Por Marcus Ribeiro

Pense assim: para abrir um negócio, você vai precisar de um montante de dinheiro para o investimento inicial e montar a empresa. Podemos dizer, de certa forma, que este será o capital inicial de sua empresa. Em seguida, com seu negócio funcionando, você precisará começar a pagar as despesas correntes do dia a dia: energia, aluguel, salários etc. Para isso, o dinheiro que entra no caixa deve ser superior a essas despesas. É o chamado fluxo de caixa.

Por fim, é importante compreender que ter dinheiro em caixa, não significa necessariamente ter lucro. Você precisa ver se todo seu esforço está valendo a pena, ou se estaria ganhando mais com uma aplicação financeira, por exemplo. A gestão financeira empresarial envolve diversos outros fatores, mas entendendo esses 3, já será um bom começo.

Veja nossas dicas de como administrar uma empresa financeiramente e ponha suas contas em ordem.

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3 dicas de gestão financeira empresarial

1- Capital para abrir o negócio

Imagine uma loja de sapatos. Se um empreendedor quiser abrir um estabelecimento desses, mesmo que apenas na internet, ele precisará investir em um estoque, licenças e abertura de CNPJ, contratação, seleção e treinamento de funcionários, um galpão para estoque, uma loja física (se optou por este canal de distribuição) entre outras despesas e investimentos.

Assim, antes de montar seu negócio, a boa gestão financeira empresarial determina que você preveja tudo isso e faça um planejamento de quanto vai gastar, só para começar.

No caso da loja (ponto comercial), galpão para estoque e carros de entrega, por exemplo, é preciso ver se é mais vantajoso comprar ou alugar.

Depois disso, é que costuma vir um dos grandes erros de gestão financeira empresarial que derruba muitos negócios: o famoso capital de giro.

Pense que o empreendedor descobriu que precisará de 300 mil para montar sua loja de sapatos. Consegue esse dinheiro, investe tudinho neste empreendimento e, no final do primeiro mês, como é normal, ainda não formou uma boa clientela.

*Resultado: o dinheiro que entrou não cobre as despesas do dia a dia, como internet, aluguel, salários e outras.

Por isso, ao montar um negócio, reserve também um montante para o capital de giro, aquele dinheiro que gira em sua empresa, mas não fica no seu bolso.

Sobre isso, o próximo tópico pode trazer mais alguns detalhes.

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2- Fluxo de caixa

Praticamente todo dia sua empresa terá alguma despesa para pagar e, temos certeza, algum recebimento por suas vendas ou entrega de serviços.

Mesmo tendo reservado o capital de giro, ele não dura para sempre. Por isso, você deve ficar de olho no seu fluxo de caixa: a diferença diária entre o que entra e sai dele.

O truque aqui é prever isso, o que não é tão difícil. Se não tiver um programa financeiro, uma planilha já vai ajudar.

Coloque todas as suas despesas mensais, para ter noção de quanto vai precisar todo mês e, com base no histórico de suas vendas, sem esquecer de períodos sazonais que aumentam ou diminuem suas entradas (inverno, verão, férias, Natal, Dia da Mães etc.), estime quanto irá receber mensalmente.

Assim, você pode notar com antecedência se vai faltar dinheiro no seu caixa, e tomar providências antes que seja tarde.

3- Lucro

Vamos dizer que nosso amigo empreendedor, que investiu 300 mil em sua loja de sapatos, conseguiu tirar, depois de pagar os impostos, 2 mil por mês, no primeiro ano. Com certeza não foi muito, mas foi lucrativo?

2 mil por mês, em 12 meses, dá 24 mil reais.

Se ele tivesse colocado os 300 mil na poupança, com uma taxa de juros anual de 8,3%, teria conseguido R$ 24.900,00, sem ter que se esforçar nem correr nenhum risco.

Por isso, podemos dizer que sua empreitada não foi lucrativa. Mas quem sabe ano que vem, com a clientela já formada, as coisas não melhoram para ele? Torcemos que sim!

Aumente a lucratividade do seu negócio com uma solução inteligente!



Dicas extras:

Agora que você já entendeu melhor estes 3 importantes conceitos, e sabe o que é o gerenciamento financeiro da empresa, algumas dicas extras muito importantes:

  • Não misture suas finanças pessoais com as da empresa.
  • Se precisar de crédito, procure seu banco e converse com o gerente, nunca apele para crédito pessoal ou cartões de crédito.
  • Evite trabalhar na informalidade, existem diversas alternativas para registrar seu negócio, conforme o porte, como MEI, por exemplo.
  • Use sistemas de gestão financeira empresarial e automatize processos.

Sobre esta última dica, a automatização de processos financeiros pode te ajudar não apenas a ter uma administração mais ágil e assertiva, mas também a liberar funcionários para se ocuparem de outras atividades, mais valiosas para o seu negócio.

E se você está buscando uma maneira simples de conectar as ferramentas de gestão empresarial que você mais usa, sem precisar desenvolver uma linha de código, a Pluga é a empresa perfeita para você.

Veja este caso: se você tem um e-commerce, toda vez que seu meio de pagamento online, o Moip, por exemplo, confirmar um recebimento, é preciso emitir uma nota fiscal, ocupando o tempo de um funcionário.

Se você integrar o Moip com o seu sistema de emissão de notas fiscais, isso pode acontecer automaticamente, deixando livre seu colaborador para outras tarefas.

Aqui na Pluga você consegue este mesmo tipo de benefício e ganho de produtividade para integrar diversas outras ferramentas, como o seu programa financeiro empresarial, seu aplicativo de automação de marketing, de disparo de e-mails e até integrações com planilhas financeiras do Google Drive, entre muitas outras.

Esperamos realmente que essas dicas te ajudem a tornar a gestão financeira empresarial de seu negócio mais eficiente, ágil e, preferencialmente, mais lucrativa.

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