo da diminuição da oferta de parcelamento sem juros por parte do varejo online, combinado com certo sentimento de incerteza da população no momento econômico do país e, também, da maturidade do e-consumidor.

meios de pagamento mais utilizados em 2015

Neste cenário, a transação financeira precisa ser de máxima segurança e performance e, sobretudo, trazer economia financeira ao negócio. Considerando que o mercado de meios de pagamento no Brasil cresceu vigorosamente e hoje já são muitas as empresas de pagamentos online atuantes em território nacional, é comum que tanta diversidade cause dúvidas sobre qual solução escolher. Mas esteja certo: antes de optar por um intermediador de pagamento ou gateway de pagamento, é vital compreender muito bem as diferenças entre as duas soluções. Vamos a elas!

Fonte: Relatório WebShoppers- E-bit/Buscapé Company

Adquirentes: conectando clientes, bandeiras, bancos e lojas

Antes de qualquer passo a ser dado no ambiente digital esteja certo de uma coisa: independentemente de você utilizar um gateway ou um intermediador de pagamentos, a adquirente sempre estará presente no fluxo.

Fonte: S3 Commerce

As adquirentes (Elavon, Redecard, Getnet, FirstData, Global Payments, Stone e Cielo) são os grandes responsáveis pela comunicação entre clientes, bandeiras (Visa, Mastercard, American Express, Hipercard e Diners, por exemplo), bancos (Itaú, Bradesco, Citibank, Santander e outros) e lojas.
Eles processam as operações através da captura de pagamentos com cartão de crédito e débito durante o processo de compra e, posteriormente, entregam aos lojistas os valores recebidos por cada venda em seu estabelecimento, seja ele físico ou virtual. Em troca desse processamento cobram uma taxa por cada transação finalizada.

Imagine a seguinte situação:

Você resolve comprar um produto em sua loja favorita.Então se dirige até ela, encontra o item desejado e segue rumo ao caixa para realizar o pagamento. O caixa pergunta a forma de pagamento e você opta pelo cartão de crédito ou débito. Ele pega a maquininha de cartão, aponta a forma de pagamento (se é débito ou crédito) e digita o valor da compra. Em seguida entrega ela a você para que insira a senha.

A partir da inserção da senha, aparece na tela da maquininha, a informação “Discando…”.Nesse exato momento, o adquirente, está processando as informações do seu cartão. Para tanto, ele envia esses dados para a rede das bandeiras de cartão. As bandeiras, por sua vez, fazem contato com os bancos emissores dos cartões (para saber se há saldo suficiente para a finalização daquela compra).

Quando a transação é autenticada e aprovada pelo banco, a bandeira do cartão retorna as devidas informações ao adquirente que autoriza (ou não) o processo de compra ao lojista. Aí sim, finalmente, você pode levar o seu produto para casa. Durante todo esse processo, é a adquirente quem lida com o dinheiro a ser entregue ao lojista.

Temos um texto em nosso blog especializado em te orientar a escolher a melhor opção, adquirente ou sub-adquirente, de acordo com o seu modelo de negócio. Confira nesse link!

Gateway, o quê?

O gateway é a maquininha de cartão do mundo físico, mas no digital. É a solução ou software que processa o pagamento online realizado através de cartão de crédito, boleto ou débito em conta corrente. Podemos dizer ainda que os gateways de pagamento são plataformas capazes de conectar seu e-commerce aos agentes financeiros — como operadoras de cartão de crédito e bancos. Contudo, quem celebra o contrato com estas empresas é você, assumindo todos os riscos das transações efetuadas.

Quem optar por utilizar um gateway de pagamento terá que celebrar aproximadamente 14 contratos e realizar ao menos 3 integrações (1 com a adquirente, já que o gateway não funciona sem se comunicar com uma; 1 com a empresa fornecedora da solução de gateway de pagamento e 1 com a gestão de risco).

Além disso, há a necessidade de contratar uma empresa responsável pela conciliação financeira. É ela quem fará o controle administrativo e contábil da sua empresa, pontuando quando houve o recebimento ou pagamento na movimentação financeira.

Por que devo contratar uma ferramenta de gestão de risco contra fraude?

Simples, para minimizar as fraudes!

E claro, sabemos que isso onerará uma equipe para analisar todas as transações que ocorrerão em seu e-commerce, dependendo do tamanho da sua operação, é claro. Quando as operações são pequenas, é comum o próprio lojista assumir essa atividade, mas vale lembrar que isso reduzirá drasticamente seu tempo para se dedicar ao core do negócio. Entretanto é possível fechar um contrato com a empresa que oferece gestão de risco, conforme suas necessidades, tamanho e perspectiva de crescimento.

 meios de pagamento

Se ainda não conseguiu visualizar a importância da gestão de risco contra fraude, vamos ilustrar. Pense o seguinte:

Seu cliente é roubado ou, simplesmente perdeu o seu cartão de crédito. Qualquer pessoa mal-intencionada que encontrá-lo poderá realizar compras com ele, afinal tem em mãos o número do cartão, a data de validade e ainda o código de verificação do mesmo. Automaticamente seu cliente pode contestar a compra a qualquer momento e você não receberá pelo produto vendido, afinal não foi ele quem efetuou a compra, certo?

Contudo, vale destacar as vantagens do gateway como a maximização da conversão de vendas, através de um processo de pagamento simples e eficiente; a oferta de diversas opções de pagamento (já que você fecha os contratos); negociação de taxas razoavelmente inferiores daquelas oferecidas por alguns intermediadores (falaremos deles em breve); checkout transparente; customização para aceitar pagamentos do exterior, realizados por telefone e parcelamentos sem juros.

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Diferente dos adquirentes e intermediadores que cobram uma porcentagem por tipo de pagamento (se cartão de crédito ou boleto bancário) e uma taxa fixa (geralmente em centavos) por transação aprovada, os gateways cobram por número de transações realizadas, independente de elas serem aprovadas ou negadas, além de um valor de setup.

Intermediador de pagamento ou subadquirente

Você já deve ter ouvido falar em Pagseguro, Paypal, Mercado Pago, Payu e Wirecard, certo? Pois bem! Todos eles são subadquirentes, ou se preferir, simplesmente intermediadores ou facilitadores de pagamento. Mas afinal, qual é o papel de um subadquirente no fluxo de compra de uma loja virtual? Resumidamente, encapsular o gateway, os adquirentes, a análise de risco e a conciliação financeira em uma única solução.

processo de pagamento de um gateway

Vamos simplificar e ainda ser mais específicos. Amplamente utilizado por pequenas e médias empresas, devido ao seu custo benefício, os intermediadores de pagamento são plataformas independentes que funcionam como um meio de campo entre clientes, adquirentes e lojistas.

Oferecem uma ampla variedade de opções de pagamento, contudo cobram além da tarifa do cartão de crédito, boleto e débito online, uma taxa por transação aprovada.  Nesse modelo de pagamento, você não faz nenhum contrato com instituições financeiras, apenas se cadastra na plataforma como vendedor, informando os dados de uma conta bancária e um número de cartão de crédito.

A grande vantagem desse tipo de solução está na baixa complexidade de integração nas lojas virtuais e na implementação menos onerosa, embora a cobrança de taxas sobre as vendas sejam ligeiramente maiores que nos gateways de pagamento – giram em torno de 4% a 7% + tarifa por transação aprovada. Merece destaque também, o fato de em apenas um contrato e única integração, seu negócio ganhar todos os meios de pagamento, gestão de risco contra fraude e o repasse dos valores.

Considerando a maioria dos intermediadores de pagamento, você não precisa se preocupar com a análise de crédito no momento da venda. É a própria solução que dispõe de um sistema antifraude e equipe capacitada, responsável pela análise de dados, reduzindo o número de fraudes contra o seu negócio. Mas vale ressaltar que ainda assim existem algumas possibilidades de fraude que podem gerar custo somente ao lojista ou um custo dividido entre o intermediador de pagamento e o dono do e-commerce (mas esse é um assunto para outro e-book).

Entretanto, tanta facilidade apresenta muitas vezes, o redirecionamento do site da loja para o portal do intermediador — o que pode gerar um certo desconforto para o usuário. O bom é que existem diversas soluções do gênero que já oferecem o checkout transparente, onde não há esse redirecionamento de página.

Resultado: menos dor de cabeça, assim o pequeno e médio empreendedor pode se dedicar ao core do seu negócio, ao invés de se envolver com questões burocráticas, afinal pode contar com facilidade, flexibilidade, conversão, transparência, segurança, atendimento personalizado e mais controle.

Dependendo do seu faturamento, apesar da taxa mostrada pelo adquirente ser menor, os encargos e as dificuldades geradas por ele não são opções inteligentes e sustentáveis para clientes de um faturamento baixo ou médio. Antes de optar por um dos meios de pagamento disponíveis no mercado para o seu negócio, avalie todas as opções. Teste até estar certo de que a solução escolhida é a melhor para o momento do seu negócio.

Você pode começar com um intermediador de pagamento e a medida que a empresa escalar, pode conseguir, através de uma negociação com a solução selecionada, uma redução no valor das taxas por transação, por exemplo. A longo prazo, inclusive, pode ser que o gateway faça total sentido e, aí sim, valerá muito a pena investir nessa ideia.

Conseguiu esclarecer suas dúvidas em relação aos meios de pagamento? Deixe um comentário e conte para gente se utiliza algum dos meios de pagamento disponíveis no mercado digital e como tem sido essa experiência.

Se você ainda ficou com dúvidas sobre Gateways de Pagamento e Intermediadores, baixe o nosso E-Book no banner abaixo! Ele irá esclarecer todas as suas dúvidas e ainda ajudá-lo compreender qual é o melhor para o seu modelo de negócio!

gateway ou intermediador de pagamentos