Por que o split de pagamento transacional é ideal para o meu marketplace?

Os marketplaces são conhecidos por proporcionar flexibilidade aos consumidores e vendedores, o que se estende para os meios de pagamento. Além da necessidade de satisfazer os clientes quanto à facilidade e comodidade no checkout, as plataformas precisam receber as taxas cobradas dos lojistas, na mesma medida em que estes esperam pelo montante devido de forma rápida, organizada e confiável. Nesse cenário, o split de pagamento transacional pode ser uma boa solução, já que esse processo se torna totalmente automatizado.

Essa ferramenta permite aos marketplaces dividirem uma mesma transação em diversos pagamentos de forma automática, em tempo real e sem a necessidade de intermediadores. Ou seja, a gestão dos valores a serem recebidos pelas partes envolvidas, bem como os processos em si passam a ser realizados com mais eficiência, precisão e agilidade. 

Os splits de pagamento são divididos em pós transacional e transacional. O primeiro modelo é possível apenas para transações com cartão de crédito e pode ser realizada dentro de um período de 20 dias se o marketplace possuir um regime padrão de pagamentos, o segundo realiza o comissionamento e repasse automaticamente para os agentes da transação, excluindo a figura do marketplace como agente de pagamento.

Split de pagamento e marketplace: um caminho menos complexo para realizar a divisão de pagamentos

Segundo a Ebit|Nielsen, o mercado de marketplace cresceu 52% em 2020, o que gerou um faturamento de R$72,3 bilhões para o segmento. As plataformas estão se tornando cada vez mais robustas, envolvendo um número grande de lojistas, o que por sua vez gera a necessidade de organizar a gestão de processos. Entre eles estão os relacionados à dinâmica de divisão de pagamentos entre os marketplaces e as marcas que lá se encontram.

É dentro dessa realidade que o split de pagamento pode ajudar. Trata-se de uma ferramenta que tem grande valor, tanto para as plataformas de produtos quanto de serviços. Veja nessa representação como ela funciona na prática:

Isso, atrelado a criação de regras personalizadas, coloca o split de pagamento como um recurso que melhora as etapas de compra, gerando mais inteligência e redução de tempo gasto por empreendedores em processos administrativos. 

Entre os benefícios a destacar estão: evitar bitributação, integração mais simples para lojistas, melhor organização de recebimentos e satisfação do cliente final.

As regras do split de pagamento

As regras e o modo de funcionamento do split de pagamento podem ser definidos pela empresa que administra o marketplace. Vale ressaltar que, para atrair cada vez mais vendedores e se tornar uma grande plataforma, é preciso estabelecer taxas e comissões por transação justas e satisfatórias para ambos os lados, conforme o modelo de negócios.

Normalmente, para marketplaces de produtos, a média de taxas de comissionamento fica entre 10% a 20%, variando conforme o ticket médio dos consumidores. Já quando se trata dos marketplaces de serviços, uma porcentagem adequada varia de 15% a 25%. Isso porque serviços geralmente têm uma margem de lucro maior em função de não haver necessidade de comprar produtos para revenda.

Outro aspecto a ser considerado pelos empreendedores é o estorno ou chargeback. Conforme o Art. 49 do Código de Defesa do Consumidor, qualquer pessoa possui o direito de se arrepender de uma compra pela internet e devolver o item comprado em até 7 dias. Se isso ocorre, o marketplace precisa devolver o dinheiro para o cliente.  Ao fazer o estorno, como o gateway já realizou o pagamento, cobrando uma taxa da plataforma, o custo normalmente fica em cerca de 3,5% do valor do produto ou serviço. 

Como esses encargos são inevitáveis, o gestor da plataforma deve decidir quem deverá arcar com os mesmos. Geralmente, o custo é dividido entre marketplace e vendedor. No entanto, é possível ao operador do marketplace arcar com a despesa sozinho, oferecendo como um dos diferenciais. 

Com a evolução do varejo online, os vendedores podem alcançar mais pessoas e contar com processos menos complexos, elemento importante para fazer com que as empresas cresçam.  

O Moip é uma plataforma de serviços financeiros pensada para ajudar varejistas a facilitarem seus processos de pagamento com segurança e inteligência. Para saber mais sobre o split de pagamento e outras soluções, entre em contato com um dos especialistas.

Dicas e erros a evitar para configurar o split de pagamentos em sua empresa

Com o aumento considerável no número de marketplaces, aplicativos de serviços e demais plataformas que envolvem diferentes fornecedores, a escolha de um bom produto de split de pagamentos é cada vez mais necessária. Afinal, trata-se de uma ferramenta que facilita o processo tanto para os gestores dos sistemas quanto para quem os utiliza como vendedor ou cliente, e precisa ser sólida e confiável para todos.

Apesar de saber da importância do produto, é comum que os empreendedores deixem de aproveitá-lo completamente , em função de alguns problemas de configuração e implantação.

 Este artigo,  pode te ajudar com dicas e o que fazer para evitar erros  ao utilizar o split de pagamentos em seu negócio. Assim, você vai aproveitar ainda mais benefícios da ferramenta.  Confira!

Como utilizar o split de pagamento da melhor maneira

De modo geral, o split de pagamento permite que o pagamento que os consumidores fizeram para um ou mais vendedores, com ou sem comissão para o marketplace, seja dividido no ato da transação da maneira combinada entre as partes envolvidas.

A partir da autorização pelas instituições bancárias, o recurso faz a divisão dos valores de forma automatizada, conforme as regras determinadas pelos gestores. Veja algumas dicas de como garantir que o split de pagamento funcione corretamente para seu e-commerce:

– Mantenha atualizados todos os dados de fornecedores, vendedores, franquias e demais envolvidos, de forma com que ambos possam receber corretamente;

– Utilize o split de pagamento para seguir em conformidade com a regulamentação do Banco Central (BACEN) para os marketplaces, pois com o uso da ferramenta se elimina o fluxo financeiro da gestão do negócio;

– Saiba que a tecnologia de split de pagamento é indicada para qualquer tipo de empresa cuja gestão financeira envolve mais de um recebedor, independentemente de formato, segmento ou nicho. O que vale, neste caso, é o modelo de negócio.

Trata-se de um recurso simples de ser implantado, na mesma medida em que traz automatização e otimização dos processos de pagamento, gerando organização, agilidade e satisfação para todos os envolvidos na compra e venda.

Erros a serem evitados com o split de pagamento

Por si só, o split de pagamento segue a premissa de gerar menos erros possíveis. Porém, como citamos, a má configuração pode atrapalhar o seu funcionamento. Os principais erros a evitar são:

Configurar além da porcentagem indicada

As regras de divisão são configuradas por pedido. A divisão pode ser feita: 

1) por meio de um valor percentual de 0 a 100% (exemplo: 20%);

2) por meio de um valor fixo (exemplo: R$5,00).

Não incluir corretamente os dados de fornecedores e vendedores

A inserção de informações corretas sobre os vendedores e fornecedores é um fator básico para o bom funcionamento do split de pagamento. Do contrário, por mais que o sistema realize os processos automaticamente, torna-se impossível finalizá-los. Na prática, os procedimentos de repasse podem ser interrompidos.

No entanto, ao contar com uma solução eficiente como a do Moip, caso ocorram falhas é possível acionar o time de integração, o qual prontamente presta suporte ao cliente. Apoiamos as empresas na otimização de seus processos de pagamento, estando dentro das diretrizes do Banco Central. 

Para saber mais sobre os nossos serviços, entre em contato com um de nossos especialistas.

Gestão de riscos e antifraude para marketplaces: por que é importante adotar

Riscos sempre fizeram parte do mundo dos negócios. No entanto, com a constante digitalização e grande procura por compras online, novos tipos de brechas podem afetar os lucros e, principalmente, a segurança. E isso interfere na empresa e também nos consumidores. Para evitar essas vulnerabilidades, como é a sua gestão de riscos atualmente?

Como o material criado pelo PagSeguro destaca: “a insegurança ainda é presença constante na vida de quem escolhe vender pela internet, afinal, as fraudes, invasões de conta e roubos de dados continuam sendo um risco muito grande, representando prejuízos consideráveis para o e-commerce.”

Por isso, vamos ajudar você a entender como a gestão de riscos e antifraude em espaços online é necessária. Acompanhe!

Por que uma gestão de riscos é necessária no comércio online 

Com a necessidade de contar com processos seguros nos marketplaces, a gestão de riscos é uma abordagem que deve ser considerada pelas empresas o quanto antes. Quem escolhe vender pela internet, acaba se arriscando a ser vítima de fraudes, invasões e até mesmo roubo de dados, o que pode acarretar em grandes prejuízos.

Diferente do ambiente físico, o varejo online (ainda mais agora do que anos atrás) possui diversos players e intermediários, como marketplace, site, redes sociais, etc. Em muitos casos, o que acontece é que as empresas não possuem times dedicados de análise de riscos e prevenção a fraudes, contando com os serviços que as plataformas oferecem.

Isso provoca a necessidade de pensar sobre a importância da gestão de riscos que é adotada, já que se trata de uma estratégia que pode criar caminhos a serem seguidos em diversas situações. Dessa forma, é preciso saber sobre os impactos que o e-commerce pode sofrer para que as estratégias de prevenção e detecção de fraudes sejam adotadas.

É válido considerar que as ameaças no ambiente virtual não são visíveis quando comparadas com uma loja física. Enquanto na loja física o cliente e o cartão estão presentes em sua frente, na virtual eles estão atrás da tela do computador, aumentando a exposição e a necessidade de conhecer melhor o cliente e as características da transação.

Principais riscos em marketplaces para ficar atento

Embora seja impossível a redução das ameaças a nível zero, é possível identificá-las, avaliá-las e traçar estratégias para que causem menos impactos. Nesse sentido, é preciso focar em, sobretudo, minimizar os prejuízos que essas situações podem causar, garantindo mais segurança para quem compra e para o crescimento da empresa.

Em relação a isso, algumas das condições em que um negócio pode ser submetido, ao se ver vulnerável a ataques virtuais, são: indisponibilidade da loja, perda da confiança dos clientes, problemas na transação em operações de venda, queda significativa de taxa de conversão e na reputação da marca.

Por isso, é importante se manter atento aos principais riscos em um marketplace, como:

  • Invasão e comprometimento de dados;
  • Chargebacks;
  • Abusos;
  • Inadimplência;
  • Golpes, fraudes e extorsões.

Vale lembrar que não são apenas lojas online que vendem produtos caros ou de marca renomada que estão sujeitas aos riscos. Lojistas que possuem faturamento de baixo a médio também não estão livres de ameaças, podendo, inclusive, serem usados, sem saber, para teste de cartões (para saber se estão válidos e ativos).

Fraudes mais comuns em produtos do e-commerce

É de se esperar que alguns produtos sejam mais cotados por fraudadores e ameaças virtuais. Provavelmente, o motivo para que estejam na lista dos mais comuns de sofrerem fraude seja a revenda relativamente fácil no que diz respeito ao mercado. Por exemplo, um celular possibilita mais facilidade de ser revendido do que um móvel.

Para ilustrar alguns dos tipos de produtos mais visados por fraudadores, temos: eletrônicos, celulares, jóias, bebidas, games, vestuários, entre outros no qual tenham uma revenda mais rápida.

Por que você deve investir na gestão de riscos e antifraude 

A importância para que marketplaces garantam um ambiente seguro e operante está justamente em evitar as chances reais de perda de negócios e de ter sua imagem comprometida.

Segundo o Mapa da Fraude 2020, publicado pela Clearsale, no Brasil houve incidência de R$3,6 bi em tentativas de fraude. Além disso, em 2020, setores de e-commerce, mercado financeiro, vendas e telecomunicações foram vítimas de 403 tentativas de fraude por hora ou 7 tentativas por minuto.

Além disso, ao realizar uma boa gestão de riscos, que é essencial para negócios de todos os segmentos, é possível:

Oferecer mais segurança quanto aos dados dos clientes

Os ativos mais importantes em uma loja virtual são os consumidores. E cada vez mais os ataques virtuais têm predominado em capturar informações sobre os clientes. Isso afeta diretamente a credibilidade do e-commerce, influenciando ainda mais na insegurança de compradores em relação a realizar compras online.

Impactar os indicadores de performance da empresa

Chargebacks de fraude impactam diretamente a saúde financeira da empresa, criando instabilidade no fluxo de caixa e resultando em prejuízos. No entando, ao identificar e conhecer as ameaças, é possível prever os meios de ataques. Isso possibilita um melhor preparo para o enfrentamento, por meio da gestão de riscos.

Gerenciar melhor as operações e otimizá-las

Ao investir em uma eficiente gestão de riscos e antifraude, torna-se possível otimizar as operações da loja. Isso porque, ao controlar melhor as ameaças e ter noção dos perigos ao redor, os sustos que podem ocorrer durante a atuação do negócio são minimizados, o que confere aos gestores maior tranquilidade, produtividade e eficiência.

Defesa contra inadimplência dos sellers

Contar com processos seguros nos marketplaces exige também uma boa gestão de risco contra a inadimplência de sellers. Um exemplo disso são aqueles que não possuem capital de giro para atender a demanda de venda e solicitaram a antecipação do pagamento das vendas realizadas. Então, ele usa esse dinheiro para comprar, posteriormente, os produtos que vendeu.

No entanto, nada garante que ele vai enviar o produto para o consumidor. Caso isso não ocorra, o comprador vai abrir um processo de chargeback para pedir o dinheiro de volta, já que não recebeu o que comprou.

Assim, acaba comprometendo não só o faturamento do marketplace em si, como também a organização do negócio, já que ele precisa devolver o valor de um produto que não foi entregue, porém, o saldo já foi adiantado para o seller.

Uma forma de tratar este risco é investindo em uma gestão que crie gatilhos de venda no início da vida do seller, determinando um volume X para as vendas. Isso permite testar o comportamento do lojista quanto à inadimplência desse tipo.

Concluindo…

Por fim, entender como o marketplace está sujeito a fraudes e precisa de uma boa gestão de riscos é o primeiro passo rumo à garantia de mais segurança. O segundo, portanto, é sobre o quanto você está disposto a investir e ter seu negócio protegido.

O Moip tem o objetivo de ajudar você a reduzir não só as transações fraudulentas como também as complexidades na hora de realizar a gestão de riscos.

Com experiência no mercado, além de expertise em promover processos de qualidade para grandes clientes do país, o Moip oferece a você gestão de riscos para seller e compradores,  além da possibilidade de resolver tudo em um só contrato. Conheça agora mesmo a solução de pagamentos mais completa para a sua empresa!

Split de pagamento na prática: situações onde ele pode ser adotado

Ao longo dos últimos anos, o mercado de e-commerce vem crescendo de forma significativa. Junto a esse movimento, bem como impulsionadas por fatores como a transformação digital e o novo perfil do consumidor, estão as ferramentas que podem ser utilizadas para facilitar o dia a dia das empresas e otimizar a experiência dos clientes. O split de pagamento é uma delas. 

O recurso, que vinha sendo utilizado pelo varejo físico há algum tempo, chegou ao comércio eletrônico recentemente, mas já faz parte das operações de muitos varejistas e negócios de outros setores. Se você está aqui, provavelmente é porque ouviu falar sobre a solução e quer saber se a mesma pode auxiliar a sua organização.  

Nesse caso, chegou ao lugar certo. Acompanhe o artigo, saiba mais sobre o conceito e conheça algumas formas práticas de utilização. 

O que é split de pagamento?

Split de pagamento é o nome que se dá à possibilidade de um mesmo cobrador dividir uma transação financeira em diversos pagamentos. Desse modo, os diferentes agentes, ou vendedores, recebem o valor devido de forma automática e sem repasses e bitributação.

É uma funcionalidade muito usada no método de cobrança de comissão sobre as vendas, como é o caso de marketplaces como o Mercado Livre, Submarino e Magazine Luiza. Além disso, aplicativos como Uber e Airbnb também utilizam a ferramenta. 

Para ficar mais claro, vamos a um exemplo. Imagine que um consumidor faz uma compra de R$500,00 no marketplace, valor que é repassado para intermediadores e lojistas automaticamente no momento do checkout. 

No entanto, na fatura do cartão do cliente aparece apenas o valor total, não sendo discriminada a divisão feita entre os parceiros. Isso facilita tanto os processos das empresas quanto a experiência de compra. 

Em quais circunstâncias o split de pagamento pode ser utilizado?

O split de pagamento pode ser adotado por qualquer negócio que tenha a necessidade de dividir pagamentos de uma mesma transação por diferentes destinatários. Listamos algumas situações específicas para as quais ele pode ser empregado:

  • Compras que envolvem mais de um vendedor

Uma situação que vem se tornando cada vez mais comum, na medida em que o número de marketplaces cresce, é o cliente colocar produtos e serviços de diversos fornecedores no mesmo carrinho. Para o consumidor, a compra continua a mesma, enquanto para as empresas o processo se torna dinâmico, organizado e facilitado, já que as mesmas recebem os valores de forma automatizada e descentralizada, direto da transação, sem a necessidade de repasse ao marketplace. 

  • Uso de dois cartões pelo cliente

Outro exemplo de como o split de pagamento pode ser utilizado é quando o consumidor utiliza dois cartões para realizar uma compra. Isso ocorre por razões como limite insuficiente ou prazos de pagamentos diferentes. Ao contar com essa comodidade, caem as chances de um potencial cliente desistir de adquirir aquilo que precisa ou ir para a concorrência. 

  • Marketplace de serviços

O marketplace de serviços é um modelo de negócios inovador, que tem como objetivo reunir diversos fornecedores em um mesmo ambiente online. Um dos mais conhecidos é o Get Ninjas, que integra soluções como as de limpeza, manutenção, assistência técnica e reformas. 

Para esses casos, o split de pagamento também é uma boa solução. Isso porque tanto o intermediador, no caso o site, quanto os profissionais recebem seus pagamentos de forma automática, confiável e segura.

  • Comissionamento

Outra forma de utilizar o split de pagamento é para situações mais simples de comissionamento. Por exemplo, no caso dos representantes de vendas, os quais podem indicar determinada marca ou produto. Enquanto o valor cheio fica para o marketplace, os mesmos recebem uma porcentagem, repassada na hora da transação, sem necessidade de ir para a conta-mãe e, depois, para o comissionado. 

Como o Moip apoia varejistas a aprimorar o spit de pagamento

O Moip, que foi fundado em 2007 e adquirido pelo grupo PagSeguro é pioneira no split de pagamento, com a solução mais madura do mercado e 100% transacional Seu propósito  é apresentar soluções simples e definitivas para negócios e empreendedores.

Entre as ferramentas disponibilizadas estão o split de pagamento e recurso de checkout transparente, as quais já são amplamente utilizadas no mercado. Para saber mais sobre esses e outros serviços, converse com um de nossos especialistas.

Split de pagamento - Conheça as vantagens


Veja como e onde usar o split de pagamentos fora dos marketplaces

Dentro do mercado de vendas online, convencionou-se que o split de pagamentos é uma tecnologia feita para os marketplaces. No entanto, o uso dessa solução é indicado para qualquer empresa que faça uma transação financeira envolvendo mais de um recebedor. Quer dizer, utilizar essa ferramenta não tem relação com tamanho, segmento ou faturamento, mas sim com o modelo de negócio.

É isso mesmo. Se o seu modelo de negócio precisa, de alguma forma, fazer uma divisão de valores, usar o split de pagamentos é a melhor alternativa. Pode ser entre empresa, fornecedor e entregador ou entre empresa, aplicativo e entregador ou até entre franqueador e franquia. Siga com a gente e entenda melhor como tudo isso funciona.

Quem pode usar o split de pagamentos?

Bom, já vimos que o uso do split de pagamentos não está restrito aos marketplaces, certo? Com a evolução dos modelos de negócios e as mudanças nas relações entre empresas e colaboradores, surgiram diferentes possibilidades de uso para essa ferramenta. Conheça algumas dessas opções:

1 – Integrada ao ERP

O sistema de gestão integrado (ERP), como o próprio nome diz, é uma plataforma que reúne diversas funcionalidades capazes de fazer a gestão de uma empresa de forma unificada, ou seja, ele acaba com a necessidade de ter um software para cada área do negócio. Para as desenvolvedoras de sistemas, o split de pagamentos surge como mais uma função que pode ser integrada ao ERP.

Como o split permite a parametrização de regras próprias, ele consegue atender a qualquer necessidade do usuário, independentemente do tipo de negócio, assim como o ERP. Com isso, as desenvolvedoras criam uma nova fonte de receita ao disponibilizar mais uma função integrada. É claro que este não é um uso prático da ferramenta, mas mostra sua versatilidade em atuar de maneira conjunta.

2 – Em aplicativos

Assim como é usado em marketplaces, o split de pagamentos também pode ser usado em aplicativos de vendas online, especialmente aqueles que envolvem o pagamento de mais de uma pessoa, como os populares apps de comida. Nestes casos, também é necessário fazer a divisão do pagamento entre o dono do restaurante e o entregador, além de retirar a porcentagem do aplicativo.

Com o split, o gerenciamento de pagamentos passa a ser realizado de maneira automatizada. Isso é possível porque a solução já disponibiliza os valores de cada participante do processo considerando valores de taxas, tarifas e comissões acordadas. Como resultado, contribui para melhorar a experiência dos usuários, aumentando a credibilidade do serviço.

3 – Em franquias

Até agora vimos o uso do split de pagamentos em operações online, mas quando chegamos nas franquias abrimos espaço para sua utilização também nas vendas offline. É isso mesmo. Ao ser integrado ao sistema que faz a gestão de vendas, o split permite que a franqueadora consiga ter um controle maior da movimentação financeira  dos franqueados, o que não era possível antes.

Com isso, a franqueadora garante que as receitas da holding permaneçam estáveis e ainda contribui para minimizar problemas de inadimplência, pois pode interferir caso verifique algo fora do normal. Além disso, permitindo a criação de regras próprias pelo franqueador master, a solução abre a possibilidade de um controle maior sobre o faturamento e o lucro das franquias, ampliando a visão sobre a performance de cada cliente.

Essas são apenas algumas alternativas que separamos para você entender a versatilidade do split de pagamentos. Porém, como suas regras de valores podem ser alteradas e calibradas conforme a necessidade do usuário, como e onde usá-lo tem infinitas possibilidades. O importante é escolher o fornecedor que pode entregar a melhor ferramenta ao seu negócio.

O que todo split de pagamentos deve ter

Não é porque uma solução parece milagrosa, que você vai sair comprando qualquer uma, certo? É fundamental analisar as opções disponíveis no mercado para saber qual é aquela que vai realmente suprir o que o seu negócio precisa. No caso do split de pagamentos, separamos a seguir alguns critérios que devem ser considerados na hora de escolher a melhor ferramenta para sua empresa:

  • Segurança nas transações: como é preciso transmitir segurança para todos os envolvidos no processo comercial, o split deve garantir que as regras criadas para a divisão de valores sejam aplicadas corretamente. Oferecer um ambiente seguro contribui para o crescimento da base de vendedores, passando credibilidade e atraindo mais lojistas para o seu negócio.
  • Parametrização de regras: a solução precisa incorporar de maneira fácil qualquer regra de recebimento, ou seja, split de pagamentos para boletos, pagamento presencial ou digital devem funcionar da mesma maneira. O mesmo vale para a alteração das regras sobre a liquidação das transações e a política de cobrança de comissionamento.
  • Dashboard de fácil operação: como um dos objetivos do split é facilitar a gestão financeira, ele deve contar com um painel de controle intuitivo e prático de operar. De preferência, que permita a visualização e a gestão de todos os processos de venda, que identifique os valores corretos de cada parte envolvida e que dê acesso a informações que ajudem na tomada de decisão para o desenvolvimento da empresa. Tudo isso deve estar disponível para os parceiros também, ressaltando a importância da transparência para o negócio.
  • Registro das transações em tempo real: esse tipo de função aumenta a confiança dos vendedores na empresa, colabora para um melhor controle das movimentações e auxilia a ter uma percepção mais clara sobre os valores que cada envolvido irá receber, facilitando ações futuras.
  • Integração com outras soluções: um split de pagamentos completo deve permitir a integração com outras soluções de maneira simples e prática, pois, dessa forma, permite que todas as suas funcionalidades sejam usadas na íntegra, o que otimiza a gestão da sua empresa.

Para facilitar o seu trabalho de procurar, analisar e escolher um split de pagamentos, nosso próximo passo nesse artigo é apresentar uma ferramenta que vai ajudar o seu negócio a melhorar ainda mais os rendimentos. Confira!

Conte com o split de pagamentos da Wirecard

Independentemente se a sua empresa vende online ou offline, se é um marketplace ou uma loja convencional, nós temos o split de pagamentos que se encaixa perfeitamente às suas necessidades. Com a ferramenta da Wirecard, é possível realizar transações entre compradores e vendedores de forma muito mais fácil, cobrar por isso e ter todo o controle, de maneira simples e prática para você e para os usuários do seu serviço.

Com o nosso split de pagamentos, que está totalmente integrado à solução de pagamentos Wirecard, você divide o comissionamento em quantas partes desejar e faz o repasse para filiais, fornecedores, vendedores e consultores sem dor de cabeça. Para que não haja nenhuma dúvida, veja algumas vantagens da nossa solução:

  • Controle do repasse de pagamentos para parceiros, vendedores e revendedores e eliminação das bitributações;
  • Redução dos riscos do seu negócio devido ao uso da ferramenta de custódia;
  • Possibilidade de definição de taxas distintas de comissão por vendedor, produto ou pedido;
  • Realização de vendas de diversos vendedores com apenas um pagamento;
  • Compliance com as regulamentações do Banco Central.

Interessante, não é mesmo? Então, entre em contato agora mesmo com a nossa equipe e comece a usar o split de pagamento da Wirecard no seu negócio. Estamos à disposição para tirar dúvidas e orientá-lo na implantação.

O que é e como montar um Marketplace de nicho

Os marketplaces são um sucesso no mercado. Empresas como Uber, Airbnb e Amazon alcançaram sucesso utilizando esse modelo de negócios. A boa notícia é que atualmente é possível criar uma plataforma marketplace de nicho de forma rápida e simples.

Neste artigo, você vai descobrir o que são os marketplaces, quais são as suas vantagens e como criar a sua plataforma. 

O que é uma plataforma marketplace de nicho?

Provavelmente você já usou uma plataforma marketplace de nicho no seu dia a dia. Hoje, esse tipo de tecnologia é muito popular e oferece diversas vantagens para empreendedores e clientes.

Um marketplace funciona como um shopping virtual. A plataforma conecta oferta e demanda de produtos ou serviços no ambiente online. Nesse mercado, existem negócios que atuam com um público variado. Por exemplo, a Americanas ou o Magalu, que vendem uma infinidade de itens.

Porém, as plataformas marketplace de nicho são uma grande tendência. Afinal, definir um nicho de mercado possui muitas vantagens. Ao contrário do que muitos pensam, escolher um público específico pode tornar o empreendimento mais rentável! Isso porque fica mais fácil criar estratégias assertivas e segmentadas.

Nesse sentido, é possível criar um marketplace de roupas femininas, produtos para pets, itens para bebês, artigos esportivos, entre muitas outras possibilidades.

Mas qual é a vantagem de lançar um marketplace? Não é melhor vender em plataformas já existentes? Isso depende do seu perfil enquanto empreendedor(a). Se você é um lojista e quer apenas aumentar suas vendas online, é possível vender em marketplaces. Porém, se a sua intenção é ter um negócio escalável e com alto potencial de faturamento, a melhor solução é lançar uma plataforma.

Contratar um programador ou uma plataforma pronta de marketplace?

Muitos empreendedores pensam que, para criar uma plataforma marketplace de nicho, é preciso contratar programadores. Mas, hoje já existem plataformas prontas e customizáveis no mercado. Elas permitem que você lance de forma simples, rápida e acessível. A grande vantagem é que você não precisa de tanto conhecimento técnico para utilizá-las.

No entanto, para poder contratar e gerenciar um programador, você precisa ter um certo conhecimento técnico em programação. Ainda, normalmente o custo de contratação é elevado e o processo de criação da plataforma pode ser demorado. Afinal, é preciso desenvolver, fazer testes, corrigir erros, etc.

Ao contrário, as plataformas prontas, por exemplo, o Ideia no Ar, oferecem agilidade e customização para quem emprende. Dessa forma, você pode focar na estratégia do negócio, em vez de se preocupar com a tecnologia em si.

Modelos de negócios para marketplace

Existem diferentes modelos de marketplace e cada um deles possui vantagens e desvantagens. De forma geral, as plataformas podem ser divididas em duas categorias: produtos e serviços. E, dentro delas, há diversas opções.

Abaixo, veja como cada modelo funciona:

1. Marketplace de produtos

As plataformas de produtos são bastante populares. Vários dos grandes varejistas brasileiros possuem esse tipo de marketplace, como Via Varejo e B2W Digital.

Marketplace de produtos físicos

As plataformas de produtos físicos são as mais tradicionais. Nelas, apesar de a compra acontecer online, os itens são entregues presencialmente aos clientes.

Marketplace de produtos digitais

Muitas pessoas não sabem, mas existem também marketplaces de produtos digitais. Por exemplo, eles podem oferecer games, e-books ou cursos à distância.

2. Marketplace de serviços

Os marketplaces de serviços servem para conectar consumidores com prestadores de serviço. Uber, Airbnb e GetNinjas são exemplos de sucesso dessa modalidade.

Marketplace de serviços por orçamento e negociação

Nesse tipo de plataforma, o prestador de serviços cadastra seu perfil e portfólio. Quando ele recebe o contato de um possível cliente, é realizada uma negociação para acertar os detalhes. Por exemplo, orçamento e prazo.

Marketplace de agendamento de serviços

Nesse modelo de marketplace, o consumidor agenda um um horário para receber o serviço. A grande vantagem é a praticidade para os clientes. Nesse caso, podemos citar o agendamento de serviços com profissionais da área da saúde ou da beleza.

Marketplace de aluguel de espaços ou produtos

Uma plataforma marketplace de nicho focada em aluguel aplica bem os princípios da Economia Compartilhada.

Essa forma de negócio também pode ser utilizada em diferentes nichos. Por exemplo, o aluguel de equipamentos, máquinas, roupas, brinquedos, espaços físicos, entre outros.

Marketplace de venda de leads

Nesse modelo, o prestador de serviços compra um pacote de créditos. Tal pacote corresponde a uma quantidade de leads, ou seja, de contato com potenciais clientes.

Depois de utilizar os créditos, os contatos da pessoa são liberados para o vendedor entrar em contato e tentar fechar negócio.

Perfis de cliente em um marketplace

Assim como em qualquer negócio, os marketplaces podem apresentar diferentes perfis de cliente. Cabe a você, enquanto empreendedor(a), identificar qual é o perfil mais adequado ao seu nicho de mercado.

Marketplace B2C

A plataforma marketplace de nicho B2C é uma das mais comuns. Nesse caso, o perfil é Business to Consumer. Ou seja, as transações acontecem de empresas direto para os consumidores finais.

Dessa forma, podemos citar Americanas, Magazine Luiza e Dafiti. Também existem marketplaces de serviços B2C, como Airbnb e Uber.

Uma dica para lidar com esse perfil de cliente é gerar uma boa experiência ao consumidor e em estabelecer confiança.

Marketplace B2B

marketplace B2B, ou Business to Business, faz transações de empresa para empresa. O Elo7 e o Alibaba são exemplos de sucesso desse modelo.

Aliás, segundo a ABStartups, o número de startups B2B dobrou em dois anos. Algumas das vantagens dos negócios B2B são a fidelização dos clientes e o ticket médio elevado.

Marketplace C2C

Nas plataformas C2C, as transações acontecem de consumidor para consumidor. Por exemplo, como ocorre no Mercado Livre, Enjoei ou OLX.

Normalmente, tais marketplaces trabalham com produtos usados. O modelo tem uma boa adesão, mas exige um investimento mais elevado. Porém, pode ter bastante rentabilidade a longo prazo.

Momento de mercado

O mercado de plataforma marketplace de nicho vêm crescendo há muito tempo. Nos EUA e na China, esse modelo já é responsável pela maior parte das vendas online. No Brasil, a partir de 2020, esse cenário também se repetiu. Neste ano, mais de 70% do faturamento do e-commerce veio apenas de marketplaces.

Além disso, a tendência é que a transformação digital dos negócios se intensifique cada vez mais. Hoje, uma empresa física não dá mais conta da inovação do mercado. Pense só, um negócio digital permite atingir públicos no mundo todo, enquanto as empresas tradicionais ficam restritas a um local.

Vale lembrar que não existe um momento perfeito para empreender. Os negócios de sucesso são aqueles que têm uma boa execução. Por isso, quanto antes você começar, melhor. Afinal, empreender é muito mais sobre colocar a mão na massa do que sobre ter boas ideias.

Mas, alguns períodos do ano são propícios para você criar campanhas específicas no seu marketplace e potencializar as suas vendas. O mês de novembro, com a Black Friday, e dezembro, com o Natal, são alguns exemplos. Inclusive, tempos de crise podem ser propícios para lançar negócios inovadores. O próprio Uber foi criado durante a crise de 2008.

Exemplos de plataforma marketplace

Você já sabe o que é uma plataforma marketplace de nicho e quais são as suas vantagens. Também é importante lembrar que existem diferentes modelos de marketplaces. Por exemplo, focados em produtos, serviços, aluguel ou agendamento.

Agora, vamos conhecer alguns exemplos de sucesso desse modelo de negócios:

Enjoei

O Enjoei é um marketplace de produtos C2C do ramo da moda. Pela plataforma, os usuários podem vender e comprar peças de segunda mão de maneira prática e simples. O marketplace funciona como uma espécie de brechó virtual.

Airbnb

O Airbnb é o maior exemplo de marketplace de aluguel do mundo. Tal plataforma marketplace de nicho conecta hóspedes com anfitriões de maneira segura e eficaz. Os donos do marketplace lucram por meio de comissões cobradas a cada negócio fechado dentro do aplicativo.

Uber

O Uber é um marketplace de serviços no nicho de transporte. Ele conecta motoristas e clientes por meio da plataforma. Assim como o Airbnb, a startup lucra com o modelo de comissão sobre cada transação feita.

DoctorAlia

Já o DoctorAlia é um marketplace de agendamento de serviços, cujo foco é o nicho de saúde. No marketplace, os clientes podem encontrar profissionais de saúde na sua região e realizar o agendamento online.

Como criar uma plataforma marketplace de nicho?

Agora que você já sabe qual é o potencial de criar uma plataforma marketplace de nicho, vamos te mostrar os principais passos sobre como fazer isso. Vamos lá?

1. Pesquise o seu nicho de mercado

O primeiro passo é definir um nicho de mercado. Aqui, é muito importante pensar em um setor que tenha potencial de crescimento e apresente uma quantidade razoável de possíveis clientes.

Além disso, se possível, opte por nichos em que você já tem experiência e networking. Também é fundamental realizar uma pesquisa de mercado. Para isso, você pode utilizar ferramentas como o Google Trends e o Google Keyword Planner. Ainda, acompanhar notícias e levantamentos do nicho pretendido pode te ajudar.

2. Escolha o seu modelo de negócios

Em seguida, é necessário escolher o seu tipo de marketplace. Isso porque ele pode ser focado em serviços, produtos, agendamento ou aluguel.

Nessa etapa, também é preciso definir pontos estratégicos, como a sua proposta de valor, sua persona e os canais de aquisição de clientes. Para isso, você pode contar com o apoio da ferramenta marketplace canvas

3. Faça a prospecção da oferta de produtos ou serviços

Então, chegou a hora de atrair vendedores para a sua plataforma marketplace de nicho. Para isso, você deve definir a persona dos seus lojistas ou prestadores de serviço. A partir disso, fica mais fácil saber em quais canais, seja online ou offline, você pode encontrá-los.

Lembre-se de evidenciar as vantagens que eles podem ter ao se cadastrar na sua plataforma. Por exemplo, você pode usar o modelo de receita de comissão sobre transação. Nele o vendedor só paga para a plataforma caso feche negócio, ao contrário do modelo de assinatura.

4. Atraia clientes com uma estratégia de marketing

Também é fundamental atrair uma quantidade relevante de possíveis clientes para a sua plataforma. Afinal, os vendedores precisam de um canal de vendas que tenha visibilidade.

Para isso, é essencial investir em estratégias de marketing eficientes. Aqui, a dica é testar diferentes canais aos poucos, avaliar os resultados e intensificar as ações que deram certo.

5. Escolha a sua plataforma

Por fim, você precisa escolher uma plataforma de marketplace de qualidade. Na hora da escolha, verifique como é o suporte, além das funcionalidades e os benefícios. Algumas empresas, apesar do preço acessível, não oferecem um acompanhamento próximo e constante para apoiar o seu negócio.

Conclusão

Criar uma plataforma marketplace de nicho é uma grande oportunidade para quem quer empreender um negócio escalável e com alto potencial de faturamento. Nesse mercado, existem diferentes modelos, perfis de cliente e nichos que você pode atender.

O melhor é que atualmente há plataformas de marketplace prontas e customizáveis, que são acessíveis e permitem um lançamento rápido. Você pensa em criar um marketplace? Agende já uma consultoria gratuita com a nossa equipe. O Ideia no Ar é uma plataforma de marketplace que já lançou mais de 400 clientes desde 2013.

Split de pagamento - Conheça as vantagens

MUMA | Entrevista com Matheus Ximenes, CEO e Fundador

Essa semana batemos um papo com o Matheus Ximenes, CEO e fundador da Muma, que é um marketplace voltado para móveis de design assinado e peças de decoração.

A Muma é cliente Moip e o Matheus contou pra gente sobre como nasceu a Muma e como eles se preparam para uma data como a Black Friday!

1. Conte um pouco sobre a Muma?

A MUMA é uma loja online de móveis de design assinado e peças decoração, com duas Guide Shops (em São Paulo e em Recife), que operam para complementar a experiência proporcionada ao cliente nos canais de venda online. Nosso diferencial é criar uma experiência de compra em que se forma um vínculo entre clientes, designers, produtos e nossa equipe.

Todos os produtos comercializados pela plataforma possuem design exclusivo, de alta qualidade e são criados por designers famosos ou emergentes, de todo o mundo, mas com foco especial no DNA brasileiro.

A MUMA liderou no formato de estabelecer o caminho mais curto e barato entre clientes e designers e inovou na forma de chamar a atenção para os designers e peças de design.

2. Como surgiu a ideia da Muma?

A MUMA nasceu da minha inquietação com a forma como o mobiliário era vendido no Recife, minha terra natal. Só era possível encontrar peças de design muito caras voltadas para um público AA, em lojas tradicionais. Eu mesmo trabalhava em escritório de arquitetura para o mercado de luxo, mas mesmo esse público seleto optava por viajar para comprar fora do Brasil. Aquilo me incomodava porque eu estava na quinta maior cidade do país, com muita gente legal, produzindo peças incríveis. Alguma coisa não estava certa. Então decidi criar uma loja para remodelar esse sistema.

3. Qual o desafio de se preparar junto com os sellers para a black Friday? Como o Moip ajuda nisso?

É um grande desafio a Black Friday e ao mesmo tempo o melhor momento de vendas para a Muma. Esse ano, devido à Pandemia, a Black Friday se tornou mais desafiadora. Muitos fornecedores venderam tanto que ficaram sem produtos para fornecer. Outros, que trabalham com produtos importados, tiveram que aumentar o valor dos produtos devido à alta do dólar. Para a Muma, antes da pandemia a regra sempre foi não aumentamos preços depois de agosto, mesmo que os fornecedores aumentem, para que o consumidor não tenha a sensação que na Black Friday aumentamos primeiro para depois dar um desconto. Mas como tudo que houve esse ano, não foi possível cumprir essa filosofia. Nossos fornecedores tiveram que subir muito o preço e a Muma não conseguiu segurar. Mesmo assim, temos áreas que conseguiremos ter descontos incríveis.

Nessa Black Friday quase tudo na loja vai ter desconto. O menor desconto será de 10% e algumas peças de decoração conseguimos negociar 60%.

A participação do Moip sempre foi fundamental. Pois a experiência de compra não pode existir se o pagamento não acontecer de fato. O que torna o Moip ainda melhor, do nosso ponto de vista, é o consumidor consegue pagar muito rapidamente, com muita segurança e com a certeza de que os dados dele serão bem cuidados. Afinal de contas, temos um ticket médio bastante alto entre nossos clientes, precisamos trabalhar com parceiros que ofereçam alto nível de segurança.

4. Como é a preparação de logística? Fazem ações em conjunto com os Sellers?

Sim, todas as ações são feitas em conjunto com os fornecedores da Muma. Começamos a trabalhar negociações de Black Friday em Agosto, desde produção até prazos de entrega, valores, tudo o que podemos negociamos. Os nossos fornecedores são super parceiros, entram junto conosco sempre e o grande beneficiado é nosso consumidor.

5. Como vocês se preparam para a Black Friday? Como trabalham a divulgação? Quais os formatos favoritos para consumir esse tipo de conteúdo?

Temos o DNA Digital. A Muma nasceu da venda por e-commerce. Nossas lojas são grandes showrooms e nos ajudam a dar confiança em alguns produtos. A Black Friday é para nós imperdível. Durante essa data, trabalhamos muito para oferecer o menor prazo de entrega possível, o menor custo possível e a maior qualidade.

Divulgamos nas nossas redes sociais, por meio de nossa assessoria de imprensa e também compramos algumas palavras chaves na data. Além disso, temos nossos clientes e fazemos uma comunicação direcionada para eles. Aliás, esse na Black Friday é sempre o melhor caminho, a abordagem do seu cliente para que ele compre um novo produto. Temos um marketing muito bem estruturado e que nos apoia para personalizar ao máximo nossa comunicação com o nosso público alvo.

5. Quais práticas utilizadas para aumentar a conversão de vendas durante a Black Friday? Como vocês lidam com a forte concorrência dessa data?

É um misto de coisas. Temos que ter um bom produto e um bom desconto. Também é necessário mostrar nas chamadas os produtos com mais descontos e é preciso que o site esteja todo redondo, não pode falhar em nenhuma página e deve carregar em poucos segundos. Aumentamos nosso potencial tecnológico para nos mantermos no ar mesmo que tenhamos um acesso simultâneo de muitas pessoas e, também, procuramos ter uma equipe pronta para responder dúvidas. O atendimento de chat e telefones faz muita diferença na hora da decisão por um produto de alto valor. Normalmente não nos preocupamos com o que a concorrência está fazendo, pois se cada um fizer a sua parte, o consumidor sempre ganha e todos saem felizes. Existe mercado para todo mundo.

6. Como é o relacionamento com os sellers da Muma antes da Black? Que tipo de estratégias você já usa para atrair novos sellers durante o pré Black Friday?

O relacionamento é de parceria. Fazemos tudo o que podemos para beneficiar o consumidor com produtos de qualidade e bons descontos.

A Black Friday não costuma para nós atrair novos fornecedores. Isso é uma prática diária da Muma. Sempre selecionamos novos fornecedores, desde que eles estejam dentro dos padrões de qualidade que temos e sejam móveis assinados por designers.

7. Como você espera que o Moip dê suporte nos próximos passos do seu negócio? O que vocês precisam do Moip pra isso?

Nossa expectativa é que vocês continuem fazendo o brilhante trabalho de não aparecer rsss. O melhor meio de pagamento é aquele que o consumidor nem percebe que existe. Sinal que foi absolutamente fluida a experiência, sem barreiras e sem problemas. Perfeita. O Moip tem sido um bom parceiro. O que nos ajuda sempre é ter taxas menores para que possamos repassar em benefício para os consumidores.

Como preparar o e-commerce para a Black Friday 2020? Confira 6 dicas valiosas

A gente nem precisa repetir que 2020 é um ano diferente, que está exigindo muito jogo de cintura de todo mundo, certo? Porém, algumas datas comerciais seguem firmes no calendário e precisam ser trabalhadas com bastante cuidado para trazerem algum alívio para o caixa. Por isso, saber como preparar o e-commerce para a Black Friday é um assunto que deve ser discutido desde agora.

O dia já está marcado: 27 de novembro, a última sexta-feira do mês. E pode até parecer que ainda está longe de acontecer, mas para uma data que já é considerada o principal evento varejista do país, segundo a Sociedade Brasileira do Varejo e Consumo (SBVC), quanto mais cedo o e-commerce se planejar para a Black Friday 2020, melhor.

Então, como já é costume aqui no blog, desenvolvemos um conteúdo especial para auxiliar você neste momento. Siga com a gente e confira!

Black Friday 2020: 10 anos do evento no Brasil

Conforme a SBVC, esta será a maior edição da Black Friday no Brasil, mas as empresas precisam estar prontas para suprir a demanda, tanto em termos tecnológicos quanto comerciais, e para fidelizar clientes. Para você ter uma ideia, em 2019, o faturamento foi de R$ 3,2 bilhões, 23,6% maior do que em 2018.

Contudo,  o contexto das vendas será bastante diferente este ano. Espera-se uma migração ainda maior das lojas físicas para as lojas online. Uma pesquisa da Globo com cerca de 1.700 consumidores apontou que 7 entre 10 internautas deixaram de comprar algo em 2020 por causa da pandemia, mas que veem na Black Friday uma oportunidade para comprar mais barato.

O estudo ainda mostrou outros números interessantes, como a afirmação de 42% dos entrevistados de que vão comprar algo de qualquer jeito e de que 51% deles vão priorizar as marcas que fizeram algo positivo durante a pandemia. E, ainda, que 78% dos consumidores mudariam de ideia em relação a uma compra, se ajudasse a manter empregos.

Sobre as áreas que devem se destacar, a SBVC acredita que a generalização de produtos se manterá como tendência. Porém, os bens duráveis seguem como os favoritos. Isso significa que ainda haverá aquelas pessoas que se planejam para comprar eletroeletrônicos e móveis, por exemplo, mas também aquelas que vão adquirir roupas, sapatos e produtos de beleza. A pesquisa da Globo expressou isso muito bem em números. Veja:

  • 31% – roupas e acessórios
  • 30% – smartphones
  • 30% – eletrônicos
  • 26% – calçados
  • 23% – eletrodomésticos
  • 21% – perfumes e cosméticos
  • 21% – móveis
  • 20% – computadores

Diante dessa generalização de tendências, a necessidade de preparar o e-commerce para a Black Friday é ainda maior. Afinal, mais  do que aproveitar o momento para ampliar as vendas, o objetivo também é atender aos consumidores de uma maneira que eles fiquem satisfeitos para retornarem à sua loja nos próximos meses.

Como preparar o e-commerce para a Black Friday

Entendido o contexto e os desafios que vêm pela frente, está na hora de fazer todos os ajustes para chegar com tudo pronto ao dia 27 de novembro. Aqui, separamos ações práticas para você preparar o e-commerce para a Black Friday e atender aos clientes com excelência. Aproveite!

1 – Tenha fornecedores parceiros

Seu fornecedor precisa ser seu parceiro! Esse deve ser um lema do seu e-commerce, especialmente para momentos como a Black Friday, quando você pode extrapolar os pedidos mensais. O primeiro passo aqui é negociar os preços e tentar conseguir o máximo de descontos possível, assim dá para repassá-los aos consumidores e aumentar as chances de vender.

Essa negociação pode ser feita de várias formas, desde a realização de um pedido maior até a cessão de uma porcentagem das vendas dos produtos. Então, não adie essa conversa. Por mais que os fornecedores sejam parceiros, eles não vão conseguir oferecer descontos para todos. Quem chegar primeiro e com a melhor proposta garante mais chances de fazer um bom negócio.

2 – Mantenha um checkout transparente

Aliado à forma de pagamento está o checkout, pois de nada adianta dar as melhores opções para o cliente pagar se, no momento de preencher as informações para finalizar a compra, o processo se torna um bicho de sete cabeças. Uma pesquisa do instituto americano Forrester Research mostrou que 11% dos consumidores online que abandonam o carrinho fazem isso devido a um processo de checkout complicado.

Por isso, se a sua loja online ainda não conta com um sistema que proporciona um checkout transparente, ainda dá tempo de pesquisar e instalar um. Dessa forma, você garante que seus clientes tenham o melhor atendimento do começo ao fim do processo de compra e assegura que o seu e-commerce não interrompa o fluxo de vendas, tendo, assim, um bom faturamento na Black Friday 2020.

3 – Faça uma revisão da usabilidade e da estabilidade da loja online

Com a parte das mercadorias resolvida, está na hora de olhar para o e-commerce em si, para sua infraestrutura e usabilidade. Esse é um passo fundamental para garantir um bom desempenho na Black Friday. Verifique se há problemas de navegação, se o layout não está quebrando, se a atual plataforma suporta um alto volume de acessos, se o carregamento está rápido…Em 2019 vimos casos de lojas online que tiveram problema de estabilidade com o processamento de pagamentos e consequentemente perdas de vendas. Confie seu negócio e suas vendas a parceiros como a Wirecard Brazil, que tem uma das melhores disponibilidades sistemicas para grandes volumes de transação.

Diante desta que é considerada a principal data comercial do ano, a infraestrutura do seu site não pode ser um gargalo para o sucesso do seu negócio. É preciso ter qualidade para suportar os picos de acesso. Por isso, se necessário, invista na ampliação e no reforço da infra do seu e-commerce. Muitas vezes é preciso gastar um pouco primeiro para lucrar mais depois.

E, claro, faça todas as análises executáveis agora, quando ainda é possível mudar alguma coisa. No dia 27 de novembro, se algum problema acontecer, dificilmente você vai conseguir resolvê-lo naquele momento. Não esqueça que uma loja online com problema não passa confiança e faz com que o cliente desista da compra, por mais que a oferta seja tentadora.

Isso vale, inclusive, para a questão da segurança. É necessário proporcionar um ambiente seguro para o cliente comprar e também é preciso garantir que o seu e-commerce não vai sofrer com algum golpe. Para evitar qualquer problema nessa área, trabalhe sempre com provedores e softwares reconhecidos no mercado e, sempre que necessário, reforce as barreiras contra invasores.

4 – Invista no mobile

Sua loja tem versão mobile? Se você ainda não pensou nisso, está mais do que na hora de agilizar esse processo. A Black Friday 2019 confirmou a tendência do consumidor de comprar a partir de dispositivos móveis. Segundo dados da Ebit Nilsen, 55% dos pedidos foram feitos por celular. Na comparação com 2018, temos uma alta de 103%.

A expectativa é que, para este ano, a aquisição via mobile seja ainda maior. Portanto, mais do que nunca, é necessário vender online usando plataformas responsivas ― isso é, ter uma loja em que a plataforma se adapte ao formato dos smartphones, sem perder a qualidade de navegação e, com isso, colocar em xeque a experiência do usuário.

5 – Ofereça várias opções de pagamento

Se você cuidou de tudo até aqui, não é na hora do fechamento do negócio que você vai decepcionar o seu cliente, certo? Então, ofereça diversas formas de pagamento no e-commerce, principalmente na época da Black Friday, quando mais pessoas acabam comprando. Insistir em apenas uma ou duas pode ser um erro e comprometer o bom faturamento esperado para a data.

Por isso, garanta que a solução de pagamento que você utiliza disponibilize, pelo menos, as formas de pagamento mais usadas pelos seus consumidores. O cartão de crédito, com sua variedade de bandeiras, segundo a pesquisa da Globo, é o preferido de 67% das pessoas. Mas também temos o boleto bancário, o débito em conta, a carteira digital, entre outras alternativas.

6 –  Fique atento ao estoque e à logística

Ligados ao fornecedor, temos o estoque e a logística. Todo comércio eletrônico precisa acompanhar de perto a quantidade do que tem armazenado e fazer o controle de suas entregas. Porém, durante a Black Friday, esses elementos precisam trabalhar em perfeita sintonia para fornecer um serviço de excelência ao consumidor.

Para começar, é fundamental ter um estoque preparado para atender a alta demanda da data . A regra é nunca vender além do limite estocado, a não ser que você tenha negociado com o fornecedor com antecedência e consiga garantir que tudo será entregue no prazo acordado com o cliente. Aqui, aquela parceria com o fornecedor é imprescindível.

Outro ponto que envolve o estoque é aproveitar para liquidar os produtos que estão parados. Se você tem itens que simplesmente não vendem, baixe o preço ao máximo e aproveite para fazer o dinheiro girar no caixa. Pode ser, inclusive, pelo preço de custo, pois produto parado no estoque só dá prejuízo. Assim, o melhor é se livrar dele logo.

Em relação à logística, é preciso escolher aqueles serviços de entrega que melhor atendem as regiões para as quais você vende. Nessa Black Friday, o frete ganhou maior destaque por conta da pandêmia, afinal, elas passaram a comprar mais online e tem cada vez mais a expectativa de receber rapidamente seus produtos, nem que para isso paguem um pouco mais caro, portanto, faça parcerias com transportadoras especializadas, que entendem as particularidades do seu e-commerce. Lembre-se também que há locais que são atendidos somente pelos Correios, então é essencial dar essa opção ao consumidor para não perder nenhum negócio.

Conte com a Wirecard para preparar o e-commerce para a Black Friday

Nós temos as melhores soluções de pagamento para ajudar você a preparar o e-commerce para a Black Friday 2020. Garantimos uma taxa de aprovação de vendas online de 98,5%, uma das maiores do país! Além disso, asseguramos uma venda com baixo risco, graças ao nosso sofisticado sistema de gestão de risco e antifraude com análises automática e manual.

Junto à solução de pagamento, desenvolvemos também uma ferramenta de checkout transparente capaz de aumentar em até 30% as conversões da sua loja online. Para conhecer melhor o nosso sistema, basta acessar este link.

E, claro, se precisar de auxílio com outros temas para a Black Friday, como marketing, vendas, pós-venda e promoções, você pode acessar outros artigos que fazem parte do portfólio do nosso blog:

Esperamos que estes artigos ajudem você a preparar o e-commerce para a Black Friday 2020 e, qualquer dúvida, já sabe: entre em contato com a gente! Nossa equipe está pronta para atendê-lo e responder todos os seus questionamentos. Reforçamos nosso compromisso com os clientes e deixamos nosso time à disposição para auxiliar você nesse momento!

Como a Shafa, marketplace da moda feminina, venceu os desafios do mercado

Os marketplaces já representavam 35% das vendas online em 2018, segundo relatório da Neoatlas, e, daqui para frente, esse número só tende a aumentar. Para entendermos um pouco mais sobre esse segmento em expansão, preparamos um estudo de caso da Shafa Brasil, um marketplace de nicho voltado para moda feminina.

O modelo mais tradicional de marketplaces permite àqueles que já possuem operação online mais consolidada e um volume relevante de acessos ao site, que atuem como uma espécie de shopping virtual para lojas menores. Com isso, as pessoas que vendem não precisam realizar investimentos na estrutura do site ou publicidade, em troca de uma comissão de suas vendas ao marketplace, que cresce em portfólio e vendas, além de não ter despesas com o estoque da mercadoria, por exemplo.

 Mas empresas como a Shafa têm inovado no ramo e criado novos modelos de negócio. Nesse formato, além de expor o produto de seus clientes no catálogo da loja, a Shafa também oferece uma loja online personalizada para quem vende, usando o domínio da Shafa. Isso dá mais autonomia para quem está vendendo ter o espaço próprio, mas com apoio de um nome maior por trás, dando suporte de tecnologia e comunicação.

“A Shafa Store é a própria loja do vendedor, na plataforma de marketplace, contando ferramentas avançadas e nossa equipe de marketing”

Marketplace genérico ou de nicho?

Os marketplaces podem ser separados em dois grupos: os de variedade, que vendem desde roupas a equipamentos de informática e que aproveitam o grande fluxo de clientes no site para oferecer uma maior variedade de produtos; e os marketplaces de nicho, que se especializam em um único segmento, como a Shafa no nicho de moda feminina, nesse caso os marketplaces buscam parcerias para aprofundar a variedade do portfólio em um segmento específico. Fica a critério da pessoa que vende, escolher a opção que funciona melhor para o seu tipo de negócio, lembrando que não é preciso escolher apenas um marketplace para expor os produtos.

Processo de adaptação dos marketplaces

Conversamos com a Anna Prosiuk, Country Manager da Shafa no Brasil, para entender o que é a Shafa e como a empresa tem se destacado na venda de seus produtos em um marketplace de nicho.

Com operação no leste europeu, a Shafa viu no mercado brasileiro uma grande oportunidade de montar um marketplace especializado em moda feminina. Em 2017, iniciaram a vinda ao Brasil, começando pela pesquisa por fornecedores (as) e descobrindo as diferenças entre os mercados brasileiro e ucraniano.

A empresa veio de um mercado completamente diferente, e por isso, nesse período inicial se depararam com dois grandes desafios de adaptação: o boleto bancário (meio de pagamento inexistente fora do Brasil) e o chargeback. E, para lidar com esses pontos, entenderam que precisariam de parcerias que, além de oferecer a tecnologia necessária, também possuíssem um bom conhecimento do mercado. Dessa forma, chegaram ao Moip Brazil..

“Nós fomos muito sortudos por encontrar vocês, porque a equipe foi super rápida e tinha um ótimo contato com as pessoas desenvolvedoras, o que facilitou todo o nosso processo de integração”, salienta Anna.

Em relação ao boleto, era uma questão de expectativa, com o conhecimento do mercado nacional, foi possível entender a conversão desse tipo de pagamento para o segmento realizar uma previsão de boletos pagos. Para os casos de chargeback, a melhor estratégia foi o desenvolvimento de listas baseadas nos históricos de compras para aumentar a velocidade da aprovação de vendas, sem aumentar o risco.

A escolha do modelo de negócio

Segundo a Anna, o foco apenas em moda feminina facilitou o desenvolvimento direcionado para o público-alvo da Shafa, com isso a empresa ganhou uma boa relevância nas pesquisas relacionadas ao tema. Combinando essa estratégia com a vasta experiência em mídias pagas, além de parcerias para aquisição de novos(as) vendedores(as), foi possível atrair clientes em potencial para todas as pessoas parceiras.

Neste ano, com o fechamento do comércio físico em abril por conta da pandemia da COVID-19, a Shafa resolveu lançar mais um produto para ajudar lojistas de moda feminina, a Shafa Store (https://shafa.com.br/shafa-store) solução que permite que o(a) vendedor(a) parceiro(a) crie uma loja virtual própria, mas dentro do domínio da Shafa, dessa maneira lojistas precisam apenas cadastrar seus produtos e deixar a estratégia por conta da Shafa.

Mais um projeto, Shafa Moda (https://shafa.moda/), que ainda está na fase de desenvolvimento, mas já promete muito sucesso, tanto para lojas online que estão começando, quanto para lojas físicas que decidiram entrar no mundo digital.

O idea é criar um catálogo de lojas de moda feminina, onde cada lojista terá a sua própria página personalizada como cartão de visita para atrair novos clientes e também compartilhar em suas redes sociais.

“Achamos que  Shafa Moda poderia ajudar os empreendedores no ramo de moda que ainda não conseguiram o investimento para o desenvolvimento do seu próprio site.”

Tirando o marketplace do papel

Gerenciar um marketplace requer um grande esforço de parcerias e percepção do mercado, por isso, estratégia é fundamental nesse processo. (Mudar para algo que mostre que com o Moip ele só precisa se o preocupar com o negócio, não com a operação financeira)

Passamos boa parte do tempo recrutando novos vendedores e criando estratégias de marketing para a marca e isso vem trazendo ótimos resultados para a Shafa, que já triplicou o faturamento desde a chegada no Brasil”, comenta Anna.

Para focar na estratégia é preciso garantir que sua operação flua bem e que seu negócio não vai ter dores de cabeça com pagamentos, comissões e outras burocracias do mundo on-line. Por isso que nossa parceria com a Shafa foi muito positiva nesse processo, permitindo que a Anna e seu time do Brasil pudessem expandir a operação da Shafa sem se preocupar com a complexidade do mundo de pagamentos.

Anna conta que chegou ao Moip por recomendações do mercado, isso porque a ferramenta de split de pagamento automático do Moip é pioneira no Brasil e a mais consolidada e flexível e, por isso, foi ideal para o negócio da Shafa.

O split automático facilita muito o processo de pagamento das comissões dos(as) vendedores(as), evita bitributações e é certificada pelo BACEN. Além disso, com possibilidade de transferir para conta de terceiros, ficou muito mais fácil tratar dos casos de reembolso.

Independentemente de qual seu modelo de marketplace, garantir uma plataforma de pagamentos eficiente e confiável é essencial para o sucesso do seu negócio no futuro. Nós ficamos muito felizes em ser parceiros da Shafa no Brasil e acreditamos no sucesso de nossos(as) clientes. Se você quiser conhecer mais sobre como nossa solução simplifica o recebimento de pagamentos para negócios como a Shafa e outros parceiros, entre em contato conosco e nosso time irá te ajudar!

LGPD e e-commerce: entenda o que muda para o comércio eletrônico com a nova lei

A expectativa da maioria dos empresários era que, por conta da pandemia do coronavírus, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) fosse adiada para 2021. Só que isso não aconteceu e ela entrou em vigor em setembro de 2020. Com isso, as empresas precisam agilizar o seu processo de adequação interna. Porém, na prática, quando o assunto é LGPD e e-commerce, quais são as medidas a serem tomadas?

É para responder essa pergunta e tirar outras dúvidas sobre essa nova legislação que estamos aqui. Então, siga com a gente e entenda tudo o que precisa ser feito para o seu e-commerce ou marketplace não sofrer as penalidades previstas na LGPD.

Do que trata a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais

A LGPD veio para regulamentar o tratamento de dados pessoais de clientes e usuários por parte de empresas públicas e privadas em todo o território nacional. O objetivo dessa ação é proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade e o livre desenvolvimento da personalidade de qualquer cidadão, independentemente de etnia, cor, classe social, religião, gênero, entre outras características.

Segundo a lei, tratamento significa toda operação realizada com dados pessoais, como as que se referem a coleta, produção, recepção, classificação, utilização, acesso, reprodução, transmissão, distribuição, processamento, arquivamento, armazenamento, eliminação, avaliação ou controle da informação, modificação, comunicação, transferência, difusão ou extração.

Basicamente, quer dizer que as empresas vão precisar seguir novas regras na hora de coletar e usar as informações pessoais de seus clientes. A principal delas é que esses dados somente serão manipulados mediante o consentimento e a autorização explícitos dos usuários. Além disso, ainda é necessário deixar claro para qual finalidade os dados serão usados e como isso ocorrerá.

O que pode e o que não pode quando o assunto é LGPD e e-commerce

Diante do que falamos até aqui, já deu para perceber que a LGPD afeta diretamente os e-commerces e marketplaces, uma vez que os dados são a matéria-prima para as estratégias de marketing e vendas desses negócios, certo? Mas não encare isso como uma notícia ruim, não! Agora no início pode dar um pouco de trabalho fazer todas as adequações necessárias. Porém, depois, será possível colher os frutos desse ambiente mais transparente e seguro criado tanto para a empresa quanto para o cliente.

Só há um ponto que é totalmente desaconselhado: obrigar o cliente a ceder seus dados. Então, deixar um formulário com campos obrigatórios para exigir um consentimento geral está vetado. A nova lei proíbe a obrigatoriedade de informar dados pessoais para acessar serviços e produtos. Dados essenciais para o uso do serviço, como e-mail para fazer o login ou endereço para receber o produto, são uma exceção.

Mas se, por exemplo, o formulário de cadastro obriga o consumidor a colocar o estado civil para comprar, isso deve ser alterado para opcional ou ser retirado, pois não interfere diretamente no negócio. Da mesma forma, se o seu e-commerce ou marketplace tem um aplicativo gratuito, não será mais possível exigir que o usuário compartilhe a privacidade para acessar as funções do app.

Também é importante ficar atento aos Termos de Uso e à Política de Privacidade da sua empresa. Esses documentos continuarão sendo essenciais, mas, mesmo com todas as informações disponíveis neles, ainda será proibido forçar a aceitação do usuário no que diz respeito aos dados pessoais.

Como adequar o e-commerce à LGPD

Já que citamos os Termos de Uso e a Política de Privacidade, fazer a atualização desses dois documentos é um bom ponto de partida para começar a adequar o e-commerce ou o marketplace à LGPD. Desse modo, você pode deixar claro como o seu negócio está lidando com a nova lei e como vai ser feito o tratamento de dados a partir de agora, dando total transparência ao processo.

Outro procedimento que deve ficar mais claro é a utilização de cookies. Se você ainda não indicava o uso dessa ferramenta, agora precisa fazê-lo e também pedir a permissão do usuário para usá-la. É interessante que essa solicitação venha com explicações de como os cookies funcionam, assim pode ficar até mais fácil para o usuário dar uma resposta afirmativa.

Além desses procedimentos iniciais, ainda tem mais algumas medidas que precisam ser tomadas conforme os usuários avançam no relacionamento com o seu e-commerce ou marketplace. O que você precisa ter em mente é que, sempre que pedir para um cliente deixar uma informação no site, ela deve ser realmente necessária e precisa ser autorizada.

Para que nada passe batido, fizemos um checklist com o que você precisa implementar no seu e-commerce para se adequar à LGPD:

  • Criar uma autorização para tratamento de dados pessoais separada das outras cláusulas contratuais. Será mais um documento que precisará ser aceito pelo usuário;
  • Incluir na autorização se os dados pessoais serão transmitidos para outras empresas, mesmo que coligadas ou pertencentes aos mesmo grupo econômico;
  • Fazer um pop-up de consentimento na hora de finalizar o pedido ou o cadastro de um cliente. Informar que os dados serão coletados e processados para questões de faturamento é suficiente;
  • Pedir a autorização para se comunicar com o usuário por e-mail, SMS e WhatsApp e lembrá-lo, sempre que enviar uma mensagem, que ele já autorizou tal ação. No entanto, é importante disponibilizar uma opção para que usuário deixe de recebê-las quando desejar;
  • Implementar uma estrutura para responder aos usuários que passarão a ter o direito de consultar qualquer empresa para saber se ela possui dados referentes a eles, quais são esses dados e como foram obtidos. As informações deverão ser repassadas via internet ou fisicamente, a critério do usuário;
  • Além da estrutura para responder, é preciso manter uma equipe para atender aos pedidos de exclusão, pois o usuário poderá requerer à empresa que exclua seus dados pessoais após a satisfação das obrigações (pagamento, entrega, troca, entre outros).

É importante ressaltar a necessidade de contratar um colaborador, ou fornecedor, com a autoridade para garantir a proteção de dados para sua empresa. Fica sob responsabilidade dessa pessoa, denominada Data Protection Officer, ou DPO, assegurar que todas as decisões tenham um embasamento legal e uma fiscalização assertiva. É ele quem deve fazer a ponte entre as empresas e a  Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), o órgão regulador da lei.

LGPD e e-commerce: fiscalização e penalidades

Paralelamente à nova legislação, também está sendo estruturada a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Entre suas funções está a de zelar pela proteção dos dados, elaborar diretrizes para a Política Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade e aplicar as penalidades em caso de tratamento de dados feito de modo ilícito.

Falando em penalidades, elas são bastante rigorosas, em especial para aqueles que forem reincidentes. Além de valores que podem desestabilizar qualquer fluxo de caixa, quem cometer uma falha prevista na LGPD terá que fazer um comunicado público sobre ela, ou seja, terá que expor o nome da empresa e explicar qual foi o problema que aconteceu.

Confira a lista completa das penalidades:

  • Advertência, com indicação de prazo para adoção de medidas corretivas;
  • Multa simples, de até 2% do faturamento da empresa, limitada a R$ 50 milhões por infração;
  • Multa diária, limitada ao teto de R$ 50 milhões;
  • Publicização da infração após devidamente apurada e confirmada a sua ocorrência;
  • Bloqueio dos dados pessoais a que se refere a infração até a sua regularização;
  • Eliminação dos dados pessoais a que se refere a infração;
  • Suspensão parcial do funcionamento do banco de dados a que se refere a infração pelo período máximo de 6 meses, prorrogável por mais 6 meses, até a regularização da atividade de tratamento;
  • Suspensão do exercício da atividade de tratamento dos dados pessoais a que se refere a infração pelo período máximo de 6 meses, prorrogável por igual período;
  • Proibição parcial ou total do exercício de atividades relacionadas ao tratamento de dados.

As punições começam a ser aplicadas a partir de 1º de agosto de 2021. Então, por mais que o prazo para fazer as adequações tenha ficado curto, por enquanto o seu e-commerce ou marketplace não receberá uma multa ou qualquer outra pena. As advertências serão no sentido de educar e orientar a forma correta de implementar a LGPD.

Conte com a Wirecard

Em um primeiro momento, a LGPD pode parecer algo bastante complexo, mas, na verdade, ela é muito mais trabalhosa do que difícil, como vimos ao longo do texto. O que o seu e-commerce precisa fazer agora é montar um planejamento rápido e ágil para deixar tudo conforme exige a legislação. Se necessário, peça o auxílio de um advogado, assim, não haverá risco de algo ficar fora do padrão.

E, claro, conte sempre com o apoio da Wirecard, estamos aqui para continuar ajudando você com as melhores soluções de pagamento para o seu e-commerce e marketplace. Nossa equipe está sempre a postos para atendê-lo!