Gestão de risco: as vantagens de fazer uma análise rápida e confiável

Dentro do universo do comércio eletrônico, no qual fraudes e chargebacks ocorrem com frequência, buscar por proteção é tão fundamental que podemos dizer que se trata de uma necessidade básica. E é por isso que serviços conhecidos como gestão de risco ou análise antifraude são tão importantes para a saúde das operações de um e-commerce.

Aqui no blog, já falamos algumas vezes sobre gestão de risco, como no artigo sobre análise de risco manual e também no texto sobre gestão de risco eficiente. Hoje, nosso objetivo é mostrar as vantagens que esse processo de segurança traz para um e-commerce, especialmente se ele for rápido e confiável. Siga com a gente e confira!

A importância da gestão de risco

Os últimos anos foram bastante promissores para o comércio eletrônico, certo? Fechando um ciclo positivo, 2020 foi o ano que consolidou o e-commerce como uma opção de comércio viável e confiável. Segundo a 42ª edição do Webshoppers, as vendas online cresceram 47%, o maior índice dos últimos 20 anos. Um dos motivos foi a entrada de 7,3 milhões de novos consumidores na rota das compras virtuais.

E as expectativas para 2021 seguem o mesmo bom ritmo. Um levantamento da consultoria Ebit Nielsen prevê que as vendas online devem crescer 26%, atingindo um faturamento de R$ 110 bilhões, mantendo a força do setor e indicando que a consolidação é concreta e que não foi apenas um voo de galinha.

Porém, nem tudo são flores no ambiente virtual. Assim como os números positivos aumentam, também ganham espaço alguns dados negativos ― felizmente, não na mesma proporção. Em março de 2020, o comércio eletrônico registrou uma taxa de tentativas de fraude de 3,99%, ou seja, de cada 100 compras, quatro tiveram origem fraudulenta. Em janeiro, esse índice era de 2,78%.

Não é somente a quantidade que se torna relevante neste caso, mas também o ticket médio dos pedidos fraudulentos, que é muito acima das compras legítimas. No primeiro semestre, as vendas legais tiveram valor médio de R$ 302,22, contra R$ 641,38 das vendas fraudadas. Os criminosos sempre apostam no maior lucro possível.

É nesse contexto, ao juntar essas duas perspectivas, que a gestão de risco se torna uma necessidade básica para manter a segurança do e-commerce tanto para o vendedor quanto para o comprador. Para o dono da loja online, que geralmente é o único responsável pelo resultado das transações financeiras, fazer a análise de risco significa diminuir drasticamente os prejuízos com as compras fraudulentas, que não são ressarcidas pelas operadoras de cartão.

Já para os compradores, dá a segurança de que eles estão comprando de um e-commerce idôneo, que se preocupa com seus clientes. Lembre-se que, caso uma análise de risco aponte algo estranho em alguma transação, é possível que a compra seja verificada junto ao comprador. Se uma pessoa está usando o cartão de crédito, por exemplo, o analista pode entrar em contato para confirmar dados caso desconfie que o cartão tenha sido roubado ou clonado. Isso evita muita dor de cabeça para o consumidor.

As vantagens de investir na gestão de risco

Depois de relembrarmos a importância da gestão de risco, tão essencial em um momento de estabelecimento das raízes do e-commerce no país, é possível entender as vantagens que o processo oferece e por que fazer esse tipo de controle se torna um verdadeiro investimento para o negócio. Só não se esqueça que a gestão de risco não está limitada à transação de compra e venda. Para melhores resultados, ela deve ser implementada nos mais variados processos.

Vamos às vantagens de investir em uma gestão de risco rápida e confiável:

1 – Mais segurança para os dados de seus clientes

Os ataques a empresas com o objetivo de roubar informações pessoais dos clientes e sobre  a experiência de compra deles são cada vez mais comuns, infelizmente. Esse tipo de ataque pode acabar com a credibilidade de um e-commerce, inclusive. Ao optar por uma gestão de riscos ágil e eficiente, é possível investir em parcerias e ferramentas que monitorem e impeçam esse tipo de ataque. Essa atitude torna a sua loja um ambiente reconhecidamente confiável em relação aos concorrentes, garantindo segurança nos pagamentos online.

2 – Melhora em indicadores importantes de performance

Alguns indicadores de performance são essenciais para o e-commerce e têm relação direta com a gestão de risco. Entre os principais, podemos citar as fraudes e o chargeback, eventos que, apesar de fazerem parte da rotina de uma loja online, atrapalham muito a saúde financeira, uma vez que criam instabilidade no fluxo de caixa. O que seria lucro não se confirma e pode acabar virando prejuízo, caso o produto tenha saído do estoque sem nenhum custo.

Quando há o investimento em controlar as possíveis causas e consequência desses riscos, é possível prever com mais facilidade quando, como e por que essas situações acontecem e, então, preparar-se para enfrentá-las. Dessa forma, a gestão passa a ser uma ferramenta a mais para melhorar os indicadores, afinal, conhecer o problema é o primeiro para entendê-lo.

3 – Otimização da operação do e-commerce

Se a gestão de risco no e-commerce ajuda a reconhecer melhor os perigos que rondam a loja virtual e a se preparar para minimizá-los, ela também pode ser a oportunidade que faltava para tornar o negócio mais eficiente, ágil e atraente para o público. Com a inclusão de ferramentas de segurança e serviços intermediários especializados, o seu sistema fica mais eficiente e permite que os processos de venda se tornem mais rápidos e baratos por meio da otimização da gestão do estoque, da preparação dos pedidos e dos envios.

4 – Gestão de e-commerce sem custos

Tudo que dá mais tranquilidade para os gestores trabalharem pode ser transformado em produtividade. A ideia principal por trás de uma boa gestão de riscos de um e-commerce é criar uma rede de segurança. Uma estrutura que proteja a empresa sem que o dono e diretores precisem se preocupar ativamente com isso 24 horas. Investindo na eficiência da sua direção, você investe em previsibilidade.

Sem sustos ou surpresas, é bem mais fácil planejar e começar a buscar os objetivos que você sempre sonhou para o e-commerce. Parece muita coisa, certo? Porém, no geral, é mais simples do que você imagina. Basta começar pelo planejamento, buscar as parcerias certas e colocar seu plano em prática.

Como o Moip ajuda a defender o seu negócio

Como não poderia deixar de ser, o Moip está pronto para ajudar você a defender o seu e-commerce da melhor maneira possível. Oferecemos uma cobertura completa contra fraudes durante todo o processo de pagamento de um pedido, pois contamos com uma equipe de gestão de risco especializada em detectar e prevenir fraudes em transações online. Nossos especialistas operam diretamente na redução do falso positivo e na detecção de fraudes de cartões de crédito. Também possuímos uma área focada em prevenir a entrada no comércio eletrônico de sites ilegais. Para saber mais sobre a gestão de risco oferecido pelo Moip, entre em contato ou acesse nosso site. Se preferir, deixe um comentário no espaço abaixo que nossa equipe entrará em contato para entender melhor quais são as suas necessidades. E, claro, se precisar de uma solução de pagamentos robusta para o seu e-commerce, estamos prontos para atendê-lo também.

Nova call to action

Como usar a recorrência para aumentar as vendas de ticket médio mais alto no seu e-commerce

Se há um nicho dentro do comércio eletrônico que está em plena expansão é o clube de assinatura: o segmento pulou de 300 empresas em 2014 para 4 mil em 2020, somando um faturamento de R$ 1 bilhão. Com base no modelo de pagamento recorrente, essa oferta contínua de produtos e serviços garante a sustentabilidade do negócio. Porém, você sabia que pode usar essa recorrência para aumentar as vendas de outras mercadorias do seu e-commerce?

É isso mesmo. Um clube de assinatura online não precisa restringir suas entregas, necessariamente, aos pacotes fixos. Ele pode disponibilizar aos clientes ou futuros clientes produtos e serviços de maneira avulsa, como uma forma de apresentar a marca para quem ainda não conhece ou proporcionar diferentes experiências para quem já conhece, mas não provou tudo o que sua loja online oferece.

Usando esse artifício é possível expandir as vendas e ampliar os ganhos do e-commerce, especialmente se trabalhar com um portfólio mais refinado e de ticket médio mais alto nas vendas avulsas. Siga com a gente e veja as dicas que separamos para ajudar você a usar a recorrência para aumentar as vendas do seu clube de assinaturas.

O que é pagamento recorrente

Sei que já falamos aqui no blog sobre pagamento recorrente, também chamado de venda recorrente ou compra recorrente. Clicando aqui você vai encontrar um artigo completo sobre o assunto. No entanto, é sempre bom fazer uma revisão rápida sobre o assunto, para não ficar nenhuma dúvida sobre o que estamos falando.

O pagamento recorrente é aquele feito por um período determinado, que pode ser mensal, bimestral, semestral, entre outros, conforme o tipo de serviço ou produto oferecido. O comprador, ao concordar com a recorrência na primeira compra, terá que fazer os pagamentos de acordo com a periodicidade estipulada.

Para o objetivo do nosso texto, o clube de assinaturas é o melhor exemplo de recorrência, mas a venda recorrente acontece em diversos tipos de produtos ou serviços, como nos planos das operadoras de internet, nas assinaturas de streamings, nas mensalidades de colégios e até nos contratos de academias. 

Inclusive, para auxiliar você a ampliar esse modelo no seu e-commerce, elencamos 5 práticas que vão ajudar, e muito, em todo o processo. Confira:

1 – Desenvolva perfis para os consumidores

Classificar os consumidores possibilita fazer uma comunicação mais eficiente e barata. Você pode começar pelo básico: idade, gênero, localização, ticket médio, total comprado, data da última compra, qualidade das compras, entre outros. Só lembre de, ao reter determinados dados, pedir a permissão do usuário, conforme a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais.

2 – Defina uma rotina de comunicação geral e categorizada

Estabeleça uma frequência e escolha por quais mídias seus clientes serão abordados. Com os dados em mãos, crie uma agenda de comunicação com todas as mídias disponíveis para sua realidade. Faça uma programação que intercale mensagens gerais com aquelas baseadas na classificação do público, pois isso ajuda a manter a audiência ativa e melhora os índices de qualidade.

3 – Categorize seus produtos a fim de ter filtros cada vez mais específicos

Categorizar os produtos auxilia na criação de landing pages mais efetivas, aumentando a assertividade da comunicação com grupos de clientes mais específicos.

4 – Estimule a recompra

Como é de conhecimento de grande parte dos empresários, a aquisição de um novo cliente é um processo mais caro que a manutenção e fidelização daqueles que estão ativos. Por isso, desenvolver ações de relacionamento com os clientes que você já tem reduz os custos gerais e aumenta o lifetime value. Por isso, parte da comunicação deve ser voltada a esse relacionamento, dando um estímulo, como um desconto ou um brinde, para que o cliente entre na recorrência.

5 – Tenha um pós-venda ativo

Na venda presencial, saber sobre a satisfação do cliente é instantâneo, pode ser feita na loja mesmo. Já no e-commerce, esse processo é um pouco mais delicado e precisa de atenção. Muitas lojas online, assim que registram a entrega de um pedido, já mandam e-mail pedindo uma avaliação do processo, para verificar se tudo correu bem. E se, por acaso, recebem uma reclamação antes da finalização do processo, destacam alguém para resolver a situação. Isso cria uma relação de confiança que o faz lembrar de você na próxima necessidade de compra.

Agora que refrescamos a memória sobre o que é o pagamento recorrente e vimos algumas dicas para consolidar o modelo no e-commerce, vamos ao assunto principal do nosso artigo.

Como usar a recorrência para aumentar as vendas

A prática de oferecer um produto ou serviço complementar no encerramento de uma venda é comum no dia a dia do comércio, certo? A iniciativa de ofertar mercadorias avulsas relacionadas a um clube de assinaturas segue o mesmo princípio, só que aqui a ideia é selecionar itens especiais, que podem ou não fazer parte de um pacote e geralmente têm um ticket médio mais elevado.

Para entender melhor, vamos a um exemplo. Digamos que você tenha um clube de vinhos e entregue, todos os meses, 4 garrafas na casa de seu assinante, que são selecionadas conforme o perfil que ele preencheu no momento da assinatura. Porém, para instigar os apreciadores da bebida, seu e-commerce também faz o lançamento de novos rótulos ao longo do ano, mas que somente entram no catálogo dos kits após 12 meses. Até lá, esse produto fica disponível para venda avulsa, só que pelo preço normal, um pouco mais alto do que seria pelo clube, pois se trata de algo novo.

Essa é uma das formas de usar a recorrência para aumentar as vendas de produtos ou serviços com ticket médio mais alto no seu e-commerce, mas não é o único. Aqui, separamos mais alguns exemplos que podem ajudar você a ter boas ideias no seu negócio. Veja:

1 – Diferente de um lançamento que vai entrar no catálogo dos kits depois, como o vinho do nosso exemplo, você também pode trabalhar a venda avulsa de um lançamento que não vai entrar para os pacotes do clube, como um lançamento exclusivo da loja online. Para chamar a atenção dos associados para um produto mais caro, no entanto, é preciso oferecer alguma vantagem, como um desconto em relação a quem não faz parte do clube.

2 – Para quem trabalha com clubes de alimentos, uma alternativa de como usar a recorrência para aumentar as vendas de produtos de ticket médio mais alto é, em alguns momentos e para alguns clientes selecionados de acordo com o perfil, que citamos antes, oferecer amostras de itens específicos. E, claro, apresentar o catálogo do e-commerce com as opções que ele pode comprar para abastecer a cozinha.

3 – Abra a possibilidade do associado trocar ou incluir um novo produto no seu kit padrão. Por exemplo, no mês de aniversário dele, você informa que ele pode incluir um item diferente no kit, sem custo extra. Essa é uma forma de você conhecer melhor os gostos e desejos do seu cliente e abre a possibilidade de oferecer outros produtos avulsos do e-commerce para ele.

4 – Pense em promoções voltadas exclusivamente para os membros do clube de assinatura. Lembre-se que, na maioria dos casos, uma pessoa opta por esse tipo de compra recorrente porque quer um tratamento diferenciado, afinal, fazer parte de um clube a torna membro de uma comunidade, de algo especial. Então, quanto mais você fizer ela sentir isso, mais ela vai se integrar e querer participar, o que significa, também, adquirir os produtos que são oferecidos. Se for algo pensado de modo exclusivo, é melhor ainda.

Esses são alguns exemplos que podem ser aplicados nos mais variados tipos de clubes de assinaturas, desde vinhos e alimentos, como citamos, até produtos de beleza e livros. O mais importante, na verdade, é conhecer a fundo seus clientes e entender quais são seus desejos e necessidades.

Não esqueça de oferecer uma solução de pagamentos eficiente!

Trabalhar com pagamento recorrente no e-commerce exige uma ferramenta de cobrança adequada, como a solução de pagamentos do Moip. Com ele, você cria planos personalizados, faz a gestão de clientes, controla as finanças e até recupera pagamentos. Para saber mais, acesse nosso site ou entre em contato com a gente. Nossa equipe está pronta para atendê-lo e tirar suas dúvidas.

Como um sistema ERP pode auxiliar na gestão de estoque e logística na Black Friday

Entre as medidas de organização do e-commerce para a Black Friday, uma das maiores campanhas de vendas do ano, gerir o estoque e controlar as integrações logísticas através de um sistema de gestão unificado é uma das estratégias que auxiliam o lojista a organizar a operação e a pensar na campanha de forma inteligente, focando na experiência do cliente.

A gestão do estoque feita de forma correta, evita excessos e falta de produtos no estoque, evitando perdas nas vendas. Quando as informações ficam centralizadas em um único canal, também é possível organizar a loja para a venda em múltiplos canais, facilitando a gestão e integrações aos marketplaces e também aos parceiros logísticos.

O sistema de gestão ERP auxilia desde a inserção de novos produtos no estoque ao acompanhamento do status de pedidos de venda. Todo o fluxo operacional fica organizado, agilizando os processos e ganhando tempo e eficiência na rotina diária.

Confira 3 motivos para utilizar o ERP na gestão de estoque e logística:

#1 Maior controle e giro de estoque:

É preciso estar atento ao estoque, ele diz muito sobre o seu negócio. O giro de produtos é um sinal de que as escolhas de produtos para venda estão agradando o cliente e que ele está chegando até o seu canal para efetivar suas compras. Produto parado em estoque significa capital de giro parado e isso não é bom para o negócio. Nesta época que antecede a Black Friday, é preciso verificar os produtos em estoque para fazê-los girar na campanha de vendas. O sistema de gestão é responsável por manter o estoque atualizado com as vendas de todos os canais, mantendo o empreendedor informado quando produtos estão em falta ou sobrando em estoque.

#2 Organização interna:

É importante registrar tudo o que entra e sai da empresa para ter diagnósticos com relação às campanhas de venda, sucesso ou pouco giro do produto, manter prazos de validade em dia, entre outros cuidados. Além de controlar o estoque, o ERP também também permite a emissão de notas fiscais eletrônicas, a geração de boletos bancários e de cobranças e de propostas comerciais.

#3 Logística Integrada

Engana-se quem pensa que a logística é somente a entrega do produto ao cliente. O processo começa ainda o estoque, englobando desde o processo de armazenagem, seleção de pedidos, preparo do produto e transporte. É uma grande operação. O espaço de armazenagem deve primar pela qualidade do estoque e com organização fica fácil a visualização dos produtos e suas especificações. Isso contribui para a etapa de separação do produto, que deve ser feita com atenção para não errar no pedido do cliente, como modelo, tamanho ou outras especificações.

A embalagem deve ser feita com cuidado em material adequado e exclusivo para cada tipo do produto. Isso para que a entrega chegue em perfeito estado ao cliente. O ERP também é fundamental para fazer integrações logísticas, a fim de ter parceiros responsáveis em casos de problemas com o transporte. A transportadora deve oferecer os serviços de rastreamento e escolta das cargas, já que é um fator importante para que o produto chegue até o consumidor com segurança, evitando problemas para o e-commerce. Através do sistema de gestão é possível gerenciar os seus envios

Benefícios da Logística Integrada:

Utilizando um gateway de fretes integrado a um software de integração logística, é possível fazer cotações de serviços de transporte, definir qual transportadora irá realizar a entrega e acompanhar todo o processo com maior praticidade. Entre os maiores benefícios de ter a logística integrada estão:

  • Planejamento eficiente
  • Cotação de preços e prazos de frete
  • Controle de entrega de produtos
  • Redução de custos
  • Otimização de tempo

Integração para vender mais

Com tantos novos sellers no mercado de e-commerce, a Black Friday é além de uma oportunidade também um grande desafio. A experiência de compra deve ser pensada em todas as suas fases, pensado na jornada de compra desde a pesquisa até a entrega do produto.

É importante que o lojista conheça o perfil do seu cliente para engajar ele nas melhores estratégias de venda e conectar desejo de compra e os produtos à venda. O sistema de gestão ERP online auxilia na integração dos processos e estabelece organização e cuidados internos, fazendo com que o empreendedor possa ter tempo para pensar no negócio de forma criativa, não somente cumprir tarefas automáticas. Se ainda não é cliente Bling, utilize o cupom #wirecard, faça um teste grátis por 90 dias e confira na prática os benefícios de utilizar um sistema de gestão ERP que trabalha em favor do seu negócio.

LGPD e e-commerce: entenda o que muda para o comércio eletrônico com a nova lei

A expectativa da maioria dos empresários era que, por conta da pandemia do coronavírus, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) fosse adiada para 2021. Só que isso não aconteceu e ela entrou em vigor em setembro de 2020. Com isso, as empresas precisam agilizar o seu processo de adequação interna. Porém, na prática, quando o assunto é LGPD e e-commerce, quais são as medidas a serem tomadas?

É para responder essa pergunta e tirar outras dúvidas sobre essa nova legislação que estamos aqui. Então, siga com a gente e entenda tudo o que precisa ser feito para o seu e-commerce ou marketplace não sofrer as penalidades previstas na LGPD.

Do que trata a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais

A LGPD veio para regulamentar o tratamento de dados pessoais de clientes e usuários por parte de empresas públicas e privadas em todo o território nacional. O objetivo dessa ação é proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade e o livre desenvolvimento da personalidade de qualquer cidadão, independentemente de etnia, cor, classe social, religião, gênero, entre outras características.

Segundo a lei, tratamento significa toda operação realizada com dados pessoais, como as que se referem a coleta, produção, recepção, classificação, utilização, acesso, reprodução, transmissão, distribuição, processamento, arquivamento, armazenamento, eliminação, avaliação ou controle da informação, modificação, comunicação, transferência, difusão ou extração.

Basicamente, quer dizer que as empresas vão precisar seguir novas regras na hora de coletar e usar as informações pessoais de seus clientes. A principal delas é que esses dados somente serão manipulados mediante o consentimento e a autorização explícitos dos usuários. Além disso, ainda é necessário deixar claro para qual finalidade os dados serão usados e como isso ocorrerá.

O que pode e o que não pode quando o assunto é LGPD e e-commerce

Diante do que falamos até aqui, já deu para perceber que a LGPD afeta diretamente os e-commerces e marketplaces, uma vez que os dados são a matéria-prima para as estratégias de marketing e vendas desses negócios, certo? Mas não encare isso como uma notícia ruim, não! Agora no início pode dar um pouco de trabalho fazer todas as adequações necessárias. Porém, depois, será possível colher os frutos desse ambiente mais transparente e seguro criado tanto para a empresa quanto para o cliente.

Só há um ponto que é totalmente desaconselhado: obrigar o cliente a ceder seus dados. Então, deixar um formulário com campos obrigatórios para exigir um consentimento geral está vetado. A nova lei proíbe a obrigatoriedade de informar dados pessoais para acessar serviços e produtos. Dados essenciais para o uso do serviço, como e-mail para fazer o login ou endereço para receber o produto, são uma exceção.

Mas se, por exemplo, o formulário de cadastro obriga o consumidor a colocar o estado civil para comprar, isso deve ser alterado para opcional ou ser retirado, pois não interfere diretamente no negócio. Da mesma forma, se o seu e-commerce ou marketplace tem um aplicativo gratuito, não será mais possível exigir que o usuário compartilhe a privacidade para acessar as funções do app.

Também é importante ficar atento aos Termos de Uso e à Política de Privacidade da sua empresa. Esses documentos continuarão sendo essenciais, mas, mesmo com todas as informações disponíveis neles, ainda será proibido forçar a aceitação do usuário no que diz respeito aos dados pessoais.

Como adequar o e-commerce à LGPD

Já que citamos os Termos de Uso e a Política de Privacidade, fazer a atualização desses dois documentos é um bom ponto de partida para começar a adequar o e-commerce ou o marketplace à LGPD. Desse modo, você pode deixar claro como o seu negócio está lidando com a nova lei e como vai ser feito o tratamento de dados a partir de agora, dando total transparência ao processo.

Outro procedimento que deve ficar mais claro é a utilização de cookies. Se você ainda não indicava o uso dessa ferramenta, agora precisa fazê-lo e também pedir a permissão do usuário para usá-la. É interessante que essa solicitação venha com explicações de como os cookies funcionam, assim pode ficar até mais fácil para o usuário dar uma resposta afirmativa.

Além desses procedimentos iniciais, ainda tem mais algumas medidas que precisam ser tomadas conforme os usuários avançam no relacionamento com o seu e-commerce ou marketplace. O que você precisa ter em mente é que, sempre que pedir para um cliente deixar uma informação no site, ela deve ser realmente necessária e precisa ser autorizada.

Para que nada passe batido, fizemos um checklist com o que você precisa implementar no seu e-commerce para se adequar à LGPD:

  • Criar uma autorização para tratamento de dados pessoais separada das outras cláusulas contratuais. Será mais um documento que precisará ser aceito pelo usuário;
  • Incluir na autorização se os dados pessoais serão transmitidos para outras empresas, mesmo que coligadas ou pertencentes aos mesmo grupo econômico;
  • Fazer um pop-up de consentimento na hora de finalizar o pedido ou o cadastro de um cliente. Informar que os dados serão coletados e processados para questões de faturamento é suficiente;
  • Pedir a autorização para se comunicar com o usuário por e-mail, SMS e WhatsApp e lembrá-lo, sempre que enviar uma mensagem, que ele já autorizou tal ação. No entanto, é importante disponibilizar uma opção para que usuário deixe de recebê-las quando desejar;
  • Implementar uma estrutura para responder aos usuários que passarão a ter o direito de consultar qualquer empresa para saber se ela possui dados referentes a eles, quais são esses dados e como foram obtidos. As informações deverão ser repassadas via internet ou fisicamente, a critério do usuário;
  • Além da estrutura para responder, é preciso manter uma equipe para atender aos pedidos de exclusão, pois o usuário poderá requerer à empresa que exclua seus dados pessoais após a satisfação das obrigações (pagamento, entrega, troca, entre outros).

É importante ressaltar a necessidade de contratar um colaborador, ou fornecedor, com a autoridade para garantir a proteção de dados para sua empresa. Fica sob responsabilidade dessa pessoa, denominada Data Protection Officer, ou DPO, assegurar que todas as decisões tenham um embasamento legal e uma fiscalização assertiva. É ele quem deve fazer a ponte entre as empresas e a  Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), o órgão regulador da lei.

LGPD e e-commerce: fiscalização e penalidades

Paralelamente à nova legislação, também está sendo estruturada a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Entre suas funções está a de zelar pela proteção dos dados, elaborar diretrizes para a Política Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade e aplicar as penalidades em caso de tratamento de dados feito de modo ilícito.

Falando em penalidades, elas são bastante rigorosas, em especial para aqueles que forem reincidentes. Além de valores que podem desestabilizar qualquer fluxo de caixa, quem cometer uma falha prevista na LGPD terá que fazer um comunicado público sobre ela, ou seja, terá que expor o nome da empresa e explicar qual foi o problema que aconteceu.

Confira a lista completa das penalidades:

  • Advertência, com indicação de prazo para adoção de medidas corretivas;
  • Multa simples, de até 2% do faturamento da empresa, limitada a R$ 50 milhões por infração;
  • Multa diária, limitada ao teto de R$ 50 milhões;
  • Publicização da infração após devidamente apurada e confirmada a sua ocorrência;
  • Bloqueio dos dados pessoais a que se refere a infração até a sua regularização;
  • Eliminação dos dados pessoais a que se refere a infração;
  • Suspensão parcial do funcionamento do banco de dados a que se refere a infração pelo período máximo de 6 meses, prorrogável por mais 6 meses, até a regularização da atividade de tratamento;
  • Suspensão do exercício da atividade de tratamento dos dados pessoais a que se refere a infração pelo período máximo de 6 meses, prorrogável por igual período;
  • Proibição parcial ou total do exercício de atividades relacionadas ao tratamento de dados.

As punições começam a ser aplicadas a partir de 1º de agosto de 2021. Então, por mais que o prazo para fazer as adequações tenha ficado curto, por enquanto o seu e-commerce ou marketplace não receberá uma multa ou qualquer outra pena. As advertências serão no sentido de educar e orientar a forma correta de implementar a LGPD.

Conte com a Wirecard

Em um primeiro momento, a LGPD pode parecer algo bastante complexo, mas, na verdade, ela é muito mais trabalhosa do que difícil, como vimos ao longo do texto. O que o seu e-commerce precisa fazer agora é montar um planejamento rápido e ágil para deixar tudo conforme exige a legislação. Se necessário, peça o auxílio de um advogado, assim, não haverá risco de algo ficar fora do padrão.

E, claro, conte sempre com o apoio da Wirecard, estamos aqui para continuar ajudando você com as melhores soluções de pagamento para o seu e-commerce e marketplace. Nossa equipe está sempre a postos para atendê-lo!

Ferramentas essenciais para seu e-commerce

Se formos pensar no trabalho como um todo, ter uma loja online é menos complicado do que ter um comércio físico, principalmente porque não é preciso ter um local exclusivo para montar a empresa. No entanto, empreender no mundo digital exige habilidades e conhecimentos tecnológicos específicos que, de forma geral, podemos reunir em uma lista de ferramentas essenciais para o e-commerce funcionar.

Para facilitar a compreensão, vamos dividir essa lista em duas partes. A primeira será mais técnica e apresentará as soluções necessárias para a construção de um site de comércio eletrônico, como o serviço de hospedagem, a plataforma, a solução de pagamento, entre outras. Sem essas ferramentas, não existe e-commerce.

Em um segundo momento, vamos listar recursos cujo objetivo é melhorar os resultados da loja online. Ou seja, são dispositivos que você pode usar no seu comércio eletrônico para atrair compradores, vender mais e fidelizar clientes, como blog, e-mail marketing e até um sistema de gerenciamento de clientes (CRM). Siga com a gente e confira!

Ferramentas essenciais para o e-commerce: as obrigatórias

Como dissemos, sem essas ferramentas não é possível colocar um site de comércio eletrônico no ar. São elas que dão a base para a sua loja online atender aos clientes de forma satisfatória e mantém o seu e-commerce funcionando. Então, tenha muita atenção na hora de escolher cada uma delas e não se guie pelo valor mais baixo, mas sim pelo serviço que atenda às necessidades do seu negócio.

Veja quais são as ferramentas essenciais e obrigatórias para o e-commerce:

1 – Serviço de hospedagem

Tudo começa com o serviço de hospedagem, pois é ele que permite que o seu site fique no ar e também que tenha um domínio. Só para você ter uma ideia, é essa ferramenta que faz o seu site sem manter no ar quando tem um elevado número de acessos durante datas comemorativas ou nos dias de promoções.

Por isso, na hora de escolher, é importante prestar atenção em alguns detalhes. O primeiro, claro, é saber se o serviço está preparado para hospedar um e-commerce, que traz junto com ele toda uma bagagem, como as soluções de pagamento, o carrinho de compras, um vitrine de produtos, entre outros pontos.

Depois, vem a questão da segurança. Um comércio eletrônico vai lidar com informações financeiras dos clientes e, necessariamente, precisa oferecer um lugar confiável para as pessoas comprarem. Então, confira quais são os níveis de segurança oferecidos pelo serviços de hospedagem e se eles são satisfatórios para o seu negócio.

Outra questão importante é entender quais programas e linguagens de programação são compatíveis com o serviço de hospedagem, para que tudo funcione corretamente. E por último, mas não menos importante, qual o volume de tráfego que o serviço atende sem apresentar problemas, como lentidão ou travamento.

2 – Plataforma de e-commerce

Se o serviço de hospedagem é o que vai manter o seu site no ar, a plataforma de e-commerce é o sistema que vai permitir tanto a visualização da sua loja online quanto o seu gerenciamento. É por meio dela que você vai criar o layout do seu comércio eletrônico, montar a vitrine com os produtos, fazer a gestão do estoque e dos preços, além de outras funções que fazem parte do dia a dia. 

Aqui também é importante ficar atento a alguns detalhes na hora de buscar por uma plataforma, para garantir que ela atenda todas as necessidades do comércio virtual. Entre os tópicos mais importantes, podemos destacar:

  • Atendimento ao nicho de mercado: verifique se a plataforma oferece as ferramentas que você precisa para montar uma vitrine de produtos adequada ao seu tipo de negócio.
  • Segurança: hoje é praticamente um padrão o uso do certificado de segurança SSL (Secure Sockets Layer), pois é um dos mais confiáveis do mercado. Se a plataforma não oferecê-lo, é melhor procurar outra ferramenta.
  • Suporte: procure um fornecedor que tenha infraestrutura confiável, intuitiva, completa e que possua experiência de mercado, atendendo outros e-commerces de portes e segmentos diferentes. Também fique atento aos canais de atendimento, como e-mail, telefone e chat online.
  • Personalização: quanto mais personalizável for a plataforma, melhor, pois isso lhe dará total autonomia no processo criativo, o que é muito importante para o crescimento da sua loja virtual.
  • Integrações: uma boa plataforma precisa dar opções para integrações importantes tanto para as vendas, como soluções de pagamentos e carrinho de compras, quanto para a análise de resultados, como o Google Analytics.

3 – Solução de pagamentos

E-commerce no ar, loja montada com visual atraente e sistema de gestão pronto para operar. Chegou a hora de encontrar a solução de pagamento ideal para garantir a sustentabilidade do negócio. Há diversos tipos de meios de pagamentos disponíveis para o comércio digital hoje em dia, por isso, no momento de escolher, é preciso saber exatamente como eles funcionam, a diferença entre eles e as vantagens e desvantagens que podem trazer para o seu negócio.

Para ajudar você a entender quais são esses meios de pagamentos para e-commerce, quais são suas particularidades e o que pode ser melhor para o seu negócio, separamos alguns artigos que vão esclarecer o assunto:

A nossa dica principal é escolher uma solução que possa ser integrada diretamente à sua plataforma de e-commerce. Dessa forma, o cliente não vai precisar sair do seu site para finalizar a compra, o que gera mais confiança e melhora a experiência final, aumentando o número de vendas.

4 – Carrinho de compras

Geralmente, o carrinho de compras já está dentro da plataforma de e-commerce, mas isso não significa que você não pode personalizar o seu para deixá-lo mais ágil e fácil de usar, melhorando as chances de fechar uma venda e evitando o abandono delas. A prioridade é escolher um sistema que permita ao visitante do seu site passar pelo processo de compra sem nenhum problema. 

Diante disso, os principais itens a serem levados em conta na análise de um software de carrinho de compras são estabilidade, agilidade e facilidade de uso. Se o consumidor, ao clicar em comprar, for levado para um carrinho complicado, cheio de regras e que o impeça de chegar à finalização com rapidez, as chances de ele desistir e abandonar a sua loja são grandes.

Ferramentas essenciais para o e-commerce: as estratégicas

Agora que vimos quais são as ferramentas obrigatórias para iniciar e manter uma loja online aberta, vamos conhecer aqueles instrumentos que irão ajudar o seu e-commerce a prosperar. No geral, o objetivo deles é fazer com que o seu comércio eletrônico seja mais conhecido na internet, aumente as vendas, fidelize os clientes e, consequentemente, amplie a rentabilidade.

Uma característica bem interessante de alguns desses recursos é que eles são gratuitos. Isso é muito bom para quem está iniciando um negócio online e ainda não pode investir muito dinheiro em ferramentas pagas. Porém, nem sempre é possível depender somente disso. Em alguns momentos será necessário fazer investimentos. Vamos às ferramentas estratégicas:

1 – Blog

Atualmente, o blog é um tipo de site bastante conhecido e, quando bem feito, só traz vantagens para o e-commerce. Ele pode ser usado como porta de entrada nos buscadores, como o Google, quando o SEO é trabalhado da maneira correta. Usando estratégias de marketing de conteúdo, os textos do blog podem converter os visitantes em clientes, além de trazer mais confiabilidade à sua marca.

Digamos, por exemplo, que você tem uma loja de materiais para jardinagem, desde adubo e plantas até móveis e decorações. No blog, você pode dar orientações técnicas sobre como montar um jardim e cuidar das plantas e também dicas de como organizá-lo com estantes e floreiras. Ao longo dos textos, para mostrar a experiência do seu e-commerce, pode indicar que vende esses produtos e colocar um link direto para a página de checkout.

2 – E-mail marketing

O e-mail marketing é uma das principais ferramentas de comunicação com o público e funciona como mecanismo estratégico de conversão de clientes no e-commerce. Ele possibilita a realização de campanhas de marketing digital, auxiliando tanto na divulgação da marca e dos produtos quanto na na captação de novos leads e no aumento das vendas.

Você pode fazer uma campanha de e-mail marketing, por exemplo, para avisar os cliente mais fiéis sobre a chegada de uma nova coleção com exclusividade. Ou escolher determinados consumidores, que você sabe que gostam de um produto específico, pois estudou sua clientela, e oferecer a eles um desconto especial para queima de estoque.

3 – Chat online

Hoje em dia, um bom e-commerce que se preze tem um chat online para atendimento digital. Podemos dizer que esse serviço é o equivalente ao vendedor no atendimento presencial e, quanto mais tempo for possível deixá-lo em operação, melhor ― dificilmente haverá alguém online 24 horas por dia, 7 dias por semana, mas ter horário ampliado já é uma vantagem.

Uma alternativa que já vem sendo bastante usada são os chatbots, programas de computador que usam inteligência artificial para imitar conversas com os usuários. Esses robôs não terão todas as respostas, claro, mas conseguirão interagir com os consumidores em qualquer período e, por meio de mensagens de texto automatizadas, poderão orientá-los sobre o que fazer e o quanto aguardar, se for o caso.

Dessa forma, o seu e-commerce garante que o cliente ou o potencial cliente tenha um bom atendimento, independentemente do horário, o que é o mais importante, porque ninguém gosta de ficar esperando. Quem deixa isso acontecer corre o risco de perder o negócio, o cliente e até mesmo a reputação, algo que é bastante difícil recuperar.

4 – CRM

O Customer Relationship Management (CRM) pode ser traduzido como um sistema de gestão do relacionamento com o cliente. Sua função é coletar, armazenar e processar os dados dos consumidores para que o dono do negócio posso conhecê-los cada vez mais e melhor. Para um e-commerce, que não tem contato pessoal com o cliente, esse tipo de ferramenta é essencial para tentar entender quem são as pessoas que compram seus produtos.

Mas não é só isso. Com a evolução dos sistemas, os CRM já oferecem inúmeras funcionalidades que podem ajudar no dia a dia, como funções automatizadas de marketing, que facilitam o contato com a base de clientes e, por consequência, melhoram o atendimento. Também já existem aqueles que fazem integração direta com os chats online e, inclusive, com as plataformas de e-commerce, facilitando toda a operação. 

5 – Google Analytics

O Google Analytics não está diretamente ligado ao atendimento ou à fidelização do cliente. Ele funciona como uma ferramenta de análise e avaliação de todas as atividades que ocorrem dentro do seu e-commerce. Com ele você vai saber, por exemplo, quais produtos são mais visualizados, quais informações são mais buscadas no blog e quantos visitantes abandonam o carrinho sem finalizar a compra.

Podemos dizer que o Analytics é o vigia do seu comércio eletrônico, pois nada acontece sem que ele registre para que depois você possa verificar. Afinal, é impossível para uma pessoa controlar o que ocorre em um site 24 horas por dia, 7 dias por semana, certo? Por isso, como falamos, é importante procurar plataformas, soluções e softwares que façam a integração com ele, assim é possível ter total controle de tudo o que acontece no e-commerce.

Conte com a Wirecard

Bom, chegamos ao fim da nossa lista de ferramentas essenciais para o e-commerce funcionar de forma eficiente e esperamos que ela seja bastante útil para você que está pensando em abrir a sua loja virtual ou até mesmo buscando melhores resultados para o seu negócio. Aqui tem dicas que podem ser revisitadas sempre que tiver necessidade.

E se precisar de uma solução de pagamentos completa, que suporta todas as etapas de uma venda online, estamos aqui para ajudar. Nós descomplicamos os pagamentos e entregamos tudo em um só serviço. Com a solução da Wirecard Brasil, você vende e recebe com a segurança de nossa gestão de risco , além de gerenciar suas transações com tranquilidade, sem precisar de um banco ou intermediário.

Se quiser saber mais sobre a nossa solução de pagamentos, entre em contato ou acesse nosso site. Reforçamos nosso compromisso com os clientes e deixamos nosso time à disposição para ajudar você nesse momento. Confira a campanha “Conte com a Wirecard” e, como ela bem indica, conte com a gente!

Gestão de estoque: como fazer no e-commerce?

Pensando em e-commerce, independentemente de a iniciativa estar no início de sua operação ou já consolidada no mercado, é bastante comum ver os empreendedores focados na aquisição de novos clientes e na conversão das vendas, deixando o controle dos produtos de lado. O fato é que, se essa gestão não for feita com o devido cuidado, todo o trabalho pode acabar indo por água abaixo. Mas como exatamente cuidar do seu inventário para sempre ter o melhor para oferecer aos clientes? A gente explica para você a seguir.

Vantagens do controle de estoque

• Otimização do capital de giro.

• Evitar atrasos de fornecedores.

• Suprir as demandas de venda.

• Evitar o desvio de produtos e materiais.

• Adequar-se às cotas de fornecimento.

• Liberar espaços produtivos.

• Identificar produtos que estão sem giro.

• Criar estratégias de atendimento.

Tipos de estoque para um e-commerce

Já que são várias as maneiras de se gerenciar um estoque de produtos, para escolher a que mais se encaixa às necessidades do seu negócio é preciso entender, antes de mais nada, algumas das opções mais comuns de estoque para e-commerce e o que envolve adotar cada uma delas. Veja só:

Compartilhado

Para e-commerces que possuem também uma loja física, pode ser vantajoso apostar em um estoque compartilhado, visto que essa alternativa inclui usar o mesmo espaço e os mesmos produtos para abastecer tanto a operação física quanto a digital.

Essa opção exige um espaço menor do que se a loja mantivesse locais separados para cada frente de venda. Além disso, com o estoque compartilhado é possível fazer um gerenciamento integrado dos produtos, o que representa economia de recursos. Por outro lado, dividir o estoque dessa forma exige o uso de um sistema de back office muito bem estruturado, capaz de se atualizar em tempo real no momento da efetivação de uma venda em qualquer um dos pontos — caso contrário, você corre o risco de vender produtos indisponíveis e deixar muitos consumidores insatisfeitos por aí.

Terceirizado

Há duas formas principais de terceirizar o estoque para e-commerce: por meio do que é conhecido como drop shipping ou triangulação, método em que o inventário e as entregas ficam a cargo dos fornecedores, ou pelo cross docking, com o fornecedor entregando o produto ao lojista, que, por sua vez, deve se encarregar de enviar o item ao cliente. Dessa forma, quando o cliente compra algo na sua loja virtual, você entra em contato com o fornecedor, que vai cuidar de levar o item até seu destino final.

Ciclo por trás do dropship

Ciclo por trás do Dropship
Fonte: metododeimportacao

A maior vantagem de terceirizar está em poder contar com uma grande quantidade de produtos sem precisar, de fato, gerenciá-los, bastando contatar o fornecedor. No entanto, abrir mão por completo desse controle requer triplicar a atenção em relação ao tempo de envio, à qualidade do objeto vendido e o estado em que ele chega até o comprador. E tudo isso tem grande impacto na retenção de clientes! Por isso é tão importante fazer acordos com parceiros confiáveis, bem como evitar usar o método para artigos mais refinados ou artesanais.

Descentralizado

O estoque descentralizado divide a reserva dos produtos em diferentes locais, visando com isso reduzir as despesas tanto com transporte como também com tempo de envio. Esse tipo de gestão é especialmente recomendado para quem tem problemas com entregas por conta da sazonalidade, deixando o artigo mais próximo dos clientes ou de um mercado específico.

O maior ponto positivo dessa forma de gestão do inventário está em conseguir manter uma logística de entrega mais rápida e prática. Por outro lado, os custos com os espaços físicos necessariamente aumentam, uma vez que é preciso contar com uma estrutura diversificada e mais núcleos. Para que isso funcione direitinho, faz-se necessário integrar os diferentes postos de armazenagem, a fim de manter a operação sob controle.

Consignado

Outra possibilidade do estoque para e-commerce,consiste em comprar uma certa quantidade de produtos de forma consignada. Assim, o lojista sempre tem o suficiente para suprir a demanda dos clientes, mas caso a mercadoria fique parada por algum motivo, pode devolvê-la e pagar apenas pelo que já foi vendido.

A principal vantagem desse modelo está no custo reduzido com o estoque, já que o vendedor não precisa dispor de um grande capital para ter à disposição uma boa quantidade de mercadoria e nem corre o risco de perder vendas por contar com uma reserva muito baixa. O problema é que nem todos os produtos funcionam com esse tipo de administração: reconhecendo o risco de oferecer a consignação, os fornecedores só aceitam vender dessa forma itens com um giro naturalmente menor, mas cobrando um preço mais caro.

Melhores práticas para uma boa gestão de estoque

Gerenciar bem um estoque para e-commerce vai além de simplesmente mantê-lo cheio ou de escolher o modelo que melhor se encaixe em suas necessidades. Para gerir eficientemente um estoque é preciso seguir algumas boas práticas:

Gestao de estoques

Fonte: amarildonogueira

Evite vender mercadorias não disponíveis

Quando o estoque não é atualizado corretamente, corre-se o risco de deixar que um cliente compre um produto que, na verdade, não está mais disponível. E esse tipo de situação é, ao mesmo tempo, constrangedora para a loja e frustrante para o consumidor. Por isso, independentemente de qual for o modelo de gestão escolhido, garanta que seu sistema atualizará os inventários em tempo real. Acredite: só isso já evitará muita dor de cabeça!

Controle bem tanto as entradas como as saídas

Controlar as entradas e as saídas é fundamental para registrar como o estoque vem sendo usado, a fim de repor as mercadorias corretamente. Esses dados ajudarão a notar possíveis mudanças necessárias — como, por exemplo, quais produtos devem ser comprados em quantidade maior ou menor na próxima vez. Para isso, use uma planilha ou um sistema digital para manter todas as informações bem evidentes o tempo todo.

Tenha uma boa relação com seus fornecedores

Manter uma boa relação com os fornecedores é essencial para operar o estoque da sua loja de modo suave e muito bem organizado. Isso envolve sempre se comunicar com eles para definir aspectos relativos a prazos para entrega e à quantidade de produtos a ser comprada periodicamente. Além disso, sempre que surgirem problemas, procure solucioná-los juntamente com eles, que certamente terão muito a acrescentar.

Estabeleça políticas e processos de compras

Para manter o negócio funcionando bem, sem desperdiçar dinheiro e atendendo às necessidades dos clientes, é preciso definir algumas políticas específicas — como os critérios para a escolha de fornecedores, como as cotações serão feitas, a frequência com que os produtos serão adquiridos e assim por diante. Assim todos os envolvidos sabem exatamente o que fazer e quais são suas responsabilidades, eliminando muitas possibilidades de falhas por pura falta de conhecimento ou interpretação equivocada de orientações vagas.

Seguir essas boas práticas e conhecer os elementos que compõem uma boa gestão de estoque facilita — e muito! — a manutenção dos produtos da sua loja e a prestação de um serviço de alto nível para os consumidores. Dessa forma, muitos problemas são evitados e o negócio se mantém sempre organizado e lucrativo.

Agora nos conte o que achou dessas dicas para gerenciar melhor o estoque do seu e-commerce! Deixe um comentário e compartilhe suas impressões conosco! E aproveite o momento para aprender a desenvolver uma logística de entrega eficiente para sua loja.