Criei uma loja online, e agora? Como escolher a solução de pagamentos?

Diariamente são criadas lojas virtuais dos mais variados setores. Porém, muitas vezes somente após a criação da loja vem a pergunta: e agora, como escolher a solução de pagamentos?

Lembre-se que essa escolha está relacionada diretamente ao fluxo de caixa da sua empresa, portanto uma boa escolha, certamente se refletirá nos resultados do negócio já que se trata do mediador financeiro com os clientes.

Quer saber quais os pontos mais importantes para uma boa escolha? Então acompanhe o post!

Porque a sua empresa precisa de uma solução de pagamento

O meio de pagamento para loja online é o sistema que permite realizar os pagamentos via cartões de crédito, débito ou boleto, dentre outras opções.

Quando os e-commerces implantam uma solução adequada, passam a ter melhor relacionamento com o consumidor, o que gera redução da inadimplência, maximização dos lucros e a segurança para ambos os lados.

E para isso a escolha das lojas virtuais deve ser embasada em determinados elementos, os quais devem ser analisados minuciosamente para que atenda às suas expectativas.

Como escolher sua solução de pagamentos

Para facilitar a decisão sobre a melhor escolha para o seu negócio, listamos algumas dicas importantes que irão te ajudar nesta tarefa:

Compatibilidade com a plataforma de e-commerce: o primeiro passo é verificar quais meios de pagamentos estão disponíveis na plataforma de e-commerce escolhida. As plataformas oferecem diferentes condições. Nesse processo, considere as taxas anuais e mensais do sistema, bem como da ativação do serviço;

Certificados de segurança: um certificado básico para oferecer pagamentos online é o SSL (Secure Socket Layer). Além de criptografar os dados que circulam no ambiente online, estes selos também passam confiança para o público;

Checkout transparente: por mais que os consumidores estejam cada vez mais acostumados com as compras online, o checkout transparente segue sendo fundamental para evitar o abandono de carrinho;

Fácil integração e suporte ao cliente: para que o meio de pagamento seja utilizado com máximo desempenho é fundamental que tenha boa integração com o e-commerce. Portanto, no momento de decidir, verifique a integração e se o suporte oferecido é ágil e eficiente;

Análise de taxas e custos extras: outro fator indispensável no momento de decisão sobre a plataforma de pagamento é verificar as taxas e os custos extras cobrados;

Possibilidade de antecipação de recebíveis: vale considerar a possibilidade de receber antecipadamente os valores das transações; 

Serviços oferecidos: as soluções do mercado variam conforme os recursos e serviços disponíveis aos clientes, por isso é importante analisar quais são eles, como gestão de risco, por exemplo;

– Meios de pagamento oferecidos: um aspecto não menos importante são os meios de pagamento oferecidos, facilitando a conciliação e dispensando mais de um contrato.

Conheça o Moip

O Moip é uma solução de pagamentos online completa e que conta com as principais bandeiras do mercado, análise de riscos, proteção de chargebacks, checkout transparente, pagamentos recorrentes e muito mais.

Contar com a ferramenta certa e de confiança, é decisivo para o empreendedor se manter focado no negócio. O Moip apoia empresas de todos os tamanhos a terem uma gestão financeira de sucesso.

Para saber mais, entre em contato com um dos especialistas.

Pagamento recorrente e venda por assinatura, o novo comportamento do consumidor – além dos clubes de assinatura

Os consumidores atuais estão cada vez mais acostumados a comprar de tudo por assinatura. Alguns exemplos bem populares são as academias, os aplicativos de streaming de músicas, filmes e séries, e até mesmo bens de consumo como livros ou vinhos. A venda por assinatura torna-se um nicho interessante para o setor de e-commerce, que inclusive só cresce.

Segundo estatísticas, o mercado mundial de clubes de assinaturas corresponde a 18% do total de vendas por cartão de crédito. Além disso, a tendência é que, até 2023, 75% das organizações ofereçam este tipo de solução. Os principais motivos para isso são a previsibilidade das vendas recorrentes e a  fidelização de clientes, o que facilita o planejamento do vendedor, antecipa a necessidade de estoque disponível e consequentemente aumenta a sua lucratividade. 

O impacto da venda por assinatura do ponto de vista do consumidor

Uma importante característica e vantagem desse modelo de negócio é a possibilidade de empresas e consumidores saírem ganhando. Normalmente, os clientes recebem descontos significativos ao se comprometerem com pagamentos mensais. Outras vantagens para eles são:

– Praticidade: ao contratar algum produto ou serviço por assinatura, o consumidor tem a comodidade de contar com as soluções que atendem a sua necessidade diariamente, semanalmente ou mensalmente, sem precisar recontratar sempre que se apresentar uma demanda;

– Conhecimento de outros produtos do e-commerce: para que esta vantagem fique mais clara, é possível citar a Grand Cru. Além de oferecer a assinatura de acordo com as preferências do cliente, o assinante ainda conta com 15% de desconto em todas as suas compras de lojas físicas e online; 

– Experiência diferenciada: quem opta pelos clubes de assinaturas espera ter um atendimento personalizado, bem como percepções diferenciadas com as empresas de preferência. Um exemplo é a Netflix, que ao longo do tempo percebeu que não bastava apenas oferecer filmes e séries de outras produtoras aos seus assinantes, precisando investir na produção de conteúdos próprios.

O impacto do ponto de vista do e-commerce

Além de trazer vantagens aos consumidores, pelo que citamos até aqui, você pôde ter uma ideia de como a assinatura de e-commerce pode auxiliar nos resultados do setor. Veja agora alguns benefícios do modelo:

– Não há bloqueio do limite do cartão de crédito, o que aumenta o poder de compra do cliente e garante as vendas;

– Aumento da recorrência de compras, fazendo com que as empresas recebam valores mensalmente dos clientes para entregar produtos e serviços que eles compram com frequência, o que traz mais previsibilidade de lucro e também um maior controle de estoque;

– Fidelização de clientes, pois os e-commerces que trabalham com venda por assinatura focam mais em experiências do que apenas em comercializar produtos;

– Automação da gestão de pagamentos e cobrança, fazendo com que os processos relacionados às finanças se tornem mais eficientes e otimizados. 

Estas são apenas algumas das vantagens de investir nos clubes de assinaturas, uma tendência que certamente veio para ficar.

Como começar

Normalmente, o e-commerce de assinaturas tem duas propostas: uma é a das vendas recorrentes, em que os clientes escolhem os produtos que querem receber periódicamente. Em um pet shop online, por exemplo, o cliente pode ter um plano em que recebe todos os meses a mesma ração e outros itens.  Nesse caso, o produto é escolhido pelo consumidor, sem surpresas.

No outro modelo, o benefício é receber um produto exclusivo, desenvolvido especialmente para o clube. É o que acontece nos e-commerces de vendas de vinhos, livros, produtos para crianças, entre outros. A diferença é que aqui o cliente informa determinadas características e acaba recebendo uma surpresa, fazendo com que seja uma experiência bastante diferenciada. 

Apesar de ter um funcionamento parecido com os negócios online tradicionais, é importante ter certos cuidados ao iniciar na venda por assinatura. Algumas dicas são:

– Fazer uma avaliação de mercado para verificar se o produto que se pretende comercializar realmente tem demanda e, portanto, se é viável;

– Compreender a persona, que consiste numa representação semi fictícia do cliente ideal e deve guiar todas as ações, como as de marketing;

– Desenvolver mais de um plano de assinaturas, contendo desde os mais completos, e mais caros, até os básicos e populares;

– Criar uma proposta de valor, a qual diferencia o plano de assinatura de uma compra padrão e também dos concorrentes;

– Oferecer um bom atendimento, que deve ser cordial, personalizado e atender as demandas e dúvidas dos clientes sempre que necessário, o que automaticamente promoverá percepções positivas.

– Disponibilizar várias formas de pagamento para facilitar o processo de compra ao cliente que, sentindo comodidade, tende a permanecer fidelizado.

O cenário promissor da venda por assinatura, somado a um planejamento bem estruturado, pode ser o que a sua empresa precisa para crescer. Portanto, que tal começar a colocar o modelo em prática? Acha que o seu e-commerce pode oferecer esse tipo de solução? Comente aqui para compartilharmos experiências!

O Moip é uma plataforma de serviços financeiros pensada para ajudar varejistas a facilitarem seus processos de pagamento com segurança e inteligência. Para saber mais sobre vendas por assinatura e outras soluções, entre em contato com um dos especialistas.

5 maneiras de promover sua loja online no dia dos pais

Assim como em outras datas sazonais, o Dia dos Pais, é uma excelente oportunidade de escalar as vendas no seu e-commerce. Para se ter ideia, segundo a Neotrust/Compre&Confie, em 2020, o setor movimentou R$5,4 bilhões na época da celebração, um crescimento de 95,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Considerada a quarta data comemorativa mais importante do varejo, as vendas no Dia dos Pais podem ser ainda mais alavancadas a partir das estratégias certas, de forma com que o negócio aproveite a sazonalidade e fature ainda mais nesse período tão especial. 

Quer conhecer algumas delas? Então aproveite as 5 dicas que preparamos a seguir!

1. Reaqueça seus contatos com ações exclusivas

Aproveite a ocasião para atrair os leads da sua base de contatos, reforçando a marca e estimulando as vendas. Isso pode ser feito, por exemplo, através de campanhas de e-mail marketing que tragam ofertas especiais para quem já possui um relacionamento com a marca. 

Nesse sentido, é importante criar assuntos chamativos que levem as pessoas a abrirem o e-mail e se interessarem pela ação. 

2. Customize seu site para a campanha de Dia dos Pais

Além de investir em um layout próprio para a data, ofereça brindes, descontos com prazo, embalagem para presentes e/ou cartões junto às compras. Todo benefício conta, por isso entenda o que melhor se adequa ao seu cenário e invista neles. 

3. Facilite a decisão do cliente

Para facilitar a jornada de compra do consumidor, que normalmente fica em dúvida de qual presente dar nesta data especial, o Dia dos Pais no e-commerce deve ser aproveitado para sugerir produtos de diferentes categorias e preços. 

Isso auxilia a evitar a indecisão, bem como faz com que os clientes em potencial possam encontrar algum item que se enquadre no seu gosto e, principalmente, no orçamento. 

4. Crie uma promoção prática para divulgar os seus produtos

Para criar promoções criativas e eficazes, é importante focar no seu consumidor ideal e trabalhar bem os seus produtos foco. Nesse quesito, vale também atrair os potenciais clientes através de sorteios a partir do preenchimento de formulários, os quais também poderão ser aproveitados em outras datas do ano. 

5. Prepare a loja para o aumento da demanda

Esteja pronto para que o seu site funcione adequadamente, ofereça boas opções de pagamento, tenha certeza de que seu time esteja preparado para a alta demanda e que toda a logística esteja prevista, de forma com que as entregas sejam feitas no prazo até a ocasião. 

Desse modo, além das vendas do Dia dos Pais serem maiores do que em datas normais, você fideliza e pode ter clientes de longo prazo, os quais também podem virar embaixadores gratuitos da marca no futuro. 

Como você viu, é possível lucrar mais no Dia dos Pais a partir de estratégias simples, mas assertivas. Você já está preparando o seu e-commerce para o Dia dos Pais? 

Se precisar de uma ajudinha, fale com a gente e descubra como nossas soluções podem te apoiar nessa e em outras datas especiais do ano!

Como o checkout transparente impacta diretamente o seu negócio

O momento atual do setor de e-commerce é de muita competitividade, o que vem impulsionando a demanda por recursos que promovam uma boa experiência aos consumidores. Para se ter ideia, somente em 2020, 13 milhões de brasileiros realizaram sua primeira compra online. Apesar de ser um mercado promissor e em constante crescimento, é fundamental estar atento a soluções que destaquem o empreendimento da alta concorrência, como é o caso do checkout transparente. 

Se você tem dúvidas sobre o conceito, ele consiste basicamente no processamento do pagamento de um e-commerce realizado dentro do próprio site, ao contrário do processo padrão que redireciona para outra plataforma, gerando desconfiança e insatisfação, o que acaba por afastar clientes. 

Aliás, essa não é uma tarefa difícil. Para se ter ideia, conforme pesquisa da Ve Interative, a taxa média de abandono de carrinho no Brasil é de 83%. Ou seja, se a sua loja virtual não estiver bem preparada, no que envolve o checkout, as chances de perder consumidores para a concorrência é grande. 

Como a falta de um checkout transparente afeta as vendas de um negócio

Imagine que você está navegando em um e-commerce e, ao finalizar a compra e ir para o carrinho, precisa preencher um formulário extenso ou é direcionado para uma página que já não faz parte da loja. Muito provavelmente, iria se questionar sobre a questão, ou mesmo desistiria do site, concorda? 

Pois é justamente isso que acontece com grande parte dos consumidores. Nesse contexto, a falta de um checkout transparente pode acarretar negativamente em diferentes aspectos. Alguns deles são:

Desconfiança da credibilidade e segurança da loja: por mais que as pessoas estejam cada vez mais acostumadas ao universo online, é muito comum que desconfiem de sites onde os processos não são bem claros, o que desfavorece a vontade de se tornar cliente;

Maior abandono de carrinho: se a taxa de abandono de carrinho já é grande entre os consumidores, quando um e-commerce deixar de investir em um checkout transparente, o qual impacta diretamente no receio sobre a segurança dos dados pessoais, ela tende a se tornar cada vez maior; 

Experiência ruim do cliente: nunca foi tão importante priorizar as percepções dos consumidores como nos dias de hoje. Afinal, a concorrência só aumenta, na mesma medida em que as exigências por uma ótima experiência acompanham essa tendência. Se uma loja virtual não tem isso em mente, a satisfação dos seus clientes fica comprometida;

Baixa conversão de vendas: ao se oferecer uma boa experiência de compra, automaticamente o abandono de carrinho é minimizado e as conversões de vendas aumentam. Ou seja, isso significa lucratividade.

Como o Moip potencializa os processos de pagamento do seu negócio

O Moip foi pioneiro na tecnologia de checkout transparente e trouxe essa inovação para o mercado. O sistema oferece a opção de integrar diretamente o seu site por meio da própria API ou das plataformas parceiras. Isso significa uma melhor experiência para o seu cliente e maior conversão para o negócio. Para saber mais sobre a solução, entre em contato com a nossa equipe.

Nova call to action

Por que o split de pagamento transacional é ideal para o meu marketplace?

Os marketplaces são conhecidos por proporcionar flexibilidade aos consumidores e vendedores, o que se estende para os meios de pagamento. Além da necessidade de satisfazer os clientes quanto à facilidade e comodidade no checkout, as plataformas precisam receber as taxas cobradas dos lojistas, na mesma medida em que estes esperam pelo montante devido de forma rápida, organizada e confiável. Nesse cenário, o split de pagamento transacional pode ser uma boa solução, já que esse processo se torna totalmente automatizado.

Essa ferramenta permite aos marketplaces dividirem uma mesma transação em diversos pagamentos de forma automática, em tempo real e sem a necessidade de intermediadores. Ou seja, a gestão dos valores a serem recebidos pelas partes envolvidas, bem como os processos em si passam a ser realizados com mais eficiência, precisão e agilidade. 

Os splits de pagamento são divididos em pós transacional e transacional. O primeiro modelo é possível apenas para transações com cartão de crédito e pode ser realizada dentro de um período de 20 dias se o marketplace possuir um regime padrão de pagamentos, o segundo realiza o comissionamento e repasse automaticamente para os agentes da transação, excluindo a figura do marketplace como agente de pagamento.

Split de pagamento e marketplace: um caminho menos complexo para realizar a divisão de pagamentos

Segundo a Ebit|Nielsen, o mercado de marketplace cresceu 52% em 2020, o que gerou um faturamento de R$72,3 bilhões para o segmento. As plataformas estão se tornando cada vez mais robustas, envolvendo um número grande de lojistas, o que por sua vez gera a necessidade de organizar a gestão de processos. Entre eles estão os relacionados à dinâmica de divisão de pagamentos entre os marketplaces e as marcas que lá se encontram.

É dentro dessa realidade que o split de pagamento pode ajudar. Trata-se de uma ferramenta que tem grande valor, tanto para as plataformas de produtos quanto de serviços. Veja nessa representação como ela funciona na prática:

Isso, atrelado a criação de regras personalizadas, coloca o split de pagamento como um recurso que melhora as etapas de compra, gerando mais inteligência e redução de tempo gasto por empreendedores em processos administrativos. 

Entre os benefícios a destacar estão: evitar bitributação, integração mais simples para lojistas, melhor organização de recebimentos e satisfação do cliente final.

As regras do split de pagamento

As regras e o modo de funcionamento do split de pagamento podem ser definidos pela empresa que administra o marketplace. Vale ressaltar que, para atrair cada vez mais vendedores e se tornar uma grande plataforma, é preciso estabelecer taxas e comissões por transação justas e satisfatórias para ambos os lados, conforme o modelo de negócios.

Normalmente, para marketplaces de produtos, a média de taxas de comissionamento fica entre 10% a 20%, variando conforme o ticket médio dos consumidores. Já quando se trata dos marketplaces de serviços, uma porcentagem adequada varia de 15% a 25%. Isso porque serviços geralmente têm uma margem de lucro maior em função de não haver necessidade de comprar produtos para revenda.

Outro aspecto a ser considerado pelos empreendedores é o estorno ou chargeback. Conforme o Art. 49 do Código de Defesa do Consumidor, qualquer pessoa possui o direito de se arrepender de uma compra pela internet e devolver o item comprado em até 7 dias. Se isso ocorre, o marketplace precisa devolver o dinheiro para o cliente.  Ao fazer o estorno, como o gateway já realizou o pagamento, cobrando uma taxa da plataforma, o custo normalmente fica em cerca de 3,5% do valor do produto ou serviço. 

Como esses encargos são inevitáveis, o gestor da plataforma deve decidir quem deverá arcar com os mesmos. Geralmente, o custo é dividido entre marketplace e vendedor. No entanto, é possível ao operador do marketplace arcar com a despesa sozinho, oferecendo como um dos diferenciais. 

Com a evolução do varejo online, os vendedores podem alcançar mais pessoas e contar com processos menos complexos, elemento importante para fazer com que as empresas cresçam.  

O Moip é uma plataforma de serviços financeiros pensada para ajudar varejistas a facilitarem seus processos de pagamento com segurança e inteligência. Para saber mais sobre o split de pagamento e outras soluções, entre em contato com um dos especialistas.

Dicas e erros a evitar para configurar o split de pagamentos em sua empresa

Com o aumento considerável no número de marketplaces, aplicativos de serviços e demais plataformas que envolvem diferentes fornecedores, a escolha de um bom produto de split de pagamentos é cada vez mais necessária. Afinal, trata-se de uma ferramenta que facilita o processo tanto para os gestores dos sistemas quanto para quem os utiliza como vendedor ou cliente, e precisa ser sólida e confiável para todos.

Apesar de saber da importância do produto, é comum que os empreendedores deixem de aproveitá-lo completamente , em função de alguns problemas de configuração e implantação.

 Este artigo,  pode te ajudar com dicas e o que fazer para evitar erros  ao utilizar o split de pagamentos em seu negócio. Assim, você vai aproveitar ainda mais benefícios da ferramenta.  Confira!

Como utilizar o split de pagamento da melhor maneira

De modo geral, o split de pagamento permite que o pagamento que os consumidores fizeram para um ou mais vendedores, com ou sem comissão para o marketplace, seja dividido no ato da transação da maneira combinada entre as partes envolvidas.

A partir da autorização pelas instituições bancárias, o recurso faz a divisão dos valores de forma automatizada, conforme as regras determinadas pelos gestores. Veja algumas dicas de como garantir que o split de pagamento funcione corretamente para seu e-commerce:

– Mantenha atualizados todos os dados de fornecedores, vendedores, franquias e demais envolvidos, de forma com que ambos possam receber corretamente;

– Utilize o split de pagamento para seguir em conformidade com a regulamentação do Banco Central (BACEN) para os marketplaces, pois com o uso da ferramenta se elimina o fluxo financeiro da gestão do negócio;

– Saiba que a tecnologia de split de pagamento é indicada para qualquer tipo de empresa cuja gestão financeira envolve mais de um recebedor, independentemente de formato, segmento ou nicho. O que vale, neste caso, é o modelo de negócio.

Trata-se de um recurso simples de ser implantado, na mesma medida em que traz automatização e otimização dos processos de pagamento, gerando organização, agilidade e satisfação para todos os envolvidos na compra e venda.

Erros a serem evitados com o split de pagamento

Por si só, o split de pagamento segue a premissa de gerar menos erros possíveis. Porém, como citamos, a má configuração pode atrapalhar o seu funcionamento. Os principais erros a evitar são:

Configurar além da porcentagem indicada

As regras de divisão são configuradas por pedido. A divisão pode ser feita: 

1) por meio de um valor percentual de 0 a 100% (exemplo: 20%);

2) por meio de um valor fixo (exemplo: R$5,00).

Não incluir corretamente os dados de fornecedores e vendedores

A inserção de informações corretas sobre os vendedores e fornecedores é um fator básico para o bom funcionamento do split de pagamento. Do contrário, por mais que o sistema realize os processos automaticamente, torna-se impossível finalizá-los. Na prática, os procedimentos de repasse podem ser interrompidos.

No entanto, ao contar com uma solução eficiente como a do Moip, caso ocorram falhas é possível acionar o time de integração, o qual prontamente presta suporte ao cliente. Apoiamos as empresas na otimização de seus processos de pagamento, estando dentro das diretrizes do Banco Central. 

Para saber mais sobre os nossos serviços, entre em contato com um de nossos especialistas.

Gestão de riscos e antifraude para marketplaces: por que é importante adotar

Riscos sempre fizeram parte do mundo dos negócios. No entanto, com a constante digitalização e grande procura por compras online, novos tipos de brechas podem afetar os lucros e, principalmente, a segurança. E isso interfere na empresa e também nos consumidores. Para evitar essas vulnerabilidades, como é a sua gestão de riscos atualmente?

Como o material criado pelo PagSeguro destaca: “a insegurança ainda é presença constante na vida de quem escolhe vender pela internet, afinal, as fraudes, invasões de conta e roubos de dados continuam sendo um risco muito grande, representando prejuízos consideráveis para o e-commerce.”

Por isso, vamos ajudar você a entender como a gestão de riscos e antifraude em espaços online é necessária. Acompanhe!

Por que uma gestão de riscos é necessária no comércio online 

Com a necessidade de contar com processos seguros nos marketplaces, a gestão de riscos é uma abordagem que deve ser considerada pelas empresas o quanto antes. Quem escolhe vender pela internet, acaba se arriscando a ser vítima de fraudes, invasões e até mesmo roubo de dados, o que pode acarretar em grandes prejuízos.

Diferente do ambiente físico, o varejo online (ainda mais agora do que anos atrás) possui diversos players e intermediários, como marketplace, site, redes sociais, etc. Em muitos casos, o que acontece é que as empresas não possuem times dedicados de análise de riscos e prevenção a fraudes, contando com os serviços que as plataformas oferecem.

Isso provoca a necessidade de pensar sobre a importância da gestão de riscos que é adotada, já que se trata de uma estratégia que pode criar caminhos a serem seguidos em diversas situações. Dessa forma, é preciso saber sobre os impactos que o e-commerce pode sofrer para que as estratégias de prevenção e detecção de fraudes sejam adotadas.

É válido considerar que as ameaças no ambiente virtual não são visíveis quando comparadas com uma loja física. Enquanto na loja física o cliente e o cartão estão presentes em sua frente, na virtual eles estão atrás da tela do computador, aumentando a exposição e a necessidade de conhecer melhor o cliente e as características da transação.

Principais riscos em marketplaces para ficar atento

Embora seja impossível a redução das ameaças a nível zero, é possível identificá-las, avaliá-las e traçar estratégias para que causem menos impactos. Nesse sentido, é preciso focar em, sobretudo, minimizar os prejuízos que essas situações podem causar, garantindo mais segurança para quem compra e para o crescimento da empresa.

Em relação a isso, algumas das condições em que um negócio pode ser submetido, ao se ver vulnerável a ataques virtuais, são: indisponibilidade da loja, perda da confiança dos clientes, problemas na transação em operações de venda, queda significativa de taxa de conversão e na reputação da marca.

Por isso, é importante se manter atento aos principais riscos em um marketplace, como:

  • Invasão e comprometimento de dados;
  • Chargebacks;
  • Abusos;
  • Inadimplência;
  • Golpes, fraudes e extorsões.

Vale lembrar que não são apenas lojas online que vendem produtos caros ou de marca renomada que estão sujeitas aos riscos. Lojistas que possuem faturamento de baixo a médio também não estão livres de ameaças, podendo, inclusive, serem usados, sem saber, para teste de cartões (para saber se estão válidos e ativos).

Fraudes mais comuns em produtos do e-commerce

É de se esperar que alguns produtos sejam mais cotados por fraudadores e ameaças virtuais. Provavelmente, o motivo para que estejam na lista dos mais comuns de sofrerem fraude seja a revenda relativamente fácil no que diz respeito ao mercado. Por exemplo, um celular possibilita mais facilidade de ser revendido do que um móvel.

Para ilustrar alguns dos tipos de produtos mais visados por fraudadores, temos: eletrônicos, celulares, jóias, bebidas, games, vestuários, entre outros no qual tenham uma revenda mais rápida.

Por que você deve investir na gestão de riscos e antifraude 

A importância para que marketplaces garantam um ambiente seguro e operante está justamente em evitar as chances reais de perda de negócios e de ter sua imagem comprometida.

Segundo o Mapa da Fraude 2020, publicado pela Clearsale, no Brasil houve incidência de R$3,6 bi em tentativas de fraude. Além disso, em 2020, setores de e-commerce, mercado financeiro, vendas e telecomunicações foram vítimas de 403 tentativas de fraude por hora ou 7 tentativas por minuto.

Além disso, ao realizar uma boa gestão de riscos, que é essencial para negócios de todos os segmentos, é possível:

Oferecer mais segurança quanto aos dados dos clientes

Os ativos mais importantes em uma loja virtual são os consumidores. E cada vez mais os ataques virtuais têm predominado em capturar informações sobre os clientes. Isso afeta diretamente a credibilidade do e-commerce, influenciando ainda mais na insegurança de compradores em relação a realizar compras online.

Impactar os indicadores de performance da empresa

Chargebacks de fraude impactam diretamente a saúde financeira da empresa, criando instabilidade no fluxo de caixa e resultando em prejuízos. No entando, ao identificar e conhecer as ameaças, é possível prever os meios de ataques. Isso possibilita um melhor preparo para o enfrentamento, por meio da gestão de riscos.

Gerenciar melhor as operações e otimizá-las

Ao investir em uma eficiente gestão de riscos e antifraude, torna-se possível otimizar as operações da loja. Isso porque, ao controlar melhor as ameaças e ter noção dos perigos ao redor, os sustos que podem ocorrer durante a atuação do negócio são minimizados, o que confere aos gestores maior tranquilidade, produtividade e eficiência.

Defesa contra inadimplência dos sellers

Contar com processos seguros nos marketplaces exige também uma boa gestão de risco contra a inadimplência de sellers. Um exemplo disso são aqueles que não possuem capital de giro para atender a demanda de venda e solicitaram a antecipação do pagamento das vendas realizadas. Então, ele usa esse dinheiro para comprar, posteriormente, os produtos que vendeu.

No entanto, nada garante que ele vai enviar o produto para o consumidor. Caso isso não ocorra, o comprador vai abrir um processo de chargeback para pedir o dinheiro de volta, já que não recebeu o que comprou.

Assim, acaba comprometendo não só o faturamento do marketplace em si, como também a organização do negócio, já que ele precisa devolver o valor de um produto que não foi entregue, porém, o saldo já foi adiantado para o seller.

Uma forma de tratar este risco é investindo em uma gestão que crie gatilhos de venda no início da vida do seller, determinando um volume X para as vendas. Isso permite testar o comportamento do lojista quanto à inadimplência desse tipo.

Concluindo…

Por fim, entender como o marketplace está sujeito a fraudes e precisa de uma boa gestão de riscos é o primeiro passo rumo à garantia de mais segurança. O segundo, portanto, é sobre o quanto você está disposto a investir e ter seu negócio protegido.

O Moip tem o objetivo de ajudar você a reduzir não só as transações fraudulentas como também as complexidades na hora de realizar a gestão de riscos.

Com experiência no mercado, além de expertise em promover processos de qualidade para grandes clientes do país, o Moip oferece a você gestão de riscos para seller e compradores,  além da possibilidade de resolver tudo em um só contrato. Conheça agora mesmo a solução de pagamentos mais completa para a sua empresa!

MUMA | Entrevista com Matheus Ximenes, CEO e Fundador

Essa semana batemos um papo com o Matheus Ximenes, CEO e fundador da Muma, que é um marketplace voltado para móveis de design assinado e peças de decoração.

A Muma é cliente Moip e o Matheus contou pra gente sobre como nasceu a Muma e como eles se preparam para uma data como a Black Friday!

1. Conte um pouco sobre a Muma?

A MUMA é uma loja online de móveis de design assinado e peças decoração, com duas Guide Shops (em São Paulo e em Recife), que operam para complementar a experiência proporcionada ao cliente nos canais de venda online. Nosso diferencial é criar uma experiência de compra em que se forma um vínculo entre clientes, designers, produtos e nossa equipe.

Todos os produtos comercializados pela plataforma possuem design exclusivo, de alta qualidade e são criados por designers famosos ou emergentes, de todo o mundo, mas com foco especial no DNA brasileiro.

A MUMA liderou no formato de estabelecer o caminho mais curto e barato entre clientes e designers e inovou na forma de chamar a atenção para os designers e peças de design.

2. Como surgiu a ideia da Muma?

A MUMA nasceu da minha inquietação com a forma como o mobiliário era vendido no Recife, minha terra natal. Só era possível encontrar peças de design muito caras voltadas para um público AA, em lojas tradicionais. Eu mesmo trabalhava em escritório de arquitetura para o mercado de luxo, mas mesmo esse público seleto optava por viajar para comprar fora do Brasil. Aquilo me incomodava porque eu estava na quinta maior cidade do país, com muita gente legal, produzindo peças incríveis. Alguma coisa não estava certa. Então decidi criar uma loja para remodelar esse sistema.

3. Qual o desafio de se preparar junto com os sellers para a black Friday? Como o Moip ajuda nisso?

É um grande desafio a Black Friday e ao mesmo tempo o melhor momento de vendas para a Muma. Esse ano, devido à Pandemia, a Black Friday se tornou mais desafiadora. Muitos fornecedores venderam tanto que ficaram sem produtos para fornecer. Outros, que trabalham com produtos importados, tiveram que aumentar o valor dos produtos devido à alta do dólar. Para a Muma, antes da pandemia a regra sempre foi não aumentamos preços depois de agosto, mesmo que os fornecedores aumentem, para que o consumidor não tenha a sensação que na Black Friday aumentamos primeiro para depois dar um desconto. Mas como tudo que houve esse ano, não foi possível cumprir essa filosofia. Nossos fornecedores tiveram que subir muito o preço e a Muma não conseguiu segurar. Mesmo assim, temos áreas que conseguiremos ter descontos incríveis.

Nessa Black Friday quase tudo na loja vai ter desconto. O menor desconto será de 10% e algumas peças de decoração conseguimos negociar 60%.

A participação do Moip sempre foi fundamental. Pois a experiência de compra não pode existir se o pagamento não acontecer de fato. O que torna o Moip ainda melhor, do nosso ponto de vista, é o consumidor consegue pagar muito rapidamente, com muita segurança e com a certeza de que os dados dele serão bem cuidados. Afinal de contas, temos um ticket médio bastante alto entre nossos clientes, precisamos trabalhar com parceiros que ofereçam alto nível de segurança.

4. Como é a preparação de logística? Fazem ações em conjunto com os Sellers?

Sim, todas as ações são feitas em conjunto com os fornecedores da Muma. Começamos a trabalhar negociações de Black Friday em Agosto, desde produção até prazos de entrega, valores, tudo o que podemos negociamos. Os nossos fornecedores são super parceiros, entram junto conosco sempre e o grande beneficiado é nosso consumidor.

5. Como vocês se preparam para a Black Friday? Como trabalham a divulgação? Quais os formatos favoritos para consumir esse tipo de conteúdo?

Temos o DNA Digital. A Muma nasceu da venda por e-commerce. Nossas lojas são grandes showrooms e nos ajudam a dar confiança em alguns produtos. A Black Friday é para nós imperdível. Durante essa data, trabalhamos muito para oferecer o menor prazo de entrega possível, o menor custo possível e a maior qualidade.

Divulgamos nas nossas redes sociais, por meio de nossa assessoria de imprensa e também compramos algumas palavras chaves na data. Além disso, temos nossos clientes e fazemos uma comunicação direcionada para eles. Aliás, esse na Black Friday é sempre o melhor caminho, a abordagem do seu cliente para que ele compre um novo produto. Temos um marketing muito bem estruturado e que nos apoia para personalizar ao máximo nossa comunicação com o nosso público alvo.

5. Quais práticas utilizadas para aumentar a conversão de vendas durante a Black Friday? Como vocês lidam com a forte concorrência dessa data?

É um misto de coisas. Temos que ter um bom produto e um bom desconto. Também é necessário mostrar nas chamadas os produtos com mais descontos e é preciso que o site esteja todo redondo, não pode falhar em nenhuma página e deve carregar em poucos segundos. Aumentamos nosso potencial tecnológico para nos mantermos no ar mesmo que tenhamos um acesso simultâneo de muitas pessoas e, também, procuramos ter uma equipe pronta para responder dúvidas. O atendimento de chat e telefones faz muita diferença na hora da decisão por um produto de alto valor. Normalmente não nos preocupamos com o que a concorrência está fazendo, pois se cada um fizer a sua parte, o consumidor sempre ganha e todos saem felizes. Existe mercado para todo mundo.

6. Como é o relacionamento com os sellers da Muma antes da Black? Que tipo de estratégias você já usa para atrair novos sellers durante o pré Black Friday?

O relacionamento é de parceria. Fazemos tudo o que podemos para beneficiar o consumidor com produtos de qualidade e bons descontos.

A Black Friday não costuma para nós atrair novos fornecedores. Isso é uma prática diária da Muma. Sempre selecionamos novos fornecedores, desde que eles estejam dentro dos padrões de qualidade que temos e sejam móveis assinados por designers.

7. Como você espera que o Moip dê suporte nos próximos passos do seu negócio? O que vocês precisam do Moip pra isso?

Nossa expectativa é que vocês continuem fazendo o brilhante trabalho de não aparecer rsss. O melhor meio de pagamento é aquele que o consumidor nem percebe que existe. Sinal que foi absolutamente fluida a experiência, sem barreiras e sem problemas. Perfeita. O Moip tem sido um bom parceiro. O que nos ajuda sempre é ter taxas menores para que possamos repassar em benefício para os consumidores.

5 dicas para aumentar a conversão das vendas no e-commerce

Todos os ventos estão soprando a favor do e-commerce. De acordo com o 42º Webshoppers, o segmento cresceu 47% em faturamento e chegou a 41 milhões de compradores (40% de aumento) no 1º semestre de 2020 em relação ao 2º semestre de 2019. Os números são ótimos, certo? Porém, a concorrência e a competitividade evoluem na mesma medida. Por isso que os empresários nunca podem deixar de trabalhar em medidas para aumentar a conversão das vendas no e-commerce.

Pode parecer estranho que mesmo com tanta gente comprando ainda seja necessário se preocupar em conquistar clientes? Pode, mas é isso mesmo. Com o mercado aquecido, mais empresas apostam nas vendas online, o que acaba aumentando a disputa e a necessidade de se diferenciar. Porque o consumidor vai continuar comprando, claro, mas vai optar pelos negócios que oferecem mais vantagens a ele.

Diante disso, fazer com que um visitante da sua loja online se torne um cliente é o objetivo de qualquer empresário. Nesse sentido, desenvolver e aplicar ações para aumentar a conversão das vendas é essencial. E é exatamente isso que veremos na sequência deste artigo.

5 dicas para aumentar a conversão das vendas

Para ajudá-lo nesse desafio que é aumentar a conversão das vendas, separamos dicas bem práticas que você pode aplicar no seu e-commerce sem a necessidade de um grande investimento ou muito tempo de preparação. É claro que não dá para fazer tudo correndo, um mínimo de planejamento para qualquer ação é sempre necessário, não é mesmo?

Porém, você não precisa esperar a hora certa ou um período especial do ano para implementar qualquer uma das nossas dicas. Algumas delas, inclusive, você já pode testar na próxima Black Friday, em 27 de novembro de 2020, e se derem certo, incluir como um processo rotineiro da sua loja online. E, então, vamos conhecer essas dicas?

1 – Garanta uma boa usabilidade

A boa usabilidade no e-commerce segue o princípio de garantir acesso ao site de forma prática e ágil. Isso significa que imagens e vídeos pesados para carregar, dificuldade em visualizar elementos, falhas nos mecanismos de pesquisa, falta de informação, inúmeras etapas para o fechamento da compra, entre outros são problemas que podem levar o consumidor a desistir da sua loja online.

Falando de maneira resumida, o seu e-commerce precisa ter facilidade de navegação em todas as partes, especialmente em relação ao pagamento online da compra. O consumidor precisa sentir segurança nessa transação financeira. Uma forma de assegurar isso é ter o mínimo de etapas possíveis para o fechamento do carrinho de compras. Ter menos burocracia é um incentivo para o comprador seguir em frente e finalizar o negócio.

A melhor forma de fazer isso é com o Checkout Transparente, uma solução do Moip que facilita as transações feitas no e-commerce, pois tudo ocorre no site da loja, sem redirecionamentos ou trocas de página. Para saber mais sobre ela, clique aqui e leia um artigo que fizemos especialmente sobre o assunto em nosso blog!

Ao fornecer um ambiente seguro e com todos os atributos para que a navegação seja simples e prática, sem dúvida as conversões no seu comércio eletrônico serão muito melhores. E as chances do seu cliente voltar, recomendar a sua loja online e ainda lembrar de você na hora em que precisar de um novo produto serão muito maiores.

2 –  Ofereça mais opções de pagamento

Esse tópico poderia estar dentro da usabilidade, mas ele é tão importante que sempre vai merecer um tópico só para ele ― tanto que já falamos sobre isso várias vezes aqui no blog. Pense com a gente: do que adianta ter um e-commerce com tudo funcionando, no qual o consumidor encontra exatamente o que procura, se quando chega no checkout, ele encontra apenas uma ou duas opções de pagamento?

Como comprador, você se sentiria frustrado, não é mesmo? Então, para não deixar os seus clientes com esse mesmo sentimento, coloque à disposição o maior números de meios de pagamentos que for possível.

Cartão de crédito é obrigatório, com as principais bandeiras, no mínimo (Visa, Mastercard, Elo, Hipercard e American Express). Essa forma de pagamento movimentou R$ 323,5 bilhões no e-commerce em 2019 e a tendência é que os números aumentem com o crescimento das vendas. Uma dica aqui é tentar negociar com os fornecedores as melhores condições para poder oferecê-las aos clientes.

Junto com o crédito, também é essencial oferecer cartão de débito e boleto bancário, pois são as outras duas operações mais usadas, inclusive porque uma delas engloba as pessoas que não têm conta em banco. Depois, ainda é possível disponibilizar débito em conta e transferência bancária, sem esquecer, claro, das carteiras digitais, como Apple Pay e Mercado Pago, que já vêm ganhando seu espaço nas transações online.

Cercada por toda essa variedade de opções de pagamento, a tarefa de aumentar a conversão das vendas no e-commerce fica muito mais fácil, certo? Porém, o trabalho não para por aí. Continue com a gente e veja o que mais pode ser oferecido aos clientes para melhorar os resultados.

3 – Reduza o valor do frete o quanto puder

Outro ponto que pode jogar a favor das conversões das vendas é oferecer vantagens em relação ao frete. Sempre que possível, mantenha a taxa de entrega grátis ou com o menor valor que não vá atrapalhar o seu fluxo de caixa. Frisamos sempre esse ponto porque pesquisas mostram que custos extras, como o frete, são um dos principais motivos que fazem o consumidor desistir da compra.

Entretanto, sabemos que nem sempre um e-commerce pode zerar seu frete, certo? Diante disso, outras estratégias podem ser usadas para manter a atenção dos compradores e garantir a conversão, como:

  • Taxa reduzida para determinada mercadoria ou região, que pode ir mudando para abranger diversos públicos;
  • Frete grátis para um valor mínimo ou para a compra de um produto específico;
  • Distribuição de descontos ou bônus em compras anteriores para serem usados como abatimento no frete de uma compra futura.

Entendemos que abrir mão do frete nem sempre vai ao encontro das necessidades do e-commerce, pois fazer o produto chegar ao seu destino envolve gastos. Porém, sabemos que existem diversas formas de trabalhar com essa taxa para que ela não fique pesada nem para o dono da loja online, nem para o cliente. Pesquise, teste e veja o que melhor se encaixa ao seu negócio!

4 – Melhore os prazos de entrega

Esse é outro tópico que faz bastante diferença na hora de finalizar uma compra. Imagine um cliente sonhando em ter o seu produto em mãos na próxima semana e descobrindo que ele só chegará daqui um mês? É para desanimar e fazer muito consumidor desistir da compra na hora. Para que isso não aconteça na sua loja online, você pode desenvolver ações para otimizar os prazos de entrega.

Uma das primeiras atitudes para resolver essa questão sem onerar o bolso do cliente e o caixa do e-commerce é negociar com as empresas transportadoras. Isso mesmo, empresas no plural, porque quanto mais opções você tiver, mais fácil é conseguir um custo-benefício em que tanto o comércio eletrônico quanto o cliente saiam ganhando.

Lembre-se que cada região do país lida com valores distintos de combustível, de hora de trabalho de motoristas, de preços de pedágios e, até mesmo, de condições de estradas que influenciam no desgaste dos veículos. Então, dependendo do lugar, é possível negociar de uma forma diferente. O importante é aproveitar todas as oportunidades de oferecer o menor preço para o seu cliente.

5 – Utilize a retentativa multiadquirente

Essa é uma prática bastante específica, mas que pode ajudar muito a aumentar a conversão das vendas no seu e-commerce. As adquirentes são as empresas responsáveis por fazer a ponte entre a loja, as bandeiras de cartão e as instituições emissoras de cartão (que podem ser os bancos) para que a venda a um cliente possa ser aprovada.

Isso significa que é a adquirente que vai confirmar a venda. Assim que o consumidor finaliza a compra, ela entra em contato com a bandeira do cartão, que então verifica com o banco se há limite para a transação. Se tudo estiver correto, a adquirente libera a compra. No entanto, se houver alguma falha, como dados errados do cartão, demora na comunicação entre adquirente e bandeira ou indisponibilidade do sistema, o processo é interrompido.

Neste caso, quando o dono do negócio online conta apenas com uma adquirente, o problema pode persistir, fazendo com que seja impossível finalizar a compra, trazendo o risco de o cliente desistir da aquisição. Mas se aumentar a conversão das vendas é o objetivo de todo lojista, ele não pode deixar isso acontecer, não é mesmo?

Dessa forma, a retentativa multiadquirente é uma maneira de fazer uma nova tentativa de cobrança a partir de outra adquirente, com o objetivo de permitir a venda ao cliente caso a falha esteja ocorrendo com a primeira adquirente e não por outros motivos. E você nem precisa se preocupar com o cliente, pois todo esse procedimento é realizado em segundos. Ele nem vai perceber que você salvou as compras dele!

Aumente a conversão das vendas no seu e-commerce com o Moip

Como você sabe, o Moip está sempre pronto para ajudar o seu negócio a crescer e alcançar os melhores resultados. Quando falamos em aumentar a conversão das vendas, temos algumas soluções bem pontuais que podem fazer muita diferença no seu dia a dia.

O Checkout Transparente, como já citamos, é uma delas. Com ele, o seu cliente faz o pagamento das compras no site da empresa em que escolheu seus produtos, sem redirecionamentos, sem dúvidas e questionamentos. Também trabalhamos como intermediadora de pagamentos, figura indispensável na implantação da retentativa multiadquirente, pois é ela que vai enviar o comando para fazer uma nova tentativa na segunda adquirente caso o contato com a primeira não tenha dado certo.

E não paramos por aí. Ainda temos ferramentas para a gestão financeira do e-commerce e do marketplace, além de maquininha de cartão para as lojas físicas e um sistema anti-fraude com análises automáticas e manuais. Para conhecer mais sobre as nossas soluções, acesse nosso site ou entre em contato. Nossa equipe está à disposição para atendê-lo. Se preferir, deixe um comentário no espaço abaixo para continuarmos essa conversa!

Como a Shafa, marketplace da moda feminina, venceu os desafios do mercado

Os marketplaces já representavam 35% das vendas online em 2018, segundo relatório da Neoatlas, e, daqui para frente, esse número só tende a aumentar. Para entendermos um pouco mais sobre esse segmento em expansão, preparamos um estudo de caso da Shafa Brasil, um marketplace de nicho voltado para moda feminina.

O modelo mais tradicional de marketplaces permite àqueles que já possuem operação online mais consolidada e um volume relevante de acessos ao site, que atuem como uma espécie de shopping virtual para lojas menores. Com isso, as pessoas que vendem não precisam realizar investimentos na estrutura do site ou publicidade, em troca de uma comissão de suas vendas ao marketplace, que cresce em portfólio e vendas, além de não ter despesas com o estoque da mercadoria, por exemplo.

 Mas empresas como a Shafa têm inovado no ramo e criado novos modelos de negócio. Nesse formato, além de expor o produto de seus clientes no catálogo da loja, a Shafa também oferece uma loja online personalizada para quem vende, usando o domínio da Shafa. Isso dá mais autonomia para quem está vendendo ter o espaço próprio, mas com apoio de um nome maior por trás, dando suporte de tecnologia e comunicação.

“A Shafa Store é a própria loja do vendedor, na plataforma de marketplace, contando ferramentas avançadas e nossa equipe de marketing”

Marketplace genérico ou de nicho?

Os marketplaces podem ser separados em dois grupos: os de variedade, que vendem desde roupas a equipamentos de informática e que aproveitam o grande fluxo de clientes no site para oferecer uma maior variedade de produtos; e os marketplaces de nicho, que se especializam em um único segmento, como a Shafa no nicho de moda feminina, nesse caso os marketplaces buscam parcerias para aprofundar a variedade do portfólio em um segmento específico. Fica a critério da pessoa que vende, escolher a opção que funciona melhor para o seu tipo de negócio, lembrando que não é preciso escolher apenas um marketplace para expor os produtos.

Processo de adaptação dos marketplaces

Conversamos com a Anna Prosiuk, Country Manager da Shafa no Brasil, para entender o que é a Shafa e como a empresa tem se destacado na venda de seus produtos em um marketplace de nicho.

Com operação no leste europeu, a Shafa viu no mercado brasileiro uma grande oportunidade de montar um marketplace especializado em moda feminina. Em 2017, iniciaram a vinda ao Brasil, começando pela pesquisa por fornecedores (as) e descobrindo as diferenças entre os mercados brasileiro e ucraniano.

A empresa veio de um mercado completamente diferente, e por isso, nesse período inicial se depararam com dois grandes desafios de adaptação: o boleto bancário (meio de pagamento inexistente fora do Brasil) e o chargeback. E, para lidar com esses pontos, entenderam que precisariam de parcerias que, além de oferecer a tecnologia necessária, também possuíssem um bom conhecimento do mercado. Dessa forma, chegaram ao Moip Brazil..

“Nós fomos muito sortudos por encontrar vocês, porque a equipe foi super rápida e tinha um ótimo contato com as pessoas desenvolvedoras, o que facilitou todo o nosso processo de integração”, salienta Anna.

Em relação ao boleto, era uma questão de expectativa, com o conhecimento do mercado nacional, foi possível entender a conversão desse tipo de pagamento para o segmento realizar uma previsão de boletos pagos. Para os casos de chargeback, a melhor estratégia foi o desenvolvimento de listas baseadas nos históricos de compras para aumentar a velocidade da aprovação de vendas, sem aumentar o risco.

A escolha do modelo de negócio

Segundo a Anna, o foco apenas em moda feminina facilitou o desenvolvimento direcionado para o público-alvo da Shafa, com isso a empresa ganhou uma boa relevância nas pesquisas relacionadas ao tema. Combinando essa estratégia com a vasta experiência em mídias pagas, além de parcerias para aquisição de novos(as) vendedores(as), foi possível atrair clientes em potencial para todas as pessoas parceiras.

Neste ano, com o fechamento do comércio físico em abril por conta da pandemia da COVID-19, a Shafa resolveu lançar mais um produto para ajudar lojistas de moda feminina, a Shafa Store (https://shafa.com.br/shafa-store) solução que permite que o(a) vendedor(a) parceiro(a) crie uma loja virtual própria, mas dentro do domínio da Shafa, dessa maneira lojistas precisam apenas cadastrar seus produtos e deixar a estratégia por conta da Shafa.

Mais um projeto, Shafa Moda (https://shafa.moda/), que ainda está na fase de desenvolvimento, mas já promete muito sucesso, tanto para lojas online que estão começando, quanto para lojas físicas que decidiram entrar no mundo digital.

O idea é criar um catálogo de lojas de moda feminina, onde cada lojista terá a sua própria página personalizada como cartão de visita para atrair novos clientes e também compartilhar em suas redes sociais.

“Achamos que  Shafa Moda poderia ajudar os empreendedores no ramo de moda que ainda não conseguiram o investimento para o desenvolvimento do seu próprio site.”

Tirando o marketplace do papel

Gerenciar um marketplace requer um grande esforço de parcerias e percepção do mercado, por isso, estratégia é fundamental nesse processo. (Mudar para algo que mostre que com o Moip ele só precisa se o preocupar com o negócio, não com a operação financeira)

Passamos boa parte do tempo recrutando novos vendedores e criando estratégias de marketing para a marca e isso vem trazendo ótimos resultados para a Shafa, que já triplicou o faturamento desde a chegada no Brasil”, comenta Anna.

Para focar na estratégia é preciso garantir que sua operação flua bem e que seu negócio não vai ter dores de cabeça com pagamentos, comissões e outras burocracias do mundo on-line. Por isso que nossa parceria com a Shafa foi muito positiva nesse processo, permitindo que a Anna e seu time do Brasil pudessem expandir a operação da Shafa sem se preocupar com a complexidade do mundo de pagamentos.

Anna conta que chegou ao Moip por recomendações do mercado, isso porque a ferramenta de split de pagamento automático do Moip é pioneira no Brasil e a mais consolidada e flexível e, por isso, foi ideal para o negócio da Shafa.

O split automático facilita muito o processo de pagamento das comissões dos(as) vendedores(as), evita bitributações e é certificada pelo BACEN. Além disso, com possibilidade de transferir para conta de terceiros, ficou muito mais fácil tratar dos casos de reembolso.

Independentemente de qual seu modelo de marketplace, garantir uma plataforma de pagamentos eficiente e confiável é essencial para o sucesso do seu negócio no futuro. Nós ficamos muito felizes em ser parceiros da Shafa no Brasil e acreditamos no sucesso de nossos(as) clientes. Se você quiser conhecer mais sobre como nossa solução simplifica o recebimento de pagamentos para negócios como a Shafa e outros parceiros, entre em contato conosco e nosso time irá te ajudar!