Split de pagamento na prática: situações onde ele pode ser adotado

Ao longo dos últimos anos, o mercado de e-commerce vem crescendo de forma significativa. Junto a esse movimento, bem como impulsionadas por fatores como a transformação digital e o novo perfil do consumidor, estão as ferramentas que podem ser utilizadas para facilitar o dia a dia das empresas e otimizar a experiência dos clientes. O split de pagamento é uma delas. 

O recurso, que vinha sendo utilizado pelo varejo físico há algum tempo, chegou ao comércio eletrônico recentemente, mas já faz parte das operações de muitos varejistas e negócios de outros setores. Se você está aqui, provavelmente é porque ouviu falar sobre a solução e quer saber se a mesma pode auxiliar a sua organização.  

Nesse caso, chegou ao lugar certo. Acompanhe o artigo, saiba mais sobre o conceito e conheça algumas formas práticas de utilização. 

O que é split de pagamento?

Split de pagamento é o nome que se dá à possibilidade de um mesmo cobrador dividir uma transação financeira em diversos pagamentos. Desse modo, os diferentes agentes, ou vendedores, recebem o valor devido de forma automática e sem repasses e bitributação.

É uma funcionalidade muito usada no método de cobrança de comissão sobre as vendas, como é o caso de marketplaces como o Mercado Livre, Submarino e Magazine Luiza. Além disso, aplicativos como Uber e Airbnb também utilizam a ferramenta. 

Para ficar mais claro, vamos a um exemplo. Imagine que um consumidor faz uma compra de R$500,00 no marketplace, valor que é repassado para intermediadores e lojistas automaticamente no momento do checkout. 

No entanto, na fatura do cartão do cliente aparece apenas o valor total, não sendo discriminada a divisão feita entre os parceiros. Isso facilita tanto os processos das empresas quanto a experiência de compra. 

Em quais circunstâncias o split de pagamento pode ser utilizado?

O split de pagamento pode ser adotado por qualquer negócio que tenha a necessidade de dividir pagamentos de uma mesma transação por diferentes destinatários. Listamos algumas situações específicas para as quais ele pode ser empregado:

  • Compras que envolvem mais de um vendedor

Uma situação que vem se tornando cada vez mais comum, na medida em que o número de marketplaces cresce, é o cliente colocar produtos e serviços de diversos fornecedores no mesmo carrinho. Para o consumidor, a compra continua a mesma, enquanto para as empresas o processo se torna dinâmico, organizado e facilitado, já que as mesmas recebem os valores de forma automatizada e descentralizada, direto da transação, sem a necessidade de repasse ao marketplace. 

  • Uso de dois cartões pelo cliente

Outro exemplo de como o split de pagamento pode ser utilizado é quando o consumidor utiliza dois cartões para realizar uma compra. Isso ocorre por razões como limite insuficiente ou prazos de pagamentos diferentes. Ao contar com essa comodidade, caem as chances de um potencial cliente desistir de adquirir aquilo que precisa ou ir para a concorrência. 

  • Marketplace de serviços

O marketplace de serviços é um modelo de negócios inovador, que tem como objetivo reunir diversos fornecedores em um mesmo ambiente online. Um dos mais conhecidos é o Get Ninjas, que integra soluções como as de limpeza, manutenção, assistência técnica e reformas. 

Para esses casos, o split de pagamento também é uma boa solução. Isso porque tanto o intermediador, no caso o site, quanto os profissionais recebem seus pagamentos de forma automática, confiável e segura.

  • Comissionamento

Outra forma de utilizar o split de pagamento é para situações mais simples de comissionamento. Por exemplo, no caso dos representantes de vendas, os quais podem indicar determinada marca ou produto. Enquanto o valor cheio fica para o marketplace, os mesmos recebem uma porcentagem, repassada na hora da transação, sem necessidade de ir para a conta-mãe e, depois, para o comissionado. 

Como o Moip apoia varejistas a aprimorar o spit de pagamento

O Moip, que foi fundado em 2007 e adquirido pelo grupo PagSeguro é pioneira no split de pagamento, com a solução mais madura do mercado e 100% transacional Seu propósito  é apresentar soluções simples e definitivas para negócios e empreendedores.

Entre as ferramentas disponibilizadas estão o split de pagamento e recurso de checkout transparente, as quais já são amplamente utilizadas no mercado. Para saber mais sobre esses e outros serviços, converse com um de nossos especialistas.

Split de pagamento - Conheça as vantagens


O que é e como montar um Marketplace de nicho

Os marketplaces são um sucesso no mercado. Empresas como Uber, Airbnb e Amazon alcançaram sucesso utilizando esse modelo de negócios. A boa notícia é que atualmente é possível criar uma plataforma marketplace de nicho de forma rápida e simples.

Neste artigo, você vai descobrir o que são os marketplaces, quais são as suas vantagens e como criar a sua plataforma. 

O que é uma plataforma marketplace de nicho?

Provavelmente você já usou uma plataforma marketplace de nicho no seu dia a dia. Hoje, esse tipo de tecnologia é muito popular e oferece diversas vantagens para empreendedores e clientes.

Um marketplace funciona como um shopping virtual. A plataforma conecta oferta e demanda de produtos ou serviços no ambiente online. Nesse mercado, existem negócios que atuam com um público variado. Por exemplo, a Americanas ou o Magalu, que vendem uma infinidade de itens.

Porém, as plataformas marketplace de nicho são uma grande tendência. Afinal, definir um nicho de mercado possui muitas vantagens. Ao contrário do que muitos pensam, escolher um público específico pode tornar o empreendimento mais rentável! Isso porque fica mais fácil criar estratégias assertivas e segmentadas.

Nesse sentido, é possível criar um marketplace de roupas femininas, produtos para pets, itens para bebês, artigos esportivos, entre muitas outras possibilidades.

Mas qual é a vantagem de lançar um marketplace? Não é melhor vender em plataformas já existentes? Isso depende do seu perfil enquanto empreendedor(a). Se você é um lojista e quer apenas aumentar suas vendas online, é possível vender em marketplaces. Porém, se a sua intenção é ter um negócio escalável e com alto potencial de faturamento, a melhor solução é lançar uma plataforma.

Contratar um programador ou uma plataforma pronta de marketplace?

Muitos empreendedores pensam que, para criar uma plataforma marketplace de nicho, é preciso contratar programadores. Mas, hoje já existem plataformas prontas e customizáveis no mercado. Elas permitem que você lance de forma simples, rápida e acessível. A grande vantagem é que você não precisa de tanto conhecimento técnico para utilizá-las.

No entanto, para poder contratar e gerenciar um programador, você precisa ter um certo conhecimento técnico em programação. Ainda, normalmente o custo de contratação é elevado e o processo de criação da plataforma pode ser demorado. Afinal, é preciso desenvolver, fazer testes, corrigir erros, etc.

Ao contrário, as plataformas prontas, por exemplo, o Ideia no Ar, oferecem agilidade e customização para quem emprende. Dessa forma, você pode focar na estratégia do negócio, em vez de se preocupar com a tecnologia em si.

Modelos de negócios para marketplace

Existem diferentes modelos de marketplace e cada um deles possui vantagens e desvantagens. De forma geral, as plataformas podem ser divididas em duas categorias: produtos e serviços. E, dentro delas, há diversas opções.

Abaixo, veja como cada modelo funciona:

1. Marketplace de produtos

As plataformas de produtos são bastante populares. Vários dos grandes varejistas brasileiros possuem esse tipo de marketplace, como Via Varejo e B2W Digital.

Marketplace de produtos físicos

As plataformas de produtos físicos são as mais tradicionais. Nelas, apesar de a compra acontecer online, os itens são entregues presencialmente aos clientes.

Marketplace de produtos digitais

Muitas pessoas não sabem, mas existem também marketplaces de produtos digitais. Por exemplo, eles podem oferecer games, e-books ou cursos à distância.

2. Marketplace de serviços

Os marketplaces de serviços servem para conectar consumidores com prestadores de serviço. Uber, Airbnb e GetNinjas são exemplos de sucesso dessa modalidade.

Marketplace de serviços por orçamento e negociação

Nesse tipo de plataforma, o prestador de serviços cadastra seu perfil e portfólio. Quando ele recebe o contato de um possível cliente, é realizada uma negociação para acertar os detalhes. Por exemplo, orçamento e prazo.

Marketplace de agendamento de serviços

Nesse modelo de marketplace, o consumidor agenda um um horário para receber o serviço. A grande vantagem é a praticidade para os clientes. Nesse caso, podemos citar o agendamento de serviços com profissionais da área da saúde ou da beleza.

Marketplace de aluguel de espaços ou produtos

Uma plataforma marketplace de nicho focada em aluguel aplica bem os princípios da Economia Compartilhada.

Essa forma de negócio também pode ser utilizada em diferentes nichos. Por exemplo, o aluguel de equipamentos, máquinas, roupas, brinquedos, espaços físicos, entre outros.

Marketplace de venda de leads

Nesse modelo, o prestador de serviços compra um pacote de créditos. Tal pacote corresponde a uma quantidade de leads, ou seja, de contato com potenciais clientes.

Depois de utilizar os créditos, os contatos da pessoa são liberados para o vendedor entrar em contato e tentar fechar negócio.

Perfis de cliente em um marketplace

Assim como em qualquer negócio, os marketplaces podem apresentar diferentes perfis de cliente. Cabe a você, enquanto empreendedor(a), identificar qual é o perfil mais adequado ao seu nicho de mercado.

Marketplace B2C

A plataforma marketplace de nicho B2C é uma das mais comuns. Nesse caso, o perfil é Business to Consumer. Ou seja, as transações acontecem de empresas direto para os consumidores finais.

Dessa forma, podemos citar Americanas, Magazine Luiza e Dafiti. Também existem marketplaces de serviços B2C, como Airbnb e Uber.

Uma dica para lidar com esse perfil de cliente é gerar uma boa experiência ao consumidor e em estabelecer confiança.

Marketplace B2B

marketplace B2B, ou Business to Business, faz transações de empresa para empresa. O Elo7 e o Alibaba são exemplos de sucesso desse modelo.

Aliás, segundo a ABStartups, o número de startups B2B dobrou em dois anos. Algumas das vantagens dos negócios B2B são a fidelização dos clientes e o ticket médio elevado.

Marketplace C2C

Nas plataformas C2C, as transações acontecem de consumidor para consumidor. Por exemplo, como ocorre no Mercado Livre, Enjoei ou OLX.

Normalmente, tais marketplaces trabalham com produtos usados. O modelo tem uma boa adesão, mas exige um investimento mais elevado. Porém, pode ter bastante rentabilidade a longo prazo.

Momento de mercado

O mercado de plataforma marketplace de nicho vêm crescendo há muito tempo. Nos EUA e na China, esse modelo já é responsável pela maior parte das vendas online. No Brasil, a partir de 2020, esse cenário também se repetiu. Neste ano, mais de 70% do faturamento do e-commerce veio apenas de marketplaces.

Além disso, a tendência é que a transformação digital dos negócios se intensifique cada vez mais. Hoje, uma empresa física não dá mais conta da inovação do mercado. Pense só, um negócio digital permite atingir públicos no mundo todo, enquanto as empresas tradicionais ficam restritas a um local.

Vale lembrar que não existe um momento perfeito para empreender. Os negócios de sucesso são aqueles que têm uma boa execução. Por isso, quanto antes você começar, melhor. Afinal, empreender é muito mais sobre colocar a mão na massa do que sobre ter boas ideias.

Mas, alguns períodos do ano são propícios para você criar campanhas específicas no seu marketplace e potencializar as suas vendas. O mês de novembro, com a Black Friday, e dezembro, com o Natal, são alguns exemplos. Inclusive, tempos de crise podem ser propícios para lançar negócios inovadores. O próprio Uber foi criado durante a crise de 2008.

Exemplos de plataforma marketplace

Você já sabe o que é uma plataforma marketplace de nicho e quais são as suas vantagens. Também é importante lembrar que existem diferentes modelos de marketplaces. Por exemplo, focados em produtos, serviços, aluguel ou agendamento.

Agora, vamos conhecer alguns exemplos de sucesso desse modelo de negócios:

Enjoei

O Enjoei é um marketplace de produtos C2C do ramo da moda. Pela plataforma, os usuários podem vender e comprar peças de segunda mão de maneira prática e simples. O marketplace funciona como uma espécie de brechó virtual.

Airbnb

O Airbnb é o maior exemplo de marketplace de aluguel do mundo. Tal plataforma marketplace de nicho conecta hóspedes com anfitriões de maneira segura e eficaz. Os donos do marketplace lucram por meio de comissões cobradas a cada negócio fechado dentro do aplicativo.

Uber

O Uber é um marketplace de serviços no nicho de transporte. Ele conecta motoristas e clientes por meio da plataforma. Assim como o Airbnb, a startup lucra com o modelo de comissão sobre cada transação feita.

DoctorAlia

Já o DoctorAlia é um marketplace de agendamento de serviços, cujo foco é o nicho de saúde. No marketplace, os clientes podem encontrar profissionais de saúde na sua região e realizar o agendamento online.

Como criar uma plataforma marketplace de nicho?

Agora que você já sabe qual é o potencial de criar uma plataforma marketplace de nicho, vamos te mostrar os principais passos sobre como fazer isso. Vamos lá?

1. Pesquise o seu nicho de mercado

O primeiro passo é definir um nicho de mercado. Aqui, é muito importante pensar em um setor que tenha potencial de crescimento e apresente uma quantidade razoável de possíveis clientes.

Além disso, se possível, opte por nichos em que você já tem experiência e networking. Também é fundamental realizar uma pesquisa de mercado. Para isso, você pode utilizar ferramentas como o Google Trends e o Google Keyword Planner. Ainda, acompanhar notícias e levantamentos do nicho pretendido pode te ajudar.

2. Escolha o seu modelo de negócios

Em seguida, é necessário escolher o seu tipo de marketplace. Isso porque ele pode ser focado em serviços, produtos, agendamento ou aluguel.

Nessa etapa, também é preciso definir pontos estratégicos, como a sua proposta de valor, sua persona e os canais de aquisição de clientes. Para isso, você pode contar com o apoio da ferramenta marketplace canvas

3. Faça a prospecção da oferta de produtos ou serviços

Então, chegou a hora de atrair vendedores para a sua plataforma marketplace de nicho. Para isso, você deve definir a persona dos seus lojistas ou prestadores de serviço. A partir disso, fica mais fácil saber em quais canais, seja online ou offline, você pode encontrá-los.

Lembre-se de evidenciar as vantagens que eles podem ter ao se cadastrar na sua plataforma. Por exemplo, você pode usar o modelo de receita de comissão sobre transação. Nele o vendedor só paga para a plataforma caso feche negócio, ao contrário do modelo de assinatura.

4. Atraia clientes com uma estratégia de marketing

Também é fundamental atrair uma quantidade relevante de possíveis clientes para a sua plataforma. Afinal, os vendedores precisam de um canal de vendas que tenha visibilidade.

Para isso, é essencial investir em estratégias de marketing eficientes. Aqui, a dica é testar diferentes canais aos poucos, avaliar os resultados e intensificar as ações que deram certo.

5. Escolha a sua plataforma

Por fim, você precisa escolher uma plataforma de marketplace de qualidade. Na hora da escolha, verifique como é o suporte, além das funcionalidades e os benefícios. Algumas empresas, apesar do preço acessível, não oferecem um acompanhamento próximo e constante para apoiar o seu negócio.

Conclusão

Criar uma plataforma marketplace de nicho é uma grande oportunidade para quem quer empreender um negócio escalável e com alto potencial de faturamento. Nesse mercado, existem diferentes modelos, perfis de cliente e nichos que você pode atender.

O melhor é que atualmente há plataformas de marketplace prontas e customizáveis, que são acessíveis e permitem um lançamento rápido. Você pensa em criar um marketplace? Agende já uma consultoria gratuita com a nossa equipe. O Ideia no Ar é uma plataforma de marketplace que já lançou mais de 400 clientes desde 2013.

MUMA | Entrevista com Matheus Ximenes, CEO e Fundador

Essa semana batemos um papo com o Matheus Ximenes, CEO e fundador da Muma, que é um marketplace voltado para móveis de design assinado e peças de decoração.

A Muma é cliente Moip e o Matheus contou pra gente sobre como nasceu a Muma e como eles se preparam para uma data como a Black Friday!

1. Conte um pouco sobre a Muma?

A MUMA é uma loja online de móveis de design assinado e peças decoração, com duas Guide Shops (em São Paulo e em Recife), que operam para complementar a experiência proporcionada ao cliente nos canais de venda online. Nosso diferencial é criar uma experiência de compra em que se forma um vínculo entre clientes, designers, produtos e nossa equipe.

Todos os produtos comercializados pela plataforma possuem design exclusivo, de alta qualidade e são criados por designers famosos ou emergentes, de todo o mundo, mas com foco especial no DNA brasileiro.

A MUMA liderou no formato de estabelecer o caminho mais curto e barato entre clientes e designers e inovou na forma de chamar a atenção para os designers e peças de design.

2. Como surgiu a ideia da Muma?

A MUMA nasceu da minha inquietação com a forma como o mobiliário era vendido no Recife, minha terra natal. Só era possível encontrar peças de design muito caras voltadas para um público AA, em lojas tradicionais. Eu mesmo trabalhava em escritório de arquitetura para o mercado de luxo, mas mesmo esse público seleto optava por viajar para comprar fora do Brasil. Aquilo me incomodava porque eu estava na quinta maior cidade do país, com muita gente legal, produzindo peças incríveis. Alguma coisa não estava certa. Então decidi criar uma loja para remodelar esse sistema.

3. Qual o desafio de se preparar junto com os sellers para a black Friday? Como o Moip ajuda nisso?

É um grande desafio a Black Friday e ao mesmo tempo o melhor momento de vendas para a Muma. Esse ano, devido à Pandemia, a Black Friday se tornou mais desafiadora. Muitos fornecedores venderam tanto que ficaram sem produtos para fornecer. Outros, que trabalham com produtos importados, tiveram que aumentar o valor dos produtos devido à alta do dólar. Para a Muma, antes da pandemia a regra sempre foi não aumentamos preços depois de agosto, mesmo que os fornecedores aumentem, para que o consumidor não tenha a sensação que na Black Friday aumentamos primeiro para depois dar um desconto. Mas como tudo que houve esse ano, não foi possível cumprir essa filosofia. Nossos fornecedores tiveram que subir muito o preço e a Muma não conseguiu segurar. Mesmo assim, temos áreas que conseguiremos ter descontos incríveis.

Nessa Black Friday quase tudo na loja vai ter desconto. O menor desconto será de 10% e algumas peças de decoração conseguimos negociar 60%.

A participação do Moip sempre foi fundamental. Pois a experiência de compra não pode existir se o pagamento não acontecer de fato. O que torna o Moip ainda melhor, do nosso ponto de vista, é o consumidor consegue pagar muito rapidamente, com muita segurança e com a certeza de que os dados dele serão bem cuidados. Afinal de contas, temos um ticket médio bastante alto entre nossos clientes, precisamos trabalhar com parceiros que ofereçam alto nível de segurança.

4. Como é a preparação de logística? Fazem ações em conjunto com os Sellers?

Sim, todas as ações são feitas em conjunto com os fornecedores da Muma. Começamos a trabalhar negociações de Black Friday em Agosto, desde produção até prazos de entrega, valores, tudo o que podemos negociamos. Os nossos fornecedores são super parceiros, entram junto conosco sempre e o grande beneficiado é nosso consumidor.

5. Como vocês se preparam para a Black Friday? Como trabalham a divulgação? Quais os formatos favoritos para consumir esse tipo de conteúdo?

Temos o DNA Digital. A Muma nasceu da venda por e-commerce. Nossas lojas são grandes showrooms e nos ajudam a dar confiança em alguns produtos. A Black Friday é para nós imperdível. Durante essa data, trabalhamos muito para oferecer o menor prazo de entrega possível, o menor custo possível e a maior qualidade.

Divulgamos nas nossas redes sociais, por meio de nossa assessoria de imprensa e também compramos algumas palavras chaves na data. Além disso, temos nossos clientes e fazemos uma comunicação direcionada para eles. Aliás, esse na Black Friday é sempre o melhor caminho, a abordagem do seu cliente para que ele compre um novo produto. Temos um marketing muito bem estruturado e que nos apoia para personalizar ao máximo nossa comunicação com o nosso público alvo.

5. Quais práticas utilizadas para aumentar a conversão de vendas durante a Black Friday? Como vocês lidam com a forte concorrência dessa data?

É um misto de coisas. Temos que ter um bom produto e um bom desconto. Também é necessário mostrar nas chamadas os produtos com mais descontos e é preciso que o site esteja todo redondo, não pode falhar em nenhuma página e deve carregar em poucos segundos. Aumentamos nosso potencial tecnológico para nos mantermos no ar mesmo que tenhamos um acesso simultâneo de muitas pessoas e, também, procuramos ter uma equipe pronta para responder dúvidas. O atendimento de chat e telefones faz muita diferença na hora da decisão por um produto de alto valor. Normalmente não nos preocupamos com o que a concorrência está fazendo, pois se cada um fizer a sua parte, o consumidor sempre ganha e todos saem felizes. Existe mercado para todo mundo.

6. Como é o relacionamento com os sellers da Muma antes da Black? Que tipo de estratégias você já usa para atrair novos sellers durante o pré Black Friday?

O relacionamento é de parceria. Fazemos tudo o que podemos para beneficiar o consumidor com produtos de qualidade e bons descontos.

A Black Friday não costuma para nós atrair novos fornecedores. Isso é uma prática diária da Muma. Sempre selecionamos novos fornecedores, desde que eles estejam dentro dos padrões de qualidade que temos e sejam móveis assinados por designers.

7. Como você espera que o Moip dê suporte nos próximos passos do seu negócio? O que vocês precisam do Moip pra isso?

Nossa expectativa é que vocês continuem fazendo o brilhante trabalho de não aparecer rsss. O melhor meio de pagamento é aquele que o consumidor nem percebe que existe. Sinal que foi absolutamente fluida a experiência, sem barreiras e sem problemas. Perfeita. O Moip tem sido um bom parceiro. O que nos ajuda sempre é ter taxas menores para que possamos repassar em benefício para os consumidores.

Como preparar o e-commerce para a Black Friday 2020? Confira 6 dicas valiosas

A gente nem precisa repetir que 2020 é um ano diferente, que está exigindo muito jogo de cintura de todo mundo, certo? Porém, algumas datas comerciais seguem firmes no calendário e precisam ser trabalhadas com bastante cuidado para trazerem algum alívio para o caixa. Por isso, saber como preparar o e-commerce para a Black Friday é um assunto que deve ser discutido desde agora.

O dia já está marcado: 27 de novembro, a última sexta-feira do mês. E pode até parecer que ainda está longe de acontecer, mas para uma data que já é considerada o principal evento varejista do país, segundo a Sociedade Brasileira do Varejo e Consumo (SBVC), quanto mais cedo o e-commerce se planejar para a Black Friday 2020, melhor.

Então, como já é costume aqui no blog, desenvolvemos um conteúdo especial para auxiliar você neste momento. Siga com a gente e confira!

Black Friday 2020: 10 anos do evento no Brasil

Conforme a SBVC, esta será a maior edição da Black Friday no Brasil, mas as empresas precisam estar prontas para suprir a demanda, tanto em termos tecnológicos quanto comerciais, e para fidelizar clientes. Para você ter uma ideia, em 2019, o faturamento foi de R$ 3,2 bilhões, 23,6% maior do que em 2018.

Contudo,  o contexto das vendas será bastante diferente este ano. Espera-se uma migração ainda maior das lojas físicas para as lojas online. Uma pesquisa da Globo com cerca de 1.700 consumidores apontou que 7 entre 10 internautas deixaram de comprar algo em 2020 por causa da pandemia, mas que veem na Black Friday uma oportunidade para comprar mais barato.

O estudo ainda mostrou outros números interessantes, como a afirmação de 42% dos entrevistados de que vão comprar algo de qualquer jeito e de que 51% deles vão priorizar as marcas que fizeram algo positivo durante a pandemia. E, ainda, que 78% dos consumidores mudariam de ideia em relação a uma compra, se ajudasse a manter empregos.

Sobre as áreas que devem se destacar, a SBVC acredita que a generalização de produtos se manterá como tendência. Porém, os bens duráveis seguem como os favoritos. Isso significa que ainda haverá aquelas pessoas que se planejam para comprar eletroeletrônicos e móveis, por exemplo, mas também aquelas que vão adquirir roupas, sapatos e produtos de beleza. A pesquisa da Globo expressou isso muito bem em números. Veja:

  • 31% – roupas e acessórios
  • 30% – smartphones
  • 30% – eletrônicos
  • 26% – calçados
  • 23% – eletrodomésticos
  • 21% – perfumes e cosméticos
  • 21% – móveis
  • 20% – computadores

Diante dessa generalização de tendências, a necessidade de preparar o e-commerce para a Black Friday é ainda maior. Afinal, mais  do que aproveitar o momento para ampliar as vendas, o objetivo também é atender aos consumidores de uma maneira que eles fiquem satisfeitos para retornarem à sua loja nos próximos meses.

Como preparar o e-commerce para a Black Friday

Entendido o contexto e os desafios que vêm pela frente, está na hora de fazer todos os ajustes para chegar com tudo pronto ao dia 27 de novembro. Aqui, separamos ações práticas para você preparar o e-commerce para a Black Friday e atender aos clientes com excelência. Aproveite!

1 – Tenha fornecedores parceiros

Seu fornecedor precisa ser seu parceiro! Esse deve ser um lema do seu e-commerce, especialmente para momentos como a Black Friday, quando você pode extrapolar os pedidos mensais. O primeiro passo aqui é negociar os preços e tentar conseguir o máximo de descontos possível, assim dá para repassá-los aos consumidores e aumentar as chances de vender.

Essa negociação pode ser feita de várias formas, desde a realização de um pedido maior até a cessão de uma porcentagem das vendas dos produtos. Então, não adie essa conversa. Por mais que os fornecedores sejam parceiros, eles não vão conseguir oferecer descontos para todos. Quem chegar primeiro e com a melhor proposta garante mais chances de fazer um bom negócio.

2 – Mantenha um checkout transparente

Aliado à forma de pagamento está o checkout, pois de nada adianta dar as melhores opções para o cliente pagar se, no momento de preencher as informações para finalizar a compra, o processo se torna um bicho de sete cabeças. Uma pesquisa do instituto americano Forrester Research mostrou que 11% dos consumidores online que abandonam o carrinho fazem isso devido a um processo de checkout complicado.

Por isso, se a sua loja online ainda não conta com um sistema que proporciona um checkout transparente, ainda dá tempo de pesquisar e instalar um. Dessa forma, você garante que seus clientes tenham o melhor atendimento do começo ao fim do processo de compra e assegura que o seu e-commerce não interrompa o fluxo de vendas, tendo, assim, um bom faturamento na Black Friday 2020.

3 – Faça uma revisão da usabilidade e da estabilidade da loja online

Com a parte das mercadorias resolvida, está na hora de olhar para o e-commerce em si, para sua infraestrutura e usabilidade. Esse é um passo fundamental para garantir um bom desempenho na Black Friday. Verifique se há problemas de navegação, se o layout não está quebrando, se a atual plataforma suporta um alto volume de acessos, se o carregamento está rápido…Em 2019 vimos casos de lojas online que tiveram problema de estabilidade com o processamento de pagamentos e consequentemente perdas de vendas. Confie seu negócio e suas vendas a parceiros como a Wirecard Brazil, que tem uma das melhores disponibilidades sistemicas para grandes volumes de transação.

Diante desta que é considerada a principal data comercial do ano, a infraestrutura do seu site não pode ser um gargalo para o sucesso do seu negócio. É preciso ter qualidade para suportar os picos de acesso. Por isso, se necessário, invista na ampliação e no reforço da infra do seu e-commerce. Muitas vezes é preciso gastar um pouco primeiro para lucrar mais depois.

E, claro, faça todas as análises executáveis agora, quando ainda é possível mudar alguma coisa. No dia 27 de novembro, se algum problema acontecer, dificilmente você vai conseguir resolvê-lo naquele momento. Não esqueça que uma loja online com problema não passa confiança e faz com que o cliente desista da compra, por mais que a oferta seja tentadora.

Isso vale, inclusive, para a questão da segurança. É necessário proporcionar um ambiente seguro para o cliente comprar e também é preciso garantir que o seu e-commerce não vai sofrer com algum golpe. Para evitar qualquer problema nessa área, trabalhe sempre com provedores e softwares reconhecidos no mercado e, sempre que necessário, reforce as barreiras contra invasores.

4 – Invista no mobile

Sua loja tem versão mobile? Se você ainda não pensou nisso, está mais do que na hora de agilizar esse processo. A Black Friday 2019 confirmou a tendência do consumidor de comprar a partir de dispositivos móveis. Segundo dados da Ebit Nilsen, 55% dos pedidos foram feitos por celular. Na comparação com 2018, temos uma alta de 103%.

A expectativa é que, para este ano, a aquisição via mobile seja ainda maior. Portanto, mais do que nunca, é necessário vender online usando plataformas responsivas ― isso é, ter uma loja em que a plataforma se adapte ao formato dos smartphones, sem perder a qualidade de navegação e, com isso, colocar em xeque a experiência do usuário.

5 – Ofereça várias opções de pagamento

Se você cuidou de tudo até aqui, não é na hora do fechamento do negócio que você vai decepcionar o seu cliente, certo? Então, ofereça diversas formas de pagamento no e-commerce, principalmente na época da Black Friday, quando mais pessoas acabam comprando. Insistir em apenas uma ou duas pode ser um erro e comprometer o bom faturamento esperado para a data.

Por isso, garanta que a solução de pagamento que você utiliza disponibilize, pelo menos, as formas de pagamento mais usadas pelos seus consumidores. O cartão de crédito, com sua variedade de bandeiras, segundo a pesquisa da Globo, é o preferido de 67% das pessoas. Mas também temos o boleto bancário, o débito em conta, a carteira digital, entre outras alternativas.

6 –  Fique atento ao estoque e à logística

Ligados ao fornecedor, temos o estoque e a logística. Todo comércio eletrônico precisa acompanhar de perto a quantidade do que tem armazenado e fazer o controle de suas entregas. Porém, durante a Black Friday, esses elementos precisam trabalhar em perfeita sintonia para fornecer um serviço de excelência ao consumidor.

Para começar, é fundamental ter um estoque preparado para atender a alta demanda da data . A regra é nunca vender além do limite estocado, a não ser que você tenha negociado com o fornecedor com antecedência e consiga garantir que tudo será entregue no prazo acordado com o cliente. Aqui, aquela parceria com o fornecedor é imprescindível.

Outro ponto que envolve o estoque é aproveitar para liquidar os produtos que estão parados. Se você tem itens que simplesmente não vendem, baixe o preço ao máximo e aproveite para fazer o dinheiro girar no caixa. Pode ser, inclusive, pelo preço de custo, pois produto parado no estoque só dá prejuízo. Assim, o melhor é se livrar dele logo.

Em relação à logística, é preciso escolher aqueles serviços de entrega que melhor atendem as regiões para as quais você vende. Nessa Black Friday, o frete ganhou maior destaque por conta da pandêmia, afinal, elas passaram a comprar mais online e tem cada vez mais a expectativa de receber rapidamente seus produtos, nem que para isso paguem um pouco mais caro, portanto, faça parcerias com transportadoras especializadas, que entendem as particularidades do seu e-commerce. Lembre-se também que há locais que são atendidos somente pelos Correios, então é essencial dar essa opção ao consumidor para não perder nenhum negócio.

Conte com a Wirecard para preparar o e-commerce para a Black Friday

Nós temos as melhores soluções de pagamento para ajudar você a preparar o e-commerce para a Black Friday 2020. Garantimos uma taxa de aprovação de vendas online de 98,5%, uma das maiores do país! Além disso, asseguramos uma venda com baixo risco, graças ao nosso sofisticado sistema de gestão de risco e antifraude com análises automática e manual.

Junto à solução de pagamento, desenvolvemos também uma ferramenta de checkout transparente capaz de aumentar em até 30% as conversões da sua loja online. Para conhecer melhor o nosso sistema, basta acessar este link.

E, claro, se precisar de auxílio com outros temas para a Black Friday, como marketing, vendas, pós-venda e promoções, você pode acessar outros artigos que fazem parte do portfólio do nosso blog:

Esperamos que estes artigos ajudem você a preparar o e-commerce para a Black Friday 2020 e, qualquer dúvida, já sabe: entre em contato com a gente! Nossa equipe está pronta para atendê-lo e responder todos os seus questionamentos. Reforçamos nosso compromisso com os clientes e deixamos nosso time à disposição para auxiliar você nesse momento!