Funil de vendas: como aumentar a conversão do seu e-commerce

Logo no primeiro contato com o conceito de funil de vendas, é natural que o lojista fique com a impressão de que tudo começa já na sua loja virtual. Mas a verdade é que um funil de vendas pode começar antes mesmo do consumidor ter conhecimento sobre a marca, em alguma fonte longínqua de tráfego na internet.

Acabou de jogar por terra tudo o que achava que sabia sobre o funil de vendas? Pois para acabar de vez com suas dúvidas é que resolvemos mostrar no post de hoje todos os detalhes desse sistema, essencial para você, que deseja aumentar as vendas de seu e-commerce! Pronto para se tornar um praticamente expert no assunto a fim de desenvolver uma estratégia eficaz para sua loja virtual? Então, acompanhe:

O funil de vendas

O funil de vendas é um modelo teórico que representa o caminho pelo qual seus clientes vão passar desde o primeiro contato com sua marca até a realização de uma compra na sua loja virtual. Seu objetivo é mapear as etapas e definir quais serão as estratégias utilizadas em cada fase, a fim de facilitar o avanço dos possíveis consumidores em direção à meta final.

E como o funil de vendas é dividido em três partes — topo, meio e fundo —, é preciso criar uma estrutura que conecte cada uma dessas partes, fazendo o cliente prosseguir na sua jornada da maneira mais natural possível. E como estão interligadas, a eficiência de suas ações acaba sendo muito maior. Quando as três etapas do funil são devidamente planejadas e o projeto é bem elaborado, o processo de conversão de leads em consumidores efetivos é muito mais curto!

A nutrição de leads

Na explicação anterior sobre o funil de vendas você talvez tenha percebido que um de seus objetivos — provavelmente o principal — é transformar leads em compradores de sua loja virtual. E esse trabalho que envolve a coleta de informações de clientes em potencial para transformá-los em fregueses é conhecido como nutrição de leads. Para que você possa entender o que exatamente significa nutrir leads, vamos por etapas, dividindo os contatos do seu e-commerce em três tipos:

Suspects

Esses são aqueles clientes que acabaram de se cadastrar em sua loja virtual. Nessa fase, normalmente as únicas informações que você tem são seus e-mails e nomes. Dessa forma, não é possível determinar qualquer tipo de intenção de compra.

Prospects

Esses são contatos que já apresentaram interesse em algum de seus produtos, nem que seja tendo feito, por exemplo, o download de um guia produzido por você, direta ou indiretamente relacionado ao que vende. Isso mostra que ele tem, sim, interesse na marca, no assunto ou no produto, mas ainda não demonstrou intenção real de compra.

Leads

Depois de passar pelos estágios anteriores, pode-se dizer que o cliente apresenta um perfil compatível com a persona da sua loja virtual, já interagiu com a marca, consumiu seu conteúdo e percebeu, a partir daí, que o que você oferece é a solução para seus problemas. Isso tudo significa que ele finalmente está pronto para comprar do seu e-commerce!

Quando o fluxo do seu funil funciona corretamente, atrai (suspect), captura (prospect) e prepara seus clientes para comprarem no seu e-commerce (lead qualificado). Esse trabalho é chamado de nutrição de leads, responsável por transformar clientes em potencial em fregueses efetivos da sua loja virtual.

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A estratégia de funil

Vamos passar agora para um exemplo simplificado do funcionamento de um funil de vendas para que você possa fixar melhor a ideia e entender como sua loja virtual pode melhorar seu desempenho por meio desse modelo. Para aplicá-lo é preciso que você tenha feito um planejamento de marketing digital com: análise de mercado, público-alvo e personas, pesquisa de palavras-chave, valor de investimento da campanha, ferramentas e canais disponíveis para publicação. Se seu planejamento está desatualizado, é mais que válido revisar. Imaginemos, então, que sua loja virtual venda produtos para emagrecer. Aí se desdobra:

Topo do funil

Como essa é a fase de atração e aprendizado, dentre as principais estratégias que podem ser usadas para atrair clientes podemos citar: postagens em blog — X dicas para perder peso —, além de campanhas de anúncios no Google AdWords ou no Facebook Ads, que também são interessantes para atrair clientes em potencial.

Meio do funil

Nessa etapa se deve começar a eliminar objeções e conhecer seus clientes, coletando mais informações. Criar guias — Aprenda X técnicas para emagrecer —, mostrar casos de sucesso — pessoas que perderam bastante peso e mudaram de vida para melhor — e todo tipo de material que faça seu cliente se imaginar naquele cenário de satisfação. E por mais que você possa produzir posts e disponibilizá-los no seu blog, recomenda-se criar outros formatos, mais completos e ricos, que peça em troca de seu download algum dado, como pelo menos o endereço de e-mail do interessado. Assim o processo se configura como uma troca benéfica para ambas as partes!

Fundo do funil

Esse é o momento de arrematar a estratégia, quando você deve estar pronto para ofertar. Continuando com o exemplo, agora você pode preparar uma newsletter especial com indicações de produtos e até mesmo programas de emagrecimento. E vale lembrar que suas páginas de produtos devem estar devidamente otimizadas, preparadas para atrair ao máximo!

Percebeu como é possível visualizar todas as etapas do funil e os estágios de seus clientes? Com esses detalhes em mente, suas equipes de marketing e vendas conseguem ser muito mais precisas, produzindo o conteúdo certo para o momento certo. Dessa forma os clientes ficam encantados e passam a ficar mais propensos a comprar em sua loja virtual.

A mensuração dos resultados

Além de todas as vantagens sobre as quais já falamos, usar o funil de vendas ainda permite que você mensure e avalie cada resultado, etapa por etapa. E guarde o seguinte: aproveitar o poder de mensuração proporcionado pelo marketing digital é outro segredo para aumentar suas vendas! Como assim todas as suas estratégias podem ser medidas, é possível fazer ajustes sempre que o desempenho estiver abaixo do desejado.

Vamos supor que sua campanha de anúncios esteja com um desempenho interessante, mas não vem sendo suficientemente eficiente na captura de e-mails. Nesse caso, você pode aplicar ajustes nas suas páginas, otimizando-as para esse propósito. O mesmo acontece se você estiver conseguindo gerar uma boa quantidade de leads, mas convertendo pouco. A moral da história é: qualquer etapa do funil ou estratégia utilizada pode ser avaliada com a finalidade de se implantar melhorias.

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Régua de relacionamento

Além de contribuir com a geração de novos leads qualificados, a régua de nutrição também deve ser usada para manter relacionamento com clientes, sendo uma ferramenta importante no aumento do LifeTime Value.

Uma das formas mais assertivas para aproximar clientes da sua marca é por meio da geração e entrega de conteúdo relevante. Consideramos que o e-mail marketing, quando bem utilizado, uma excelente forma de promover  produtos e serviços, mas quando falamos em nutrição precisamos pensar em formas de ajudar o lead a resolver os próprios problemas.

No que a sua empresa é especialista? Dê dicas para facilitar a vida do seu cliente, se colocando como um consultor. Outra dica é deixar a comunicação o mais pessoal possível. Mande e-mails em nome pessoas e estimule a interação. Uma boa forma de automatizar estes e-mails é usando um software de marketing digital como o RD Station e o HubSpot.

E então, preparado para melhorar suas operações internas, fortalecer sua marca perante o público-alvo e aumentar a taxa de conversão do seu e-commerce? Aposte no poder do funil de vendas e não deixe de voltar aqui para compartilhar suas impressões conosco!

como vender mais

O que é remarketing e como ele aumenta as vendas do e-commerce

Por mais que o e-commerce atraia milhões de clientes anualmente, suas taxas de conversão ainda são bastante tímidas: apenas 2%! Isso significa que, a cada 100 pessoas que visitam seu site, apenas 2 efetuam uma compra imediata. Esse número poderia ser bem maior, não acha? Pois esse é o papel do remarketing (ou retargeting, como alguns profissionais o chamam), que consiste em uma estratégia de recuperação de clientes na internet. Promover a oportunidade de manter a chama da compra acesa no seu visitante não parece ser uma ótima ideia? Por isso é que nossa missão com o post de hoje é ajudá-lo a entender como o remarketing pode ajudar seu e-commerce a faturar. Então vamos lá?

Como funciona o remarketing?

É mais simples do que você pensa: toda vez que uma pessoa visita seu site, o computador dela é marcado com um cookie que passa a rastrear os demais sites visitados na sequência. Se esses sites participam da rede de displays do Google, por exemplo, anúncios personalizados do seu e-commerce são exibidos para o visitante. Mas não é apenas com os anúncios do Google que você pode fazer remarketing, viu? Também é possível utilizar a mesma estratégia em redes sociais, como Facebook e Twitter, com e-mail marketing ou outras plataformas que ofereçam tal recurso.

Que resultados traz?

Segundo o site CMO.com, uma boa campanha de remarketing pode gerar 33% mais vendas para seu e-commerce. Assim você sai dos 2% da taxa de conversão convencional para 35% a mais de clientes comprando e se relacionando com sua marca. Além disso, um levantamento desse mesmo site indica que o remarketing gera 16% mais engajamento e 12% mais consciência de marca para quem investe na estratégia.

Como fazer remarketing?

Para visitantes que chegam ao seu site, navegam por suas páginas e saem sem realizar nenhum pedido, o ideal é que você trabalhe com plataformas como o Google AdWords ou o Facebook Ads. Lá você pode configurar sua campanha de remarketing estabelecendo os anúncios a serem exibidos e o respectivo período de exibição. Assim, toda vez que seu visitante acessar uma página que esteja na rede de displays do Google ou entrar no Facebook, visualizará a publicidade do seu e-commerce, lembrando assim dos produtos que estava procurando. Só isso já aumenta suas chances de retorno.

Já para quem foi um pouco mais adiante no processo e chegou a colocar algum produto no carrinho de compras, sem fechar o pedido, você pode utilizar o retargeting por meio do e-mail marketing. Para isso, envie uma mensagem imediatamente após o abandono, lembrando o usuário de que os produtos ainda estão lá, disponíveis. Aguarde dois dias e envie um novo e-mail, relembrando sobre a possível compra. Espere mais uma semana e faça um novo contato. Simples, certo?

Só mais um detalhe: a frequência dos e-mails, assim como dos anúncios, deve ser determinada com base no ciclo de vendas do seu e-commerce. Dessa forma, se você comercializa produtos com um ciclo de venda curto, faça uma campanha de remarketing também curta (de uma semana, por exemplo). Já se a decisão de compra demora um pouco mais, envie os e-mails com maior intervalo entre um e outro. Se você perceber que o prazo para a tomada de decisão passou, deixe de exibir os anúncios para seu potencial cliente, pois ele pode realmente ter desistido da compra ou até mesmo já ter adquirido o produto de outro fornecedor. A chave está em se manter interessante para o consumidor em vez de se mostrar aquela marca chata que envia e-mails sem parar.

A verdade é que o remarketing não tem segredo. Basta conhecer as ferramentas disponíveis no mercado e investir na manutenção do relacionamento com sua audiência. Mas agora que você já conhece o termo e as potencialidades dessa estratégia, que tal compartilhar esse conhecimento com outras pessoas? Divulgue este post em suas redes sociais!

Design responsivo: o que é e por que você precisa saber

Em 2014, 9,4% de todas as compras online foram realizadas em dispositivos móveis, segundo o relatório WebShoppers divulgado pela E-bit no começo deste ano. O crescimento do m-commerce (o e-commerce mobile) entre 2013 e 2014 chegou a 84%, e a tendência é de que esses indicadores continuem aumentando nos próximos anos.

Por isso é que vender na internet, hoje, inclui necessariamente uma preocupação com os usuários de tablets e smartphones. Afinal, em países como os EUA, já são feitas mais buscas online nesse tipo de dispositivos do que em computadores desktops, criando um novo conceito de desenvolvimento: mobile first!

Esse conceito inverte a metodologia clássica de desenvolvimento web, considerando que quando vamos começar a desenvolver e planejar projetos virtuais, desde um pequeno site até um grande sistema, primeiramente devemos pensar no comportamento em dispositivos móveis e somente depois em desktops ou notebooks.

Mas como vender de maneira eficiente para todos os públicos? Como estar presente com boa usabilidade e comunicabilidade, independentemente do formato e do tamanho da tela? As respostas estão ambas no design responsivo para e-commerce! Mas não se assuste, pois vamos detalhar aqui o que exatamente é o design responsivo e por que você precisa entendê-lo para garantir o sucesso do seu e-commerce diante das tendências atuais na web. Acompanhe:

O que é design responsivo

Há algum tempo, a maioria dos computadores utilizava um monitor de resolução 800×600 ou 1024×768 pixels. Para os sites, a dimensão das telas não representava muito no que se referia à usabilidade e à navegação de suas interfaces. Mas hoje em dia temos não só uma infinidade de resoluções e proporções de telas de computadores, mas também dispositivos móveis, como Smart TVs, tablets e smartphones com tamanhos e resoluções diversas. E essa variedade gera um grande impacto na qualidade da experiência do usuário.

Nesse contexto, um site é considerado responsivo quando possui a capacidade de ajustar a disposição de seus componentes visuais, adaptando-se à resolução de tela na qual é exibido — alterando posição, altura, largura e até mesmo a formatação dos elementos gráficos —, a fim de garantir a melhor experiência do usuário ao navegar por suas páginas.

A adaptação de sites para smartphones e tablets é pensada principalmente em relação à ergonomia. Sendo assim, os textos e botões, por exemplo, ajustam-se de maneira a ficarem um abaixo do outro, permitindo uma navegação confortável e intuitiva por meio de toques. Esses ajustes têm como base o princípio de que, para manusear esses dispositivos, é mais fácil usar a rolagem de maneira vertical do que de horizontal. Os menus também sofrem alterações, geralmente se transformando em botões posicionados no canto superior (direito ou esquerdo) da tela, para que fiquem próximos à posição natural do dedão, facilitando a interação entre o menu e o usuário.

Design responsivo e mecanismos de buscas

Uma das principais vantagens de se optar por sites responsivos está ligada ao impacto nos mecanismos de buscas, principalmente depois do recente anúncio de mudanças no algoritmo de buscas da Google, que privilegiarão aqueles realmente preparados para a navegação em dispositivos móveis. E para auxiliar desenvolvedores e designers de sites, a Google disponibilizou uma ferramenta para testar a compatibilidade de qualquer página com dispositivos móveis, além de um conjunto de documentos com várias dicas e conceitos sobre sites responsivos.

O novo algoritmo da Google, chamado de PageLayout, tem a função de avaliar, por meio de critérios matemáticos, a navegabilidade dentro de um site — como os conteúdos estão dispostos e o quão fácil é encontrar determinadas informações dentro de uma página ou do site como um todo. Essa mudança reforça a preocupação da empresa com a experiência do usuário ao interagir com sites.

Para os e-commerces, o tráfego orgânico — aqueles usuários que vêm de resultados não pagos de buscas — representa a maior fatia dos visitantes na maioria dos casos. Perder representatividade nos mecanismos de buscas é, portanto, sinônimo de perda de vendas. E além de trazer um melhor posicionamento no ranking de pesquisas da Google por conta dessa alteração no algoritmo, possuir um e-commerce responsivo ainda ajuda a diminuir da taxa de rejeição do site, aumentando ainda mais as chances de posicionamento no topo das pesquisas.

Tudo isso se explica porque, como a experiência de navegação do usuário será amigável, sem a necessidade de dar zoom na página ou contando com botões pequenos demais para serem clicados com a ponta dos dedos, os visitantes provavelmente permanecerão mais tempo no site. E, de fato, quanto mais tempo os visitantes passam em seu e-commerce, maior é a chance de comprarem um de seus produtos!

Pagamentos e segurança mobile

E-commerces responsivos devem ter muito bem resolvida a questão dos pagamentos e da segurança para o usuário. Assim, contar com uma solução que contemple designs responsivos para múltiplas formas de pagamento é vital para vender bem em dispositivos móveis.

Nesse cenário, um site que se adapta a cada situação (ou seja, um site responsivo) representa a melhor solução para vender bem para usuários em qualquer plataforma. Para uma loja virtual, isso significa, por exemplo, que os consumidores poderão fazer suas compras independentemente de estarem usando o celular ou o computador. Assim, toda hora é hora de comprar!

Pense bem: em um momento de convergências de mídias, com a TV pautando o assunto das redes sociais e vice-versa, é indispensável estar acessível para pesquisas de oportunidade, que acontecem majoritariamente em dispositivos móveis.

A experiência do usuário e o m-commerce

Cada dispositivo tem características próprias que determinam, em grande parte, a maneira como as pessoas fazem uso delas. Dessa forma, para se adaptar aos dispositivos móveis, é preciso, na verdade, adaptar-se à maneira como as pessoas navegam por eles.

Smartphones são usados com as pontas dos dedos em vez de mouses e teclados físicos. Por isso, toda informação em cada tela deve ter sua posição bem calculada para ser facilmente consumida, levando em consideração as mais diversas variáveis. Já nos tablets, com telas um pouco maiores que os smartphones, é possível trabalhar de forma eficiente e agradável com um número maior de informações, mas ainda assim tomando o cuidado de adequar o tamanho de botões e textos aos dispositivos.

Agora que você já sabe o que é o design responsivo, veja também 5 motivos para ser mobile e entenda melhor como funciona o comportamento dos consumidores na web móvel. Até a próxima!

guia de UX para aumentar a conversão do seu e-commerce

Descrição de produtos otimizada: confira essas 5 dicas

Em um e-commerce, em que não há contato direto entre vendedores e clientes, saber elaborar uma boa descrição de produtos é fundamental para chamar a atenção dos consumidores e ter mais chances de fechar grandes vendas. (mais…)

Vendas pela internet: veja como turbiná-las

Trabalho com vendas pela internet desde 2005. Já tive a minha própria loja virtual e já ajudei milhares de pequenos empreendedores a conseguir vender online e, ao longo desse tempo todo, identifiquei os principais males que afligem grande parte dos projetos de vendas pela internet.

Segundo estatísticas da Abcomm, é muito claro, existe uma elite no comercio eletrônico brasileiro que consegue fazer vendas pela internet diariamente e de forma constante, porém, grande parte (em torno de 90%) das lojas virtuais fazem 30 pedidos por mês ou menos.

Se você faz parte dessa terrível estatística provavelmente você está cometendo alguns dos erros abaixo. Veja se você se identifica com algum deles:

  • Estratégia Errada

Não é à toa que esse item é o primeiro da lista, pois esse é o erro mais comum e mais grave. Para ser mais assertivo, talvez, nem devesse chamar esse item de estratégia errada e sim de “não ter nenhuma estratégia”. Se você quer ter um negócio de sucesso você precisa ter uma estratégia sólida e diferenciada. Planeje cada passo do seu negócio, saiba quanto irá gastar e quanto pretende faturar em um determinado período de tempo. Você irá perceber que investir em vendas pela internet exige uma estratégia pautada em dados e planejamento constante.

  • Não focar em um nicho especifico

A forma mais poderosa que conheço quando se é pequeno e não conseguimos concorrer com os grandes nas vendas pela internet é ser “nichado”. Ser “nichado” é ser focado em um público alvo específico. O Problema é que muita gente que começa uma loja virtual quer vender tudo para todo mundo. A minha dica é: foque em um público específico; conheça os hábitos de compra desse público e saiba como agradá-lo oferecendo os produtos que ele precisa.

  • Falta de informações para contato

Sim, isso é básico e muita gente não consegue sucesso em vender pela internet porque não faz o básico. Quando digo ter informações de contato é ter, pelo menos, um telefone fixo bem no topo do site e/ou um sistema de chat que fique grande parte do dia online. Se você tem um celular como telefone de contato, melhor tirar AGORA. Garanta um número de telefone próprio para realizar um bom relacionamento com o cliente.

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  • Você não utiliza vídeos

Os vídeos em lojas virtuais são recursos extremamente poderosos para ajudar a loja virtual a melhorar a taxa de conversão e a melhorar o tempo que as pessoas permanecem na sua loja virtual. Sem falar, que se você colocar os vídeos da sua loja no YouTube você ainda pode conseguir algumas visitas extras vindas de lá. A estratégia de vídeos tem sido muito utilizada por fornecer um conteúdo relevante para os clientes que buscam fazer vendas pela internet, pois tem mostrado diversos resultados e benefícios para as lojas virtuais como interação com o público e reconhecimento de marca.

  • Descrições ruins e incompletas

Isso é algo que acontece muito, pois as pessoas querem ter muitos produtos (falo mais sobre isso no item 7) e dessa forma não tem “tempo” para fazer boas descrições e os dois maiores problemas disso são:

○ Quando todas as lojas são iguais o cliente vai escolher o menor preço; então você deve garantir um diferencial da sua loja, oferecendo boas descrições de produtos que mostrem os detalhes daquilo que será comprado.

Se tudo na sua loja é igual as dos seus concorrentes o que você acha que os clientes vão levar em consideração na hora de escolher de quem comprar? De quem oferecer o menor preço, é claro.

○ Não ajuda no SEO;

Descrições de produtos copiadas de fabricantes ou muito curtas não ajudam em nada na possibilidade da sua loja virtual ser encontrada e ser bem qualificada pelo Google.

  • Plataforma não é fácil para o cliente comprar

Muitas lojas virtuais são confusas e lentas. Lembre-se, quanto mais tempo e mais cliques o seu cliente precisar dar menor será a sua taxa de conversão. Quer fazer algo para aumentar as vendas? Facilite a vida dos clientes quando eles quiserem comprar de você. Invista em um design responsivo. Se você não sabe o que é isso eu te explico: um site com um design responsivo é aquele que oferece uma experiência completa para o usuário quando acessado por meio de um dispositivo mobile. Ter um design responsivo não significa ter um aplicativo da sua loja virtual, mas sim um site que se adapte aos navegadores mobile, como o Google Chrome para celular, por exemplo.

  • Mix errado de produtos

Aqui é onde vejo muita gente começando a cavar a cova da sua loja virtual. Na ânsia de não parecer uma loja virtual nova e/ou pequena as pessoas que querem vender pela internet optam por ter um mix de produtos com grande variedade e pouca quantidade de cada produto.

Quando fazem isso, os empreendedores acabam matando todo o seu capital em estoque e não tem recursos para compra de tráfego para atrair visitantes/compradores para sua loja.

 

Para entrar mais afundo nisso deixo duas dicas:

1) Vídeo que fiz falando sobre os problemas de quem quer vender pela internet. Assista!

2) O link deste guia completo para vender na internet.  Nele fiz um resumão de tudo que aprendi nesses mais de 10 anos trabalhando com lojas virtuais.

Marcio EugênioD Loja Virtual

13 dicas para otimizar a busca de sua operação de e-commerce

Dentro da estratégia de marketing de uma loja virtual devemos abordar diversas estratégias de marketing digital e de busca. Pensar em uma loja virtual de sucesso, sem um bom posicionamento nas páginas de respostas dos grandes buscadores, como o Google, é simplesmente algo que não existe, afinal o Google é muitas vezes o primeiro porto de escala para qualquer consumidor online.

Para o lojista online o que interessa é a conversão do visitante em cliente comprador. Nunca foi tão importante garantir que sua loja virtual apresente todas as necessidades daquele que busca um produto ou serviço pela internet.

A otimização de resultados da busca, é daqueles tópicos muito mais fáceis na teoria do que na prática, e para que uma loja virtual seja bem classificada pelo Google, viabilizando a procura orgânica de seus produtos e/ou serviços, as seguintes técnicas de SEO (Search Engine Optimization) são condições básicas para bom desempenho:

1 – Carregamento da Página / Page Load Times

Quando alguém compra pela internet, sempre leva em conta a velocidade em que a loja virtual carrega. Obviamente, se sua página demora muito para funcionar, você perderá um cliente. Quanto mais veloz seu site trabalhar, melhor será para suas vendas.

Assim, é essencial que seu e-commerce tenha um Capacity Planning (Plano de Capacidade), que garanta o acesso de acordo com o volume de dados demandado, com um plano de manutenção e hospedagem que garanta o crescimento e picos de visitação, beneficiando o posicionamento da loja virtual nos buscadores e garantindo que não ocorra perdas de vendas.

2 – Nome da página

Da mesma forma que um documento no Word ou uma planilha Excel devem ser salvos com um nome fácil de achar e identificar, uma página de um site, em especial de venda pela internet, também deve se preocupar em definir um nome lógico para a página em questão.

Os títulos que você pode designar para as páginas do seu site são chaves para o search. Auxiliam na busca do Google e também proporcionam a oportunidade de conquistar a atenção dos consumidores online, levando-os a clicar e se relacionar com o site de forma mais eficiente.

3 – Descrição da página

A descrição é o conteúdo obrigatório do SEO de cada página de um site, pois é responsável pela apresentação do seu produto, portanto é de extrema importância à objetividade do seu texto, resumido entre 100 e 150 palavras, para que facilite a vida daquele que busca pelo produto. Quanto mais explicado estiver, melhor será para os seus negócios.

Fique ligado: conteúdos mais extensos do que o recomendado, podem ser ignorados pelas ferramentas de indexação dos motores de buscas mais utilizados.

4 – Conteúdo da Página (Page Content)

Já o page content se refere a todo conteúdo interno de uma página de venda online, levando em consideração a descrição do seu produto, incluindo todo texto, links e imagens que são visíveis e estão estruturadas em sua página web.

5 – Descrição de Produtos

Para que o seu site seja encontrado no buscador é preciso investir numa descrição clara e objetiva. Assim, não é aconselhável copiar descrições de outras lojas virtuais já que o cliente encontrará informações iguais, o que tornará sua busca inútil. É preciso mostrar o diferencial do seu produto, porquê o cliente deve escolhê-lo. Use a criatividade para induzir à compra pelo produto. Essa é a oportunidade para explicar o que é o produto que você está vendendo e quais são suas funcionalidades, características e diferenciais.

6 – Palavras e Expressões-chave 

É de extrema importância que você utilize palavras ou expressões chaves, para que seu site seja facilmente encontrado. Porém, deve-se pensar nas palavras certas, pesquisar concorrentes e se colocar no lugar do internauta, imaginando quais seriam os termos e expressões mais usados.

Sites como o Google Trends, podem ser úteis na busca de ideias e na compreensão do comportamento dos internautas.

Vale ressaltar que essa preocupação deve levar em conta cada um dos produtos ou serviços comercializados, viabilizando as palavras adequadas para cada página, sendo essencial que, além das Tags (palavras-chave), os termos escolhidos façam parte do conteúdo do produto, seja no seu nome ou na sua descrição.

7 – Definição de Imagens

Todo bom site de e-commerce ilustra seu conteúdo com foto e imagens de produtos ou serviços. O segredo do uso das imagens para o SEO está, não só na escolha de imagens representativas, mas também em seu processo de “Taggeamento”. Portanto, se sua página apresentar imagens com nomes e descrições relacionadas aos seus produtos, você estará na frente da concorrência. É importante não se esquecer de nomear a imagem com a tag h1 que você escolheu isso é realmente o mais importante.

8 – Tags de cabeçalho

São códigos utilizados na HTML de uma página web para criar títulos, e definir a hierarquia de um conteúdo. Apresentam-se de acordo com a seguinte sintaxe: <h1>Título do seu produto</h1>.

Assim, as tags são importantes indicadores para os motores de busca do conteúdo da sua página, sendo essencial que cada página tenha uma tag h1 definida.

9 – Links internos ou de saída

Todo site que oferece links de saída em suas páginas internas é considerado mais relevante pelos buscadores, do que sites sem links de referência externas, assim recomendamos que não restrinja o acesso à informação por parte de seus visitantes. Forneça você mesmo acesso às informações adicionais, sem obrigar o internauta a fazer uma busca adicional fora de sua loja virtual.

Outra peculiaridade que o Google avalia, é se o seu site possui links internos, que são presentes em qualquer página do seu site e que apontam para outra página do mesmo, ajudando na mobilidade de quem pesquisa.

10 – URL das páginas do Site (Uniform Resource Locator)

Também conhecido como “URL”, é um dos itens mais relevantes para o algorítimo dos sites de busca, pois, sendo a definição de nome de cada página do seu site, ajudam os motores de busca na ordenação do conteúdo de cada página e decidem onde classificá-lo em resultados de pesquisas.

Portanto, é importante visualizar se suas URLs são estruturadas de uma forma que se torne amigável para os motores de busca.

Uma página que tenha um nome genérico como /produtos/itemID=256, tem um significado totalmente diferente para um buscador, do que uma página como /produtos/celular/iphone6. Assim, as chances dessa segunda opção ser mostrada numa busca relacionada ao Smartphone em questão, acaba sendo muito maior.

Uma boa definição de URL cria a chance de que mais pessoas cheguem à página de seu produto através dos buscadores, valorizando cada uma das páginas de seu e-cmmerce, atraindo e conquistando clientes com um menor número de cliques.

11 – Erros do site

Outro fato que incomoda um comprador online e que os buscadores não perdoam, são os erros apresentados no site, como links quebrados ou inativos.

Existem ferramentas que verificam automaticamente a existência de erros no site, e podem ser usadas para localizar e corrigir essas falhas recomendamos o Google Web Master Tools para se assegurar da qualidade dos links de sua loja virtual.

12 – Design responsivo

Quando dizemos “responsivo”, nos referimos aos sites que aderem à dimensão de qualquer aparelho eletrônico.

Se sua loja virtual tiver esse tipo de design, seu futuro cliente ficará satisfeito pelo simples fato de não ter que ficar diminuindo a tela para navegar pelo seu site.

Ter o design responsivo, é a garantia de atender o crescente público de Smartphones e Tablets, sem a necessidade de construir um ambiente web para cada tipo de aparelho, garantindo uma experiência completa do processo de compra independente da interface de navegação escolhida pelo cliente.

Recentemente, o Google informou publicamente que sites não responsivos teriam seu posicionamento modificado no algorítmo de busca e passaria a privilegiar sites que tenham boa apresentação em todos navegadores e equipamentos usados pelos internautas.

13 – Integração com Mídias Sociais

Hoje em dia, sua empresa deve estar onde o seu cliente está, e com a miríade de ferramentas de mídias sociais, esse processo ficou um pouco mais complexo, com necessidade de interagir com clientes e prospects fora de sua loja on-line, identificando e entrando na conversação em ferramentas como o Facebook, Twitter, Instagram, Blogs e etc.

Os buscadores identificam se seu site está conectado com as principais mídias sociais, agregando valor nos resultados de busca de acordo com sua participação e assertividade na comunicação gerada nesses canais.

E se você está procurando pelo sucesso da sua loja virtual e pelo melhor trabalho com SEO, a eCShop tem o que você precisa! Entre em contato e faça o teste grátis durante 15 dias, com os melhores planos para e-commerce.

Fonte/ crédito: Letícia Galvão – eCShop

Checkout Transparente: aumente a sua taxa de conversão em 30%

O Checkout Transparente é a ferramenta ideal para quem busca aumentar a taxa de conversão de suas vendas, e dar mais segurança para os seus clientes no momento da compra. O Moip foi o criador desse serviço, sendo hoje marca registrada dessa solução de pagamento inteligente.

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5 erros mais comuns cometidos em um e-commerce

Quando surpreendidos pelas incontáveis oportunidades que um e-commerce pode oferecer, muitos futuros empresários do ramo de negócios virtuais acabam não planejando devidamente o empreendimento e derrapam logo no começo das operações. (mais…)

Logística no e-commerce: desenvolva-a com eficiência

Uma das etapas mais importantes para o bom funcionamento de uma loja virtual é sem dúvida a logística no e-commerce. Tema de grandes discussões, debates e palestras, é justamente este o assunto que vamos abordar hoje, no segundo post da série passo a passo para abrir uma loja virtual.

Essa Palestra Online abaixo ensina grandes dicas sobre a otimização de um processo de logística no e-commerce. Nele, você verá sobre operadores logísticos, embalagens, fulfilment e muito mais. Confira!

Muito mais do que uma simples entrega

A logística no e-commerce é um grande desafio, independentemente do tamanho da empresa – pequena, média ou grande. O processo que envolve receber o pedido, separar e organizar o produto e entregá-lo em perfeitas condições e dentro do prazo para o cliente, tem deixado muitos empresários do mundo virtual de cabelo em pé.

Vale lembrar que com uma boa organização e até mesmo com um sistema eficiente para o controle de mercadorias, empresas de pequeno porte podem fazer o processo de logística internamente. Esta opção pode ser considerada principalmente devido aos custos bastante elevados para a terceirização de um sistema de logística.

Mas, para tanto, é preciso conhecimento. Investir em cursos sobre o assunto, conversar com outros empresários da área e buscar o máximo de informações podem trazer bons resultados.

De qualquer forma, ter uma boa logística (ou, e-logística – termo usado em e-commerce) – interna ou com o auxílio de uma boa plataforma externa – é imprescindível para crescimento sustentável e fidelização dos clientes de sua loja virtual.

Veja algumas dicas para turbinar a logística no e-commerce:

Planejamento – Tudo começa com o bom e velho planejamento. As formas e etapas de entrega dos produtos precisam estar claras e bem definidas desde as ideias embrionárias do negócio. Considere as características físicas do produto, área de atuação do e-commerce e o estoque da mercadoria.

Atenção ao estoque – O produto que você irá entregar é perecível? Necessita de armazenamento adequado? Quais os cuidados devem ser tomados no momento de embalar este produto? O setor administrativo da empresa estará próximo ao estoque? Analise cada detalhe e coloque hipóteses negativas para evitar ou reverter possíveis problemas.

Cuidados com a embalagem – Se você pensa que a embalagem não é muito importante, pois o que importa de fato é a qualidade do seu produto, você não está totalmente equivocado. Mas tenha em mente que a embalagem pode enriquecer a percepção do cliente com a sua loja e produto, além de que uma embalagem de qualidade pode preservar a integridade da mercadoria. Leia mais sobre a importância da embalagem em e-commerce, clicando aqui.

Forneça informações – Quer deixar o seu cliente tranquilo? Diga para ele em qual etapa do processo de entrega está o produto que ele comprou. Muitos fornecedores de logística fornecem este serviço e se você for o responsável pela entrega, não deixe de se atentar a este ponto.

Escolha uma empresa de entrega – No mercado existem muitas empresas do ramo de entrega e logística e na hora da escolha por alguma delas, considere as características da sua empresa, localização do estoque, serviços que o fornecedor oferece e quanto de valor a sua empresa poderá arcar com este custo. Veja a lista de fornecedores de logística e entrega do Portal E-Commerce Brasil.

Não se esqueça da troca – Não frustre o seu cliente. Tenha um sistema eficiente de troca de produtos. Caso não tenha mais o produto que o cliente comprou em estoque, seja honesto e avise-o com rapidez. O sistema de troca do seu e-commerce só será eficiente se o seu estoque estiver afinado com a entrega.

O processo de logística não é simples, mas se bem organizado servirá de base para fidelizar o cliente e criar uma empresa sustentável.

Tem alguma outra ideia sobre logística no e-commerce? Será um prazer ouvir a sua opinião! Comente e compartilhe conosco o seu conhecimento!

No próximo artigo: a importância de dispor canais de atendimento ao cliente.

Até lá!

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O brasileiro gosta de empreender. Mesmo com todas as dificuldades intrínsecas à abertura de um negócio, como investimento de risco, carga tributária elevada e instabilidade econômica, a cada dia novas empresas são criadas repletas de expectativas.

Contudo, esta força de vontade por abrir o próprio negócio, na maioria das vezes não é suficiente para que a empresa se estabeleça no mercado. (mais…)