Gestão de riscos e antifraude para marketplaces: por que é importante adotar

Riscos sempre fizeram parte do mundo dos negócios. No entanto, com a constante digitalização e grande procura por compras online, novos tipos de brechas podem afetar os lucros e, principalmente, a segurança. E isso interfere na empresa e também nos consumidores. Para evitar essas vulnerabilidades, como é a sua gestão de riscos atualmente?

Como o material criado pelo PagSeguro destaca: “a insegurança ainda é presença constante na vida de quem escolhe vender pela internet, afinal, as fraudes, invasões de conta e roubos de dados continuam sendo um risco muito grande, representando prejuízos consideráveis para o e-commerce.”

Por isso, vamos ajudar você a entender como a gestão de riscos e antifraude em espaços online é necessária. Acompanhe!

Por que uma gestão de riscos é necessária no comércio online 

Com a necessidade de contar com processos seguros nos marketplaces, a gestão de riscos é uma abordagem que deve ser considerada pelas empresas o quanto antes. Quem escolhe vender pela internet, acaba se arriscando a ser vítima de fraudes, invasões e até mesmo roubo de dados, o que pode acarretar em grandes prejuízos.

Diferente do ambiente físico, o varejo online (ainda mais agora do que anos atrás) possui diversos players e intermediários, como marketplace, site, redes sociais, etc. Em muitos casos, o que acontece é que as empresas não possuem times dedicados de análise de riscos e prevenção a fraudes, contando com os serviços que as plataformas oferecem.

Isso provoca a necessidade de pensar sobre a importância da gestão de riscos que é adotada, já que se trata de uma estratégia que pode criar caminhos a serem seguidos em diversas situações. Dessa forma, é preciso saber sobre os impactos que o e-commerce pode sofrer para que as estratégias de prevenção e detecção de fraudes sejam adotadas.

É válido considerar que as ameaças no ambiente virtual não são visíveis quando comparadas com uma loja física. Enquanto na loja física o cliente e o cartão estão presentes em sua frente, na virtual eles estão atrás da tela do computador, aumentando a exposição e a necessidade de conhecer melhor o cliente e as características da transação.

Principais riscos em marketplaces para ficar atento

Embora seja impossível a redução das ameaças a nível zero, é possível identificá-las, avaliá-las e traçar estratégias para que causem menos impactos. Nesse sentido, é preciso focar em, sobretudo, minimizar os prejuízos que essas situações podem causar, garantindo mais segurança para quem compra e para o crescimento da empresa.

Em relação a isso, algumas das condições em que um negócio pode ser submetido, ao se ver vulnerável a ataques virtuais, são: indisponibilidade da loja, perda da confiança dos clientes, problemas na transação em operações de venda, queda significativa de taxa de conversão e na reputação da marca.

Por isso, é importante se manter atento aos principais riscos em um marketplace, como:

  • Invasão e comprometimento de dados;
  • Chargebacks;
  • Abusos;
  • Inadimplência;
  • Golpes, fraudes e extorsões.

Vale lembrar que não são apenas lojas online que vendem produtos caros ou de marca renomada que estão sujeitas aos riscos. Lojistas que possuem faturamento de baixo a médio também não estão livres de ameaças, podendo, inclusive, serem usados, sem saber, para teste de cartões (para saber se estão válidos e ativos).

Fraudes mais comuns em produtos do e-commerce

É de se esperar que alguns produtos sejam mais cotados por fraudadores e ameaças virtuais. Provavelmente, o motivo para que estejam na lista dos mais comuns de sofrerem fraude seja a revenda relativamente fácil no que diz respeito ao mercado. Por exemplo, um celular possibilita mais facilidade de ser revendido do que um móvel.

Para ilustrar alguns dos tipos de produtos mais visados por fraudadores, temos: eletrônicos, celulares, jóias, bebidas, games, vestuários, entre outros no qual tenham uma revenda mais rápida.

Por que você deve investir na gestão de riscos e antifraude 

A importância para que marketplaces garantam um ambiente seguro e operante está justamente em evitar as chances reais de perda de negócios e de ter sua imagem comprometida.

Segundo o Mapa da Fraude 2020, publicado pela Clearsale, no Brasil houve incidência de R$3,6 bi em tentativas de fraude. Além disso, em 2020, setores de e-commerce, mercado financeiro, vendas e telecomunicações foram vítimas de 403 tentativas de fraude por hora ou 7 tentativas por minuto.

Além disso, ao realizar uma boa gestão de riscos, que é essencial para negócios de todos os segmentos, é possível:

Oferecer mais segurança quanto aos dados dos clientes

Os ativos mais importantes em uma loja virtual são os consumidores. E cada vez mais os ataques virtuais têm predominado em capturar informações sobre os clientes. Isso afeta diretamente a credibilidade do e-commerce, influenciando ainda mais na insegurança de compradores em relação a realizar compras online.

Impactar os indicadores de performance da empresa

Chargebacks de fraude impactam diretamente a saúde financeira da empresa, criando instabilidade no fluxo de caixa e resultando em prejuízos. No entando, ao identificar e conhecer as ameaças, é possível prever os meios de ataques. Isso possibilita um melhor preparo para o enfrentamento, por meio da gestão de riscos.

Gerenciar melhor as operações e otimizá-las

Ao investir em uma eficiente gestão de riscos e antifraude, torna-se possível otimizar as operações da loja. Isso porque, ao controlar melhor as ameaças e ter noção dos perigos ao redor, os sustos que podem ocorrer durante a atuação do negócio são minimizados, o que confere aos gestores maior tranquilidade, produtividade e eficiência.

Defesa contra inadimplência dos sellers

Contar com processos seguros nos marketplaces exige também uma boa gestão de risco contra a inadimplência de sellers. Um exemplo disso são aqueles que não possuem capital de giro para atender a demanda de venda e solicitaram a antecipação do pagamento das vendas realizadas. Então, ele usa esse dinheiro para comprar, posteriormente, os produtos que vendeu.

No entanto, nada garante que ele vai enviar o produto para o consumidor. Caso isso não ocorra, o comprador vai abrir um processo de chargeback para pedir o dinheiro de volta, já que não recebeu o que comprou.

Assim, acaba comprometendo não só o faturamento do marketplace em si, como também a organização do negócio, já que ele precisa devolver o valor de um produto que não foi entregue, porém, o saldo já foi adiantado para o seller.

Uma forma de tratar este risco é investindo em uma gestão que crie gatilhos de venda no início da vida do seller, determinando um volume X para as vendas. Isso permite testar o comportamento do lojista quanto à inadimplência desse tipo.

Concluindo…

Por fim, entender como o marketplace está sujeito a fraudes e precisa de uma boa gestão de riscos é o primeiro passo rumo à garantia de mais segurança. O segundo, portanto, é sobre o quanto você está disposto a investir e ter seu negócio protegido.

O Moip tem o objetivo de ajudar você a reduzir não só as transações fraudulentas como também as complexidades na hora de realizar a gestão de riscos.

Com experiência no mercado, além de expertise em promover processos de qualidade para grandes clientes do país, o Moip oferece a você gestão de riscos para seller e compradores,  além da possibilidade de resolver tudo em um só contrato. Conheça agora mesmo a solução de pagamentos mais completa para a sua empresa!

Split de pagamento na prática: situações onde ele pode ser adotado

Ao longo dos últimos anos, o mercado de e-commerce vem crescendo de forma significativa. Junto a esse movimento, bem como impulsionadas por fatores como a transformação digital e o novo perfil do consumidor, estão as ferramentas que podem ser utilizadas para facilitar o dia a dia das empresas e otimizar a experiência dos clientes. O split de pagamento é uma delas. 

O recurso, que vinha sendo utilizado pelo varejo físico há algum tempo, chegou ao comércio eletrônico recentemente, mas já faz parte das operações de muitos varejistas e negócios de outros setores. Se você está aqui, provavelmente é porque ouviu falar sobre a solução e quer saber se a mesma pode auxiliar a sua organização.  

Nesse caso, chegou ao lugar certo. Acompanhe o artigo, saiba mais sobre o conceito e conheça algumas formas práticas de utilização. 

O que é split de pagamento?

Split de pagamento é o nome que se dá à possibilidade de um mesmo cobrador dividir uma transação financeira em diversos pagamentos. Desse modo, os diferentes agentes, ou vendedores, recebem o valor devido de forma automática e sem repasses e bitributação.

É uma funcionalidade muito usada no método de cobrança de comissão sobre as vendas, como é o caso de marketplaces como o Mercado Livre, Submarino e Magazine Luiza. Além disso, aplicativos como Uber e Airbnb também utilizam a ferramenta. 

Para ficar mais claro, vamos a um exemplo. Imagine que um consumidor faz uma compra de R$500,00 no marketplace, valor que é repassado para intermediadores e lojistas automaticamente no momento do checkout. 

No entanto, na fatura do cartão do cliente aparece apenas o valor total, não sendo discriminada a divisão feita entre os parceiros. Isso facilita tanto os processos das empresas quanto a experiência de compra. 

Em quais circunstâncias o split de pagamento pode ser utilizado?

O split de pagamento pode ser adotado por qualquer negócio que tenha a necessidade de dividir pagamentos de uma mesma transação por diferentes destinatários. Listamos algumas situações específicas para as quais ele pode ser empregado:

  • Compras que envolvem mais de um vendedor

Uma situação que vem se tornando cada vez mais comum, na medida em que o número de marketplaces cresce, é o cliente colocar produtos e serviços de diversos fornecedores no mesmo carrinho. Para o consumidor, a compra continua a mesma, enquanto para as empresas o processo se torna dinâmico, organizado e facilitado, já que as mesmas recebem os valores de forma automatizada e descentralizada, direto da transação, sem a necessidade de repasse ao marketplace. 

  • Uso de dois cartões pelo cliente

Outro exemplo de como o split de pagamento pode ser utilizado é quando o consumidor utiliza dois cartões para realizar uma compra. Isso ocorre por razões como limite insuficiente ou prazos de pagamentos diferentes. Ao contar com essa comodidade, caem as chances de um potencial cliente desistir de adquirir aquilo que precisa ou ir para a concorrência. 

  • Marketplace de serviços

O marketplace de serviços é um modelo de negócios inovador, que tem como objetivo reunir diversos fornecedores em um mesmo ambiente online. Um dos mais conhecidos é o Get Ninjas, que integra soluções como as de limpeza, manutenção, assistência técnica e reformas. 

Para esses casos, o split de pagamento também é uma boa solução. Isso porque tanto o intermediador, no caso o site, quanto os profissionais recebem seus pagamentos de forma automática, confiável e segura.

  • Comissionamento

Outra forma de utilizar o split de pagamento é para situações mais simples de comissionamento. Por exemplo, no caso dos representantes de vendas, os quais podem indicar determinada marca ou produto. Enquanto o valor cheio fica para o marketplace, os mesmos recebem uma porcentagem, repassada na hora da transação, sem necessidade de ir para a conta-mãe e, depois, para o comissionado. 

Como o Moip apoia varejistas a aprimorar o spit de pagamento

O Moip, que foi fundado em 2007 e adquirido pelo grupo PagSeguro é pioneira no split de pagamento, com a solução mais madura do mercado e 100% transacional Seu propósito  é apresentar soluções simples e definitivas para negócios e empreendedores.

Entre as ferramentas disponibilizadas estão o split de pagamento e recurso de checkout transparente, as quais já são amplamente utilizadas no mercado. Para saber mais sobre esses e outros serviços, converse com um de nossos especialistas.

Split de pagamento - Conheça as vantagens


Veja como e onde usar o split de pagamentos fora dos marketplaces

Dentro do mercado de vendas online, convencionou-se que o split de pagamentos é uma tecnologia feita para os marketplaces. No entanto, o uso dessa solução é indicado para qualquer empresa que faça uma transação financeira envolvendo mais de um recebedor. Quer dizer, utilizar essa ferramenta não tem relação com tamanho, segmento ou faturamento, mas sim com o modelo de negócio.

É isso mesmo. Se o seu modelo de negócio precisa, de alguma forma, fazer uma divisão de valores, usar o split de pagamentos é a melhor alternativa. Pode ser entre empresa, fornecedor e entregador ou entre empresa, aplicativo e entregador ou até entre franqueador e franquia. Siga com a gente e entenda melhor como tudo isso funciona.

Quem pode usar o split de pagamentos?

Bom, já vimos que o uso do split de pagamentos não está restrito aos marketplaces, certo? Com a evolução dos modelos de negócios e as mudanças nas relações entre empresas e colaboradores, surgiram diferentes possibilidades de uso para essa ferramenta. Conheça algumas dessas opções:

1 – Integrada ao ERP

O sistema de gestão integrado (ERP), como o próprio nome diz, é uma plataforma que reúne diversas funcionalidades capazes de fazer a gestão de uma empresa de forma unificada, ou seja, ele acaba com a necessidade de ter um software para cada área do negócio. Para as desenvolvedoras de sistemas, o split de pagamentos surge como mais uma função que pode ser integrada ao ERP.

Como o split permite a parametrização de regras próprias, ele consegue atender a qualquer necessidade do usuário, independentemente do tipo de negócio, assim como o ERP. Com isso, as desenvolvedoras criam uma nova fonte de receita ao disponibilizar mais uma função integrada. É claro que este não é um uso prático da ferramenta, mas mostra sua versatilidade em atuar de maneira conjunta.

2 – Em aplicativos

Assim como é usado em marketplaces, o split de pagamentos também pode ser usado em aplicativos de vendas online, especialmente aqueles que envolvem o pagamento de mais de uma pessoa, como os populares apps de comida. Nestes casos, também é necessário fazer a divisão do pagamento entre o dono do restaurante e o entregador, além de retirar a porcentagem do aplicativo.

Com o split, o gerenciamento de pagamentos passa a ser realizado de maneira automatizada. Isso é possível porque a solução já disponibiliza os valores de cada participante do processo considerando valores de taxas, tarifas e comissões acordadas. Como resultado, contribui para melhorar a experiência dos usuários, aumentando a credibilidade do serviço.

3 – Em franquias

Até agora vimos o uso do split de pagamentos em operações online, mas quando chegamos nas franquias abrimos espaço para sua utilização também nas vendas offline. É isso mesmo. Ao ser integrado ao sistema que faz a gestão de vendas, o split permite que a franqueadora consiga ter um controle maior da movimentação financeira  dos franqueados, o que não era possível antes.

Com isso, a franqueadora garante que as receitas da holding permaneçam estáveis e ainda contribui para minimizar problemas de inadimplência, pois pode interferir caso verifique algo fora do normal. Além disso, permitindo a criação de regras próprias pelo franqueador master, a solução abre a possibilidade de um controle maior sobre o faturamento e o lucro das franquias, ampliando a visão sobre a performance de cada cliente.

Essas são apenas algumas alternativas que separamos para você entender a versatilidade do split de pagamentos. Porém, como suas regras de valores podem ser alteradas e calibradas conforme a necessidade do usuário, como e onde usá-lo tem infinitas possibilidades. O importante é escolher o fornecedor que pode entregar a melhor ferramenta ao seu negócio.

O que todo split de pagamentos deve ter

Não é porque uma solução parece milagrosa, que você vai sair comprando qualquer uma, certo? É fundamental analisar as opções disponíveis no mercado para saber qual é aquela que vai realmente suprir o que o seu negócio precisa. No caso do split de pagamentos, separamos a seguir alguns critérios que devem ser considerados na hora de escolher a melhor ferramenta para sua empresa:

  • Segurança nas transações: como é preciso transmitir segurança para todos os envolvidos no processo comercial, o split deve garantir que as regras criadas para a divisão de valores sejam aplicadas corretamente. Oferecer um ambiente seguro contribui para o crescimento da base de vendedores, passando credibilidade e atraindo mais lojistas para o seu negócio.
  • Parametrização de regras: a solução precisa incorporar de maneira fácil qualquer regra de recebimento, ou seja, split de pagamentos para boletos, pagamento presencial ou digital devem funcionar da mesma maneira. O mesmo vale para a alteração das regras sobre a liquidação das transações e a política de cobrança de comissionamento.
  • Dashboard de fácil operação: como um dos objetivos do split é facilitar a gestão financeira, ele deve contar com um painel de controle intuitivo e prático de operar. De preferência, que permita a visualização e a gestão de todos os processos de venda, que identifique os valores corretos de cada parte envolvida e que dê acesso a informações que ajudem na tomada de decisão para o desenvolvimento da empresa. Tudo isso deve estar disponível para os parceiros também, ressaltando a importância da transparência para o negócio.
  • Registro das transações em tempo real: esse tipo de função aumenta a confiança dos vendedores na empresa, colabora para um melhor controle das movimentações e auxilia a ter uma percepção mais clara sobre os valores que cada envolvido irá receber, facilitando ações futuras.
  • Integração com outras soluções: um split de pagamentos completo deve permitir a integração com outras soluções de maneira simples e prática, pois, dessa forma, permite que todas as suas funcionalidades sejam usadas na íntegra, o que otimiza a gestão da sua empresa.

Para facilitar o seu trabalho de procurar, analisar e escolher um split de pagamentos, nosso próximo passo nesse artigo é apresentar uma ferramenta que vai ajudar o seu negócio a melhorar ainda mais os rendimentos. Confira!

Conte com o split de pagamentos da Wirecard

Independentemente se a sua empresa vende online ou offline, se é um marketplace ou uma loja convencional, nós temos o split de pagamentos que se encaixa perfeitamente às suas necessidades. Com a ferramenta da Wirecard, é possível realizar transações entre compradores e vendedores de forma muito mais fácil, cobrar por isso e ter todo o controle, de maneira simples e prática para você e para os usuários do seu serviço.

Com o nosso split de pagamentos, que está totalmente integrado à solução de pagamentos Wirecard, você divide o comissionamento em quantas partes desejar e faz o repasse para filiais, fornecedores, vendedores e consultores sem dor de cabeça. Para que não haja nenhuma dúvida, veja algumas vantagens da nossa solução:

  • Controle do repasse de pagamentos para parceiros, vendedores e revendedores e eliminação das bitributações;
  • Redução dos riscos do seu negócio devido ao uso da ferramenta de custódia;
  • Possibilidade de definição de taxas distintas de comissão por vendedor, produto ou pedido;
  • Realização de vendas de diversos vendedores com apenas um pagamento;
  • Compliance com as regulamentações do Banco Central.

Interessante, não é mesmo? Então, entre em contato agora mesmo com a nossa equipe e comece a usar o split de pagamento da Wirecard no seu negócio. Estamos à disposição para tirar dúvidas e orientá-lo na implantação.

O que é e como montar um Marketplace de nicho

Os marketplaces são um sucesso no mercado. Empresas como Uber, Airbnb e Amazon alcançaram sucesso utilizando esse modelo de negócios. A boa notícia é que atualmente é possível criar uma plataforma marketplace de nicho de forma rápida e simples.

Neste artigo, você vai descobrir o que são os marketplaces, quais são as suas vantagens e como criar a sua plataforma. 

O que é uma plataforma marketplace de nicho?

Provavelmente você já usou uma plataforma marketplace de nicho no seu dia a dia. Hoje, esse tipo de tecnologia é muito popular e oferece diversas vantagens para empreendedores e clientes.

Um marketplace funciona como um shopping virtual. A plataforma conecta oferta e demanda de produtos ou serviços no ambiente online. Nesse mercado, existem negócios que atuam com um público variado. Por exemplo, a Americanas ou o Magalu, que vendem uma infinidade de itens.

Porém, as plataformas marketplace de nicho são uma grande tendência. Afinal, definir um nicho de mercado possui muitas vantagens. Ao contrário do que muitos pensam, escolher um público específico pode tornar o empreendimento mais rentável! Isso porque fica mais fácil criar estratégias assertivas e segmentadas.

Nesse sentido, é possível criar um marketplace de roupas femininas, produtos para pets, itens para bebês, artigos esportivos, entre muitas outras possibilidades.

Mas qual é a vantagem de lançar um marketplace? Não é melhor vender em plataformas já existentes? Isso depende do seu perfil enquanto empreendedor(a). Se você é um lojista e quer apenas aumentar suas vendas online, é possível vender em marketplaces. Porém, se a sua intenção é ter um negócio escalável e com alto potencial de faturamento, a melhor solução é lançar uma plataforma.

Contratar um programador ou uma plataforma pronta de marketplace?

Muitos empreendedores pensam que, para criar uma plataforma marketplace de nicho, é preciso contratar programadores. Mas, hoje já existem plataformas prontas e customizáveis no mercado. Elas permitem que você lance de forma simples, rápida e acessível. A grande vantagem é que você não precisa de tanto conhecimento técnico para utilizá-las.

No entanto, para poder contratar e gerenciar um programador, você precisa ter um certo conhecimento técnico em programação. Ainda, normalmente o custo de contratação é elevado e o processo de criação da plataforma pode ser demorado. Afinal, é preciso desenvolver, fazer testes, corrigir erros, etc.

Ao contrário, as plataformas prontas, por exemplo, o Ideia no Ar, oferecem agilidade e customização para quem emprende. Dessa forma, você pode focar na estratégia do negócio, em vez de se preocupar com a tecnologia em si.

Modelos de negócios para marketplace

Existem diferentes modelos de marketplace e cada um deles possui vantagens e desvantagens. De forma geral, as plataformas podem ser divididas em duas categorias: produtos e serviços. E, dentro delas, há diversas opções.

Abaixo, veja como cada modelo funciona:

1. Marketplace de produtos

As plataformas de produtos são bastante populares. Vários dos grandes varejistas brasileiros possuem esse tipo de marketplace, como Via Varejo e B2W Digital.

Marketplace de produtos físicos

As plataformas de produtos físicos são as mais tradicionais. Nelas, apesar de a compra acontecer online, os itens são entregues presencialmente aos clientes.

Marketplace de produtos digitais

Muitas pessoas não sabem, mas existem também marketplaces de produtos digitais. Por exemplo, eles podem oferecer games, e-books ou cursos à distância.

2. Marketplace de serviços

Os marketplaces de serviços servem para conectar consumidores com prestadores de serviço. Uber, Airbnb e GetNinjas são exemplos de sucesso dessa modalidade.

Marketplace de serviços por orçamento e negociação

Nesse tipo de plataforma, o prestador de serviços cadastra seu perfil e portfólio. Quando ele recebe o contato de um possível cliente, é realizada uma negociação para acertar os detalhes. Por exemplo, orçamento e prazo.

Marketplace de agendamento de serviços

Nesse modelo de marketplace, o consumidor agenda um um horário para receber o serviço. A grande vantagem é a praticidade para os clientes. Nesse caso, podemos citar o agendamento de serviços com profissionais da área da saúde ou da beleza.

Marketplace de aluguel de espaços ou produtos

Uma plataforma marketplace de nicho focada em aluguel aplica bem os princípios da Economia Compartilhada.

Essa forma de negócio também pode ser utilizada em diferentes nichos. Por exemplo, o aluguel de equipamentos, máquinas, roupas, brinquedos, espaços físicos, entre outros.

Marketplace de venda de leads

Nesse modelo, o prestador de serviços compra um pacote de créditos. Tal pacote corresponde a uma quantidade de leads, ou seja, de contato com potenciais clientes.

Depois de utilizar os créditos, os contatos da pessoa são liberados para o vendedor entrar em contato e tentar fechar negócio.

Perfis de cliente em um marketplace

Assim como em qualquer negócio, os marketplaces podem apresentar diferentes perfis de cliente. Cabe a você, enquanto empreendedor(a), identificar qual é o perfil mais adequado ao seu nicho de mercado.

Marketplace B2C

A plataforma marketplace de nicho B2C é uma das mais comuns. Nesse caso, o perfil é Business to Consumer. Ou seja, as transações acontecem de empresas direto para os consumidores finais.

Dessa forma, podemos citar Americanas, Magazine Luiza e Dafiti. Também existem marketplaces de serviços B2C, como Airbnb e Uber.

Uma dica para lidar com esse perfil de cliente é gerar uma boa experiência ao consumidor e em estabelecer confiança.

Marketplace B2B

marketplace B2B, ou Business to Business, faz transações de empresa para empresa. O Elo7 e o Alibaba são exemplos de sucesso desse modelo.

Aliás, segundo a ABStartups, o número de startups B2B dobrou em dois anos. Algumas das vantagens dos negócios B2B são a fidelização dos clientes e o ticket médio elevado.

Marketplace C2C

Nas plataformas C2C, as transações acontecem de consumidor para consumidor. Por exemplo, como ocorre no Mercado Livre, Enjoei ou OLX.

Normalmente, tais marketplaces trabalham com produtos usados. O modelo tem uma boa adesão, mas exige um investimento mais elevado. Porém, pode ter bastante rentabilidade a longo prazo.

Momento de mercado

O mercado de plataforma marketplace de nicho vêm crescendo há muito tempo. Nos EUA e na China, esse modelo já é responsável pela maior parte das vendas online. No Brasil, a partir de 2020, esse cenário também se repetiu. Neste ano, mais de 70% do faturamento do e-commerce veio apenas de marketplaces.

Além disso, a tendência é que a transformação digital dos negócios se intensifique cada vez mais. Hoje, uma empresa física não dá mais conta da inovação do mercado. Pense só, um negócio digital permite atingir públicos no mundo todo, enquanto as empresas tradicionais ficam restritas a um local.

Vale lembrar que não existe um momento perfeito para empreender. Os negócios de sucesso são aqueles que têm uma boa execução. Por isso, quanto antes você começar, melhor. Afinal, empreender é muito mais sobre colocar a mão na massa do que sobre ter boas ideias.

Mas, alguns períodos do ano são propícios para você criar campanhas específicas no seu marketplace e potencializar as suas vendas. O mês de novembro, com a Black Friday, e dezembro, com o Natal, são alguns exemplos. Inclusive, tempos de crise podem ser propícios para lançar negócios inovadores. O próprio Uber foi criado durante a crise de 2008.

Exemplos de plataforma marketplace

Você já sabe o que é uma plataforma marketplace de nicho e quais são as suas vantagens. Também é importante lembrar que existem diferentes modelos de marketplaces. Por exemplo, focados em produtos, serviços, aluguel ou agendamento.

Agora, vamos conhecer alguns exemplos de sucesso desse modelo de negócios:

Enjoei

O Enjoei é um marketplace de produtos C2C do ramo da moda. Pela plataforma, os usuários podem vender e comprar peças de segunda mão de maneira prática e simples. O marketplace funciona como uma espécie de brechó virtual.

Airbnb

O Airbnb é o maior exemplo de marketplace de aluguel do mundo. Tal plataforma marketplace de nicho conecta hóspedes com anfitriões de maneira segura e eficaz. Os donos do marketplace lucram por meio de comissões cobradas a cada negócio fechado dentro do aplicativo.

Uber

O Uber é um marketplace de serviços no nicho de transporte. Ele conecta motoristas e clientes por meio da plataforma. Assim como o Airbnb, a startup lucra com o modelo de comissão sobre cada transação feita.

DoctorAlia

Já o DoctorAlia é um marketplace de agendamento de serviços, cujo foco é o nicho de saúde. No marketplace, os clientes podem encontrar profissionais de saúde na sua região e realizar o agendamento online.

Como criar uma plataforma marketplace de nicho?

Agora que você já sabe qual é o potencial de criar uma plataforma marketplace de nicho, vamos te mostrar os principais passos sobre como fazer isso. Vamos lá?

1. Pesquise o seu nicho de mercado

O primeiro passo é definir um nicho de mercado. Aqui, é muito importante pensar em um setor que tenha potencial de crescimento e apresente uma quantidade razoável de possíveis clientes.

Além disso, se possível, opte por nichos em que você já tem experiência e networking. Também é fundamental realizar uma pesquisa de mercado. Para isso, você pode utilizar ferramentas como o Google Trends e o Google Keyword Planner. Ainda, acompanhar notícias e levantamentos do nicho pretendido pode te ajudar.

2. Escolha o seu modelo de negócios

Em seguida, é necessário escolher o seu tipo de marketplace. Isso porque ele pode ser focado em serviços, produtos, agendamento ou aluguel.

Nessa etapa, também é preciso definir pontos estratégicos, como a sua proposta de valor, sua persona e os canais de aquisição de clientes. Para isso, você pode contar com o apoio da ferramenta marketplace canvas

3. Faça a prospecção da oferta de produtos ou serviços

Então, chegou a hora de atrair vendedores para a sua plataforma marketplace de nicho. Para isso, você deve definir a persona dos seus lojistas ou prestadores de serviço. A partir disso, fica mais fácil saber em quais canais, seja online ou offline, você pode encontrá-los.

Lembre-se de evidenciar as vantagens que eles podem ter ao se cadastrar na sua plataforma. Por exemplo, você pode usar o modelo de receita de comissão sobre transação. Nele o vendedor só paga para a plataforma caso feche negócio, ao contrário do modelo de assinatura.

4. Atraia clientes com uma estratégia de marketing

Também é fundamental atrair uma quantidade relevante de possíveis clientes para a sua plataforma. Afinal, os vendedores precisam de um canal de vendas que tenha visibilidade.

Para isso, é essencial investir em estratégias de marketing eficientes. Aqui, a dica é testar diferentes canais aos poucos, avaliar os resultados e intensificar as ações que deram certo.

5. Escolha a sua plataforma

Por fim, você precisa escolher uma plataforma de marketplace de qualidade. Na hora da escolha, verifique como é o suporte, além das funcionalidades e os benefícios. Algumas empresas, apesar do preço acessível, não oferecem um acompanhamento próximo e constante para apoiar o seu negócio.

Conclusão

Criar uma plataforma marketplace de nicho é uma grande oportunidade para quem quer empreender um negócio escalável e com alto potencial de faturamento. Nesse mercado, existem diferentes modelos, perfis de cliente e nichos que você pode atender.

O melhor é que atualmente há plataformas de marketplace prontas e customizáveis, que são acessíveis e permitem um lançamento rápido. Você pensa em criar um marketplace? Agende já uma consultoria gratuita com a nossa equipe. O Ideia no Ar é uma plataforma de marketplace que já lançou mais de 400 clientes desde 2013.

MUMA | Entrevista com Matheus Ximenes, CEO e Fundador

Essa semana batemos um papo com o Matheus Ximenes, CEO e fundador da Muma, que é um marketplace voltado para móveis de design assinado e peças de decoração.

A Muma é cliente Moip e o Matheus contou pra gente sobre como nasceu a Muma e como eles se preparam para uma data como a Black Friday!

1. Conte um pouco sobre a Muma?

A MUMA é uma loja online de móveis de design assinado e peças decoração, com duas Guide Shops (em São Paulo e em Recife), que operam para complementar a experiência proporcionada ao cliente nos canais de venda online. Nosso diferencial é criar uma experiência de compra em que se forma um vínculo entre clientes, designers, produtos e nossa equipe.

Todos os produtos comercializados pela plataforma possuem design exclusivo, de alta qualidade e são criados por designers famosos ou emergentes, de todo o mundo, mas com foco especial no DNA brasileiro.

A MUMA liderou no formato de estabelecer o caminho mais curto e barato entre clientes e designers e inovou na forma de chamar a atenção para os designers e peças de design.

2. Como surgiu a ideia da Muma?

A MUMA nasceu da minha inquietação com a forma como o mobiliário era vendido no Recife, minha terra natal. Só era possível encontrar peças de design muito caras voltadas para um público AA, em lojas tradicionais. Eu mesmo trabalhava em escritório de arquitetura para o mercado de luxo, mas mesmo esse público seleto optava por viajar para comprar fora do Brasil. Aquilo me incomodava porque eu estava na quinta maior cidade do país, com muita gente legal, produzindo peças incríveis. Alguma coisa não estava certa. Então decidi criar uma loja para remodelar esse sistema.

3. Qual o desafio de se preparar junto com os sellers para a black Friday? Como o Moip ajuda nisso?

É um grande desafio a Black Friday e ao mesmo tempo o melhor momento de vendas para a Muma. Esse ano, devido à Pandemia, a Black Friday se tornou mais desafiadora. Muitos fornecedores venderam tanto que ficaram sem produtos para fornecer. Outros, que trabalham com produtos importados, tiveram que aumentar o valor dos produtos devido à alta do dólar. Para a Muma, antes da pandemia a regra sempre foi não aumentamos preços depois de agosto, mesmo que os fornecedores aumentem, para que o consumidor não tenha a sensação que na Black Friday aumentamos primeiro para depois dar um desconto. Mas como tudo que houve esse ano, não foi possível cumprir essa filosofia. Nossos fornecedores tiveram que subir muito o preço e a Muma não conseguiu segurar. Mesmo assim, temos áreas que conseguiremos ter descontos incríveis.

Nessa Black Friday quase tudo na loja vai ter desconto. O menor desconto será de 10% e algumas peças de decoração conseguimos negociar 60%.

A participação do Moip sempre foi fundamental. Pois a experiência de compra não pode existir se o pagamento não acontecer de fato. O que torna o Moip ainda melhor, do nosso ponto de vista, é o consumidor consegue pagar muito rapidamente, com muita segurança e com a certeza de que os dados dele serão bem cuidados. Afinal de contas, temos um ticket médio bastante alto entre nossos clientes, precisamos trabalhar com parceiros que ofereçam alto nível de segurança.

4. Como é a preparação de logística? Fazem ações em conjunto com os Sellers?

Sim, todas as ações são feitas em conjunto com os fornecedores da Muma. Começamos a trabalhar negociações de Black Friday em Agosto, desde produção até prazos de entrega, valores, tudo o que podemos negociamos. Os nossos fornecedores são super parceiros, entram junto conosco sempre e o grande beneficiado é nosso consumidor.

5. Como vocês se preparam para a Black Friday? Como trabalham a divulgação? Quais os formatos favoritos para consumir esse tipo de conteúdo?

Temos o DNA Digital. A Muma nasceu da venda por e-commerce. Nossas lojas são grandes showrooms e nos ajudam a dar confiança em alguns produtos. A Black Friday é para nós imperdível. Durante essa data, trabalhamos muito para oferecer o menor prazo de entrega possível, o menor custo possível e a maior qualidade.

Divulgamos nas nossas redes sociais, por meio de nossa assessoria de imprensa e também compramos algumas palavras chaves na data. Além disso, temos nossos clientes e fazemos uma comunicação direcionada para eles. Aliás, esse na Black Friday é sempre o melhor caminho, a abordagem do seu cliente para que ele compre um novo produto. Temos um marketing muito bem estruturado e que nos apoia para personalizar ao máximo nossa comunicação com o nosso público alvo.

5. Quais práticas utilizadas para aumentar a conversão de vendas durante a Black Friday? Como vocês lidam com a forte concorrência dessa data?

É um misto de coisas. Temos que ter um bom produto e um bom desconto. Também é necessário mostrar nas chamadas os produtos com mais descontos e é preciso que o site esteja todo redondo, não pode falhar em nenhuma página e deve carregar em poucos segundos. Aumentamos nosso potencial tecnológico para nos mantermos no ar mesmo que tenhamos um acesso simultâneo de muitas pessoas e, também, procuramos ter uma equipe pronta para responder dúvidas. O atendimento de chat e telefones faz muita diferença na hora da decisão por um produto de alto valor. Normalmente não nos preocupamos com o que a concorrência está fazendo, pois se cada um fizer a sua parte, o consumidor sempre ganha e todos saem felizes. Existe mercado para todo mundo.

6. Como é o relacionamento com os sellers da Muma antes da Black? Que tipo de estratégias você já usa para atrair novos sellers durante o pré Black Friday?

O relacionamento é de parceria. Fazemos tudo o que podemos para beneficiar o consumidor com produtos de qualidade e bons descontos.

A Black Friday não costuma para nós atrair novos fornecedores. Isso é uma prática diária da Muma. Sempre selecionamos novos fornecedores, desde que eles estejam dentro dos padrões de qualidade que temos e sejam móveis assinados por designers.

7. Como você espera que o Moip dê suporte nos próximos passos do seu negócio? O que vocês precisam do Moip pra isso?

Nossa expectativa é que vocês continuem fazendo o brilhante trabalho de não aparecer rsss. O melhor meio de pagamento é aquele que o consumidor nem percebe que existe. Sinal que foi absolutamente fluida a experiência, sem barreiras e sem problemas. Perfeita. O Moip tem sido um bom parceiro. O que nos ajuda sempre é ter taxas menores para que possamos repassar em benefício para os consumidores.

Como preparar o e-commerce para a Black Friday 2020? Confira 6 dicas valiosas

A gente nem precisa repetir que 2020 é um ano diferente, que está exigindo muito jogo de cintura de todo mundo, certo? Porém, algumas datas comerciais seguem firmes no calendário e precisam ser trabalhadas com bastante cuidado para trazerem algum alívio para o caixa. Por isso, saber como preparar o e-commerce para a Black Friday é um assunto que deve ser discutido desde agora.

O dia já está marcado: 27 de novembro, a última sexta-feira do mês. E pode até parecer que ainda está longe de acontecer, mas para uma data que já é considerada o principal evento varejista do país, segundo a Sociedade Brasileira do Varejo e Consumo (SBVC), quanto mais cedo o e-commerce se planejar para a Black Friday 2020, melhor.

Então, como já é costume aqui no blog, desenvolvemos um conteúdo especial para auxiliar você neste momento. Siga com a gente e confira!

Black Friday 2020: 10 anos do evento no Brasil

Conforme a SBVC, esta será a maior edição da Black Friday no Brasil, mas as empresas precisam estar prontas para suprir a demanda, tanto em termos tecnológicos quanto comerciais, e para fidelizar clientes. Para você ter uma ideia, em 2019, o faturamento foi de R$ 3,2 bilhões, 23,6% maior do que em 2018.

Contudo,  o contexto das vendas será bastante diferente este ano. Espera-se uma migração ainda maior das lojas físicas para as lojas online. Uma pesquisa da Globo com cerca de 1.700 consumidores apontou que 7 entre 10 internautas deixaram de comprar algo em 2020 por causa da pandemia, mas que veem na Black Friday uma oportunidade para comprar mais barato.

O estudo ainda mostrou outros números interessantes, como a afirmação de 42% dos entrevistados de que vão comprar algo de qualquer jeito e de que 51% deles vão priorizar as marcas que fizeram algo positivo durante a pandemia. E, ainda, que 78% dos consumidores mudariam de ideia em relação a uma compra, se ajudasse a manter empregos.

Sobre as áreas que devem se destacar, a SBVC acredita que a generalização de produtos se manterá como tendência. Porém, os bens duráveis seguem como os favoritos. Isso significa que ainda haverá aquelas pessoas que se planejam para comprar eletroeletrônicos e móveis, por exemplo, mas também aquelas que vão adquirir roupas, sapatos e produtos de beleza. A pesquisa da Globo expressou isso muito bem em números. Veja:

  • 31% – roupas e acessórios
  • 30% – smartphones
  • 30% – eletrônicos
  • 26% – calçados
  • 23% – eletrodomésticos
  • 21% – perfumes e cosméticos
  • 21% – móveis
  • 20% – computadores

Diante dessa generalização de tendências, a necessidade de preparar o e-commerce para a Black Friday é ainda maior. Afinal, mais  do que aproveitar o momento para ampliar as vendas, o objetivo também é atender aos consumidores de uma maneira que eles fiquem satisfeitos para retornarem à sua loja nos próximos meses.

Como preparar o e-commerce para a Black Friday

Entendido o contexto e os desafios que vêm pela frente, está na hora de fazer todos os ajustes para chegar com tudo pronto ao dia 27 de novembro. Aqui, separamos ações práticas para você preparar o e-commerce para a Black Friday e atender aos clientes com excelência. Aproveite!

1 – Tenha fornecedores parceiros

Seu fornecedor precisa ser seu parceiro! Esse deve ser um lema do seu e-commerce, especialmente para momentos como a Black Friday, quando você pode extrapolar os pedidos mensais. O primeiro passo aqui é negociar os preços e tentar conseguir o máximo de descontos possível, assim dá para repassá-los aos consumidores e aumentar as chances de vender.

Essa negociação pode ser feita de várias formas, desde a realização de um pedido maior até a cessão de uma porcentagem das vendas dos produtos. Então, não adie essa conversa. Por mais que os fornecedores sejam parceiros, eles não vão conseguir oferecer descontos para todos. Quem chegar primeiro e com a melhor proposta garante mais chances de fazer um bom negócio.

2 – Mantenha um checkout transparente

Aliado à forma de pagamento está o checkout, pois de nada adianta dar as melhores opções para o cliente pagar se, no momento de preencher as informações para finalizar a compra, o processo se torna um bicho de sete cabeças. Uma pesquisa do instituto americano Forrester Research mostrou que 11% dos consumidores online que abandonam o carrinho fazem isso devido a um processo de checkout complicado.

Por isso, se a sua loja online ainda não conta com um sistema que proporciona um checkout transparente, ainda dá tempo de pesquisar e instalar um. Dessa forma, você garante que seus clientes tenham o melhor atendimento do começo ao fim do processo de compra e assegura que o seu e-commerce não interrompa o fluxo de vendas, tendo, assim, um bom faturamento na Black Friday 2020.

3 – Faça uma revisão da usabilidade e da estabilidade da loja online

Com a parte das mercadorias resolvida, está na hora de olhar para o e-commerce em si, para sua infraestrutura e usabilidade. Esse é um passo fundamental para garantir um bom desempenho na Black Friday. Verifique se há problemas de navegação, se o layout não está quebrando, se a atual plataforma suporta um alto volume de acessos, se o carregamento está rápido…Em 2019 vimos casos de lojas online que tiveram problema de estabilidade com o processamento de pagamentos e consequentemente perdas de vendas. Confie seu negócio e suas vendas a parceiros como a Wirecard Brazil, que tem uma das melhores disponibilidades sistemicas para grandes volumes de transação.

Diante desta que é considerada a principal data comercial do ano, a infraestrutura do seu site não pode ser um gargalo para o sucesso do seu negócio. É preciso ter qualidade para suportar os picos de acesso. Por isso, se necessário, invista na ampliação e no reforço da infra do seu e-commerce. Muitas vezes é preciso gastar um pouco primeiro para lucrar mais depois.

E, claro, faça todas as análises executáveis agora, quando ainda é possível mudar alguma coisa. No dia 27 de novembro, se algum problema acontecer, dificilmente você vai conseguir resolvê-lo naquele momento. Não esqueça que uma loja online com problema não passa confiança e faz com que o cliente desista da compra, por mais que a oferta seja tentadora.

Isso vale, inclusive, para a questão da segurança. É necessário proporcionar um ambiente seguro para o cliente comprar e também é preciso garantir que o seu e-commerce não vai sofrer com algum golpe. Para evitar qualquer problema nessa área, trabalhe sempre com provedores e softwares reconhecidos no mercado e, sempre que necessário, reforce as barreiras contra invasores.

4 – Invista no mobile

Sua loja tem versão mobile? Se você ainda não pensou nisso, está mais do que na hora de agilizar esse processo. A Black Friday 2019 confirmou a tendência do consumidor de comprar a partir de dispositivos móveis. Segundo dados da Ebit Nilsen, 55% dos pedidos foram feitos por celular. Na comparação com 2018, temos uma alta de 103%.

A expectativa é que, para este ano, a aquisição via mobile seja ainda maior. Portanto, mais do que nunca, é necessário vender online usando plataformas responsivas ― isso é, ter uma loja em que a plataforma se adapte ao formato dos smartphones, sem perder a qualidade de navegação e, com isso, colocar em xeque a experiência do usuário.

5 – Ofereça várias opções de pagamento

Se você cuidou de tudo até aqui, não é na hora do fechamento do negócio que você vai decepcionar o seu cliente, certo? Então, ofereça diversas formas de pagamento no e-commerce, principalmente na época da Black Friday, quando mais pessoas acabam comprando. Insistir em apenas uma ou duas pode ser um erro e comprometer o bom faturamento esperado para a data.

Por isso, garanta que a solução de pagamento que você utiliza disponibilize, pelo menos, as formas de pagamento mais usadas pelos seus consumidores. O cartão de crédito, com sua variedade de bandeiras, segundo a pesquisa da Globo, é o preferido de 67% das pessoas. Mas também temos o boleto bancário, o débito em conta, a carteira digital, entre outras alternativas.

6 –  Fique atento ao estoque e à logística

Ligados ao fornecedor, temos o estoque e a logística. Todo comércio eletrônico precisa acompanhar de perto a quantidade do que tem armazenado e fazer o controle de suas entregas. Porém, durante a Black Friday, esses elementos precisam trabalhar em perfeita sintonia para fornecer um serviço de excelência ao consumidor.

Para começar, é fundamental ter um estoque preparado para atender a alta demanda da data . A regra é nunca vender além do limite estocado, a não ser que você tenha negociado com o fornecedor com antecedência e consiga garantir que tudo será entregue no prazo acordado com o cliente. Aqui, aquela parceria com o fornecedor é imprescindível.

Outro ponto que envolve o estoque é aproveitar para liquidar os produtos que estão parados. Se você tem itens que simplesmente não vendem, baixe o preço ao máximo e aproveite para fazer o dinheiro girar no caixa. Pode ser, inclusive, pelo preço de custo, pois produto parado no estoque só dá prejuízo. Assim, o melhor é se livrar dele logo.

Em relação à logística, é preciso escolher aqueles serviços de entrega que melhor atendem as regiões para as quais você vende. Nessa Black Friday, o frete ganhou maior destaque por conta da pandêmia, afinal, elas passaram a comprar mais online e tem cada vez mais a expectativa de receber rapidamente seus produtos, nem que para isso paguem um pouco mais caro, portanto, faça parcerias com transportadoras especializadas, que entendem as particularidades do seu e-commerce. Lembre-se também que há locais que são atendidos somente pelos Correios, então é essencial dar essa opção ao consumidor para não perder nenhum negócio.

Conte com a Wirecard para preparar o e-commerce para a Black Friday

Nós temos as melhores soluções de pagamento para ajudar você a preparar o e-commerce para a Black Friday 2020. Garantimos uma taxa de aprovação de vendas online de 98,5%, uma das maiores do país! Além disso, asseguramos uma venda com baixo risco, graças ao nosso sofisticado sistema de gestão de risco e antifraude com análises automática e manual.

Junto à solução de pagamento, desenvolvemos também uma ferramenta de checkout transparente capaz de aumentar em até 30% as conversões da sua loja online. Para conhecer melhor o nosso sistema, basta acessar este link.

E, claro, se precisar de auxílio com outros temas para a Black Friday, como marketing, vendas, pós-venda e promoções, você pode acessar outros artigos que fazem parte do portfólio do nosso blog:

Esperamos que estes artigos ajudem você a preparar o e-commerce para a Black Friday 2020 e, qualquer dúvida, já sabe: entre em contato com a gente! Nossa equipe está pronta para atendê-lo e responder todos os seus questionamentos. Reforçamos nosso compromisso com os clientes e deixamos nosso time à disposição para auxiliar você nesse momento!

LGPD e e-commerce: entenda o que muda para o comércio eletrônico com a nova lei

A expectativa da maioria dos empresários era que, por conta da pandemia do coronavírus, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) fosse adiada para 2021. Só que isso não aconteceu e ela entrou em vigor em setembro de 2020. Com isso, as empresas precisam agilizar o seu processo de adequação interna. Porém, na prática, quando o assunto é LGPD e e-commerce, quais são as medidas a serem tomadas?

É para responder essa pergunta e tirar outras dúvidas sobre essa nova legislação que estamos aqui. Então, siga com a gente e entenda tudo o que precisa ser feito para o seu e-commerce ou marketplace não sofrer as penalidades previstas na LGPD.

Do que trata a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais

A LGPD veio para regulamentar o tratamento de dados pessoais de clientes e usuários por parte de empresas públicas e privadas em todo o território nacional. O objetivo dessa ação é proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade e o livre desenvolvimento da personalidade de qualquer cidadão, independentemente de etnia, cor, classe social, religião, gênero, entre outras características.

Segundo a lei, tratamento significa toda operação realizada com dados pessoais, como as que se referem a coleta, produção, recepção, classificação, utilização, acesso, reprodução, transmissão, distribuição, processamento, arquivamento, armazenamento, eliminação, avaliação ou controle da informação, modificação, comunicação, transferência, difusão ou extração.

Basicamente, quer dizer que as empresas vão precisar seguir novas regras na hora de coletar e usar as informações pessoais de seus clientes. A principal delas é que esses dados somente serão manipulados mediante o consentimento e a autorização explícitos dos usuários. Além disso, ainda é necessário deixar claro para qual finalidade os dados serão usados e como isso ocorrerá.

O que pode e o que não pode quando o assunto é LGPD e e-commerce

Diante do que falamos até aqui, já deu para perceber que a LGPD afeta diretamente os e-commerces e marketplaces, uma vez que os dados são a matéria-prima para as estratégias de marketing e vendas desses negócios, certo? Mas não encare isso como uma notícia ruim, não! Agora no início pode dar um pouco de trabalho fazer todas as adequações necessárias. Porém, depois, será possível colher os frutos desse ambiente mais transparente e seguro criado tanto para a empresa quanto para o cliente.

Só há um ponto que é totalmente desaconselhado: obrigar o cliente a ceder seus dados. Então, deixar um formulário com campos obrigatórios para exigir um consentimento geral está vetado. A nova lei proíbe a obrigatoriedade de informar dados pessoais para acessar serviços e produtos. Dados essenciais para o uso do serviço, como e-mail para fazer o login ou endereço para receber o produto, são uma exceção.

Mas se, por exemplo, o formulário de cadastro obriga o consumidor a colocar o estado civil para comprar, isso deve ser alterado para opcional ou ser retirado, pois não interfere diretamente no negócio. Da mesma forma, se o seu e-commerce ou marketplace tem um aplicativo gratuito, não será mais possível exigir que o usuário compartilhe a privacidade para acessar as funções do app.

Também é importante ficar atento aos Termos de Uso e à Política de Privacidade da sua empresa. Esses documentos continuarão sendo essenciais, mas, mesmo com todas as informações disponíveis neles, ainda será proibido forçar a aceitação do usuário no que diz respeito aos dados pessoais.

Como adequar o e-commerce à LGPD

Já que citamos os Termos de Uso e a Política de Privacidade, fazer a atualização desses dois documentos é um bom ponto de partida para começar a adequar o e-commerce ou o marketplace à LGPD. Desse modo, você pode deixar claro como o seu negócio está lidando com a nova lei e como vai ser feito o tratamento de dados a partir de agora, dando total transparência ao processo.

Outro procedimento que deve ficar mais claro é a utilização de cookies. Se você ainda não indicava o uso dessa ferramenta, agora precisa fazê-lo e também pedir a permissão do usuário para usá-la. É interessante que essa solicitação venha com explicações de como os cookies funcionam, assim pode ficar até mais fácil para o usuário dar uma resposta afirmativa.

Além desses procedimentos iniciais, ainda tem mais algumas medidas que precisam ser tomadas conforme os usuários avançam no relacionamento com o seu e-commerce ou marketplace. O que você precisa ter em mente é que, sempre que pedir para um cliente deixar uma informação no site, ela deve ser realmente necessária e precisa ser autorizada.

Para que nada passe batido, fizemos um checklist com o que você precisa implementar no seu e-commerce para se adequar à LGPD:

  • Criar uma autorização para tratamento de dados pessoais separada das outras cláusulas contratuais. Será mais um documento que precisará ser aceito pelo usuário;
  • Incluir na autorização se os dados pessoais serão transmitidos para outras empresas, mesmo que coligadas ou pertencentes aos mesmo grupo econômico;
  • Fazer um pop-up de consentimento na hora de finalizar o pedido ou o cadastro de um cliente. Informar que os dados serão coletados e processados para questões de faturamento é suficiente;
  • Pedir a autorização para se comunicar com o usuário por e-mail, SMS e WhatsApp e lembrá-lo, sempre que enviar uma mensagem, que ele já autorizou tal ação. No entanto, é importante disponibilizar uma opção para que usuário deixe de recebê-las quando desejar;
  • Implementar uma estrutura para responder aos usuários que passarão a ter o direito de consultar qualquer empresa para saber se ela possui dados referentes a eles, quais são esses dados e como foram obtidos. As informações deverão ser repassadas via internet ou fisicamente, a critério do usuário;
  • Além da estrutura para responder, é preciso manter uma equipe para atender aos pedidos de exclusão, pois o usuário poderá requerer à empresa que exclua seus dados pessoais após a satisfação das obrigações (pagamento, entrega, troca, entre outros).

É importante ressaltar a necessidade de contratar um colaborador, ou fornecedor, com a autoridade para garantir a proteção de dados para sua empresa. Fica sob responsabilidade dessa pessoa, denominada Data Protection Officer, ou DPO, assegurar que todas as decisões tenham um embasamento legal e uma fiscalização assertiva. É ele quem deve fazer a ponte entre as empresas e a  Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), o órgão regulador da lei.

LGPD e e-commerce: fiscalização e penalidades

Paralelamente à nova legislação, também está sendo estruturada a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Entre suas funções está a de zelar pela proteção dos dados, elaborar diretrizes para a Política Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade e aplicar as penalidades em caso de tratamento de dados feito de modo ilícito.

Falando em penalidades, elas são bastante rigorosas, em especial para aqueles que forem reincidentes. Além de valores que podem desestabilizar qualquer fluxo de caixa, quem cometer uma falha prevista na LGPD terá que fazer um comunicado público sobre ela, ou seja, terá que expor o nome da empresa e explicar qual foi o problema que aconteceu.

Confira a lista completa das penalidades:

  • Advertência, com indicação de prazo para adoção de medidas corretivas;
  • Multa simples, de até 2% do faturamento da empresa, limitada a R$ 50 milhões por infração;
  • Multa diária, limitada ao teto de R$ 50 milhões;
  • Publicização da infração após devidamente apurada e confirmada a sua ocorrência;
  • Bloqueio dos dados pessoais a que se refere a infração até a sua regularização;
  • Eliminação dos dados pessoais a que se refere a infração;
  • Suspensão parcial do funcionamento do banco de dados a que se refere a infração pelo período máximo de 6 meses, prorrogável por mais 6 meses, até a regularização da atividade de tratamento;
  • Suspensão do exercício da atividade de tratamento dos dados pessoais a que se refere a infração pelo período máximo de 6 meses, prorrogável por igual período;
  • Proibição parcial ou total do exercício de atividades relacionadas ao tratamento de dados.

As punições começam a ser aplicadas a partir de 1º de agosto de 2021. Então, por mais que o prazo para fazer as adequações tenha ficado curto, por enquanto o seu e-commerce ou marketplace não receberá uma multa ou qualquer outra pena. As advertências serão no sentido de educar e orientar a forma correta de implementar a LGPD.

Conte com a Wirecard

Em um primeiro momento, a LGPD pode parecer algo bastante complexo, mas, na verdade, ela é muito mais trabalhosa do que difícil, como vimos ao longo do texto. O que o seu e-commerce precisa fazer agora é montar um planejamento rápido e ágil para deixar tudo conforme exige a legislação. Se necessário, peça o auxílio de um advogado, assim, não haverá risco de algo ficar fora do padrão.

E, claro, conte sempre com o apoio da Wirecard, estamos aqui para continuar ajudando você com as melhores soluções de pagamento para o seu e-commerce e marketplace. Nossa equipe está sempre a postos para atendê-lo!

Conheça os indicadores de desempenho essenciais para seu negócio

Neste momento em que estamos vivendo, não tem diferença se você começou a vender agora pela internet por conta da pandemia de Covid-19 ou se o seu negócio já nasceu online e totalmente digital, não dá para se basear na intuição. Por isso, acompanhar indicadores de desempenho é fundamental. Com uma demanda menor e a necessidade maior de resultados consistentes, saber como a empresa está performando é questão de sobrevivência.

Contudo, é verdade que cada empresa tem parâmetros únicos a serem observados dependendo do que ela oferece e é isso que vamos mostrar aqui para você. Vendendo por meio de um marketplace ou num sistema de assinatura e, claro, via seu próprio e-commerce, não importa! Seja qual for a situação, nós temos dicas preciosas para você saber o que precisa ser verificado em seu negócio!

Indicadores de desempenho para tempos de pandemia e além

Os indicadores de desempenho que nós vamos apresentar a seguir são extremamente relevantes para o contexto atual, como dissemos. São métricas capazes de sinalizar ao seu negócio planos de ação para driblar as dificuldades enfrentadas por grande parte das empresas. Então, é natural que elas sejam também bastante úteis para depois que tudo isso passar. Vamos lá?

As métricas para marketplace

Veja agora três métricas essenciais para acompanhar o desempenho de seu negócio em um marketplace!

1 – Avaliações, nota mínima e reclamações no SAC

As avaliações são o seu termômetro a respeito da percepção de cada cliente sobre os serviços prestados. Após receber o produto, o consumidor costuma avaliar o cumprimento do prazo e a qualidade da entrega, bem como a maneira que ela foi feita. A partir da classificação recebida é possível saber o que é preciso melhorar e quais aspectos têm de ser investigados para entender se a avaliação de cada cliente é honesta.

As reclamações do SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) também são um bom parâmetro nesse sentido. Mesmo que determinadas queixas não traduzam problemas reais nos procedimentos adotados, é necessário levar em consideração a percepção do público para refinar processos e evitar que esse tipo de situação prejudique a imagem do seu negócio.

Vale lembrar que adotar uma nota de corte para desclassificar sellers é uma medida eficiente em busca de um padrão de qualidade a ser seguido. É importante que todas aquelas pessoas que vendem em seu marketplace tenham a mesma preocupação em relação a como atender o cada cliente.

2 – Posição dos produtos no marketplace

Como o posicionamento dos produtos interfere na qualidade de venda? Os critérios estabelecidos para definir os buy box são eficazes? O percentual de produtos desta categoria é suficiente? São questões que precisam ser avaliadas com frequência ao menos semanalmente para permitir refinamento das estratégias ou correções, caso necessário.

3 – Itens ou categorias mais vendidas

Comparar semanalmente os itens mais vendidos é essencial para compreender o comportamento dos consumidores e a performance dos produtos e para definir as estratégias de venda para cada item ou categoria.

Nesse sentido, vale também verificar como está o desempenho de sellers que atuam no seu marketplace e também em outros concorrentes. Integradores de marketplace, por exemplo, podem esclarecer essa informação, tão necessária para ajustar as categorizações e estratégias.

As métricas para vendas por assinatura

A venda por assinatura, como já dissemos aqui no blog, é uma forma inteligente de vender online e garantir um faturamento recorrente. Contudo, por ser frequente, este é um serviço que pode estar na mira dos consumidores na hora de cortar custos. Então, o melhor jeito de se manter em segurança é prestando atenção em três importantes indicadores de desempenho. Confira!

1 – Satisfação dos clientes

Naturalmente, a satisfação dos clientes é um item necessário em qualquer contexto e em qualquer negócio. Porém, aqui ele adquire um significado particular. Se o(a) cliente não está satisfeito com o que está recebendo a ponto de manter aquele pagamento recorrente, certamente ele poderá avaliar o cancelamento da assinatura.

Para conhecer esse índice de satisfação, você pode simplesmente perguntar aos seus clientes como eles avaliam cada aspecto do seu negócio. É possível aplicar um questionário pedindo uma nota de 1 a 10 em cada item e abrindo espaço para justificativas. Isso pode ser enviado a eles por e-mail marketing ou na sua própria plataforma depois de encerrado um ciclo.

Caso não queira investir em uma avaliação desse tipo, é possível traçar uma média de satisfação a partir da média de novas assinaturas versus a média de cancelamentos. Interações em redes sociais, no site, blog ou canais específicos para reclamação também são relevantes.

2 – Taxa de conversão

A taxa de conversão se refere à quantidade de visitantes do seu e-commerce que se transformam em clientes. Para calcular essa taxa, a fórmula é a seguinte:

Taxa de conversão = Número de vendas/Total de visitas

Para chegar a um valor percentual dessa taxa, basta multiplicar o resultado por 100. A média costuma ficar entre 2% e 5%, ou seja, é baixa. Então, não precisa se preocupar se o índice variar por estes valores.

Mas, claro, isso não significa que você deva se acomodar com eles. Portanto, é fundamental estruturar ações de marketing digital eficazes para aumentar esse número. Para isso, conhecer o seu público-alvo é fundamental. Assim, é mais fácil criar campanhas direcionadas.

3 – Custo de aquisição de cliente

Falando em marketing, ele é um dos elementos utilizados para calcular o custo de aquisição de cliente (CAC). Como acabamos de dizer, o investimento em comunicação direcionada ao seu público-alvo é fundamental para melhorar a taxa de conversão. Mas isso precisa ser regulado com base no custo para transformar esse visitante em cliente.

Se o custo for muito alto, algo precisa ser ajustado. Afinal, não faz sentido gastar mais para atrair e converter do que se tem de receita vendendo. Trata-se de matemática básica, certo? Para tanto, faça o seguinte cálculo:

Custo de aquisição de cliente = (Gastos em marketing + Gastos em vendas) / Quantidade de clientes obtidos no período

Quanto menor é o CAC do seu e-commerce, mais efetivas são suas estratégias de captação e conversão de clientes e menor é o custo operacional. Isso demonstra eficiência da sua loja virtual.

As métricas para e-commerce

Todos os indicadores de desempenho que vimos até agora servem também para e-commerces tradicionais. Entretanto, há três que são especialmente relevantes para esse tipo de negócio. Veja quais são!

1 – Taxa de abandono de carrinho

É natural que muitos consumidores acessem o seu e-commerce para conhecer os produtos, fazer pesquisa de preços e consultar as promoções. Mas não é positivo quando eles iniciam a compra e desistem no fim. Esse comportamento revela insatisfação com algum aspecto desse processo.

O principal empecilho para o fechamento da venda é o frete, motivo de desistência para 44% dos consumidores. Não ter certeza sobre a compra representa 41% das desistências. Mas nem tudo tem a ver com valores: se o botão para finalização da compra não é encontrado, 14% desistem; e se tem muitas informações para responder, 12% abandonam o carrinho.

Para conhecer essa taxa, a conta é a seguinte:

Taxa de abandono de carrinho = (Total de abandonos / Total de compras iniciadas) x 100.

2 – Ticket médio

Ter um ticket médio alto eleva a lucratividade da sua loja virtual. Para conseguir isso, é necessário que o valor das vendas sejam maiores. Isso pode ser conquistado com sugestões de produtos adicionais no processo de compra do cliente.

Para conhecer o seu ticket médio e conhecer quanto cada consumidor gasta na sua loja virtual, basta dividir o total de vendas (em valor monetário) pelo total de compradores. A fórmula é esta:

Ticket médio = Valor das vendas no dia / Número de vendas no dia

3 – Páginas de saída

Em algum momento o(a) visitante ou cliente vai sair do seu e-commerce. Mas essa informação não pode ser desconsiderada! Se uma página específica aparecer várias vezes como página de saída, pode ser que ali tenha algum problema. Talvez um produto pouco atrativo, descrições incompletas, carregamento demorado, layout confuso ou preço muito alto em relação à concorrência.

Se você perceber um padrão de determinada página ser fonte constante de fuga de visitantes, ela precisa ser observada com atenção para que o que quer que esteja espantando potenciais clientes seja resolvido. Assim, você tem a chance de melhorar a sua taxa de conversão!

Depois de avaliar todos esses indicadores de desempenho, você vai ter os dados básicos para mensurar o comportamento do seu público, a eficácia das suas estratégias e a rentabilidade do seu negócio. Porém, é importante ficar claro que eles não são os únicos. Há vários outros indicadores, mas destacamos aqui aqueles que fazem mais sentido para este período.

Lembre-se: o acompanhamento correto e constante desses itens vai permitir tomada de ações rápidas para garantir que, mesmo diante de um contexto tão adverso, a sua loja virtual consiga se manter e crescer por muito tempo!

Se restou alguma dúvida, entre em contato ou deixe o seu comentário no espaço abaixo! Reforçamos nosso compromisso com os clientes e deixamos nosso time à disposição para ajudar você nesse momento. Confira a campanha “Conte com a Wirecard” e, como ela bem indica, conte com a gente!

A importância da gestão financeira em tempos de crise

Na hora de tocar uma empresa, é verdade que prestar um serviço de qualidade ou vender um bom produto é fundamental para quem quer bons resultados. Mas isso é apenas parte da jornada: um bom processo administrativo também faz toda a diferença, especialmente quando analisamos o poderoso impacto da gestão financeira em tempos de crise para a saúde do negócio.

Mais do que nunca, esses períodos de desafio econômico exigem que boas práticas saiam do papel e, claro, que um cuidado especial seja tomado com o caixa da empresa. A boa notícia é que, com o controle adequado das finanças e um planejamento detalhado, é possível criar um cenário mais positivo para o futuro e ter os recursos adequados para fazer o empreendimento crescer e passar tranquilo pelas turbulências no caminho.

Gestão financeira em tempos de crise: o que você precisa levar em consideração para o seu negócio

Basta uma pesquisa rápida na internet e você vai ver que não faltam conselhos, recomendações e manuais para acertar na gestão financeira em tempos de crise. Contudo, algumas boas práticas merecem um destaque especial, pois são as bases para qualquer meta ou projeto que o gestor queira aplicar ao negócio e, por isso, não podem passar batidas na hora de montar um planejamento. Confira:

1 – Tenha seus dados organizados

É preciso ter consciência de que trabalhar com finanças exige números claros. Não é segredo que o responsável pelo controle financeiro da empresa deve ter todos os valores registrados com o máximo de exatidão e, de preferência, organizados de forma clara e objetiva. Só que, em tempos de crise, esse tipo de organização precisa ir além e considerar outras variáveis. 

Aqui, o uso de um software de gestão, por exemplo, pode ajudar bastante na rotina de controle. Lembre-se que, para fazer a gestão financeira em tempos de crise, o ideal é que se estabeleça uma estrutura prática e fácil de ser atualizada, registrando serviços realizados, entradas e saídas, gastos e despesas e todos os demais indicadores que ajudem a montar o planejamento financeiro em médio prazo.

2 – Estude o cenário e as suas opções

Com seus dados organizados, é hora de estudar melhor as suas alternativas. Veja como é possível reduzir os custos e as despesas, coloque na ponta do lápis quais são as atividades indispensáveis e calcule o mínimo necessário para quitar as contas essenciais da empresa. Tenha em mente que, se essa conta fechar no vermelho, talvez uma boa ideia seja segurar os investimentos.

Isso porque, em uma comparação bem prática, fazer o planejamento financeiro do negócio não é tão diferente de analisar as contas pessoais. Você sabe quais são os gastos inevitáveis e o que é possível segurar. Por isso, se as contas apertarem, é provável que os investimentos extras precisem esperar um pouco até que seja possível colocar tudo no lugar!

3 – Mantenha um olho no passado e outro no presente

Cedo ou tarde, toda empresa vai enfrentar algum tipo de desafio. Nesse sentido, uma boa dica é voltar os olhos ao passado e estudar como as crises passadas se desenrolaram. Se a sua empresa já passou por uma fase ruim antes, vale levantar qual foi o principal motivo, quanto tempo aquilo durou, quais foram as estratégias que ajudaram a mitigar os efeitos da crise e como o comportamento do seu consumidor mudou.

Com isso, é possível verificar se existe alguma uniformidade entre os períodos mais complicados. Quando se tratar de um déficit da economia, pode-se perceber que há uma tendência de as crises terem a mesma duração, por exemplo. Embora essa não seja uma tarefa simples, ela é fundamental quando se busca adequação à situação do momento e adoção de estratégias para fugir desse padrão.

4 – Analise suas opções de pagamento e recebimento

Fazer uma boa gestão financeira em tempos de crise também envolve muito jogo de cintura na hora de equilibrar o caixa da empresa. Até porque, quando falamos em períodos de recessão econômica, é natural que bancos e instituições financeiras ofereçam opções tentadoras de empréstimo e financiamento — modalidades que nem sempre são as mais indicadas para períodos difíceis.

Nesse contexto, uma boa saída pode ser trabalhar com valores que já são seus, mantendo as rédeas do negócio nas suas mãos! Estamos falando da antecipação de recebíveis, alternativa que transforma as vendas a prazo em recursos líquidos imediatos para a empresa. Em outras palavras, os valores que o seu negócio receberia ao longo de um determinado período podem ser convertidos em caixa imediatamente.

Desse modo, o empreendedor pode arcar com obrigações financeiras que possuem um prazo mais apertado sem perder o controle do fluxo de caixa! Por isso, o ideal é trabalhar com uma instituição séria que oferte esse tipo de procedimento, como o Moip, que não só contribui para a antecipação desses valores como também orienta a sua empresa sobre as melhores modalidades e que tipo de verbas podem ser adiantadas sem comprometer o seu faturamento em longo prazo!

Por fim, acompanhe os resultados e mantenha-se positivo!

Esperamos que, com essas dicas, fique mais simples tirar um bom planejamento financeiro do papel para manter a sua empresa cada vez mais fortalecida durante os tempos difíceis. Sabemos que estamos enfrentando um período delicado e acreditamos que existem formas do seu negócio passar por ele sem prejudicar ou abrir mão da segurança das pessoas.
Reforçamos nosso compromisso com os clientes e deixamos nosso time à disposição para ajudar você nesse momento.

Marketplace para pequenos negócios: Como juntar esforços e criar um

Como criar um marketplace para pequenos negócios juntando essas empresas em um projeto comum? Pode ser que você já tenha feito essa pergunta e, considerando o momento atual, em que a criatividade para continuar vendendo é uma característica valiosa, a resposta a ela pode significar uma grande oportunidade!

Só para você ter uma ideia: no primeiro semestre de 2019, os marketplaces somaram um crescimento de 13%, enquanto a média dos e-commerces brasileiros ficou em 12%, segundo dados de uma pesquisa Ebit/Nielsen. Segundo o levantamento, esse canal é visto com bons olhos pelos consumidores, que consideram os marketplaces locais adequados para comparar preços, conseguir boas promoções e acessar outros benefícios fundamentais para quem consome pela internet.

É vantajoso vender em um marketplace?

Sem dúvidas que sim! Principalmente se seu e-commerce não tem um tráfego muito relevante e o seu negócio nem mesmo tem volume de recursos suficiente para melhorar esses resultados na velocidade que você espera. E para quem ainda não tem um e-commerce, essa é uma oportunidade de marcar presença no mundo das vendas digitais.

Entretanto, é claro que isso precisa ser feito com planejamento e critério. Em geral, há exigências de volumes específicos de vendas, bem como a lucratividade pode ser menor. Tem ainda o custo de vender nessa plataforma, além da perda de identidade, já que a marca no alto da página não é da sua loja.

No caso de empreendimentos que precisam aumentar a margem de lucro, especialmente em um momento de crise como o que vivemos, vale aproveitar a boa recepção que o público tem em relação aos marketplaces para colocar em prática uma ideia mais lucrativa e ousada. Essa ideia pode ser juntar os empreendedores da sua região e criar um marketplace para pequenos negócios.

Por que unir forças para criar um marketplace para pequenos negócios

A proposta de juntar pequenos negócios para criar um marketplace não é nenhuma invenção da roda. Você já viu aquelas redes de supermercados que se juntam só para negociar com os fornecedores? Elas costumam estocar as compras em um centro de distribuição comum e dividir as mercadorias conforme o valor investido. Assim, conseguem fazer frente a grandes varejistas.

Este é só um exemplo para você entender como a ideia dá certo. A diferença é que, em vez de uma união em prol do estoque, o marketplace para pequenos negócios é focado na venda. Unidos, podem custear todos os investimentos para colocar na rede essa estrutura e dividir o orçamento de desenvolvimento, publicidade e assistência técnica.

Mas nem tudo são gastos, porque a união para tornar real um marketplace para pequenos negócios gera uma economia no desenvolvimento de um e-commerce próprio. Desse modo, todos dividem custos em benefício de um objetivo comum. Inicialmente, esse marketplace pode servir exclusivamente ao grupo de empresas que tomou a iniciativa, por exemplo.

Porém, com o tempo, é possível atrair outros vendedores e expandir as fontes de receita. Dessa maneira, muitas oportunidades podem ser criadas: ampliam-se os canais de venda para aumento do faturamento, encontra-se uma oportunidade de vendas com custos compartilhados e, adiante, cria-se um novo negócio em benefício de todos os pioneiros da ideia.

Como juntar pequenos negócios para criar um marketplace

O primeiro cuidado é conhecer o mercado para identificar os pontos centrais de oportunidades. Essa avaliação vai permitir que a iniciativa atenda às demandas dos clientes. Nesse esforço, talvez seja necessário que as partes envolvidas ajustem algumas práticas dos seus negócios de modo a se tornarem mais atrativas para o público.

É preciso verificar tendências, oportunidades e fazer esses ajustes com base no resultado dessas pesquisas, para ter a certeza de que o projeto vai atingir os consumidores esperados. Aqui é relevante estabelecer a persona que se quer alcançar, o que é benéfico para o desenvolvimento de toda a estratégia.

Em seguida, é necessário fazer a organização interna. Como será a divisão de custos para gerar receita a esse marketplace para pequenos negócios? Lembre-se que ele precisa ser uma empresa independente e, como tal, tem de ser saudável financeiramente, ainda que esteja a serviço de todos os que se uniram para tornar a ideia possível.

Duas opções para essa divisão de custos são o comissionamento da transação, em que uma porcentagem das vendas vai para o marketplace, e outra é a mensalidade, em que cada loja paga um valor preestabelecido para custear as operações. Esse ganho deve ser revertido em investimento em infraestrutura e publicidade. O lucro de cada loja vem da porcentagem que pertence a elas.

Depois, chega a hora de definir a plataforma. É possível desenvolver uma do zero. Mas, já há várias existentes no mercado. Por exemplo, o Ideia no Ar, que permite lançar de forma simples, rápida e sem depender de programadores. Por último, mas tão importante quanto todas as etapas anteriores, vem a definição da tecnologia para processamento dos pagamentos.

E é aqui que a Wirecard pode ajudar! Nossa solução é altamente adaptável às características de cada plataforma, incluindo, claro, um marketplace para pequenos negócios. A ele, certamente nós podemos oferecer o que for preciso para atender a todas as demandas para que a venda online seja um sucesso!

Além das alternativas comuns para quem vende em uma estrutura como essa, ainda temos o link de pagamento e a ferramenta de pagamento online, capazes de permitir que — como uma forma de fazer um esforço adicional de vendas — os vendedores das lojas físicas (se você tiver uma) façam abordagens virtuais aos clientes e indiquem essas formas de pagamento para quitar a operação.

Para que tudo isso dê certo, nós oferecemos conciliação financeira facilitada (o que é muito importante para um negócio que conta com vários envolvidos), cadastro facilitado dos lojistas e uma solução em conformidade com a regulamentação vigente. 

Entre em contato conosco e descubra como podemos ser parceiros ativos e estratégicos nessa iniciativa. Se preferir, fique à vontade para deixar seu comentário no espaço abaixo.