Criei uma loja online, e agora? Como escolher a solução de pagamentos?

Diariamente são criadas lojas virtuais dos mais variados setores. Porém, muitas vezes somente após a criação da loja vem a pergunta: e agora, como escolher a solução de pagamentos?

Lembre-se que essa escolha está relacionada diretamente ao fluxo de caixa da sua empresa, portanto uma boa escolha, certamente se refletirá nos resultados do negócio já que se trata do mediador financeiro com os clientes.

Quer saber quais os pontos mais importantes para uma boa escolha? Então acompanhe o post!

Porque a sua empresa precisa de uma solução de pagamento

O meio de pagamento para loja online é o sistema que permite realizar os pagamentos via cartões de crédito, débito ou boleto, dentre outras opções.

Quando os e-commerces implantam uma solução adequada, passam a ter melhor relacionamento com o consumidor, o que gera redução da inadimplência, maximização dos lucros e a segurança para ambos os lados.

E para isso a escolha das lojas virtuais deve ser embasada em determinados elementos, os quais devem ser analisados minuciosamente para que atenda às suas expectativas.

Como escolher sua solução de pagamentos

Para facilitar a decisão sobre a melhor escolha para o seu negócio, listamos algumas dicas importantes que irão te ajudar nesta tarefa:

Compatibilidade com a plataforma de e-commerce: o primeiro passo é verificar quais meios de pagamentos estão disponíveis na plataforma de e-commerce escolhida. As plataformas oferecem diferentes condições. Nesse processo, considere as taxas anuais e mensais do sistema, bem como da ativação do serviço;

Certificados de segurança: um certificado básico para oferecer pagamentos online é o SSL (Secure Socket Layer). Além de criptografar os dados que circulam no ambiente online, estes selos também passam confiança para o público;

Checkout transparente: por mais que os consumidores estejam cada vez mais acostumados com as compras online, o checkout transparente segue sendo fundamental para evitar o abandono de carrinho;

Fácil integração e suporte ao cliente: para que o meio de pagamento seja utilizado com máximo desempenho é fundamental que tenha boa integração com o e-commerce. Portanto, no momento de decidir, verifique a integração e se o suporte oferecido é ágil e eficiente;

Análise de taxas e custos extras: outro fator indispensável no momento de decisão sobre a plataforma de pagamento é verificar as taxas e os custos extras cobrados;

Possibilidade de antecipação de recebíveis: vale considerar a possibilidade de receber antecipadamente os valores das transações; 

Serviços oferecidos: as soluções do mercado variam conforme os recursos e serviços disponíveis aos clientes, por isso é importante analisar quais são eles, como gestão de risco, por exemplo;

– Meios de pagamento oferecidos: um aspecto não menos importante são os meios de pagamento oferecidos, facilitando a conciliação e dispensando mais de um contrato.

Conheça o Moip

O Moip é uma solução de pagamentos online completa e que conta com as principais bandeiras do mercado, análise de riscos, proteção de chargebacks, checkout transparente, pagamentos recorrentes e muito mais.

Contar com a ferramenta certa e de confiança, é decisivo para o empreendedor se manter focado no negócio. O Moip apoia empresas de todos os tamanhos a terem uma gestão financeira de sucesso.

Para saber mais, entre em contato com um dos especialistas.

Como o checkout transparente impacta diretamente o seu negócio

O momento atual do setor de e-commerce é de muita competitividade, o que vem impulsionando a demanda por recursos que promovam uma boa experiência aos consumidores. Para se ter ideia, somente em 2020, 13 milhões de brasileiros realizaram sua primeira compra online. Apesar de ser um mercado promissor e em constante crescimento, é fundamental estar atento a soluções que destaquem o empreendimento da alta concorrência, como é o caso do checkout transparente. 

Se você tem dúvidas sobre o conceito, ele consiste basicamente no processamento do pagamento de um e-commerce realizado dentro do próprio site, ao contrário do processo padrão que redireciona para outra plataforma, gerando desconfiança e insatisfação, o que acaba por afastar clientes. 

Aliás, essa não é uma tarefa difícil. Para se ter ideia, conforme pesquisa da Ve Interative, a taxa média de abandono de carrinho no Brasil é de 83%. Ou seja, se a sua loja virtual não estiver bem preparada, no que envolve o checkout, as chances de perder consumidores para a concorrência é grande. 

Como a falta de um checkout transparente afeta as vendas de um negócio

Imagine que você está navegando em um e-commerce e, ao finalizar a compra e ir para o carrinho, precisa preencher um formulário extenso ou é direcionado para uma página que já não faz parte da loja. Muito provavelmente, iria se questionar sobre a questão, ou mesmo desistiria do site, concorda? 

Pois é justamente isso que acontece com grande parte dos consumidores. Nesse contexto, a falta de um checkout transparente pode acarretar negativamente em diferentes aspectos. Alguns deles são:

Desconfiança da credibilidade e segurança da loja: por mais que as pessoas estejam cada vez mais acostumadas ao universo online, é muito comum que desconfiem de sites onde os processos não são bem claros, o que desfavorece a vontade de se tornar cliente;

Maior abandono de carrinho: se a taxa de abandono de carrinho já é grande entre os consumidores, quando um e-commerce deixar de investir em um checkout transparente, o qual impacta diretamente no receio sobre a segurança dos dados pessoais, ela tende a se tornar cada vez maior; 

Experiência ruim do cliente: nunca foi tão importante priorizar as percepções dos consumidores como nos dias de hoje. Afinal, a concorrência só aumenta, na mesma medida em que as exigências por uma ótima experiência acompanham essa tendência. Se uma loja virtual não tem isso em mente, a satisfação dos seus clientes fica comprometida;

Baixa conversão de vendas: ao se oferecer uma boa experiência de compra, automaticamente o abandono de carrinho é minimizado e as conversões de vendas aumentam. Ou seja, isso significa lucratividade.

Como o Moip potencializa os processos de pagamento do seu negócio

O Moip foi pioneiro na tecnologia de checkout transparente e trouxe essa inovação para o mercado. O sistema oferece a opção de integrar diretamente o seu site por meio da própria API ou das plataformas parceiras. Isso significa uma melhor experiência para o seu cliente e maior conversão para o negócio. Para saber mais sobre a solução, entre em contato com a nossa equipe.

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Gestão de risco: as vantagens de fazer uma análise rápida e confiável

Dentro do universo do comércio eletrônico, no qual fraudes e chargebacks ocorrem com frequência, buscar por proteção é tão fundamental que podemos dizer que se trata de uma necessidade básica. E é por isso que serviços conhecidos como gestão de risco ou análise antifraude são tão importantes para a saúde das operações de um e-commerce.

Aqui no blog, já falamos algumas vezes sobre gestão de risco, como no artigo sobre análise de risco manual e também no texto sobre gestão de risco eficiente. Hoje, nosso objetivo é mostrar as vantagens que esse processo de segurança traz para um e-commerce, especialmente se ele for rápido e confiável. Siga com a gente e confira!

A importância da gestão de risco

Os últimos anos foram bastante promissores para o comércio eletrônico, certo? Fechando um ciclo positivo, 2020 foi o ano que consolidou o e-commerce como uma opção de comércio viável e confiável. Segundo a 42ª edição do Webshoppers, as vendas online cresceram 47%, o maior índice dos últimos 20 anos. Um dos motivos foi a entrada de 7,3 milhões de novos consumidores na rota das compras virtuais.

E as expectativas para 2021 seguem o mesmo bom ritmo. Um levantamento da consultoria Ebit Nielsen prevê que as vendas online devem crescer 26%, atingindo um faturamento de R$ 110 bilhões, mantendo a força do setor e indicando que a consolidação é concreta e que não foi apenas um voo de galinha.

Porém, nem tudo são flores no ambiente virtual. Assim como os números positivos aumentam, também ganham espaço alguns dados negativos ― felizmente, não na mesma proporção. Em março de 2020, o comércio eletrônico registrou uma taxa de tentativas de fraude de 3,99%, ou seja, de cada 100 compras, quatro tiveram origem fraudulenta. Em janeiro, esse índice era de 2,78%.

Não é somente a quantidade que se torna relevante neste caso, mas também o ticket médio dos pedidos fraudulentos, que é muito acima das compras legítimas. No primeiro semestre, as vendas legais tiveram valor médio de R$ 302,22, contra R$ 641,38 das vendas fraudadas. Os criminosos sempre apostam no maior lucro possível.

É nesse contexto, ao juntar essas duas perspectivas, que a gestão de risco se torna uma necessidade básica para manter a segurança do e-commerce tanto para o vendedor quanto para o comprador. Para o dono da loja online, que geralmente é o único responsável pelo resultado das transações financeiras, fazer a análise de risco significa diminuir drasticamente os prejuízos com as compras fraudulentas, que não são ressarcidas pelas operadoras de cartão.

Já para os compradores, dá a segurança de que eles estão comprando de um e-commerce idôneo, que se preocupa com seus clientes. Lembre-se que, caso uma análise de risco aponte algo estranho em alguma transação, é possível que a compra seja verificada junto ao comprador. Se uma pessoa está usando o cartão de crédito, por exemplo, o analista pode entrar em contato para confirmar dados caso desconfie que o cartão tenha sido roubado ou clonado. Isso evita muita dor de cabeça para o consumidor.

As vantagens de investir na gestão de risco

Depois de relembrarmos a importância da gestão de risco, tão essencial em um momento de estabelecimento das raízes do e-commerce no país, é possível entender as vantagens que o processo oferece e por que fazer esse tipo de controle se torna um verdadeiro investimento para o negócio. Só não se esqueça que a gestão de risco não está limitada à transação de compra e venda. Para melhores resultados, ela deve ser implementada nos mais variados processos.

Vamos às vantagens de investir em uma gestão de risco rápida e confiável:

1 – Mais segurança para os dados de seus clientes

Os ataques a empresas com o objetivo de roubar informações pessoais dos clientes e sobre  a experiência de compra deles são cada vez mais comuns, infelizmente. Esse tipo de ataque pode acabar com a credibilidade de um e-commerce, inclusive. Ao optar por uma gestão de riscos ágil e eficiente, é possível investir em parcerias e ferramentas que monitorem e impeçam esse tipo de ataque. Essa atitude torna a sua loja um ambiente reconhecidamente confiável em relação aos concorrentes, garantindo segurança nos pagamentos online.

2 – Melhora em indicadores importantes de performance

Alguns indicadores de performance são essenciais para o e-commerce e têm relação direta com a gestão de risco. Entre os principais, podemos citar as fraudes e o chargeback, eventos que, apesar de fazerem parte da rotina de uma loja online, atrapalham muito a saúde financeira, uma vez que criam instabilidade no fluxo de caixa. O que seria lucro não se confirma e pode acabar virando prejuízo, caso o produto tenha saído do estoque sem nenhum custo.

Quando há o investimento em controlar as possíveis causas e consequência desses riscos, é possível prever com mais facilidade quando, como e por que essas situações acontecem e, então, preparar-se para enfrentá-las. Dessa forma, a gestão passa a ser uma ferramenta a mais para melhorar os indicadores, afinal, conhecer o problema é o primeiro para entendê-lo.

3 – Otimização da operação do e-commerce

Se a gestão de risco no e-commerce ajuda a reconhecer melhor os perigos que rondam a loja virtual e a se preparar para minimizá-los, ela também pode ser a oportunidade que faltava para tornar o negócio mais eficiente, ágil e atraente para o público. Com a inclusão de ferramentas de segurança e serviços intermediários especializados, o seu sistema fica mais eficiente e permite que os processos de venda se tornem mais rápidos e baratos por meio da otimização da gestão do estoque, da preparação dos pedidos e dos envios.

4 – Gestão de e-commerce sem custos

Tudo que dá mais tranquilidade para os gestores trabalharem pode ser transformado em produtividade. A ideia principal por trás de uma boa gestão de riscos de um e-commerce é criar uma rede de segurança. Uma estrutura que proteja a empresa sem que o dono e diretores precisem se preocupar ativamente com isso 24 horas. Investindo na eficiência da sua direção, você investe em previsibilidade.

Sem sustos ou surpresas, é bem mais fácil planejar e começar a buscar os objetivos que você sempre sonhou para o e-commerce. Parece muita coisa, certo? Porém, no geral, é mais simples do que você imagina. Basta começar pelo planejamento, buscar as parcerias certas e colocar seu plano em prática.

Como o Moip ajuda a defender o seu negócio

Como não poderia deixar de ser, o Moip está pronto para ajudar você a defender o seu e-commerce da melhor maneira possível. Oferecemos uma cobertura completa contra fraudes durante todo o processo de pagamento de um pedido, pois contamos com uma equipe de gestão de risco especializada em detectar e prevenir fraudes em transações online. Nossos especialistas operam diretamente na redução do falso positivo e na detecção de fraudes de cartões de crédito. Também possuímos uma área focada em prevenir a entrada no comércio eletrônico de sites ilegais. Para saber mais sobre a gestão de risco oferecido pelo Moip, entre em contato ou acesse nosso site. Se preferir, deixe um comentário no espaço abaixo que nossa equipe entrará em contato para entender melhor quais são as suas necessidades. E, claro, se precisar de uma solução de pagamentos robusta para o seu e-commerce, estamos prontos para atendê-lo também.

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Como usar a recorrência para aumentar as vendas de ticket médio mais alto no seu e-commerce

Se há um nicho dentro do comércio eletrônico que está em plena expansão é o clube de assinatura: o segmento pulou de 300 empresas em 2014 para 4 mil em 2020, somando um faturamento de R$ 1 bilhão. Com base no modelo de pagamento recorrente, essa oferta contínua de produtos e serviços garante a sustentabilidade do negócio. Porém, você sabia que pode usar essa recorrência para aumentar as vendas de outras mercadorias do seu e-commerce?

É isso mesmo. Um clube de assinatura online não precisa restringir suas entregas, necessariamente, aos pacotes fixos. Ele pode disponibilizar aos clientes ou futuros clientes produtos e serviços de maneira avulsa, como uma forma de apresentar a marca para quem ainda não conhece ou proporcionar diferentes experiências para quem já conhece, mas não provou tudo o que sua loja online oferece.

Usando esse artifício é possível expandir as vendas e ampliar os ganhos do e-commerce, especialmente se trabalhar com um portfólio mais refinado e de ticket médio mais alto nas vendas avulsas. Siga com a gente e veja as dicas que separamos para ajudar você a usar a recorrência para aumentar as vendas do seu clube de assinaturas.

O que é pagamento recorrente

Sei que já falamos aqui no blog sobre pagamento recorrente, também chamado de venda recorrente ou compra recorrente. Clicando aqui você vai encontrar um artigo completo sobre o assunto. No entanto, é sempre bom fazer uma revisão rápida sobre o assunto, para não ficar nenhuma dúvida sobre o que estamos falando.

O pagamento recorrente é aquele feito por um período determinado, que pode ser mensal, bimestral, semestral, entre outros, conforme o tipo de serviço ou produto oferecido. O comprador, ao concordar com a recorrência na primeira compra, terá que fazer os pagamentos de acordo com a periodicidade estipulada.

Para o objetivo do nosso texto, o clube de assinaturas é o melhor exemplo de recorrência, mas a venda recorrente acontece em diversos tipos de produtos ou serviços, como nos planos das operadoras de internet, nas assinaturas de streamings, nas mensalidades de colégios e até nos contratos de academias. 

Inclusive, para auxiliar você a ampliar esse modelo no seu e-commerce, elencamos 5 práticas que vão ajudar, e muito, em todo o processo. Confira:

1 – Desenvolva perfis para os consumidores

Classificar os consumidores possibilita fazer uma comunicação mais eficiente e barata. Você pode começar pelo básico: idade, gênero, localização, ticket médio, total comprado, data da última compra, qualidade das compras, entre outros. Só lembre de, ao reter determinados dados, pedir a permissão do usuário, conforme a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais.

2 – Defina uma rotina de comunicação geral e categorizada

Estabeleça uma frequência e escolha por quais mídias seus clientes serão abordados. Com os dados em mãos, crie uma agenda de comunicação com todas as mídias disponíveis para sua realidade. Faça uma programação que intercale mensagens gerais com aquelas baseadas na classificação do público, pois isso ajuda a manter a audiência ativa e melhora os índices de qualidade.

3 – Categorize seus produtos a fim de ter filtros cada vez mais específicos

Categorizar os produtos auxilia na criação de landing pages mais efetivas, aumentando a assertividade da comunicação com grupos de clientes mais específicos.

4 – Estimule a recompra

Como é de conhecimento de grande parte dos empresários, a aquisição de um novo cliente é um processo mais caro que a manutenção e fidelização daqueles que estão ativos. Por isso, desenvolver ações de relacionamento com os clientes que você já tem reduz os custos gerais e aumenta o lifetime value. Por isso, parte da comunicação deve ser voltada a esse relacionamento, dando um estímulo, como um desconto ou um brinde, para que o cliente entre na recorrência.

5 – Tenha um pós-venda ativo

Na venda presencial, saber sobre a satisfação do cliente é instantâneo, pode ser feita na loja mesmo. Já no e-commerce, esse processo é um pouco mais delicado e precisa de atenção. Muitas lojas online, assim que registram a entrega de um pedido, já mandam e-mail pedindo uma avaliação do processo, para verificar se tudo correu bem. E se, por acaso, recebem uma reclamação antes da finalização do processo, destacam alguém para resolver a situação. Isso cria uma relação de confiança que o faz lembrar de você na próxima necessidade de compra.

Agora que refrescamos a memória sobre o que é o pagamento recorrente e vimos algumas dicas para consolidar o modelo no e-commerce, vamos ao assunto principal do nosso artigo.

Como usar a recorrência para aumentar as vendas

A prática de oferecer um produto ou serviço complementar no encerramento de uma venda é comum no dia a dia do comércio, certo? A iniciativa de ofertar mercadorias avulsas relacionadas a um clube de assinaturas segue o mesmo princípio, só que aqui a ideia é selecionar itens especiais, que podem ou não fazer parte de um pacote e geralmente têm um ticket médio mais elevado.

Para entender melhor, vamos a um exemplo. Digamos que você tenha um clube de vinhos e entregue, todos os meses, 4 garrafas na casa de seu assinante, que são selecionadas conforme o perfil que ele preencheu no momento da assinatura. Porém, para instigar os apreciadores da bebida, seu e-commerce também faz o lançamento de novos rótulos ao longo do ano, mas que somente entram no catálogo dos kits após 12 meses. Até lá, esse produto fica disponível para venda avulsa, só que pelo preço normal, um pouco mais alto do que seria pelo clube, pois se trata de algo novo.

Essa é uma das formas de usar a recorrência para aumentar as vendas de produtos ou serviços com ticket médio mais alto no seu e-commerce, mas não é o único. Aqui, separamos mais alguns exemplos que podem ajudar você a ter boas ideias no seu negócio. Veja:

1 – Diferente de um lançamento que vai entrar no catálogo dos kits depois, como o vinho do nosso exemplo, você também pode trabalhar a venda avulsa de um lançamento que não vai entrar para os pacotes do clube, como um lançamento exclusivo da loja online. Para chamar a atenção dos associados para um produto mais caro, no entanto, é preciso oferecer alguma vantagem, como um desconto em relação a quem não faz parte do clube.

2 – Para quem trabalha com clubes de alimentos, uma alternativa de como usar a recorrência para aumentar as vendas de produtos de ticket médio mais alto é, em alguns momentos e para alguns clientes selecionados de acordo com o perfil, que citamos antes, oferecer amostras de itens específicos. E, claro, apresentar o catálogo do e-commerce com as opções que ele pode comprar para abastecer a cozinha.

3 – Abra a possibilidade do associado trocar ou incluir um novo produto no seu kit padrão. Por exemplo, no mês de aniversário dele, você informa que ele pode incluir um item diferente no kit, sem custo extra. Essa é uma forma de você conhecer melhor os gostos e desejos do seu cliente e abre a possibilidade de oferecer outros produtos avulsos do e-commerce para ele.

4 – Pense em promoções voltadas exclusivamente para os membros do clube de assinatura. Lembre-se que, na maioria dos casos, uma pessoa opta por esse tipo de compra recorrente porque quer um tratamento diferenciado, afinal, fazer parte de um clube a torna membro de uma comunidade, de algo especial. Então, quanto mais você fizer ela sentir isso, mais ela vai se integrar e querer participar, o que significa, também, adquirir os produtos que são oferecidos. Se for algo pensado de modo exclusivo, é melhor ainda.

Esses são alguns exemplos que podem ser aplicados nos mais variados tipos de clubes de assinaturas, desde vinhos e alimentos, como citamos, até produtos de beleza e livros. O mais importante, na verdade, é conhecer a fundo seus clientes e entender quais são seus desejos e necessidades.

Não esqueça de oferecer uma solução de pagamentos eficiente!

Trabalhar com pagamento recorrente no e-commerce exige uma ferramenta de cobrança adequada, como a solução de pagamentos do Moip. Com ele, você cria planos personalizados, faz a gestão de clientes, controla as finanças e até recupera pagamentos. Para saber mais, acesse nosso site ou entre em contato com a gente. Nossa equipe está pronta para atendê-lo e tirar suas dúvidas.

Conheça os novos rumos do Omnichannel

Omnichannel é um termo que vem ganhando cada vez mais espaço nas estratégias de marketing das grandes empresas. Mas, a grande verdade é que esta é uma prática que já vem sido adotada por marcas de todos os portes.

Esta estratégia nada mais é do que a integração entre os canais de comunicação da empresa, tanto no meio on-line quanto no off-line, tornando a experiência do cliente ainda mais rica e aprimorada.

Quando não existem mais barreiras entre os meios, o consumidor pode usufruir dos benefícios da loja física e da agilidade dos canais virtuais, alcançando assim uma experiência única com a marca.

Omnichannel e a revolução nas vendas

A forma mais conhecida de venda Omnichannel é a compra pelos canais virtuais com retirada na loja física. Mas esta não é a única estratégia. Quem nunca, por exemplo, estava em uma loja e pegou o celular para pesquisar mais sobre o produto? Ou, até mesmo, usou o celular para pesquisar os melhores preços enquanto decidia por uma compra?

Outra possibilidade é ir na loja física para conhecer o produto, fechar a compra pelo e-commerce da loja e receber o produto em casa. Ou ser impactado pelas redes socais, ir na loja física conhecer o produto e fechar a compra pelo e-commerce.

Esta e outras jornadas do consumidor são a prova de que estamos on-line e off-line simultaneamente o tempo todo. Por isso, é tão importante que as marcas fortaleçam todos os seus canais de venda, para que eles conversem entre si e tornem a experiência de compra muito mais intuitiva.

Com novas plataformas, ferramentas e possibilidade, esta jornada está cada vez mais complexa. Mas, apesar da complexidade, esta prática multiplataforma veio para facilitar ainda mais o jeito de comprar.

Os canais de chat são bons exemplos de como a ampliação dos meios tem facilitado a vida do consumidor. As chamadas Conversational Commerces surgiram para tornar o ato de comprar on-line muito mais humano, aproximando os clientes das marcas com conversas reais.

Segundo o CEO da OmniChat, Mauricio Trezub, “O conversational commerce, como as vendas por WhatsApp, mudou de vez a relação da marcas com seus consumidores, tornando a experiência de compra mais simples e humana”.

A possibilidade de pagamento via chat é um grande diferencial que faz da plataforma OmniChat um canal de vendas eficiente para as marcas.

Em parceria com o Moip, empresa líder no segmento de pagamentos on-line e conhecida por suas práticas omnichannel, a ferramenta possibilita a geração de um link de pagamento na própria plataforma. Tudo isso de forma segura, simples e rápida graças a integração nativa com o Moip, o possibilita uma ótima experiência de compra, já que o pagamento é gerado instantaneamente pelo vendedor e o comprador não precisa sair da plataforma para realizar o pagamento.

Como colocar a estratégia em prática

Não basta apenas estar em todos os canais. É fundamental que todos os meios conversem entre si.  E para ajudar você, montamos um passo a passo simples para que sua empresa dê aos clientes uma experiência Omnichannel satisfatória.

1- Decida como é a comunicação da sua marca.

Antes de sair se comunicando por todos os meios possíveis, você precisa definir qual é o tom de voz da sua empresa. Qual é a personalidade que você quer transmitir em seus canais? Sua empresa é divertida, séria ou amorosa? Qual é o jeito dela falar e como se comporta em situações de crise? Esta estratégia é fundamental no momento de desdobrar a comunicação para todos os canais.

Com um tom de voz bem definido, a experiência Omnichannel é fluída e verdadeira, pois o consumidor tem a sensação de estar falando com a mesma “pessoa” em todos os canais.

2- Escolha quais canais sua empresa vai estar.

Hoje em dia os empresários encontram uma grande variedade de canais de comunicação para a sua marca. Mas é importante avaliar as características e particularidades de cada meio para ter certeza de que sua empresa precisa estar lá. E, principalmente, qual é o conteúdo que poderá contribuir em cada um desses meios e, em contrapartida, qual é a possibilidade daquele canal converter comunicação em vendas.

Neste sentido, o WhatsApp, é um canal que vem ganhando um grande espaço. Afinal, todos os públicos usam o aplicativo diariamente. E nada mais cômodo do que ter suas lojas favoritas na palma da mão.

3- Coloque-se no lugar do usuário

Depois de definir o tom de voz da sua empresa e escolher os canais de comunicação, chegou a hora de conversar com seus clientes e prospects. Esta é uma grande possibilidade de tornar a experiência do usuário agradável e única, atuando com empatia em todos os meios.

Quando a marca se coloca no lugar do usuário, ela é capaz de se comunicar com mais assertividade. Uma experiência conversacional verdadeira faz a marca se consolidar no mercado e, consequentemente, aumentar as vendas.

Este é o momento de colocar a mão na massa e dar voz a sua marca em todos os canais. Mantenha sempre suas redes sociais atualizadas, seja transparente com o consumidor e lembre-se de respeitar o tom de voz da sua empresa em todas as ocasiões.

Invista seu tempo na experiência Omnichannel e aguarde. Em pouco tempo os resultados vão aparecer.

Se interessou pelo tema? Participe do Webinar Benchmark Conversational Commerce Brasil! O primeiro grande evento brasileiro sobre Chat-commerce.

Você irá saber em números como as vendas pelo WhatsApp revolucionaram mais de 300 grandes marcas do varejo com mais de 10 mil atendentes ativos na plataforma OmniChat.

5 dicas para aumentar a conversão das vendas no e-commerce

Todos os ventos estão soprando a favor do e-commerce. De acordo com o 42º Webshoppers, o segmento cresceu 47% em faturamento e chegou a 41 milhões de compradores (40% de aumento) no 1º semestre de 2020 em relação ao 2º semestre de 2019. Os números são ótimos, certo? Porém, a concorrência e a competitividade evoluem na mesma medida. Por isso que os empresários nunca podem deixar de trabalhar em medidas para aumentar a conversão das vendas no e-commerce.

Pode parecer estranho que mesmo com tanta gente comprando ainda seja necessário se preocupar em conquistar clientes? Pode, mas é isso mesmo. Com o mercado aquecido, mais empresas apostam nas vendas online, o que acaba aumentando a disputa e a necessidade de se diferenciar. Porque o consumidor vai continuar comprando, claro, mas vai optar pelos negócios que oferecem mais vantagens a ele.

Diante disso, fazer com que um visitante da sua loja online se torne um cliente é o objetivo de qualquer empresário. Nesse sentido, desenvolver e aplicar ações para aumentar a conversão das vendas é essencial. E é exatamente isso que veremos na sequência deste artigo.

5 dicas para aumentar a conversão das vendas

Para ajudá-lo nesse desafio que é aumentar a conversão das vendas, separamos dicas bem práticas que você pode aplicar no seu e-commerce sem a necessidade de um grande investimento ou muito tempo de preparação. É claro que não dá para fazer tudo correndo, um mínimo de planejamento para qualquer ação é sempre necessário, não é mesmo?

Porém, você não precisa esperar a hora certa ou um período especial do ano para implementar qualquer uma das nossas dicas. Algumas delas, inclusive, você já pode testar na próxima Black Friday, em 27 de novembro de 2020, e se derem certo, incluir como um processo rotineiro da sua loja online. E, então, vamos conhecer essas dicas?

1 – Garanta uma boa usabilidade

A boa usabilidade no e-commerce segue o princípio de garantir acesso ao site de forma prática e ágil. Isso significa que imagens e vídeos pesados para carregar, dificuldade em visualizar elementos, falhas nos mecanismos de pesquisa, falta de informação, inúmeras etapas para o fechamento da compra, entre outros são problemas que podem levar o consumidor a desistir da sua loja online.

Falando de maneira resumida, o seu e-commerce precisa ter facilidade de navegação em todas as partes, especialmente em relação ao pagamento online da compra. O consumidor precisa sentir segurança nessa transação financeira. Uma forma de assegurar isso é ter o mínimo de etapas possíveis para o fechamento do carrinho de compras. Ter menos burocracia é um incentivo para o comprador seguir em frente e finalizar o negócio.

A melhor forma de fazer isso é com o Checkout Transparente, uma solução do Moip que facilita as transações feitas no e-commerce, pois tudo ocorre no site da loja, sem redirecionamentos ou trocas de página. Para saber mais sobre ela, clique aqui e leia um artigo que fizemos especialmente sobre o assunto em nosso blog!

Ao fornecer um ambiente seguro e com todos os atributos para que a navegação seja simples e prática, sem dúvida as conversões no seu comércio eletrônico serão muito melhores. E as chances do seu cliente voltar, recomendar a sua loja online e ainda lembrar de você na hora em que precisar de um novo produto serão muito maiores.

2 –  Ofereça mais opções de pagamento

Esse tópico poderia estar dentro da usabilidade, mas ele é tão importante que sempre vai merecer um tópico só para ele ― tanto que já falamos sobre isso várias vezes aqui no blog. Pense com a gente: do que adianta ter um e-commerce com tudo funcionando, no qual o consumidor encontra exatamente o que procura, se quando chega no checkout, ele encontra apenas uma ou duas opções de pagamento?

Como comprador, você se sentiria frustrado, não é mesmo? Então, para não deixar os seus clientes com esse mesmo sentimento, coloque à disposição o maior números de meios de pagamentos que for possível.

Cartão de crédito é obrigatório, com as principais bandeiras, no mínimo (Visa, Mastercard, Elo, Hipercard e American Express). Essa forma de pagamento movimentou R$ 323,5 bilhões no e-commerce em 2019 e a tendência é que os números aumentem com o crescimento das vendas. Uma dica aqui é tentar negociar com os fornecedores as melhores condições para poder oferecê-las aos clientes.

Junto com o crédito, também é essencial oferecer cartão de débito e boleto bancário, pois são as outras duas operações mais usadas, inclusive porque uma delas engloba as pessoas que não têm conta em banco. Depois, ainda é possível disponibilizar débito em conta e transferência bancária, sem esquecer, claro, das carteiras digitais, como Apple Pay e Mercado Pago, que já vêm ganhando seu espaço nas transações online.

Cercada por toda essa variedade de opções de pagamento, a tarefa de aumentar a conversão das vendas no e-commerce fica muito mais fácil, certo? Porém, o trabalho não para por aí. Continue com a gente e veja o que mais pode ser oferecido aos clientes para melhorar os resultados.

3 – Reduza o valor do frete o quanto puder

Outro ponto que pode jogar a favor das conversões das vendas é oferecer vantagens em relação ao frete. Sempre que possível, mantenha a taxa de entrega grátis ou com o menor valor que não vá atrapalhar o seu fluxo de caixa. Frisamos sempre esse ponto porque pesquisas mostram que custos extras, como o frete, são um dos principais motivos que fazem o consumidor desistir da compra.

Entretanto, sabemos que nem sempre um e-commerce pode zerar seu frete, certo? Diante disso, outras estratégias podem ser usadas para manter a atenção dos compradores e garantir a conversão, como:

  • Taxa reduzida para determinada mercadoria ou região, que pode ir mudando para abranger diversos públicos;
  • Frete grátis para um valor mínimo ou para a compra de um produto específico;
  • Distribuição de descontos ou bônus em compras anteriores para serem usados como abatimento no frete de uma compra futura.

Entendemos que abrir mão do frete nem sempre vai ao encontro das necessidades do e-commerce, pois fazer o produto chegar ao seu destino envolve gastos. Porém, sabemos que existem diversas formas de trabalhar com essa taxa para que ela não fique pesada nem para o dono da loja online, nem para o cliente. Pesquise, teste e veja o que melhor se encaixa ao seu negócio!

4 – Melhore os prazos de entrega

Esse é outro tópico que faz bastante diferença na hora de finalizar uma compra. Imagine um cliente sonhando em ter o seu produto em mãos na próxima semana e descobrindo que ele só chegará daqui um mês? É para desanimar e fazer muito consumidor desistir da compra na hora. Para que isso não aconteça na sua loja online, você pode desenvolver ações para otimizar os prazos de entrega.

Uma das primeiras atitudes para resolver essa questão sem onerar o bolso do cliente e o caixa do e-commerce é negociar com as empresas transportadoras. Isso mesmo, empresas no plural, porque quanto mais opções você tiver, mais fácil é conseguir um custo-benefício em que tanto o comércio eletrônico quanto o cliente saiam ganhando.

Lembre-se que cada região do país lida com valores distintos de combustível, de hora de trabalho de motoristas, de preços de pedágios e, até mesmo, de condições de estradas que influenciam no desgaste dos veículos. Então, dependendo do lugar, é possível negociar de uma forma diferente. O importante é aproveitar todas as oportunidades de oferecer o menor preço para o seu cliente.

5 – Utilize a retentativa multiadquirente

Essa é uma prática bastante específica, mas que pode ajudar muito a aumentar a conversão das vendas no seu e-commerce. As adquirentes são as empresas responsáveis por fazer a ponte entre a loja, as bandeiras de cartão e as instituições emissoras de cartão (que podem ser os bancos) para que a venda a um cliente possa ser aprovada.

Isso significa que é a adquirente que vai confirmar a venda. Assim que o consumidor finaliza a compra, ela entra em contato com a bandeira do cartão, que então verifica com o banco se há limite para a transação. Se tudo estiver correto, a adquirente libera a compra. No entanto, se houver alguma falha, como dados errados do cartão, demora na comunicação entre adquirente e bandeira ou indisponibilidade do sistema, o processo é interrompido.

Neste caso, quando o dono do negócio online conta apenas com uma adquirente, o problema pode persistir, fazendo com que seja impossível finalizar a compra, trazendo o risco de o cliente desistir da aquisição. Mas se aumentar a conversão das vendas é o objetivo de todo lojista, ele não pode deixar isso acontecer, não é mesmo?

Dessa forma, a retentativa multiadquirente é uma maneira de fazer uma nova tentativa de cobrança a partir de outra adquirente, com o objetivo de permitir a venda ao cliente caso a falha esteja ocorrendo com a primeira adquirente e não por outros motivos. E você nem precisa se preocupar com o cliente, pois todo esse procedimento é realizado em segundos. Ele nem vai perceber que você salvou as compras dele!

Aumente a conversão das vendas no seu e-commerce com o Moip

Como você sabe, o Moip está sempre pronto para ajudar o seu negócio a crescer e alcançar os melhores resultados. Quando falamos em aumentar a conversão das vendas, temos algumas soluções bem pontuais que podem fazer muita diferença no seu dia a dia.

O Checkout Transparente, como já citamos, é uma delas. Com ele, o seu cliente faz o pagamento das compras no site da empresa em que escolheu seus produtos, sem redirecionamentos, sem dúvidas e questionamentos. Também trabalhamos como intermediadora de pagamentos, figura indispensável na implantação da retentativa multiadquirente, pois é ela que vai enviar o comando para fazer uma nova tentativa na segunda adquirente caso o contato com a primeira não tenha dado certo.

E não paramos por aí. Ainda temos ferramentas para a gestão financeira do e-commerce e do marketplace, além de maquininha de cartão para as lojas físicas e um sistema anti-fraude com análises automáticas e manuais. Para conhecer mais sobre as nossas soluções, acesse nosso site ou entre em contato. Nossa equipe está à disposição para atendê-lo. Se preferir, deixe um comentário no espaço abaixo para continuarmos essa conversa!

Confira 4 dicas de marketing digital para a Black Friday para vender mais no e-commerce

Já diz o ditado que, se a vida lhe der limões, você deve fazer deles uma bela limonada. E no comércio não é diferente: se a vida te der um ano difícil nas vendas, capriche no marketing digital para a Black Friday e venda como se não houvesse amanhã! Uma dica, aliás, que é particularmente bem-vinda para quem trabalha com e-commerce.

Afinal, com muitas lojas físicas fechadas ou com pouco movimento por conta da recente pandemia de Covid-19, muitas pessoas abraçaram as compras online de vez em 2020. Prova disso é que, de acordo com dados da 42ª edição do Webshoppers, o e-commerce brasileiro registrou um crescimento de 47% no primeiro semestre deste ano.

Isso significa que esse mercado acaba de passar pela sua maior alta em 20 anos e, para quem quer embarcar nessa onda, a hora é agora. É por isso que, neste artigo, vamos estudar algumas dicas valiosas para tirar o máximo proveito desse momento da economia e, assim, aumentar as vendas na Black Friday, garantindo um fechamento de ano com as contas no azul. Vem com a gente!

Entenda a importância da Black Friday para o e-commerce

Antes de mais nada, vale um alerta para os comerciantes que menosprezam a Black Friday no e-commerce: de acordo com a 41ª edição do Webshoppers, o faturamento da data vem em constante crescimento. Só no varejo online, os ganhos saltaram de R$ 0,87 bilhão em 2014 para R$ 3,2 bilhões em 2019, o que já faz dela uma das datas mais aguardadas pelo varejo.

E fique sabendo que, quando o assunto é ansiedade pela Black Friday, o consumidor pode até mesmo esperar mais do que o vendedor. Não é à toa que os gastos do brasileiro durante os dois dias de promoção chegam à R$ 1.126 per capita, um saldo maior do que o saldo médio estimado para o e-commerce durante o ano todo, que é de R$ 1.002.

Isso que ainda nem mencionamos o fator pandemia: há um consumo represado para o 2º semestre de 2020, esperando justamente as oportunidades pelas quais a data é conhecida. Em outras palavras, o momento de ser procurado, visto, encontrado e desejado pelo consumidor está aqui: é hora de investir em marketing digital e aumentar as vendas na Black Friday!

Conheça 4 dicas para garantir o sucesso no marketing digital para a Black Friday

Por tudo que vimos até aqui, podemos dizer que ventos estão soprando na direção dos bons negócios e, por isso, cresce entre as marcas, lojas e grandes varejos o desafio de convencer aqueles consumidores indecisos sobre comprar ou não. No e-commerce, a oportunidade é perfeita para explorar as redes sociais e as ferramentas digitais ao máximo e caprichar nas vendas. 

Então, para ajudá-lo a simplificar o seu trabalho, elencamos algumas formas bem criativas de fazer isso! Confira:

1 – Planeje seus anúncios com cuidado

Quando pensamos em uma campanha de marketing para e-commerce, é natural que o primeiro pensamento nos direcione para os anúncios pagos e impulsionados nas redes sociais e plataformas digitais. Divulgar seus produtos e serviços por intermédio dessas ferramentas costuma ser fácil, rápido e, relativamente, barato.

Nesse sentido, é muito comum que as marcas aproveitem a proximidade da Black Friday para explorar esses canais. Inclusive, esse é um dado que foi reforçado recentemente pela Socialbakers Brasil, que divulgou um estudo mostrando aumento de 26% nos investimentos em publicidade paga entre abril e junho de 2020!

Contudo, é preciso destacar que operar essas ferramentas e plataformas de anúncios pode ser uma tarefa complexa para aqueles e-commerces que não possuem uma agência ou uma estrutura de marketing para dar suporte.

Nesse caso, por exemplo, contar com o apoio de profissionais vai ajudar com o direcionamento de público, faixa etária, sexo, renda, localização e todos os outros detalhes fundamentais para fazer com que suas ofertas cheguem até o consumidor em potencial. Por isso, vale reservar um tempo para estudar esses anúncios, ver as plataformas mais eficientes para o seu produto e, assim, grantir que seu investimento dê resultados!

2 – Aposte em comunicação e atendimento online

Agora que você já planejou como pretende atrair o público, é a hora da fase dois: atendê-lo! Sabe aquele cliente que gosta de ligar e conversar com o vendedor ou com o dono da loja antes de comprar algum produto? Ou que gosta da compra “olho no olho”? Esse consumidor teve seus hábitos extremamente afetados durante a pandemia e, consequentemente, ficou ainda mais familiarizado com os meios digitais.

Em termos práticos, isso significa mais clientes pesquisando online, fazendo cotações no seu site e acionando você via WhatsApp ― para se ter uma ideia, uma pesquisa publicada pela Panorama Mobile Time em fevereiro de 2020 mostra que pelo menos 76% dos brasileiros preferem usar o WhatsApp para interagir com marcas.

Isso é ótimo, pois toda essa atualização no repertório do consumidor ajuda muito o lojista que quer vender online. Mas há uma contrapartida: você e sua loja precisam se manter constantemente atualizados, colocando ferramentas à disposição do público! Além disso, o espaço virtual precisa funcionar como uma grande vitrine do seu negócio, já que eles se tornaram ainda mais estratégicos para o sucesso das ações promocionais.

Por isso, divulgue ofertas, preços e condições com clareza, atenda os clientes com atenção e procure cultivar um bom relacionamento com eles em tempo real! Quem pode esperar envia e-mail: WhatsApp deve sempre ser sinônimo de agilidade!

3 – Explore a base de clientes

Investir no marketing digital para a Black Friday é, sim, uma forma de aumentar os lucros, mas não se trata apenas disso! Não esqueça que a data também é uma excelente oportunidade para alcançar novas pessoas e reatar o relacionamento com clientes antigos, aumentando o engajamento e a notoriedade da sua loja virtual.

Para o comércio eletrônico, uma boa estratégia é criar conteúdos personalizados e páginas especiais atreladas ao site, sempre com alguma ferramenta capaz de coletar e-mails e dados dos seus clientes em potencial, facilitando o relacionamento e ampliando o seu trabalho de divulgação.

E se você já possui uma boa base de dados, não esqueça de incluí-la nas suas estratégias: dispare e-mails criativos e chamativos com promoções, ofertas e informações transparentes sobre sua campanha de Black Friday. Tenha em mente que seus clientes precisam saber de todas as suas ações para o presente e o futuro.

Por isso, ofereça sempre clareza sobre datas e horários de início e fim do período promocional, porcentagem de descontos, formas de pagamento, novos produtos e prazos de entregas. Ah, pode explorar a sua base de e-mails, mas não esqueça de fazer isso com moderação: nada de spams e disparos para endereços aleatórios ― lembre-se que agora temos a LGPD!

4 – Divulgue e invista na variedade de meios de pagamento

Que atire a primeira pedra quem nunca desistiu de uma compra ao se deparar com uma fila imensa. Esse é um comportamento muito natural, especialmente se considerarmos que, cada vez mais, o consumidor busca praticidade. E para o e-commerce, as expectativas só aumentam: as transações online precisam ser rápidas e seguras.

Preencher longos formulários, não encontrar meios de pagamento suficientes, esperar a aprovação ou ter a compra online recusada podem ser situações ainda mais frustrante do que esperar na fila de uma loja física. No entanto, esses problemas podem ser facilmente resolvidos se o seu e-commerce contar com soluções de pagamento inteligentes, que oferecem análises de dados sofisticadas e aprovam transações em tempo real.

Por isso, se você quer tirar o máximo de proveito da Black Friday, investir em métodos de pagamento versáteis e eficientes é um passo indispensável, ainda mais se levarmos em conta o fato de que todo esse investimento pode ser facilmente transformado em marketing. Afinal, você pode aproveitar suas campanhas em redes sociais e e-mails para divulgar que sua loja virtual conta com opções de pagamento rápidas e seguras, aumentando ainda mais as chances de cativar o consumidor e garantir a satisfação dele!

Wirecard: a parceria ideal para ter sucesso na Black Friday

Respeitar o cliente e reservar tempo para montar um bom planejamento de marketing digital para a Black Friday são, basicamente, os pilares para garantir o sucesso do e-commerce durante o evento. Com isso e seguindo as nossas dicas, com certeza você vai conseguir fechar o seu novembro em grande estilo, com tudo o que é necessário para vencer os desafios desta data tão importante para o calendário comercial.

E na hora de somar tudo isso a uma poderosa solução de pagamentos, conte sempre com a Wirecard! Aqui, você conta com uma parceria estratégica que oferece todas as ferramentas que o seu e-commerce precisa para se destacar da concorrência e fidelizar a clientela! Além disso, nossa solução conta com sistema antifraude com análise automática e manual e com ferramentas de checkout transparente que vão fazer a diferença no seu faturamento. Acesse nosso site, conheça melhor os produtos da Wirecard e descubra como podemos transformar o seu e-commerce! Ah, e se você tiver alguma dúvida, entre em contato com a gente! Nossa equipe está pronta para atendê-lo e responder todos os seus questionamentos.

Como preparar o e-commerce para a Black Friday 2020? Confira 6 dicas valiosas

A gente nem precisa repetir que 2020 é um ano diferente, que está exigindo muito jogo de cintura de todo mundo, certo? Porém, algumas datas comerciais seguem firmes no calendário e precisam ser trabalhadas com bastante cuidado para trazerem algum alívio para o caixa. Por isso, saber como preparar o e-commerce para a Black Friday é um assunto que deve ser discutido desde agora.

O dia já está marcado: 27 de novembro, a última sexta-feira do mês. E pode até parecer que ainda está longe de acontecer, mas para uma data que já é considerada o principal evento varejista do país, segundo a Sociedade Brasileira do Varejo e Consumo (SBVC), quanto mais cedo o e-commerce se planejar para a Black Friday 2020, melhor.

Então, como já é costume aqui no blog, desenvolvemos um conteúdo especial para auxiliar você neste momento. Siga com a gente e confira!

Black Friday 2020: 10 anos do evento no Brasil

Conforme a SBVC, esta será a maior edição da Black Friday no Brasil, mas as empresas precisam estar prontas para suprir a demanda, tanto em termos tecnológicos quanto comerciais, e para fidelizar clientes. Para você ter uma ideia, em 2019, o faturamento foi de R$ 3,2 bilhões, 23,6% maior do que em 2018.

Contudo,  o contexto das vendas será bastante diferente este ano. Espera-se uma migração ainda maior das lojas físicas para as lojas online. Uma pesquisa da Globo com cerca de 1.700 consumidores apontou que 7 entre 10 internautas deixaram de comprar algo em 2020 por causa da pandemia, mas que veem na Black Friday uma oportunidade para comprar mais barato.

O estudo ainda mostrou outros números interessantes, como a afirmação de 42% dos entrevistados de que vão comprar algo de qualquer jeito e de que 51% deles vão priorizar as marcas que fizeram algo positivo durante a pandemia. E, ainda, que 78% dos consumidores mudariam de ideia em relação a uma compra, se ajudasse a manter empregos.

Sobre as áreas que devem se destacar, a SBVC acredita que a generalização de produtos se manterá como tendência. Porém, os bens duráveis seguem como os favoritos. Isso significa que ainda haverá aquelas pessoas que se planejam para comprar eletroeletrônicos e móveis, por exemplo, mas também aquelas que vão adquirir roupas, sapatos e produtos de beleza. A pesquisa da Globo expressou isso muito bem em números. Veja:

  • 31% – roupas e acessórios
  • 30% – smartphones
  • 30% – eletrônicos
  • 26% – calçados
  • 23% – eletrodomésticos
  • 21% – perfumes e cosméticos
  • 21% – móveis
  • 20% – computadores

Diante dessa generalização de tendências, a necessidade de preparar o e-commerce para a Black Friday é ainda maior. Afinal, mais  do que aproveitar o momento para ampliar as vendas, o objetivo também é atender aos consumidores de uma maneira que eles fiquem satisfeitos para retornarem à sua loja nos próximos meses.

Como preparar o e-commerce para a Black Friday

Entendido o contexto e os desafios que vêm pela frente, está na hora de fazer todos os ajustes para chegar com tudo pronto ao dia 27 de novembro. Aqui, separamos ações práticas para você preparar o e-commerce para a Black Friday e atender aos clientes com excelência. Aproveite!

1 – Tenha fornecedores parceiros

Seu fornecedor precisa ser seu parceiro! Esse deve ser um lema do seu e-commerce, especialmente para momentos como a Black Friday, quando você pode extrapolar os pedidos mensais. O primeiro passo aqui é negociar os preços e tentar conseguir o máximo de descontos possível, assim dá para repassá-los aos consumidores e aumentar as chances de vender.

Essa negociação pode ser feita de várias formas, desde a realização de um pedido maior até a cessão de uma porcentagem das vendas dos produtos. Então, não adie essa conversa. Por mais que os fornecedores sejam parceiros, eles não vão conseguir oferecer descontos para todos. Quem chegar primeiro e com a melhor proposta garante mais chances de fazer um bom negócio.

2 – Mantenha um checkout transparente

Aliado à forma de pagamento está o checkout, pois de nada adianta dar as melhores opções para o cliente pagar se, no momento de preencher as informações para finalizar a compra, o processo se torna um bicho de sete cabeças. Uma pesquisa do instituto americano Forrester Research mostrou que 11% dos consumidores online que abandonam o carrinho fazem isso devido a um processo de checkout complicado.

Por isso, se a sua loja online ainda não conta com um sistema que proporciona um checkout transparente, ainda dá tempo de pesquisar e instalar um. Dessa forma, você garante que seus clientes tenham o melhor atendimento do começo ao fim do processo de compra e assegura que o seu e-commerce não interrompa o fluxo de vendas, tendo, assim, um bom faturamento na Black Friday 2020.

3 – Faça uma revisão da usabilidade e da estabilidade da loja online

Com a parte das mercadorias resolvida, está na hora de olhar para o e-commerce em si, para sua infraestrutura e usabilidade. Esse é um passo fundamental para garantir um bom desempenho na Black Friday. Verifique se há problemas de navegação, se o layout não está quebrando, se a atual plataforma suporta um alto volume de acessos, se o carregamento está rápido…Em 2019 vimos casos de lojas online que tiveram problema de estabilidade com o processamento de pagamentos e consequentemente perdas de vendas. Confie seu negócio e suas vendas a parceiros como a Wirecard Brazil, que tem uma das melhores disponibilidades sistemicas para grandes volumes de transação.

Diante desta que é considerada a principal data comercial do ano, a infraestrutura do seu site não pode ser um gargalo para o sucesso do seu negócio. É preciso ter qualidade para suportar os picos de acesso. Por isso, se necessário, invista na ampliação e no reforço da infra do seu e-commerce. Muitas vezes é preciso gastar um pouco primeiro para lucrar mais depois.

E, claro, faça todas as análises executáveis agora, quando ainda é possível mudar alguma coisa. No dia 27 de novembro, se algum problema acontecer, dificilmente você vai conseguir resolvê-lo naquele momento. Não esqueça que uma loja online com problema não passa confiança e faz com que o cliente desista da compra, por mais que a oferta seja tentadora.

Isso vale, inclusive, para a questão da segurança. É necessário proporcionar um ambiente seguro para o cliente comprar e também é preciso garantir que o seu e-commerce não vai sofrer com algum golpe. Para evitar qualquer problema nessa área, trabalhe sempre com provedores e softwares reconhecidos no mercado e, sempre que necessário, reforce as barreiras contra invasores.

4 – Invista no mobile

Sua loja tem versão mobile? Se você ainda não pensou nisso, está mais do que na hora de agilizar esse processo. A Black Friday 2019 confirmou a tendência do consumidor de comprar a partir de dispositivos móveis. Segundo dados da Ebit Nilsen, 55% dos pedidos foram feitos por celular. Na comparação com 2018, temos uma alta de 103%.

A expectativa é que, para este ano, a aquisição via mobile seja ainda maior. Portanto, mais do que nunca, é necessário vender online usando plataformas responsivas ― isso é, ter uma loja em que a plataforma se adapte ao formato dos smartphones, sem perder a qualidade de navegação e, com isso, colocar em xeque a experiência do usuário.

5 – Ofereça várias opções de pagamento

Se você cuidou de tudo até aqui, não é na hora do fechamento do negócio que você vai decepcionar o seu cliente, certo? Então, ofereça diversas formas de pagamento no e-commerce, principalmente na época da Black Friday, quando mais pessoas acabam comprando. Insistir em apenas uma ou duas pode ser um erro e comprometer o bom faturamento esperado para a data.

Por isso, garanta que a solução de pagamento que você utiliza disponibilize, pelo menos, as formas de pagamento mais usadas pelos seus consumidores. O cartão de crédito, com sua variedade de bandeiras, segundo a pesquisa da Globo, é o preferido de 67% das pessoas. Mas também temos o boleto bancário, o débito em conta, a carteira digital, entre outras alternativas.

6 –  Fique atento ao estoque e à logística

Ligados ao fornecedor, temos o estoque e a logística. Todo comércio eletrônico precisa acompanhar de perto a quantidade do que tem armazenado e fazer o controle de suas entregas. Porém, durante a Black Friday, esses elementos precisam trabalhar em perfeita sintonia para fornecer um serviço de excelência ao consumidor.

Para começar, é fundamental ter um estoque preparado para atender a alta demanda da data . A regra é nunca vender além do limite estocado, a não ser que você tenha negociado com o fornecedor com antecedência e consiga garantir que tudo será entregue no prazo acordado com o cliente. Aqui, aquela parceria com o fornecedor é imprescindível.

Outro ponto que envolve o estoque é aproveitar para liquidar os produtos que estão parados. Se você tem itens que simplesmente não vendem, baixe o preço ao máximo e aproveite para fazer o dinheiro girar no caixa. Pode ser, inclusive, pelo preço de custo, pois produto parado no estoque só dá prejuízo. Assim, o melhor é se livrar dele logo.

Em relação à logística, é preciso escolher aqueles serviços de entrega que melhor atendem as regiões para as quais você vende. Nessa Black Friday, o frete ganhou maior destaque por conta da pandêmia, afinal, elas passaram a comprar mais online e tem cada vez mais a expectativa de receber rapidamente seus produtos, nem que para isso paguem um pouco mais caro, portanto, faça parcerias com transportadoras especializadas, que entendem as particularidades do seu e-commerce. Lembre-se também que há locais que são atendidos somente pelos Correios, então é essencial dar essa opção ao consumidor para não perder nenhum negócio.

Conte com a Wirecard para preparar o e-commerce para a Black Friday

Nós temos as melhores soluções de pagamento para ajudar você a preparar o e-commerce para a Black Friday 2020. Garantimos uma taxa de aprovação de vendas online de 98,5%, uma das maiores do país! Além disso, asseguramos uma venda com baixo risco, graças ao nosso sofisticado sistema de gestão de risco e antifraude com análises automática e manual.

Junto à solução de pagamento, desenvolvemos também uma ferramenta de checkout transparente capaz de aumentar em até 30% as conversões da sua loja online. Para conhecer melhor o nosso sistema, basta acessar este link.

E, claro, se precisar de auxílio com outros temas para a Black Friday, como marketing, vendas, pós-venda e promoções, você pode acessar outros artigos que fazem parte do portfólio do nosso blog:

Esperamos que estes artigos ajudem você a preparar o e-commerce para a Black Friday 2020 e, qualquer dúvida, já sabe: entre em contato com a gente! Nossa equipe está pronta para atendê-lo e responder todos os seus questionamentos. Reforçamos nosso compromisso com os clientes e deixamos nosso time à disposição para auxiliar você nesse momento!

Veja como ampliar a receita do seu e-commerce usando o pagamento recorrente

O pagamento recorrente não é algo tão novo assim, mas ganhou muita força nos últimos anos, especialmente com a expansão do comércio eletrônico. Na verdade, esse modelo de cobrança, também chamado de assinatura, é um dos que mais cresce ao redor do mundo e o que consegue oferecer vantagens extras para qualquer tipo de negócio.

Um estudo feito pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) em 2019 aponta que o mercado de clubes de assinatura está em plena expansão e que a tendência é disparar no Brasil. Os números da pesquisa mostram que nos últimos quatro anos os negócios desse segmento aumentaram em 167% sua participação na economia nacional.

A principal característica do modelo, conhecido ainda como venda recorrente ou compra recorrente, é a praticidade na oferta de produtos e serviços. Isso ocorre porque o pagamento por um produto ou serviço acontece de forma contínua, por meio de assinaturas, planos, contratos ou mensalidades. Geralmente a cobrança é mensal e a adesão costuma ser simples, assim como o cancelamento.

É possível implementar o pagamento recorrente nos mais variados tipos de negócios para ampliar a renda e garantir a sustentabilidade da empresa. Para os empreendimentos que usam a internet para as vendas, essa pode ser uma ótima oportunidade de diversificar e criar novas fontes para ganhar mais dinheiro.

Siga com a gente para entender o que é o pagamento recorrente e como você pode usá-lo no seu e-commerce para aumentar a sua receita!

O que é pagamento recorrente

O pagamento recorrente é aquele feito por um período predeterminado. Isso significa que o vendedor estipula um intervalo entre as cobranças, que pode ser mensal, bimestral, semestral, enfim, o melhor prazo conforme o tipo de serviço ou produto oferecido, e o comprador, ao concordar com a recorrência na primeira compra, sabe que fará um pagamento com aquela periodicidade.

Como estamos falando de comércio eletrônico, geralmente essa compra é feita por cartão de crédito ou por débito automático em conta, o que acaba facilitando todo o processo para as duas partes envolvidas. E ambas saem ganhando!

O vendedor consegue ter uma nova maneira de gerenciamento de suas transações, mais automatizada, e não precisa se preocupar em cobrar os clientes todos os meses. Também é um método que ajuda a reduzir a inadimplência, especialmente nas cobranças no cartão de crédito. Além, claro, de se tornar uma receita fixa, garantindo a sustentabilidade do negócio.

Para o cliente, é uma importante forma de não onerar o limite do cartão de crédito, pois não se trata de uma compra parcelada, em que o valor total é reservado no momento da compra. O pagamento recorrente só vai aparecer no cartão na data estipulada no contrato. O comprador ainda garante que terá seu serviço ou produto sempre em mãos, pois estará com a assinatura paga em dia.

Benefícios do pagamento recorrente para o e-commerce

Já citamos algumas facilidades que o modelo de assinatura pode trazer, mas elas não se limitam a diminuir os devedores e assegurar um caixa fixo para o comércio eletrônico. Os benefícios envolvem desde a otimização da gestão financeira até o aumento nas vendas.

Começando pela finanças, o pagamento recorrente torna o controle dos recebimentos muito mais simples, pois há uma data fixa para eles entrarem no caixa do e-commerce. O único trabalho é fazer a conciliação para conferência dos resultados. A atividade de cobrança praticamente acaba, liberando tempo e pessoal para tarefas mais estratégicas.

Como há uma data fixa para os pagamentos, também fica fácil saber quanto dinheiro a empresa terá em cada dia, o que ajuda no planejamento de ações e na realização de campanhas e promoções. Ainda existe o fato de o cliente ter se tornado um freguês, digamos assim, pois você não precisa mais fazer um esforço de marketing e vendas mensal para que ele volte a comprar na sua loja, o que gera economia.

Sobre o cliente, podemos destacar também que se o e-commerce continuar entregando o produto ou serviço com qualidade e dentro do prazos acordados, a fidelização está garantida. Isso leva a dois caminhos: aumento da carteira de negócios com os atuais fregueses e atração de novos clientes — o que proporciona aumento das vendas e, consequentemente, da receita.

Mas a pergunta que fica é: qualquer tipo de e-commerce pode trabalhar com pagamento recorrente? A resposta é sim! Dentro de um nicho de mercado, se você conhecer bem o seu público-alvo e conseguir fazer um planejamento estratégico sólido, qualquer produto ou serviço pode ser vendido. Afinal, a Netflix não começou como um serviço de streaming mundial, certo?

Como aumentar a receita com o pagamento recorrente

Bom, temos dois momentos aqui. Um é aproveitar que o e-commerce já usa o pagamento recorrente e seguir aqueles caminhos que citamos no tópico anterior. O outro é implementar o modelo de assinatura no seu negócio se você ainda não o utiliza ― para isso, vamos dar um passo a passo daqui a pouco.

Digamos que você tem um pet shop online que atende cachorros, gatos, pássaros, peixes e roedores com uma variada gama de produtos, que vai desde ração e medicamentos até brinquedos, coleiras e caixas para transporte. A loja oferece diversas marcas, conta com atendimento de especialistas e trabalha tanto com a venda avulsa quanto com a assinatura.

No modelo de assinatura, uma boa alternativa para gerar mais receita é oferecer produtos que casem com aqueles que o seu freguês já compra. Se ele compra uma ração seca, talvez seja interessante indicar uma ração úmida ou um suplemento alimentar para complementar a alimentação do bichinho. Assim, é mais um item que ele pode incluir na recorrência.

Você também pode criar no site um espaço para os donos dos pets cadastrarem os animais, com foto, nome, medidas (peso, altura, idade), se tem alguma restrição alimentar ou não, data de aniversário e adoção. Dessa forma, quando estiver próximo do aniversário, por exemplo, você pode dar uma dica de brinquedo novo. Esse não precisa entrar na recorrência, pode ser um item incluso apenas uma vez.

Tratando os atuais clientes dessa maneira, fica mais fácil conquistar novos consumidores e aumentar o número de assinantes. É possível até fazer aquele tipo de promoção na qual quem indica e quem assina ganha desconto. Se o planejamento estiver bem feito, só essa ação inicial pode render um bom aumento de receita!

Você deve estar pensando que com um pet shop é fácil, pois donos de animais são doidos por seus bichinhos, além de estarmos falando de produtos essenciais na maioria das vezes. Sim, é verdade. Mas como vimos lá no início do texto, os clubes de assinaturas estão em franca expansão no Brasil e nem sempre eles vendem itens tão imprescindíveis assim.

A Netflix, como citamos, não é um clube de assinaturas, mas usa o pagamento recorrente e não é exatamente um serviço essencial, não é verdade? O mesmo podemos falar do Spotify. Já o serviço de pedágio automático Sem Parar é algo bastante útil, inclusive para melhorar o fluxo do trânsito. Bem como o serviço de manutenção de seus purificadores de água que a Brastemp vende, que funciona como uma garantia ilimitada.

Ou seja: tudo depende do seu público-alvo e dos objetivos da sua empresa. Dois dos maiores clubes de assinaturas brasileiros não são considerados essenciais: vinhos e cosméticos. O clube de vinhos Wine é também o maior e-commerce do ramo no país. Seu diferencial é a quantidade de rótulos e a entrega de qualidade. Você escolhe o seu plano de assinatura e o vinho chega na sua casa.

O Glambox se intitula o maior clube de beleza da América Latina. Para entrar no clube é super simples: você escolhe o tipo de plano, preenche o seu perfil de beleza e passa a receber, mensalmente, uma caixa com produtos personalizados. Nos dois casos, é possível adquirir outros produtos no site, de forma avulsa.

Deu para ter uma ideia de como aumentar a receita do e-commerce usando o pagamento recorrente, não é mesmo? Tanto se você já usa esse modelo no seu negócio quanto se pretende implementar. Agora, para consolidar o assunto, confira um passo a passo de como montar um clube de assinaturas:

1 – Comece pela definição do nicho

Quando tratamos de um clube de assinaturas, é importante termos um nicho bem definido, pois é ele que vai estabelecer as bases para a estruturação das vendas, das campanhas de divulgação e do relacionamento diário com os clientes. É preciso mostrar intimidade com o produto ou serviço que você vai vender e também com quem você está conversando.

2 – Faça um planejamento estratégico eficiente

Estabelecido o nicho, é hora de planejar. Não tome atitudes precipitadas só porque o modelo de assinaturas está na moda. Tire um tempo para entender como funciona todo o processo de pagamento recorrente e como ele acontece dentro do e-commerce e para os clientes. A partir daí, monte um planejamento estratégico para essa iniciativa e a siga até o fim.

3 – Inicie a divulgação

Agora que está tudo organizado, é o momento de fazer a divulgação do clube de assinaturas. Estude o público-alvo e foque em campanhas de marketing digital que alcancem os clientes onde eles estejam: redes sociais, e-mails, buscadores, entre outros. Este passo vale, inclusive, para quem já tem um clube bem-sucedido, pois quem está de fora deve saber como é bom participar dele.

4 – Mantenha um bom relacionamento com os clientes

Se o seu objetivo é aumentar a receita do e-commerce com pagamento recorrente, vai ser preciso oferecer mais do que somente um produto. Você vai precisar entregar uma experiência ao seu cliente. Não se limite a enviar um pacote. Faça um atendimento de excelência, entenda o que aquela pessoa estava procurando quando entrou para o seu clube.

Você vai precisar manter um relacionamento com o cliente para, de fato, torná-lo um “afiliado” do seu clube. Dessa forma, além de ficar e adquirir mais produtos, ele vai trazer mais gente para participar!

5 – Tenha uma logística impecável

Se tem uma uma coisa que ninguém gosta é esperar. Então, a logística é item fundamental para quem quer ter um clube de assinaturas. Não pode haver falhas. Aqui não estamos falando apenas de atrasos com horários ou até dias, mas sim de avarias nos produtos. Imagina entregar uma garrafa de cerveja quebrada? Ou um alimento com prazo de validade vencido? Isso não é nada bom!

O investimento em logística é algo que vai valer a pena. E, caso ocorra algum problema, o melhor caminho é o da comunicação honesta e objetiva com o cliente. Se o seu e-commerce sempre foi correto, ele vai entender.

Conte com uma solução de pagamentos adequada

Para abrir um clube de assinaturas ou implementar o pagamento recorrente no seu e-commerce, você vai precisar de ferramentas adequadas para fazer isso, como a solução de pagamentos da Wirecard. Com ela, você consegue criar planos personalizados, fazer a gestão de clientes, o controle das finanças e até recuperar pagamentos.
Para saber mais, acesse nosso site ou entre em contato com a gente. Nossa equipe está pronta para atendê-lo e tirar suas dúvidas. Reforçamos nosso compromisso com os clientes e deixamos nosso time à disposição para ajudar você nesse momento.

Conheça os indicadores de desempenho essenciais para seu negócio

Neste momento em que estamos vivendo, não tem diferença se você começou a vender agora pela internet por conta da pandemia de Covid-19 ou se o seu negócio já nasceu online e totalmente digital, não dá para se basear na intuição. Por isso, acompanhar indicadores de desempenho é fundamental. Com uma demanda menor e a necessidade maior de resultados consistentes, saber como a empresa está performando é questão de sobrevivência.

Contudo, é verdade que cada empresa tem parâmetros únicos a serem observados dependendo do que ela oferece e é isso que vamos mostrar aqui para você. Vendendo por meio de um marketplace ou num sistema de assinatura e, claro, via seu próprio e-commerce, não importa! Seja qual for a situação, nós temos dicas preciosas para você saber o que precisa ser verificado em seu negócio!

Indicadores de desempenho para tempos de pandemia e além

Os indicadores de desempenho que nós vamos apresentar a seguir são extremamente relevantes para o contexto atual, como dissemos. São métricas capazes de sinalizar ao seu negócio planos de ação para driblar as dificuldades enfrentadas por grande parte das empresas. Então, é natural que elas sejam também bastante úteis para depois que tudo isso passar. Vamos lá?

As métricas para marketplace

Veja agora três métricas essenciais para acompanhar o desempenho de seu negócio em um marketplace!

1 – Avaliações, nota mínima e reclamações no SAC

As avaliações são o seu termômetro a respeito da percepção de cada cliente sobre os serviços prestados. Após receber o produto, o consumidor costuma avaliar o cumprimento do prazo e a qualidade da entrega, bem como a maneira que ela foi feita. A partir da classificação recebida é possível saber o que é preciso melhorar e quais aspectos têm de ser investigados para entender se a avaliação de cada cliente é honesta.

As reclamações do SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) também são um bom parâmetro nesse sentido. Mesmo que determinadas queixas não traduzam problemas reais nos procedimentos adotados, é necessário levar em consideração a percepção do público para refinar processos e evitar que esse tipo de situação prejudique a imagem do seu negócio.

Vale lembrar que adotar uma nota de corte para desclassificar sellers é uma medida eficiente em busca de um padrão de qualidade a ser seguido. É importante que todas aquelas pessoas que vendem em seu marketplace tenham a mesma preocupação em relação a como atender o cada cliente.

2 – Posição dos produtos no marketplace

Como o posicionamento dos produtos interfere na qualidade de venda? Os critérios estabelecidos para definir os buy box são eficazes? O percentual de produtos desta categoria é suficiente? São questões que precisam ser avaliadas com frequência ao menos semanalmente para permitir refinamento das estratégias ou correções, caso necessário.

3 – Itens ou categorias mais vendidas

Comparar semanalmente os itens mais vendidos é essencial para compreender o comportamento dos consumidores e a performance dos produtos e para definir as estratégias de venda para cada item ou categoria.

Nesse sentido, vale também verificar como está o desempenho de sellers que atuam no seu marketplace e também em outros concorrentes. Integradores de marketplace, por exemplo, podem esclarecer essa informação, tão necessária para ajustar as categorizações e estratégias.

As métricas para vendas por assinatura

A venda por assinatura, como já dissemos aqui no blog, é uma forma inteligente de vender online e garantir um faturamento recorrente. Contudo, por ser frequente, este é um serviço que pode estar na mira dos consumidores na hora de cortar custos. Então, o melhor jeito de se manter em segurança é prestando atenção em três importantes indicadores de desempenho. Confira!

1 – Satisfação dos clientes

Naturalmente, a satisfação dos clientes é um item necessário em qualquer contexto e em qualquer negócio. Porém, aqui ele adquire um significado particular. Se o(a) cliente não está satisfeito com o que está recebendo a ponto de manter aquele pagamento recorrente, certamente ele poderá avaliar o cancelamento da assinatura.

Para conhecer esse índice de satisfação, você pode simplesmente perguntar aos seus clientes como eles avaliam cada aspecto do seu negócio. É possível aplicar um questionário pedindo uma nota de 1 a 10 em cada item e abrindo espaço para justificativas. Isso pode ser enviado a eles por e-mail marketing ou na sua própria plataforma depois de encerrado um ciclo.

Caso não queira investir em uma avaliação desse tipo, é possível traçar uma média de satisfação a partir da média de novas assinaturas versus a média de cancelamentos. Interações em redes sociais, no site, blog ou canais específicos para reclamação também são relevantes.

2 – Taxa de conversão

A taxa de conversão se refere à quantidade de visitantes do seu e-commerce que se transformam em clientes. Para calcular essa taxa, a fórmula é a seguinte:

Taxa de conversão = Número de vendas/Total de visitas

Para chegar a um valor percentual dessa taxa, basta multiplicar o resultado por 100. A média costuma ficar entre 2% e 5%, ou seja, é baixa. Então, não precisa se preocupar se o índice variar por estes valores.

Mas, claro, isso não significa que você deva se acomodar com eles. Portanto, é fundamental estruturar ações de marketing digital eficazes para aumentar esse número. Para isso, conhecer o seu público-alvo é fundamental. Assim, é mais fácil criar campanhas direcionadas.

3 – Custo de aquisição de cliente

Falando em marketing, ele é um dos elementos utilizados para calcular o custo de aquisição de cliente (CAC). Como acabamos de dizer, o investimento em comunicação direcionada ao seu público-alvo é fundamental para melhorar a taxa de conversão. Mas isso precisa ser regulado com base no custo para transformar esse visitante em cliente.

Se o custo for muito alto, algo precisa ser ajustado. Afinal, não faz sentido gastar mais para atrair e converter do que se tem de receita vendendo. Trata-se de matemática básica, certo? Para tanto, faça o seguinte cálculo:

Custo de aquisição de cliente = (Gastos em marketing + Gastos em vendas) / Quantidade de clientes obtidos no período

Quanto menor é o CAC do seu e-commerce, mais efetivas são suas estratégias de captação e conversão de clientes e menor é o custo operacional. Isso demonstra eficiência da sua loja virtual.

As métricas para e-commerce

Todos os indicadores de desempenho que vimos até agora servem também para e-commerces tradicionais. Entretanto, há três que são especialmente relevantes para esse tipo de negócio. Veja quais são!

1 – Taxa de abandono de carrinho

É natural que muitos consumidores acessem o seu e-commerce para conhecer os produtos, fazer pesquisa de preços e consultar as promoções. Mas não é positivo quando eles iniciam a compra e desistem no fim. Esse comportamento revela insatisfação com algum aspecto desse processo.

O principal empecilho para o fechamento da venda é o frete, motivo de desistência para 44% dos consumidores. Não ter certeza sobre a compra representa 41% das desistências. Mas nem tudo tem a ver com valores: se o botão para finalização da compra não é encontrado, 14% desistem; e se tem muitas informações para responder, 12% abandonam o carrinho.

Para conhecer essa taxa, a conta é a seguinte:

Taxa de abandono de carrinho = (Total de abandonos / Total de compras iniciadas) x 100.

2 – Ticket médio

Ter um ticket médio alto eleva a lucratividade da sua loja virtual. Para conseguir isso, é necessário que o valor das vendas sejam maiores. Isso pode ser conquistado com sugestões de produtos adicionais no processo de compra do cliente.

Para conhecer o seu ticket médio e conhecer quanto cada consumidor gasta na sua loja virtual, basta dividir o total de vendas (em valor monetário) pelo total de compradores. A fórmula é esta:

Ticket médio = Valor das vendas no dia / Número de vendas no dia

3 – Páginas de saída

Em algum momento o(a) visitante ou cliente vai sair do seu e-commerce. Mas essa informação não pode ser desconsiderada! Se uma página específica aparecer várias vezes como página de saída, pode ser que ali tenha algum problema. Talvez um produto pouco atrativo, descrições incompletas, carregamento demorado, layout confuso ou preço muito alto em relação à concorrência.

Se você perceber um padrão de determinada página ser fonte constante de fuga de visitantes, ela precisa ser observada com atenção para que o que quer que esteja espantando potenciais clientes seja resolvido. Assim, você tem a chance de melhorar a sua taxa de conversão!

Depois de avaliar todos esses indicadores de desempenho, você vai ter os dados básicos para mensurar o comportamento do seu público, a eficácia das suas estratégias e a rentabilidade do seu negócio. Porém, é importante ficar claro que eles não são os únicos. Há vários outros indicadores, mas destacamos aqui aqueles que fazem mais sentido para este período.

Lembre-se: o acompanhamento correto e constante desses itens vai permitir tomada de ações rápidas para garantir que, mesmo diante de um contexto tão adverso, a sua loja virtual consiga se manter e crescer por muito tempo!

Se restou alguma dúvida, entre em contato ou deixe o seu comentário no espaço abaixo! Reforçamos nosso compromisso com os clientes e deixamos nosso time à disposição para ajudar você nesse momento. Confira a campanha “Conte com a Wirecard” e, como ela bem indica, conte com a gente!