Como montar uma loja virtual com pouco dinheiro?

Essa pergunta é feita por muita gente que deseja começar no ramo do e-commerce: como montar uma loja virtual com pouco dinheiro? (mais…)

Desafios para quem abre um e-commerce

O ano mal começou e as vendas online já começaram enfrentando novos desafios. Quem quer vender pela internet precisa estar atento tanto às novidades do mercado digital, quanto às burocracias legais e novas tecnologias. Você não pode simplesmente cadastrar seus produtos e ficar sentado esperando que alguém compre.

Algumas pessoas acham que lojas virtuais são como vender melancia na estrada, que você para o caminhão no acostamento, abre a lateral e fica sentado esperando alguém passar e querer comprar. Quem simplesmente cadastra os produtos na loja virtual e os deixa lá, são as pessoas que não fazem vendas.

Para vender na internet você precisa antes de qualquer coisa, fazer uma boa escolha do que será vendido. Você nunca terá sucesso disputando lugar com grandes marcas, pois dificilmente terá preço e condições de pagamento tão atrativas. Talvez a qualidade do seu atendimento seja melhor, mas isso não será suficiente. Gente que escolhe vender pela internet produtos difíceis de transportar, também não tem uma vida tão fácil.

Mesmo que você tome todas as medidas necessárias, se o seu produto é frágil, algum dia você terá prejuízo. Se você vende cervejas artesanais, por exemplo, e tiver um prejuízo de R$50 com uma garrafa quebrada, mais o valor do reenvio, tudo bem. Você até pode prever nas suas contas um ou dois prejuízos desse tipo por mês. Agora se você vende lustres de R$ 4 mil e tiver a mínima chance do seu produto estragar no transporte, terá um prejuízo enorme. Inevitavelmente acidentes desse tipo vão acontecer algum dia, tomara que o lojista não tenha o azar de ser justo com o lustre mais caro.

Esses pequenos detalhes precisam ser avaliados na hora que você tiver escolhendo o que vender. Pense em produtos de fácil transporte e armazenamento. Quem escolhe produtos saturados no mercado, só consegue aumentar o stress, vai ser muito esforço para poucas vendas. A escolha certa do produto também implica em escolher algo que dê lucro, não adianta um produto que você trabalha muito e ganha pouco. Com certeza não era assim que você imaginava que seria vender na internet.

Para conseguir vender e pagar as contas no final do mês existe uma série de itens que você precisa estar atento (todos eles são citados detalhadamente aqui, recomendo fortemente que você leia depois de terminar esta leitura). Hoje nós focamos na escolha do produto, porque um produto ruim pode definir o destino do seu negócio na internet. Se você já vende pela internet, avalie se fez a escolha certa e se tem chances de crescer com este produto que está vendendo. Se você ainda não tem loja virtual, pesquise sobre o mercado digital e sobre o mercado do produto que você quer vender para saber se está fazendo a escolha certa.

É possível ganhar dinheiro com vendas online, agora não se iluda achando que todo dono de e-commerce é rico. Existe uma parcela muito pequena do comércio eletrônico que faz mais de 30 pedidos por mês, eu os chamo de Elite do Comércio Eletrônico. A diferença é que com pequenos ajustes alguns lojistas podem fazer parte dessa elite.

Basta pensar, e trabalhar cada detalhe do e-commerce, layout, SEO, fotos, descrição, vídeos para produtos. É coisa demais para uma pessoa só fazer. Se você tiver poucos produtos no site, talvez um dia consiga configurar tudo corretamente. Agora se você tiver produtos demais, com 1 ou 2 unidades cada, você nunca vai conseguir terminar de configurar corretamente cada produto.

Você vai passar o mesmo trabalho para configurar produtos com 2 ou 10 unidades. A diferença é que 10 unidades demoram a serem vendidas e você pode anunciar este produto até que o estoque acabe. Já quando se tem apenas 2 unidades do produto, o anúncio mal planejado foi pro ar e o produto já está esgotado. E você precisa de um novo anúncio.

Se você quiser uma vida fácil, de ficar sentado esperando alguém chegar e comprar seu produto, largue a internet de mão, compre um caminhão e vá vender melancias.

Sobre o autor: Marcio Eugênio (D Loja Virtual) é especialista em e-commerce, colunista em diversos portais relacionados ao comércio virtual, administração e empreendedorismo, além de contar com uma vasta experiência em vendas online.

como montar um plano de negócio

Marketplaces ou lojas próprias: qual a melhor opção?

O desenvolvimento de novos modelos de negócio resultou na popularização e no avanço de práticas simplesmente revolucionárias de comércio eletrônico. Tanto que, hoje em dia, adentrar o universo do e-commerce com sucesso se tornou o sonho de milhares de empreendedores ao redor do mundo. Já está familiarizado com marketplaces e lojas virtuais próprias?

A lógica é simples: assim como a loja virtual própria, o marketplace é uma forma de comercialização online que tem como objetivo vender pela internet. O que então os diferencia? Mais simples ainda! A loja virtual é um site criado por uma empresa, possuindo layout e design customizados, URL própria e somente produtos daquela marca.

Já o marketplace não é um endereço exclusivo, configurando-se como um território compartilhado, ambiente em que os produtos se encontram lado a lado, concorrente com concorrente, em uma espécie de feirão virtual.

E então, já sabe qual é a melhor opção para vender seus produtos? Será que um modelo é mesmo melhor que o outro? Pois acompanhe o paralelo que preparamos para o post de hoje e tire suas próprias conclusões.

Visibilidade

Começando pelo marketplace, agora que você já conhece vagamente seu conceito, é de se imaginar que, como os produtos ficam expostos em sites de amplo conhecimento do público, os fregueses do anfitrião passem a ser também seus fregueses, certo? Por isso, o investimento no que diz respeito à divulgação se torna muito pequeno, consequentemente proporcionando um alto retorno.

Em contrapartida, a fidelização do consumidor acontece com o portal de anúncios e não especificamente com sua marca, que acaba se tornando dependente da estratégia do novo modelo de negócio.

Em relação às lojas virtuais, fazer com que sua página ganhe visibilidade dentre as toneladas de sites que existem por aí acaba sendo um desafio constante, que precisa de investimentos. Nesse caso, além de levar tempo e demandar boas estratégias de marketing, o custo de investimento tende a ser um pouco mais elevado.

Por outro lado, o cliente reconhece o valor da sua marca, cogitando a possibilidade de compras futuras e passando pelo processo de fidelização. E esses definitivamente são benefícios compensatórios que garantem a consolidação de seu espaço no mercado.

Reputação

No marketplace, boa reputação é requisito obrigatório. Afinal de contas, as ferramentas de recomendações e de comentários se tornaram muito sofisticadas ao longo do tempo, de modo que os consumidores, especialmente quando insatisfeitos, acabam sendo bastante enfáticos nessas plataformas. E a verdade é que, se sua reputação não estiver das melhores, você corre o risco de ser expulso.

Na loja virtual própria, por sua vez, é possível rever suas falhas com mais tranquilidade. Seguindo a máxima de que errar é humano e sabendo que principiantes realmente tendem a cometem erros, se você não tem que se reportar a ninguém não só fica mais fácil como há mais tempo para se aprender com os erros e saná-los, evitando assim que o nome da sua marca seja detonado na rede.

Lucro

Na prática, por todas as facilidades que oferece aos usuários, as taxas do marketplace costumam ser bem altas. E por mais que cada portal adote uma política diferenciada, de maneira geral todos cobram taxas calculadas sobre seu faturamento. Nesse sentido, algumas cobranças podem superar a casa dos 20%, diminuindo bastante o lucro real da marca.

E nesse caso também não adianta querer superfaturar, já que a concorrência é muito acirrada. Assim, em alguns casos, acaba sendo preciso vender em quantidades muito grandes para compensar.

Com uma loja virtual própria, por sua vez, o lucro realmente é só seu, mas há diversas despesas que não podem ser ignoradas. Aí entram a manutenção do site, a constante necessidade de implantar novas funcionalidades, a contratação de sistemas de pagamentos, hospedagem, investimentos em divulgação e a integração com transportadoras para o frete, por exemplo. Assim, apesar de ser seu, você ainda depende dos outros, tendo, de alguma forma, que colocar a mão no bolso.

Por tudo isso e muito mais, não acha que, em vez de escolher apenas um, não seria mais sensato trabalhar com ambos os modelos? Então pense grande e aproveite as oportunidades imperdíveis que os meios modernos oferecem!

Entendeu direitinho quais são as vantagens e as desvantagens de cada modelo de negócio? Comente aqui e divida suas impressões conosco!

5 erros mais comuns cometidos em um e-commerce

Quando surpreendidos pelas incontáveis oportunidades que um e-commerce pode oferecer, muitos futuros empresários do ramo de negócios virtuais acabam não planejando devidamente o empreendimento e derrapam logo no começo das operações. (mais…)

Logística no e-commerce: desenvolva-a com eficiência

Uma das etapas mais importantes para o bom funcionamento de uma loja virtual é sem dúvida a logística no e-commerce. Tema de grandes discussões, debates e palestras, é justamente este o assunto que vamos abordar hoje, no segundo post da série passo a passo para abrir uma loja virtual.

Essa Palestra Online abaixo ensina grandes dicas sobre a otimização de um processo de logística no e-commerce. Nele, você verá sobre operadores logísticos, embalagens, fulfilment e muito mais. Confira!

Muito mais do que uma simples entrega

A logística no e-commerce é um grande desafio, independentemente do tamanho da empresa – pequena, média ou grande. O processo que envolve receber o pedido, separar e organizar o produto e entregá-lo em perfeitas condições e dentro do prazo para o cliente, tem deixado muitos empresários do mundo virtual de cabelo em pé.

Vale lembrar que com uma boa organização e até mesmo com um sistema eficiente para o controle de mercadorias, empresas de pequeno porte podem fazer o processo de logística internamente. Esta opção pode ser considerada principalmente devido aos custos bastante elevados para a terceirização de um sistema de logística.

Mas, para tanto, é preciso conhecimento. Investir em cursos sobre o assunto, conversar com outros empresários da área e buscar o máximo de informações podem trazer bons resultados.

De qualquer forma, ter uma boa logística (ou, e-logística – termo usado em e-commerce) – interna ou com o auxílio de uma boa plataforma externa – é imprescindível para crescimento sustentável e fidelização dos clientes de sua loja virtual.

Veja algumas dicas para turbinar a logística no e-commerce:

Planejamento – Tudo começa com o bom e velho planejamento. As formas e etapas de entrega dos produtos precisam estar claras e bem definidas desde as ideias embrionárias do negócio. Considere as características físicas do produto, área de atuação do e-commerce e o estoque da mercadoria.

Atenção ao estoque – O produto que você irá entregar é perecível? Necessita de armazenamento adequado? Quais os cuidados devem ser tomados no momento de embalar este produto? O setor administrativo da empresa estará próximo ao estoque? Analise cada detalhe e coloque hipóteses negativas para evitar ou reverter possíveis problemas.

Cuidados com a embalagem – Se você pensa que a embalagem não é muito importante, pois o que importa de fato é a qualidade do seu produto, você não está totalmente equivocado. Mas tenha em mente que a embalagem pode enriquecer a percepção do cliente com a sua loja e produto, além de que uma embalagem de qualidade pode preservar a integridade da mercadoria. Leia mais sobre a importância da embalagem em e-commerce, clicando aqui.

Forneça informações – Quer deixar o seu cliente tranquilo? Diga para ele em qual etapa do processo de entrega está o produto que ele comprou. Muitos fornecedores de logística fornecem este serviço e se você for o responsável pela entrega, não deixe de se atentar a este ponto.

Escolha uma empresa de entrega – No mercado existem muitas empresas do ramo de entrega e logística e na hora da escolha por alguma delas, considere as características da sua empresa, localização do estoque, serviços que o fornecedor oferece e quanto de valor a sua empresa poderá arcar com este custo. Veja a lista de fornecedores de logística e entrega do Portal E-Commerce Brasil.

Não se esqueça da troca – Não frustre o seu cliente. Tenha um sistema eficiente de troca de produtos. Caso não tenha mais o produto que o cliente comprou em estoque, seja honesto e avise-o com rapidez. O sistema de troca do seu e-commerce só será eficiente se o seu estoque estiver afinado com a entrega.

O processo de logística não é simples, mas se bem organizado servirá de base para fidelizar o cliente e criar uma empresa sustentável.

Tem alguma outra ideia sobre logística no e-commerce? Será um prazer ouvir a sua opinião! Comente e compartilhe conosco o seu conhecimento!

No próximo artigo: a importância de dispor canais de atendimento ao cliente.

Até lá!

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Leia também:

Passo a passo para abrir uma loja virtual

Como escolher uma plataforma de e-commerce

Plataforma para loja virtual: como escolher?

O comércio eletrônico é um mundo de oportunidades para quem se aventura nele. Por outro lado, abrir um negócio na Web pode não ser tão simples como parece. Com o objetivo de auxiliar futuros empreendedores online, o nosso Blog lança uma nova série que aborda com detalhes cada passo a passo para abrir uma loja virtual. Aqui você verá algumas dicas para escolher a melhor plataforma para loja virtual para o seu site.

Nas próximas semanas, vamos apresentar opiniões, fornecer informações técnicas e relevantes e destrinchar cada um dos passos para que você crie uma loja virtual de sucesso.

Este material será de grande importância para você que deseja abrir um e-commerce, mas encontra-se perdido em meio a tantas informações, dados e opiniões.

Você sabe o que é, para que serve e como escolher uma plataforma para loja virtual? É justamente este o tema do nosso post de hoje. Vamos lá?

Hospedando um site na Web – Let’s start!

A Plataforma para loja virtual é o sistema responsável pelo gerenciamento e visualização da loja virtual na Web. Criação e gerenciamento (produtos, estoques, preços, pagamentos…) fazem parte do escopo de funções desta ferramenta, que engloba inclusive rotineiras de uma loja virtual.

A escolha de uma plataforma para loja virtual que seja adequada ao perfil do negócio é um dos passos mais importantes para o sucesso de uma loja virtual. Uma escolha certa ou errada, pode determinar o sucesso ou o fracasso de um e-commerce.

Muita atenção! Não pense que seja simples o processo de troca de plataforma no meio do caminho. Por isto invista tempo, conhecimento e energia na fase da escolha do sistema.

Além disso, é interessante observar se a ferramenta contém formas de monitoramento de redes sociais, marketing e SEO.

Dicas para escolha da plataforma para loja virtual:

Converse com varejistas online experientes – mesmo se o ramo de atuação for diferente do seu, vale a pena ouvir a opinião de pessoas que já passaram por esta etapa. Aprender com erros e acertos dos outros é uma forma de atingir objetivos de forma mais rápida e menos árdua. Uma ótima forma de ampliar a sua rede de contatos é participando de eventos. Veja um dos mais importantes calendários de eventos do setor.

-Considere boas referências do mercado: Algumas plataformas para loja virtual são referências no mercado pela sua qualidade e custo benefício. Plataformas com a Vtex, NuvemShop, Fastcommerce e XTech são boas referências do mercado. Analise a que mais se enquadra de acordo com o seu modelo de negócio e garanta um site otimizado.

Colha o máximo de informações – Pode parecer uma dica clichê, mas infelizmente muitas lojas virtuais que se mostravam promissoras fecharam devido às decisões equivocadas que poderiam ter sido evitadas. Por isso, consulte sites especializados no tema com matérias, artigos e notícias do setor. Além do Blog da Wirecard, boas referências sobre e-commerce são os portais E-Commerce Brasil, E-Commerce News e e-Bit.

Considere o perfil da loja e invista em conhecimento – De nada adianta uma plataforma com uma série de funções sofisticadas se quem for operá-la não tiver conhecimento para usá-la. Faça o planejamento da sua loja em curto, médio e longo prazo e programe-se. Com isto em mente, busque conhecimento. Seguem alguns portais de cursos online para que você e sua equipe se mantenham atualizados:

Uni Buscapé Company

Internet Innovation

Impacta

Esperamos que este post possa de fato te ajudar a entender um pouco mais sobre a importância da escolha de uma boa plataforma para o seu e-commerce. Tenha sempre em mente que a plataforma para loja virtual é a base do seu e-commerce e que quando a base não está sólida, nada se sustenta.

 

 

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Como manter a saúde do seu negócio nos primeiros cinco anos

O brasileiro gosta de empreender. Mesmo com todas as dificuldades intrínsecas à abertura de um negócio, como investimento de risco, carga tributária elevada e instabilidade econômica, a cada dia novas empresas são criadas repletas de expectativas.

Contudo, esta força de vontade por abrir o próprio negócio, na maioria das vezes não é suficiente para que a empresa se estabeleça no mercado. (mais…)

Gestão Financeira: Os 6 maiores erros que você não pode cometer

Parece mentira, porém, mais de 90% das pequenas empresas não sabem dizer ao fim de cada mês, ou ano, se a empresa deu lucro ou prejuízo. Pensando nisso é preciso ficar de olho para que o seu negócio não feche nos primeiros meses. Veja abaixo alguns dos maiores erros de gestão financeira que você não pode cometer no seu e-commerce ou negócio:

#1 Não saber registrar as transações da empresa

 Antes de mais nada é preciso ter em mente que registrar as transações da empresa sempre será a regra número 1 de qualquer gestão financeira bem sucedida. É a partir desses registros que você tomará decisões de investimento ou corte de gastos, por exemplo. Sem ter informações corretas como saldo do caixa, valor de estoque das mercadorias, volume das despesas fixas é impossível saber quanto e quando investir em determinada área da sua empresa.

#2 Não saber se a empresa dá lucro

Você sabe a diferença entre lucro e saldo de caixa? Em termos simples o lucro é a diferença entre os ganhos e as perdas. Se os ganhos forem maiores que as perdas temos lucro, se forem menores temos prejuízo. No entanto, o lucro não é necessariamente o dinheiro que você tem “sobrando”. Por exemplo: Você comprou um produto por R$ 10 (desconsidere outros gastos) e o vendeu por R$ 14. Você teve um lucro de R$ 4, só que se a compra não foi à vista, na verdade você ainda não recebeu esse valor do seu cliente. O lucro também pode estar em formas de ativo como investimento em estoque, bens e equipamentos, etc.

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Já o saldo é o dinheiro físico ou “visível” no caixa da empresa, o resultado da entrada e saída de todo o dinheiro naquele dia, semana, mês. Isso significa que a sobra de dinheiro em caixa não é sinônimo da obtenção de lucro e falta de dinheiro em caixa não é sinônimo de prejuízo. Para a administração financeira ambos são importantes e complementam um ao outro. Uma ferramenta bastante usada para ver se a empresa está gerando lucro é o Demonstrativo de Resultados do Exercício (DRE).

#3 Não calcular corretamente o preço de venda dos produtos

Para calcular o preço de venda dos produtos é necessário conhecer os custos e despesas da empresa. Os custos são os gastos de aquisição ou produção de mercadorias, como matéria-prima, mão de obra e gastos de produção e podem ser fixos (como as contas de aluguel, luz e água) ou variáveis (como frete, impostos e comissões de funcionários).

O controle do fluxo de caixa, o registro do custo das mercadorias vendidas e das despesas fixas são outros processos importantes a serem considerados na Gestão Financeira de uma empresa.

#4 Não conhecer corretamente o volume e a origem dos recebimentos

Registrar o volume e a origem dos recebimentos é uma prática muito importante no controle de fluxo de caixa. O fluxo de caixa é o principal “termômetro” da empresa, pois mostra em tempo real todas as movimentações financeiras (entradas e saídas) de um período (geralmente um mês) ajudando a avaliar o desempenho e  fazer o planejamento da empresa para os próximos meses. Lembre-se de fazer esses registros separadamente em categorias, como por exemplo: impostos, funcionários e pró-labore., Outra dica é fazer o registro do recebimento e não da venda. Por exemplo: Se você vendeu um produto em três parcelas de R$ 20, lembre-se de fazer três registros, ao invés de um único registro no valor total (R$ 60), assim você terá um registro mais “real” de quanto você tem em caixa.

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#5 Não conhecer corretamente o custo das mercadorias vendidas

O registro errado das mercadorias no estoque pode prejudicar o cálculo sobre o custo das mercadorias vendidas e também influenciar os balanços financeiros. Se você não possui softwares ou ferramentas automáticas de controle e registro de estoque vale a pena adotar práticas simples como não esquecer de registrar a data, a quantidade e o preço do produto no momento em que você o recebe do fornecedor e encerrar suas fichas de estoque anotando o saldo em estoque e o total do custo das mercadorias vendidas no fim de cada mês.

#6 Não saber corretamente o valor das despesas fixas

Fazer a separação das despesas pessoais dos sócios em relação às despesas da empresa é fundamental para saber o valor correto das despesas fixas. Conhecer as despesas fixas, por sua vez é importante na hora de fazer o cálculo correto do preço dos seus produtos. Como despesas fixas você deve considerar gastos como aluguel, IPTU, folha de pagamento (impostos), pró-labore, despesas de manutenção do prédio, despesas comescritório de contabilidade ou prestadores de serviços, depreciações e amortizações, material de escritório, tarifas de água, telefone, energia, propaganda e seguros.

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